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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 28210 vezes)

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Online Neo

Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« em: 25/02/2022, 15:10 »
 
Tópico para colocar tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia.
« Última modificação: 03/09/2022, 22:49 por Nandito »
 
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Online Neo

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1 em: 25/02/2022, 15:12 »
 
« Última modificação: 25/02/2022, 15:15 por Neo »
 
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Online Neo

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #2 em: 26/02/2022, 16:59 »
 
Ucrânia: A batalha agora trava-se nas ruas. Pelo menos 200 pessoas morreram e mais de 120 mil procuraram refúgio nos países vizinhos

Mísseis russos, disparados a partir do Mar Negro, atingiram durante a madrugada as cidades de Sumy, Poltava e Mariupol. Pelo menos 200 pessoas morreram até agora no conflito, diz o ministro da saúde ucraniano. A ONU diz que 120 mil refugiados já chegaram aos países vizinhos à procura de refúgio

As forças militares de infantaria e artilharia russas lançaram este sábado, durante a madrugada, um ataque coordenado em várias cidades ucranianas, incluindo Kiev - a capital -, onde foram registados tiroteios perto de edifícios governamentais.

Em resposta, as autoridades ucranianas pediram aos cidadãos que ajudem a defender Kiev do avanço das forças russas que iniciaram na quinta-feira a pior crise de segurança europeia em décadas. De acordo com a Reuters e com a AFP,  que citam o ministério da defesa ucraniano, militares russos dispararam mísseis cruzeiros a partir do Mar Negro contra as cidades de Sumy, Poltava e Mariupol.

Em Kiev, onde se trava uma batalha que definirá o futuro do leste europeu, um míssil atingiu um edifício residencial, sem provocar mortos, de acordo com o conselheiro do governo ucraniano, Anton Hereshcenko que, à Reuters, acrescentou que pelo menos quarenta zonas civis foram atingidas por projéteis.

Em comunicado durante a manhã de sábado, o Ministério da Defesa Russo confirmou ter enviado um míssil cruzeiro contra “alguns alvos na Ucrânia”, mas reiterou que foram dirigidos apenas a infraestrutura militar. No entanto, vídeos mostram o momento em que atingiu um prédio residencial em Kiev.

"Durante a noite, as Forças Armadas da Federação Russa lançaram um ataque com armas de precisão de longo alcance, usando mísseis de cruzeiro lançados por ar e mar contra instalações de infraestrutura militar ucraniana", disse o major-general russo Igor Konashenkov num comunicado em vídeo. “Enfatizo mais uma vez que o fogo é direcionado apenas a infraestrutura militar das Forças Armadas da Ucrânia, excluindo danos à infraestrutura residencial e social”, acrescentou.

Mas a guerra não impacta apenas ucranianos e russos. Um míssil disparado pelas forças de Putin atingiu um navio de carga japonês na costa ucraniana, deixando um membro da tripulação ferido, segundo avança a agência de notícias Kyodo. O míssil atingiu o navio “Namura Queen” e causou ferimentos a um dos 20 filipinos que compõem a tripulação.

Por outro lado, o Exército ucraniano anunciou, através das redes sociais do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, que destruiu 14 caças, oito helicópteros e um avião de transporte militar Il-76, de grande capacidade, com paraquedistas a bordo.

As Forças Armadas ucranianas relataram também conflitos intensos na cidade de Vasylkiv, a cerca de 30 quilómetros a sudoeste de Kiev. "Um intenso combate está em andamento na cidade de Vasylkiv, na região de Kiev, onde os ocupantes estão a tentar desembarcar um grupo de militares", afirmou a Reuters, citando fonte militar.

Explosões dentro e ao redor da capital foram vistas e ouvidas das 2:00 às 4:00 da manhã,de acordo com a equipa no terreno da CNN. É a primeira vez que explosões são relatadas dentro da cidade, após dias de conflito nos arredores de Kiev. Os militares ucranianos atribuíram algumas das explosões matinais à destruição de um tanque russo.

A cidade de Melitopol terá sido tomada pelas forças russas, segundo adiantou a agência TASS e a Reuters. No entanto, as autoridades ucranianas desmentiram a informação, sublinhando que a cidade continuava controlada pelas forças ucranianas. Se Melitopol cair, será o primeiro centro populacional significativo - a cidade tem cerca de 150 mil habitantes -  que os militares russos conquistam desde o início da invasão na quinta-feira.

Fonte: https://cnnportugal.iol.pt/guerra/russia/ucrania-a-batalha-agora-trava-se-nas-ruas-pelo-menos-200-pessoas-morreram-e-mais-de-120-mil-procuraram-refugio-nos-paises-vizinhos/20270228/6219fb210cf2c7ea0f1ba224?jwsource=cl
 
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #3 em: 26/02/2022, 17:01 »
 
 
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Offline rui sopas

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #4 em: 02/03/2022, 10:31 »
 
Ucrânia: pessoas com deficiência correm risco de abandono, alerta entidade europeia

Situação é preocupante para as mais de 2,7 milhões de pessoas com deficiência no país sob ataque russo
1 min de leitura

REDAÇÃO GQ
28 FEV 2022 - 19H00 ATUALIZADO EM 28 FEV 2022 - 19H00


Mãe leva seu filho com síndrome de Down a um internato em Zhytomyr, na Ucrânia (Foto: Getty Images)


Com a guerra na Ucrânia, pessoas com deficiência intelectual e seus familiares estão em situação de abandono. É o que alerta o Fórum Europeu da Deficiência, que reúne organizações europeias que lutam pelos direitos das pessoas com deficiência, em carta aberta a chefes de Estado e instituições europeias. Estima-se que há mais de 2,7 milhões de pessoas com deficiência na Ucrânia.


“As condições de vida das pessoas com deficiência intelectual, especialmente nas instituições, eram muito precárias mesmo antes da guerra, e a mera expectativa de guerra tirou os fundos de ajuda e apoio”, informou Risto Burman, diretor executivo da Associação Finlandesa de Apoio às Pessoas com Deficiência Intelectual em comunicado publicado na última sexta-feira (25).


Fonte: https://gq.globo.com/Lifestyle/Poder/noticia/2022/02/ucrania-pessoas-com-deficiencia-correm-risco-de-abandono-alerta-entidade-europeia.html
« Última modificação: 02/03/2022, 10:34 por rui sopas »
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #5 em: 04/03/2022, 16:32 »
 
Ucrânia. Associações criam plataforma de ajuda a refugiados com deficiências mentais
por Lusa
   
Diversas associações de apoio a pessoas com deficiência mental criaram uma plataforma para ajudar refugiados da Ucrânia com necessidades a este nível, estimando poder ajudar cerca de 150 por todo o país, revelou hoje à Lusa um dos promotores.

Segundo o coordenador do Movimento Cidadão Diferente (MCD), Miguel Azevedo, foram criadas "parcerias com várias associações, sendo que cada uma disponibiliza os serviços para que está preparada", daí resultando "uma plataforma interna para que, quando chegarem os pedidos, possam acolher por área geográfica e por necessidade".

No sentido de tornarem pública a oferta de assistência, o responsável do MCD revelou "já terem contactado o Centro Português para os Refugiados, a embaixada da Ucrânia em Portugal e algumas das associações que estão a enviar apoio" para aquele país no leste europeu.

"A nossa oferta vai desde o acolhimento em lares residenciais, ao apoio técnico, temos também assistentes sociais que podem apoiar com a documentação para garantir esse apoio enquanto cá estiverem, temos terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas", divulgou Miguel Azevedo.

O responsável acrescentou haver, entretanto, "centros de apoio à inclusão que estão a negociar com o Governo a possibilidade de expandir a sua oferta e, dessa forma, poder acolher as pessoas portadoras de deficiência, em particular as que têm deficiência mental".

"Temos também envolvido o Desporto Adaptado, pois não queremos que quem chegue fique fechado num espaço. Vai funcionar através da secção de Desporto Adaptado do FC Porto que está disponível para fazer atividades de apoio a essas pessoas", acrescentou Miguel Azevedo, que estima, à escala nacional, "poderem ajudar 150 pessoas".

O esforço abrange também apoio técnico, com as entidades parceiras a comprometerem-se a "também fazer chegar material de apoio, como cadeiras de rodas, ou outro tipo de material mais específico" aos refugiados com deficiência.

"Estamos a criar esse banco de produtos de apoio. Não será material novo, mas usado, mas fará face às necessidades", assinalou Miguel Azevedo, precisando que esse material "tanto pode ser utilizado por quem chega como o podem fazer chegar à Ucrânia".

Fazem ainda parte da parceria a HUMANITAS -- Federação Portuguesa para a Deficiência Mental, a ANDDI -- Associação Nacional de Desporto para Desenvolvimento Intelectual, a AIA -- Apoio e Inclusão ao Autista e a AADID - Associação dos Amigos das Deficiências Intelectuais e Desenvolvimentais.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar com três frentes na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamentos em várias cidades. As autoridades de Kiev contabilizaram, até ao momento, mais de 2.000 civis mortos, incluindo crianças, e, segundo a ONU, os ataques já provocaram mais de 100 mil deslocados e pelo menos 836 mil refugiados na Polónia, Hungria, Moldova e Roménia.

O Presidente russo, Vladimir Putin, justificou a "operação militar especial" na Ucrânia com a necessidade de desmilitarizar o país vizinho, afirmando ser a única maneira de a Rússia se defender e garantindo que a ofensiva durará o tempo necessário.

O ataque foi condenado pela generalidade da comunidade internacional, e a União Europeia e os Estados Unidos, entre outros, responderam com o envio de armas e munições para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas para isolar ainda mais Moscovo.


Fonte: https://www.rtp.pt/noticias/mundo/ucrania-associacoes-criam-plataforma-de-ajuda-a-refugiados-com-deficiencias-mentais_n1388515
 

Offline pantanal

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #6 em: 05/03/2022, 16:13 »
 
Campanha «Cáritas ajuda Ucrânia»

A campanha “Cáritas Ajuda Ucrânia” será apenas de recolha de fundos e visa reforçar a capacidade de resposta da Cáritas na Ucrânia, nos países fronteiriços e o eventual acolhimento a famílias deslocadas, em Portugal.

Na Ucrânia, a Cáritas Ucrânia tem desde 24 de fevereiro uma resposta de assistência humanitária que pretende abranger 5000 famílias (13 mil pessoas). Estão a prestar serviços de receção a deslocados / serviços de transporte / evacuação de crianças e proteção / abrigo coletivo (dormida, refeição, higiene,) / estrutura residencial para crianças / apoio psicossocial. Toda esta resposta assenta em 19 centros e 22 grupos espalhados por todo o país.
Nos países que fazem fronteira com a Ucrânia (Polónia, Eslováquia, Roménia e Moldávia) as Cáritas estão a acolher refugiados que atravessaram a fronteira.
Os donativos podem ser feitos através do site www.caritas.pt
; de transferências bancárias através da entidade 22 222 e referência 222 222 222 ou do IBAN PT50 0033 0000 0109 0040 1501 2.
A campanha decorrerá até dia 30 de Março.




Fonte: facebook
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #7 em: 09/03/2022, 09:43 »
 
"A minha filha morreu na cadeira de rodas"

7 mar, 15:57

A casa de Ihor Mozhaev foi atingida por um míssil russo, na aldeia de Markhalivka, 25 km a sul de Kiev. O momento ficou registado nas câmaras de vigilância da aldeia. Perdeu cinco membros da família, incluindo a mulher e a filha, que estava numa cadeira de rodas. Morreu também uma amiga que estava na casa, no momento do ataque


Fonte e video: https://cnnportugal.iol.pt/videos/a-minha-filha-morreu-na-cadeira-de-rodas/62260e250cf21847f0afbef9?jwsource=cl
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #8 em: 10/03/2022, 09:28 »
 
Ucrânia: associações temem que pessoas com deficiência “fiquem para trás”


Andréia Azevedo Soares   
7 de Março de 2022, 22:56



A situação desta minoria é descrita como “terrível” Reuters/CLODAGH KILCOYNE


Associações internacionais denunciam a situação “terrível” das pessoas com deficiência na Ucrânia, e apelam para que esta minoria seja tratada com equidade nas acções de evacuação, ajuda humanitária e prestação de cuidados. “Quando um conflito eclode, a maior parte da população tenta deslocar-se para áreas mais protegidas, garantindo segurança e saúde para si e seus familiares. Mas para muitas pessoas com deficiência isto não é possível. Os planos de evacuação geralmente não são desenhados de maneira acessível”, afirma num comunicado a Aliança Internacional para a Deficiência (IAD, na sigla em inglês), entidade que representa mais de 1100 organizações dedicadas à causa em todo o mundo.

Existem 2,7 milhões de pessoas com deficiência registadas oficialmente na Ucrânia, de acordo com o Fórum Europeu da Deficiência (EDF, na sigla em inglês). A entidade Inclusion Europe, que calcula que desse total 261 mil pessoas possuam deficiência intelectual, afirma em comunicado já ter recebido relatos de “famílias com filhos com deficiência a viver em caves ou casas de banho para se proteger de bombas”. Pessoas com deficiência que vivem em instituições também correm o risco de serem “abandonadas e esquecidas”.

Milan Šveřepa, director da Inclusion Europe, afirmou ao jornal britânico The Independent que o acesso a abrigos se tornou “incrivelmente difícil” para pessoas com condições como autismo, que acabam por serem abandonadas “nas suas casas, torcendo para nada de mal lhes aconteça”. O acesso à medicação para condições como a epilepsia, uma comorbidade comum no autismo, também passou a ser “impossível”.

O comunicado da IAD recorda que pessoas com deficiência não podem utilizar muitas estações de metro e bunkers. “Em muitos casos, os abrigos são inacessíveis para pessoas que usam cadeira de rodas. Informações sobre evacuação de emergência, localização de abrigos e como procurar assistência não são fornecidas em formatos acessíveis. Como consequência, muitas pessoas com deficiência sensorial, como cegos e deficientes visuais, surdos e deficientes auditivos, e surdos-cegos não entendem como beneficiar das opções de segurança e assistência disponíveis”, refere o documento.

Numa carta aberta, o EDF apelou a todas as partes envolvidas garantias de protecção e segurança das pessoas com deficiência na Ucrânia, lembrando que em situações de crise e conflito estas enfrentam um “risco desproporcional” de abandono, violência, morte, insegurança e falta de acesso aos cuidados de saúde. A situação desta minoria é descrita como “terrível”.

“As mulheres com deficiência estão em maior risco de violência sexual e as crianças com deficiência estão mais expostas ao abuso e à negligência. As informações cruciais sobre segurança e evacuação são muitas vezes inacessíveis, e os próprios centros de evacuação também raramente possuem acessibilidade, o que significa que as pessoas com deficiência são muitas vezes deixadas para trás”, afirma Yannis Vardakastanis, presidente da EDF, na carta aberta.


Fórum Europeu da Deficiência lembra que em situações de crise e conflito pessoas com deficiência enfrentam um “risco desproporcional” de abandono, violência e morte REUTERS/Kai Pfaffenbach


A IAD também apela à inclusão dos próprios membros da comunidade no planeamento e na execução das acções de ajuda humanitária. “Quaisquer decisões, resoluções ou medidas internacionais adoptadas para lidar com a situação na Ucrânia devem incluir as pessoas com deficiência, facilitando a participação das mesmas nas decisões que as afectam”, refere um comunicado da entidade.

“Como a voz representativa de mais de mil milhões de pessoas com deficiência em todo o mundo, quero lembrar a todos as partes envolvidas que quaisquer medidas tomadas para enfrentar a situação e ajudar as pessoas afectadas devem garantir plenamente os direitos, a inclusão e a participação de todos os grupos de pessoas com deficiência de acordo com as normas internacionais”, afirma Vladimir Cuk, director executivo da IAD, no documento.

Os desafios enfrentados pela comunidade com deficiência no país não são novos. Segundo a IAD, há falhas no acesso à ajuda humanitária e à protecção desde 2014, a partir de quando se verificaram país, “em particular em zonas da parte oriental”, situações de emergência humanitária. Um relatório do gabinete das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) de 2021 estimou que, do número total de pessoas que precisavam de assistência humanitária naquela época na Ucrânia, 13% apresentavam alguma deficiência.




Fonte: publico.pt               Link: https://www.publico.pt/2022/03/07/mundo/noticia/ucrania-associacoes-temem-pessoas-deficiencia-fiquem-tras-1997947
 
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Offline hugo rocha

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #9 em: 11/03/2022, 16:51 »
 
Atletas ucranianos apelam por paz durante Jogos Paralímpicos de Inverno em Pequim
Dhruv Munjal
10 mar
2022


Atletas e autoridades ucranianas fizeram um apelo pela paz durante os Jogos Paralímpicos de Inverno de Pequim nesta quinta-feira, mostrando uma faixa, observando um minuto de silêncio e pedindo o fim da guerra desencadeada pela invasão russa de seu país.

Liderada pelo presidente do comitê paralímpico nacional, Valerii Sushkevych, toda a delegação de 20 membros levantou uma mensagem de "paz para todos", acompanhada de punhos erguidos.



"Este minuto é sobre milhares de pessoas, incluindo crianças e outras pessoas com deficiência, na Ucrânia", disse Sushkevych. "Se a humanidade é civilizada, então esta guerra precisa ser interrompida. Pessoas, mulheres e crianças merecem viver, não morrer."

O técnico Andriy Nesterenko afirmou que muitas cidades foram destruídas e acrescentou que sete membros da equipe são da cidade de Kharkiv, que está sitiada pelas forças russas.

"Os russos bombardearam muitos hospitais e escolas... precisamos de seu apoio hoje, não mais tarde. Pessoas que atacam áreas civis não podem ser humanas... pedimos gentilmente um céu seguro sobre a Ucrânia."

A Rússia chama sua ação na Ucrânia de "operação especial" e nega disparar contra civis.

A Ucrânia está tendo bom desempenho nos Jogos Paralímpicos, apesar de quase não chegar à capital chinesa por causa da guerra, conquistando seis medalhas de ouro e ficando em terceiro lugar na tabela, atrás da anfitriã China e do Canadá.

Equipes da Rússia e de Belarus, cujo território tem sido usado pelas forças russas, não foram autorizadas a participar dos Jogos.



Fonte: https://www.terra.com.br/esportes/jogos-olimpicos/atletas-ucranianos-apelam-por-paz-durante-jogos-paralimpicos-de-inverno-em-pequim,0ea449e8e5f98ac215a6e2c3b77793cdqjshee6s.html
 
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Offline Raposa

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #10 em: 15/03/2022, 18:59 »
 
Refugiados com incapacidade física ou mental vão ter ajuda em Portugal

14 mar, 2022 - 18:02 • Ângela Roque

Uma plataforma criada no início do mês pelo ‘Movimento Cidadão Diferente (MCD) tem o apoio do governo e da Igreja. “Temos o dever de não deixar ninguém para trás, nem na guerra”, sublinham à Renascença as responsáveis pela Pastoral da Deficiência das dioceses de Lisboa e Porto.

Foto: Gleb Garanich/Reuters
“Isto nasceu de um impulso”. Pai de um jovem adulto com autismo severo, Miguel Azevedo, coordenador do ‘Movimento Cidadão Diferente’ (MCD), conta que foi depois de ver nas notícias uma mãe, refugiada, em total desespero, que resolveu que tinha de fazer alguma coisa. “Ela precisava de um bilhete de comboio para sair de Lviv, na Ucrânia, para a Polónia e não conseguia, porque o filho deficiente estava num dos túneis e ela não conseguia tratar dele, das bagagens e dos bilhetes. Eu olhei para o meu filho e pensei ‘eu teria dificuldades semelhantes, ou piores. Tenho de fazer alguma coisa’ “. E fez.

A Plataforma de apoio aos refugiados ucranianos com necessidades especiais e suas famílias foi criada a 1 de março, e estima vir a ajudar “entre 100 a 200 pessoas” nestas circunstâncias. “É fazer as contas: a ordem de grandeza da população mundial com algum grau de deficiência é à volta dos 10 por cento, e isto é praticamente igual em todos os países. É esse o número que podemos receber em Portugal”, explica à Renascença.

Ao MDC juntaram-se, entre outras associações, a Humanitas (Federação Portuguesa para a Deficiência Mental) e a ANDII (Associação Nacional de Desporto para o Desenvolvimento Intelectual), e ainda os serviços da Pastoral a Pessoas com Deficiência do Patriarcado de Lisboa e da Diocese do Porto, apoio que Miguel Azevedo considera muito importante. “É um conforto que as pastorais nos dão, porque não queremos desintegrar famílias, e estes serviços vão-nos ajudar a incluir estas famílias na comunidade”. E podem também fazer a “ponte” com as estruturas e instituições ligadas à Igreja, “como a Cáritas”.


“Acabámos por criar aqui uma rede de contactos e serviços que ficam disponíveis para estas pessoas, desde lares residenciais, ocupação de tempos livres, apoio técnico, consultas de psicologia, acompanhamento por assistentes pessoais ou sociais. E e até quando precisarem de ajudas técnicas, como cadeiras de rodas ou andarilhos, aquilo que for necessário, dentro da rede temos disponível”, conta Miguel Azevedo.


Apesar da Plataforma ter sido impulsionada por associações ligadas à deficiência mental, não vão ajudar só a este nível. “Aliás, já nos apareceu a necessidade de uma cadeira de rodas, uma pessoa que tem incapacidade física, e encaminhámos para a rede de contactos que já existe”.

Este responsável garante que a ideia da Plataforma foi muito bem acolhida por outras instituições e pelo próprio governo. “Temos o apoio da Secretária de Estado para a Inclusão, Ana Sofia Antunes, dando cobertura a toda esta rede. Porque se nos surgirem questões para lares residenciais, ou outro tipo de respostas sociais, é preciso ter o aval da Segurança Social, e já há essa disponibilidade. E isso é bastante importante para que esta Plataforma informal tenha uma cobertura legal”, explica.

Todos os casos que vão surgindo são sinalizados ao Alto Comissariado para as Migrações, “para as pessoas serem identificadas e saberem onde é que elas estão, porque é importante haver estes registos”. E estão a tentar “chegar com mais capilaridade de informação às pessoas”, por exemplo, “junto das que estão a ir para a Polónia levar mantimentos, ou através de outras organizações internacionais, como a Autism Europe a Inclusion Europe, que são plataformas europeias que também estão a amplificar todos estes apoios que existem nos vários países”.

Em breve haverá um formulário para que os casos que possam vir a precisar cá de ajuda possam ser inscritos, para se avançar com o processo. “A partir de amanhã (terça-feira) já estará em todos os sites e redes sociais do MCD e dos nossos parceiros”, garante.


“Acima de tudo o que queremos é que as pessoas ao chegarem a Portugal, além de se sentirem acolhidas, sintam que têm uma resposta inclusiva para os seus filhos ou netos com deficiência. Porque, a inclusão que queremos para os nossos filhos aqui em Portugal, também queremos facilitá-la a estas pessoas que chegam”, sublinha Miguel Azevedo, para quem a preocupação para com os refugiados com deficiência não é de agora. “Quando houve a vaga de refugiados do Afeganistão, no MCD escrevemos uma carta aberta ao Secretário-Geral da ONU, António Guterres, a lembrá-lo da necessidade de proteção desta população tão vulnerável, seja por dificuldade de mobilidade ou por sofrerem de deficiência intelectual, muitas vezes nem conseguem comunicar e são completamente esquecidos”.


“Não deixar ninguém para trás”
A criação da Plataforma é apoiada pelo Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência do Patriarcado de Lisboa. À Renascença Carmo Dinis explica que não podia ser de outra forma. “Queremos ser uma voz e uma força de acolhimento das pessoas que têm mais dificuldade em chegar cá e mais dificuldade em se instalar num sitio novo. Muitas pessoas com deficiência - nós sabemos, já vimos nas notícias - estão a ser deixadas para trás por falta de condições, seja de ajudas técnicas, seja de outro nível, e a Igreja, todos nós, temos o dever de trabalhar para que não fique ninguém para trás. É o principal mote. No serviço temos esta responsabilidade de apoio às pessoas com deficiência que estão em risco ou em perigo, não permitir que fiquem para trás, nem na guerra”, sublinha.

Joana Morais e Castro, da Pastoral a Pessoas com Deficiência da diocese do Porto, subscreve, e fala da importância que o apoio deste serviço da Igreja pode significar para a própria Plataforma, agilizando contactos. “Somos o garante que conseguimos chegar aos serviços paroquiais e da Igreja, para todo o tipo de apoios que sejam necessários às pessoas com deficiência, até eventualmente a integração na escola, a questão da saúde, terapias, atividades ocupacionais, materiais de suporte que sejam necessários, na questão da mobilidade reduzida”. E acrescenta: “isto não é uma escolha, é mais do que dever nosso. As pessoas com deficiência são as mais vulneráveis dos vulneráveis neste momento, e onde podermos estar presente e fazer-nos presentes, estaremos”.


Fonte: RR
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #11 em: 17/03/2022, 09:28 »
 
Federação defende corredores humanitários para pessoas com deficiência

16/03/22 13:07 ‧ Há 20 Horas por Lusa

A Humanitas - Federação Portuguesa para a Deficiência Mental pede ao Governo sensibilização e mais apoio para as pessoas com deficiência, que se encontram em "situações altamente frágeis" na Ucrânia.



© DIMITAR DILKOFF/AFP via Getty Images


Em comunicado, a Humanitas refere que, enquanto membro da European Association of Service providers for Persons with Disabilities (EASPD), tem recebido "testemunhos horrorizantes".

"Existem mais de 2,7 milhões de pessoas com deficiência na Ucrânia. Destas, estima-se que mais de 260 mil tenham deficiência intelectual", indica a federação, numa nota de imprensa enviada hoje à agência Lusa.

De acordo com informação da EASPD, "devido ao seu contexto, muitas destas pessoas estão inabilitadas de sair do país, com uma condição extremamente precária e ameaçadora, não conseguindo, sequer, ter abrigo", disse, citada na mesma nota, a presidente da Humanitas, Helena Albuquerque.

A Federação considera que "é urgente" criar corredores humanitários acessíveis, que permitam a saída segura destas pessoas e das suas famílias.

"Uma simples saída para ir buscar comida ou medicamentos é praticamente impossível. Estamos a falar de casos de pessoas com deficiência intelectual, que não conseguem estar sozinhas muito tempo e que descompensam em situações de stress, necessitando de rotinas para se sentirem seguras. Uma guerra é a situação antítese de uma vivência rotineira", salienta Helena Albuquerque.

A responsável acrescenta que a maioria das pessoas com deficiência intelectual "não consegue realizar um percurso tão longo e tão imprevisível como os que são possíveis" para sair do país.

"Estamos a falar de direitos humanos e de proteção dos mais vulneráveis, o que constitui uma das premissas do ideal europeu. Não está a existir apoio suficiente por parte das forças governamentais para conseguir auxiliar esta população", sublinha.

Neste sentido, a Humanitas pede ao Governo e à sociedade que coloquem esforços em doação para as associações, considerando que ao nível da deficiência "é preciso redobrar esforços para ajudar quem ainda permanece no país".

A Federação Portuguesa para a Deficiência Mental, com sede em Lisboa, representa cerca de 10.000 pessoas com deficiência intelectual, apoiadas por 40 instituições.

A Humanitas apela ainda à doação à ONG National Assembly of Persons with Disabilities Ukraine, que, de acordo com a EASPD, está a "apoiar ativamente as pessoas com deficiência e suas famílias na Ucrânia com capacidade de agir localmente por meio de seus membros".

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 691 mortos e mais de 1.140 feridos, incluindo algumas dezenas de crianças, e provocou a fuga de cerca de 4,8 milhões de pessoas, entre as quais três milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.




Fonte: noticiasaominuto.com             Link: https://www.noticiasaominuto.com/pais/1954825/federacao-defende-corredores-humanitarios-para-pessoas-com-deficiencia
 
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #12 em: 21/03/2022, 15:00 »
 
Observatório da Deficiência e Direitos Humanos alerta para “uma crise dentro da crise"

17 mar, 2022 - 21:02 • Redação


Fonte de imagem: rr.sapo.pt

Segundo a coordenadora do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos, há 2,7 milhões de pessoas com deficiência registadas na Ucrânia.



Paula Campos Pinto, coordenadora do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos, alerta para o risco de muitas pessoas estarem a ser deixadas para trás nesta guerra. Em declarações à Renascença, lembra que há muitos idosos e deficientes em risco porque são incapazes de fugir dos combates.

“Já foi apelidada de uma crise dentro da crise. dentro da crise humanitária que está a ser vivida naquele território. Porque de facto é sempre uma população mais invisível e que naturalmente num contexto de guerra se torna ainda mais invisível pelas dificuldades de acesso. Um dos problemas que estas pessoas enfrentam, por exemplo as pessoas com deficiências físicas é chegarem aos abrigos. Por outro lado, podemos imaginar pessoas surdas não poderão ouvir as sirenes tocar. Ficarão até, eventualmente, indefesas perante um ataque”, diz.

Segundo a coordenadora do Observatório da Deficiência e Direitos Humanos, há 2,7 milhões de pessoas com deficiência registadas na Ucrânia. “Haverá ainda certamente mais pessoas que não estão registadas e que de facto vivem com incapacidades. Temos visto nas imagens que nos têm chegado como é penoso, árduo, difícil o caminho de fuga para estas pessoas”, diz.

Na Ucrânia, há também 82 mil crianças institucionalizadas. “É muito importante que a ajuda humanitária seja uma ajuda inclusiva. Uma assistência que chegue às pessoas pensando na diversidade das suas necessidades. E, portanto, que encontrem formas, mecanismo de proteger mesmo aqueles e aquelas que são mais vulneráveis”, afirma.

De acordo com a Amnistia Internacional, nesta altura, em Kiev permanecem mais de um milhão de idosos. “Tem muitos habitantes que são idosos e que têm também mobilidade reduzida e não têm autonomia na sua mobilidade. E muitos estão a ser deixados para trás e não conseguem sair”, diz Pedro Neto, da Amnistia Internacional, à Renascença.

“Nós temos alguns dados, mas que não nos permitem ter uma imagem do todo. No entanto, posso-lhe dizer com segurança que os idosos são mais de um milhão só em Kiev e que estão ainda na cidade. E que não saem ou por vontade ou por não ter condições para sair. E neste momento é muito difícil já a mobilidade em Kiev até por causa dos recolheres obrigatórios, mas também pela falta de corredores humanitários que as pessoas sintam confiança de que são seguros para saírem”, acrescentou.




Fonte: rr.sapo.pt                Link: https://rr.sapo.pt/noticia/mundo/2022/03/17/observatorio-da-deficiencia-e-direitos-humanos-alerta-para-uma-crise-dentro-da-crise/276778/
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #13 em: 23/03/2022, 20:12 »
 

SIC na Ucrânia: “Vi uma criança sentada numa cadeira de rodas com um olhar triste”

O jornalista da SIC Pedro Miguel Costa esteve duas semanas na Polónia e Ucrânia.


23:38 18 Março, 2022 | SIC Notícias


Pedro Miguel Costa, enviado da SIC à Ucrânia, esteve no Jornal da Noite da SIC a contar o que viveu nas cerca de duas semanas que esteve entre a Polónia e a Ucrânia.

O jornalista relata que o primeiro contacto que teve com a guerra foi na fronteira entre a Polónia e a Ucrânia:

“Começámos a ver as primeiras mulheres com filhos, aos poucos. Mães com filhos, filhos nos carrinhos, ao colo. Percebes que são crianças que acabaram de aprender a andar”.

No entanto, Pedro Miguel Costa, acompanhado pelo repórter de imagem Ódacir Júnior, começou a perceber que eram centenas e depois milhares.

O sítio onde habitualmente se apanha o comboio estava transformado em creche, adianta.

O enviado da SIC conta ainda uma conversa que teve com uma pessoa que sobreviveu à II Guerra Mundial:

“Disse-nos que nem o Hitler a tirou de casa, mas Putin conseguiu”.

No Jornal da Noite, conta ainda um episódio com um rapaz:

“Uma criança de 11 ou 12 anos estava sentada numa cadeira de rodas. A estação estaca cheia de gente à procura de lugar no comboio. Todos entravam para dentro do comboio sem bilhetes. Aquele rapaz estava a olhar com tristeza”.


Fonte: https://sicnoticias.pt/mundo/conflito-russia-ucrania/sic-na-ucrania-vi-uma-crianca-sentada-numa-cadeira-de-rodas-com-um-olhar-triste/
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #14 em: 24/03/2022, 09:44 »
 
Cadeiras de rodas, pneus, câmaras de ar, cobertores enfim, usado mas desenrrasca. Tudo pronto para depois seguir amanhã para o Centro de Vida Independente e depois para a Ucrânia. Bem vão precisar - pelos que já tinham antes e pelos estropiados que esta guerra irá deixar:




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