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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78913 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1215 em: 01/12/2022, 23:13 »
 
MNE russo acusa EUA e NATO de envolvimento direto no conflito na Ucrânia

Lusa
1 dez 2022 13:09



Fonte de imagem: sapo.pt

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, acusou hoje o Ocidente, sobretudo os Estados Unidos e a NATO, de se ter envolvido diretamente no conflito na Ucrânia, ao fornecer armamento e instrução aos soldados ucranianos.

Lavrov salientou que os ataques da Rússia às centrais elétricas ucranianas e outras infraestruturas importantes que deixaram milhões sem energia, aquecimento e água, tiveram como objetivo "enfraquecer o potencial militar" da Ucrânia e "inviabilizar o envio de armas ocidentais".

"Não se pode dizer que os Estados Unidos e a NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte] não estão envolvidos nesta guerra. Estão a participar diretamente nela", disse Lavrov aos jornalistas numa videoconferência de imprensa.

"E não apenas a fornecer armamento, também estão a dar instrução a soldados. Estão a fazê-lo no Reino Unido, Alemanha, Itália e noutros países", acrescentou.

Lavrov sublinhou que a intensificação dos ataques com mísseis russos tem como objetivo "destruir as centrais elétricas", infraestruturas que "permitem que continuem a enviar armas mortais para a Ucrânia para matar russos".

"As infraestruturas visadas pelos ataques são usadas para garantir o potencial de combate das forças armadas ucranianas e dos batalhões nacionalistas", disse Lavrov.

A Ucrânia e o Ocidente têm acusado Moscovo de atacar infraestruturas civis vitais para "reduzir o moral e forçar a Ucrânia a negociações de paz nas condições da Rússia".

Lavrov insistiu que Moscovo continua aberto para negociações sobre o fim do conflito.

"Nunca pedimos conversações, mas sempre dissemos que estamos prontos para ouvir aqueles que estão interessados num acordo negociado", disse Lavrov.

O Kremlin instou a Ucrânia a reconhecer a Crimeia, que Moscovo anexou em 2014, como parte da Rússia e também outros ganhos obtidos desde que enviou tropas para o leste ucraniano, a 24 de fevereiro deste ano, para combater a "militarização" e a "nazificação" da região.

Questionado sobre a possibilidade de uma reunião entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e dos Estados Unidos, Joe Biden, o chefe da diplomacia russa respondeu que Moscovo "sempre esteve disponível" para tal, acrescentando, porém, que "ainda não se ouviu nenhuma ideia séria".

Lavrov adiantou que, num contacto telefónico, o homólogo dos Estados Unidos, Antony Blinken, levantou a questão dos cidadãos norte-americanos presos na Rússia, mas observou que Putin e Biden concordaram em estabelecer um canal separado de comunicação para discutir o assunto quando se encontraram em Genebra, em junho de 2021.

"Está a funcionar e espero que sejam alcançados alguns resultados", observou.

A administração de Biden tenta, há vários meses, negociar a libertação da estrela da Liga Norte-americana de basquetebol Brittney Griner e de Paul Whelan, um executivo de segurança corporativa de Michigan, para o que terá sugerido um formato de troca de prisioneiros com Moscovo.

Comentando a decisão da Rússia adiar a ronda de negociações para o controlo de armas nucleares com os Estados Unidos, marcada para a semana que hoje termina, Lavrov argumentou ser "impossível discutir atualmente a estabilidade estratégica se se ignorar tudo o que está a acontecer na Ucrânia".

"O objetivo foi anunciado e é o de derrotar a Rússia no campo de batalha ou mesmo destruir a Rússia. Como pode o objetivo de derrotar a Rússia não ter significado para a estabilidade estratégica, considerando que eles querem destruir um ator-chave da estabilidade estratégica?", respondeu Lavrov.

Na videoconferência de imprensa, de cerca de duas horas e meia, Lavrov criticou ainda os Estados Unidos e respetivos aliados da NATO, acusando-os de "atropelarem o direito internacional ao tentar isolar e destruir a Rússia".

Lavrov concluiu acusando também Washington de estar a encorajar outros países, incluindo a Índia, para porem cobro às relações com a Rússia.

"Essas tentativas falharam", terminou.

A ofensiva militar lançada pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas -- mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, segundo os mais recentes dados da ONU, que classifica a crise de refugiados como a pior na Europa desde a 2.ª Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa, justificada pelo Presidente Vladimir Putin com a necessidade de "desnazificar" e "desmilitarizar" a Ucrânia para segurança da Rússia, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para Kiev e com a imposição de sanções políticas e económicas às autoridades de Moscovo.

Até quarta-feira, a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

 

JSD //CFF

Lusa/Fim





Fonte: sapo.pt                              Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/mne-russo-acusa-eua-e-nato-de-envolvimento_6388a8cdd5a13442e72b7edc
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1216 em: 02/12/2022, 10:15 »
 
Zelensky diz que mais de 1.300 prisioneiros foram libertados pelos russos

Por MultiNews com Lusa   em 08:30, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou na quinta-feira que mais de 1.300 prisioneiros ucranianos foram libertados pelos russos no decurso da atual guerra.

Zelensky referiu-se a este número durante o seu habitual discurso noturno, ao referir-se à libertação de mais 50 militares detidos pela Rússia.

O chefe de Estado ucraniano precisou tratarem-se de quatro oficiais e 46 sargentos e soldados do Exército, Defesa territorial, Guardas nacionais, Marinha e guardas fronteiriços.

“No total, desde 24 de fevereiro mais de 1.300 ucranianos foram devolvidos do cativeiro russo. Traremos os restantes. Toda a Ucrânia será livre. Todos os ucranianos estarão em casa”, disse.

A Rússia e a Ucrânia trocaram hoje mais 50 prisioneiros de guerra detidos pelas duas partes, informaram respetivamente o ministério da Defesa russo e o gabinete presidencial ucraniano.

“Como resultado do processo de negociação, 50 militares russos em perigo de morte no cativeiro fora devolvidos do território controlado por Kyiv”, assinalou o ministério da Defesa russo dirigido por Serguei Shoigu.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/zelensky-diz-que-mais-de-1-300-prisioneiros-foram-libertados-pelos-russos/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1217 em: 02/12/2022, 10:20 »
 
"Estaríamos em apuros sem os EUA”. Primeira-ministra finlandesa diz que guerra na Ucrânia mostrou que a UE "não é suficientemente forte"

MadreMedia / Lusa
2 dez 2022 09:20



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A primeira-ministra da Finlândia afirmou hoje que a Europa "não é suficientemente forte" para fazer frente a Moscovo sozinha, numa avaliação "muito honesta" das capacidades europeias na sequência da invasão russa da Ucrânia.

Em visita à Austrália, Sanna Marin disse que a invasão e ocupação da vizinha Ucrânia pela Rússia tinham exposto as fraquezas e erros estratégicos da Europa ao lidar com Moscovo.

“Tenho de ser muito honesta (….) convosco, a Europa não é suficientemente forte. Neste momento, estaríamos em apuros sem os Estados Unidos”, disse a líder do país, candidato à adesão à NATO, numa intervenção no Lowy Institute, um grupo de reflexão sediado em Sydney.

Marin insistiu que a Ucrânia precisa de ser ajudada em “todos os sentidos”, acrescentando que os EUA têm desempenhado um papel central no fornecimento de armas, dinheiro e ajuda humanitária necessários a Kiev para travar o avanço da Rússia.

“Temos de garantir que também reforçamos estas capacidades em termos de defesa europeia, indústria de defesa europeia e que podemos lidar com diferentes tipos de situações”, disse.

A Finlândia tornou-se independente da Rússia há quase 105 anos e, pouco tempo depois, infligiu pesadas perdas ao exército soviético invasor.

A líder finlandesa criticou as políticas da UE que destacavam a importância do envolvimento com o Presidente russo, Vladimir Putin, e disse que o bloco europeu devia ter ouvido os Estados-membros que faziam parte da antiga União Soviética.

Desde que aderiram à UE em 2004, nações como a Estónia e a Polónia vinham a instar outros membros do bloco a adotar uma linha mais dura em relação a Putin, uma posição evitada por França, Alemanha, Itália e Grécia, que favoreciam o estreitamento dos laços económicos com Moscovo.

“Durante muito tempo, a Europa construiu uma estratégia em relação à Rússia para reforçar os nossos laços económicos, para comprar energia à Rússia… pensámos que isto evitaria uma guerra”, mas esta abordagem acabou por se mostrar “totalmente errada”, criticou Marin.

“Eles não se importam com laços económicos, não se importam com sanções. Eles não querem saber de nada disso”, frisou.







Fonte: 24.sapo.pt                                 Link:https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/estariamos-em-apuros-sem-os-estados-unidos-primeira-ministra-da-finlandia-diz-que-guerra-na-ucrania-mostru-que-a-ue-nao-e-suficientemente-forte
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1218 em: 02/12/2022, 15:00 »
 
Ucrânia: Kremlin diz que Putin está aberto a conversações, mas posição dos EUA não facilita

Por Beatriz Maio em 11:12, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Kremlin esclareceu esta sexta-feira que o presidente russo Vladimir Putin está aberto a negociações para assegurar os interesses da Rússia, porém encontrar uma base mútua para as conversações não é fácil devido à posição dos Estados Unidos da América (EUA).

Para a Rússia, os Estados Unidos não reconhecem os “novos territórios” na Ucrânia que a Rússia reivindica como seus, o que desincentiva o entendimento, relata o jornal espanhol El Mundo. Na quinta-feira, o presidente americano Joe Biden afirmou não ter planos imediatos de contactar Putin, contudo admitiu estar disposto para se encontrar com o presidente russo caso este “mostrasse interesse em pôr fim à guerra na Ucrânia”.

Embora exista ainda alguma esperança e os EUA estejam disponíveis para negociar segundo as suas condições, no seu discurso Joe Biden salientou que não há sinais de que as intenções de Moscovo sejam terminar a ofensiva militar. Em março, um mês após a invasão russa, o presidente dos EUA chamou a Putin de “carniceiro” pelas suas ações e ressaltou que o líder do Kremlin “não pode permanecer no poder”.

Tal como Biden, também o presidente francês Emmanuel Macron revelou que a Rússia será responsabilizada pelas suas ações na Ucrânia e recordou as várias tentativas da União Europeia para chegar a um acordo provisório sobre o limite de preço do petróleo.

A Rússia acusa não só os Estados Unidos e a NATO de desempenharem um papel direto e perigoso na guerra como defende que Washington transformou Kyiv numa “ameaça existencial” que Moscovo “não pode ignorar”.

Após o anúncio dos EUA, o Kremlin rejeita os termos impostos para as conversações sobre a Ucrânia, afirmando que a ofensiva de Moscovo vai continuar, avança o jornal Barron’s citando o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

Depois de mais de nove meses de combates e com o Inverno a chegar, os países ocidentais estão a tentar aumentar a ajuda à Ucrânia, uma vez os ataques com mísseis e drones deixaram milhões sem aquecimento, eletricidade e água.

A ofensiva militar, que teve início a 24 de fevereiro quando a Rússia invadiu a Ucrânia, causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus, segundo os mais recentes dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

A invasão russa, que o presidente Putin justifica com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

Até quarta-feira, a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, frisando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-kremlin-diz-que-putin-esta-aberto-a-conversacoes-mas-posicao-dos-eua-nao-facilita/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1219 em: 02/12/2022, 15:13 »
 
Ucrânia: Escolas, hospitais e serviços públicos precisam de computadores e smartphones e a Europa quer ajudar

Fátima Caçador
Casa dos Bits
2 dez 2022 11:37



Fonte de imagem: tek.sapo.pt

Foi criada uma iniciativa para recolher donativos de computadores, smartphones e tablets que possam ser usados pelos professores e alunos ucranianos nas escolas, mas também em outros serviços públicos, entre os quais os hospitais. O foco são as zonas mais afetadas pela guerra e são precisos mais de 70 mil equipamentos.

A iniciativa recebeu o nome de Laptops for Ukraine e junta a Comissão Europeia, o Ministério da Transformação Digital da Ucrânia e a DigitalEurope, uma organização europeia que representa a indústria da tecnologia digital. O objetivo é mobilizar esforços de empresas, mas também de todos os cidadãos, para recolher computadores, tablets e smartphones que possam ser usados pelos alunos das escolas ucranianas e também pelos serviços públicos, entre os quais estão os hospitais.

A ideia está também ligada à EUTech4Ukraine, através da qual deverá ser feita a recolha de equipamentos, mas a própria Comissão Europeia está a promover a recolha nas instituições da União Europeia.

O destino são as escolas, hospitais e serviços públicos nas regiões mais afetadas pela guerra na Ucrânia. As autoridades ucranianas identificaram os computadores como uma das necessidades mais prementes no momento e indicam que cerca de 70 mil professores precisam de laptops para continuar a dar aulas, e que 5 mil escolas nas regiões atingidas pela guerra precisam de dispositivos digitais para garantir que 200 mil alunos possam continuar a sua aprendizagem.

Para além disso, são necessários outros equipamentos, entre smartphones, tablets e outros dispositivos eletrónicos, para outros setores e, em particular, para enfermeiros, médicos e administração pública. Os dispositivos podem ser usados, desde que estejam funcionais.

De acordo com os dados partilhados, as empresas podem fazer doações maiores diretamente por meio do mecanismo de proteção civil da União Europeia. Para doações menores, as organizações, empresas e cidadãos com sede na Bélgica podem doar equipamentos através da DigitalEurope, que quer alargar os centros de recolha em toda a Europa.

A Comissão Europeia está também a trabalhar com parceiros da indústria para receber doações, recolher e entregar material através da EUTech4Ukraine, pretendendo também facilitar a recolha de equipamento nas instituições da UE, embora não exista informação específica sobre centros de recolha ou formas de contacto.

O comunicado indica que, através do mecanismo de proteção civil da UE, os dispositivos serão recolhidos e enviados para a Ucrânia, nos locais onde os equipamentos são mais necessários.








Fonte: tek.sapo.pt                         Link: https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/ucrania-escolas-hospitais-e-servicos-publicos-precisam-de-computadores-e-smartphones-e-a-europa-quer-ajudar
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1220 em: 02/12/2022, 15:15 »
 
Espanha avisa parceiros e Bruxelas de que cartas armadilhadas podem estar ligadas à Ucrânia

Por MultiNews Com Lusa em 12:09, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O ministro da Administração Interna espanhol recomendou esta sexta-feira à Comissão Europeia e países parceiros que tomem medidas caso recebam cartas armadilhadas semelhantes às enviadas a várias entidades em Espanha, admitindo que podem estar relacionadas com a guerra na Ucrânia.

Numa carta enviada aos Estados-membros da União Europeia (UE) e a Bruxelas, Fernando Grande-Marlaska avisa que as seis cartas armadilhadas endereçadas ao primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, às embaixadas da Ucrânia e dos Estados Unidos, entre outras entidades, “podem estar relacionadas com a invasão da Ucrânia pela Rússia”.

No texto, citado pela agência espanhola Europa Press, o ministro dá conta dos pacotes detetados, o primeiro dos quais foi enviado a 24 de novembro para o Palácio da Moncloa (sede do Governo espanhol) e dirigido a Pedro Sánchez.

Dois pacotes semelhantes foram recebidos, na quarta-feira, pela embaixada da Ucrânia em Madrid e pela dos Estados Unidos na quinta-feira.

Outras cartas armadilhadas foram igualmente enviadas para o Ministério da Defesa, o Centro de Satélites da base aérea de Torrejón de Ardoz (Madrid) e a empresa de armas Instalaza, em Saragoça.

Só um dos pacotes armadilhados causou um ferido ligeiro, quando um trabalhador da embaixada da Ucrânia abriu o envelope e sofreu ferimentos nas mãos.

Segundo Marlaska, “as investigações e os resultados das análises que estão a ser realizadas por peritos da polícia nacional mostram que tanto as características dos envelopes como o seu conteúdo são semelhantes”.

Por isso, o ministro espanhol considerou “necessário informar as instituições europeias e os [restantes] Estados-membros destes acontecimentos, que poderão estar relacionados com a invasão da Ucrânia pela Rússia, para que avaliem possíveis ações caso se repitam noutros países”.

O Ministério da Administração Interna espanhol informou, na quinta-feira, que os objetos armadilhados que estavam nos seis envelopes são de fabrico caseiro e provocam uma “deflagração com chama repentina”.

A investigação indicou que as cartas foram enviadas de Espanha, todas em envelopes castanhos com “características semelhantes”, incluindo a caligrafia.

A existência destas cartas foi noticiada após o anúncio, na quarta-feira, da embaixada da Ucrânia, embora a primeira tenha sido a enviada para o primeiro-ministro espanhol, em 24 de novembro.

Na noite do mesmo dia foi confirmada a receção de mais uma carta, dessa vez enviada ao diretor da empresa Instalaza de Saragoça, fabricante de armas que tem fornecido a Ucrânia no âmbito do conflito em curso, desencadeado pela invasão russa.

Na manhã de quinta-feira foi detetado, na base aérea de Torrejón, mais um envelope, este endereçado ao diretor do Centro de Satélites da UE.

Este foi o único caso em que o envelope não foi detonado de forma controlada, pelo que se tornou crucial para a investigação.

Um quinto pacote também foi enviado na manhã de quinta-feira à ministra da Defesa espanhola, Margarita Robles, tendo, pouco depois, sido detetado um sexto pacote na embaixada dos Estados Unidos em Madrid.

As cartas esta sexta-feira enviadas por Marlaska foram dirigidas aos responsáveis pela tutela dos Assuntos Internos dos restantes Estados-membros da UE, à comissária europeia para os Assuntos Internos, Ylva Johansson, ao presidente da comissão parlamentar das Liberdades, Juan Fernando López Aguilar, à diretora-executiva da Europol (Serviço Europeu de Polícia), Catherine de Bolle, e ao coordenador da operação antiterrorista da UE, Ilkka Salmi.

A todos explicou que a investigação foi assumida pelo Tribunal Nacional e também que ordenou “um aumento das medidas de segurança nas delegações diplomáticas presentes em Espanha, bem como noutras áreas de proteção especial”, reforçando o nível de segurança já decretado após o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro passado.








Fonte: multinews.sapo.pt                               Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/espanha-avisa-parceiros-e-bruxelas-de-que-cartas-armadilhadas-podem-estar-ligadas-a-ucrania/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1221 em: 02/12/2022, 15:19 »
 
Ucrânia: Rússia exige que as anexações sejam reconhecidas pelo Ocidente antes das negociações de paz

Por Francisco Laranjeira em 14:55, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Rússia apontou que a recusa do Ocidente em reconhecer os “novos territórios” conquistados à Ucrânia torna as negociações de paz mais difíceis, em resposta à disponibilidade do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em se encontrar com Vladimir Putin. O Kremlin garantiu estar aberto a negociações mas não à exigência do Ocidente que saia da Ucrânia.

A Rússia anexou ilegalmente quatro regiões ucranianas no final de setembro, sem controlar nenhuma delas – nove meses após a invasão, perdeu mais da metade das terras que conquistou.

Joe Biden apontou, esta quinta-feira, que estava pronto para se encontrar com o líder russo “se de facto houver interesse em que ele decida que está à procura de uma maneira de acabar com a guerra”.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, apontou anteriormente que Putin permaneceu aberto a negociações destinadas a “garantir os nossos interesses”. Mas Moscovo certamente não estava pronta para aceitar as condições dos EUA: “O que o presidente Biden disse de facto? Disse que as negociações só são possíveis depois de Putin deixar a Ucrânia”, lembrou, frisando que a exigência complicou a procura por uma base mútua para as negociações.

Também Sergey Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, reclamou que os países europeus não ofereceram nada de concreto até ao momento em termos de mediação. “Macron tem afirmado regularmente nas últimas duas semanas que planeia uma conversa com o presidente russo”, disse, acrescentando que a Rússia não recebeu qualquer sinal por meio dos canais diplomáticos.

Em visita à Ucrânia, o arcebispo de Canterbury, Justin Welby, disse que não poderia haver paz até que a Rússia parasse de mentir sobre o que estava a fazer na Ucrânia. Em Bucha, onde as tropas russas são acusadas de cometer crimes de guerra no massacre de centenas de civis, disse: “Não pode haver caminho a seguir com base em mentiras. Foram cometidas aqui atrocidades.”







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-russia-exige-que-as-anexacoes-sejam-reconhecidas-pelo-ocidente-antes-das-negociacoes-de-paz/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1222 em: 02/12/2022, 15:24 »
 
Kremlin rejeita retirar-se da guerra para cumprir exigências de Biden

MadreMedia / Lusa
2 dez 2022 13:49



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Presidência russa (Kremlin) rejeitou hoje a exigência de se retirar da Ucrânia apresentada pelo Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, como condição fundamental para voltar a abrir o diálogo com o homólogo russo, Vladimir Putin.

O Presidente dos Estados Unidos “disse de facto que só seriam possíveis negociações se Putin abandonasse a Ucrânia”, o que Moscovo “obviamente rejeita”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, sublinhando que “a operação militar vai continuar”.

Biden disse na quinta-feira que “estava pronto” para falar com Putin se este “encontrasse uma maneira de acabar com a guerra” na Ucrânia e estabeleceu como primeira condição a retirada das tropas russas.

“Se isso acontecer, ficarei feliz em, depois de consultar os meus amigos franceses e a NATO, sentar-me com Putin para ver o que ele tem em mente”, avançou Biden numa conferência de imprensa conjunta em Washington com o Presidente francês, Emmanuel Macron.

Apesar de rejeitar as condições de Biden, Putin “mantém-se aberto a contactos e a negociações, o que é muito importante”, assegurou hoje o porta-voz do Kremlin.

No entanto, adiantou Peskov, “continua a ser muito difícil encontrar um denominador comum para possíveis negociações”, já que os Estados Unidos não reconhecem a anexação de quatro territórios ucranianos reivindicados por Moscovo em setembro, alertou.

“A forma preferível para alcançar os nossos objetivos é através de meios pacíficos e diplomáticos”, sublinhou ainda o porta-voz russo.

Na quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, também garantiu que Moscovo “sempre esteve disponível” para a possibilidade de uma reunião entre os Presidentes russo e norte-americano, mas disse que “ainda não se ouviu nenhuma ideia séria”.

Lavrov adiantou que, num contacto telefónico, o homólogo dos Estados Unidos, Antony Blinken, levantou a questão dos cidadãos norte-americanos presos na Rússia, mas observou que Putin e Biden concordaram em estabelecer um canal separado de comunicação para discutir o assunto quando se encontraram em Genebra, em junho de 2021.

“Está a funcionar e espero que sejam alcançados alguns resultados”, observou Lavrov.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/kremlin-rejeita-retirar-se-da-guerra-para-cumprir-exigencias-de-biden
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1223 em: 02/12/2022, 15:27 »
 
Gomes Cravinho reconhece que OSCE não pode garantir a paz na Ucrânia

Lusa
2 dez 2022 14:37



Fonte de imagem: sapo.pt

O ministro dos Negócios Estrangeiros português reconheceu hoje que a OSCE não pode ser responsabilizada pela manutenção da paz na Ucrânia, quando há uma parte, a Rússia, determinada em manter a sua agressão militar ao país vizinho.

"A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), que nasceu em 1975, num clima de relações muito tensas, no âmbito da Guerra Fria, não pode agora ser responsabilizada pela manutenção da paz, quando há uma parte, a Rússia, que insiste na invasão da Ucrânia", disse João Gomes Cravinho, que está em Lodz, na Polónia, a participar na reunião anual do Conselho Ministerial deste organismo.

Em declarações à agência Lusa, o chefe da diplomacia portuguesa disse que a reunião em Lodz foi "importante", destacando o número significativo de ministros que esteve presente no encontro da organização, que conta com 57 países e que se encontra "numa situação particularmente difícil".

"A questão que agora se coloca é qual o papel futuro da OSCE. Este foi o tema principal da reunião de hoje. Houve uma larga maioria de países que considera que a organização, embora não esteja em condições de fazer a ponte entre a Rússia e a Ucrânia (...), deve manter-se em funcionamento para o dia em que isso seja possível", afirmou.

Gomes Cravinho sublinhou que a OSCE mantém um papel importante em muitas outras missões, em diferentes partes da sua área de influência, como por exemplo no Cáucaso do Sul, tentando a pacificação entre o Azerbaijão e a Arménia, ou na Ásia Central, onde há vários países com problemas de partilha de fronteiras.

Para o ministro português, o objetivo mais importante a curto prazo é assegurar que a OSCE não desapareça como organização de articulação entre os diversos países, sobretudo num ambiente de ameaça de estagnação, em grande parte devido aos obstáculos colocados pelo regime russo liderado pelo Presidente Vladimir Putin.


"A mais importante conclusão, que resulta da maioria das intervenções no encontro de hoje, é que temos de garantir a subsistência desta instituição, que em relação a diversas matérias está paralisada, porque a Rússia não está a permitir a aprovação do orçamento anual", defendeu Gomes Cravinho.

O chefe da diplomacia portuguesa mostrou-se confiante de que a OSCE "continuará a ser tão importante como foi ao longo da sua vida de quatro décadas e meia", realçando o seu potencial para manter um papel crucial na recomposição de cenários políticos de paz.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro deste ano, desencadeando uma guerra que mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

RJP // SCA

Lusa/Fim






Fonte: sapo.pt                           Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/gomes-cravinho-reconhece-que-osce-nao-pode_638a0f79e161f5430f58ac24
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1224 em: 02/12/2022, 15:29 »
 
Putin terá caído numas escadas da sua residência oficial: estado de saúde do presidente russo volta a ser questionado

Por Francisco Laranjeira em 15:14, 2 Dez 2022


FILE PHOTO: RussiaN President Vladimir Putin attends an event at the Novo-Ogaryovo state residence outside Moscow, Russia, July 23, 2020. Sputnik/Alexei Druzhinin/Kremlin via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY./File Photo/File Photo

Vladimir Putin terá dado uma queda numa escada da sua residência oficial, segundo revelou esta sexta-feira o canal russo do Telegram ‘General SVR’: o presidente russo, de 70 anos, terá escorregado e caído de costas ao longo de vários degraus – foi prontamente auxiliado pelos seus guarda-costas, enquanto os médicos pessoais corriam para o assistir.

A queda terá deixado Putin com diversos hematomas na zona do cóccix, embora também tenha destacado problemas do alegado cancro do trato gastrointestinal do presidente russo. “O incidente ocorreu diante dos guarda-costas do presidente, que reagiram rapidamente e correram para ajudar Putin. Três seguranças ajudaram o presidente a chegar ao sofá mais próximo e chamaram os médicos, que estão de prevenção na residência”, relatou o canal.

Na mesma publicação pôde ler-se que os médicos “chegaram em poucos minutos mas não puderam examinar o presidente imediatamente”. Porquê? Devido ao facto de sofrer de um problema oncológico do trato gastrointestinal, “que já apresenta sérios problemas de digestão” e de a queda ter causado uma reação “involuntária”. “Antes do exame, os médicos escoltaram o presidente à casa de banho e ajudaram na limpeza”, relatou o canal, que sublinhou que após um exame completo, foi “diagnosticado um hematoma no cóccix e nos tecidos moles”.

“Usa calçados especiais, mesmo em casa, com revestimento antiderrapante, e as escadas da residência são consideradas ‘seguras’. Acontece que todas as precauções são inúteis quando os nervos estão em jogo, garantiram. Putin está “num cenário de stress constante”, o que tem alarmado cada vez amis os médicos e familiares.

“Putin toma remédios o tempo todo, e preparar o presidente para uma exibição pública está a tornar-se cada vez mais difícil. A isto deve-se acrescentar o aumento dos riscos em termos de segurança pessoal. Todo o complexo de problemas levou o presidente a tomar a decisão de mudar para o modo ‘auto-isolamento’ e passar a maior parte do tempo numa das suas residências [oficiais] equipada com bunkers.”







Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/putin-tera-caido-numas-escadas-da-sua-residencia-oficial-estado-de-saude-do-presidente-russo-volta-a-ser-questionado/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1225 em: 02/12/2022, 15:32 »
 
Kiev admite 10.000 a 13.000 soldados mortos na guerra

MadreMedia / Lusa
2 dez 2022 12:41



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

As autoridades ucranianas corrigiram hoje os números divulgados pela presidente da Comissão Europeia sobre baixas militares, anunciando estimativas de 10.000 a 13.000 mortos, em vez dos 100.000 referidos por Ursula von der Leyen.

As “estimativas oficiais do Estado-Maior do Exército variam de 10.000 a 12.500 ou 13.000 mortos”, disse o conselheiro presidencial ucraniano Mikhail Podoliak, citado pela agência espanhola EFE.

Num vídeo divulgado na quarta-feira, em que defendeu a criação de um tribunal especial para julgar crimes de guerra russos, Von der Leyen disse que mais de 100.000 soldados e mais de 20.000 civis ucranianos tinham sido mortos em nove meses de guerra.

Posteriormente, o seu gabinete admitiu incorreções na informação e esclareceu que o número de 100.000 se referia a mortos e feridos, segundo a agência norte-americana AP.

Podoliak disse hoje que os números referidos por Von der Leyen estavam errados.

“É óbvio, por isso retiraram o vídeo e retiraram esses números”, comentou o conselheiro do Presidente Volodymyr Zelensky a uma televisão ucraniana.

Podoliak disse também que o número de civis ucranianos mortos na guerra é superior aos 20.000 referidos pela chefe do executivo da União Europeia (UE).

A Ucrânia e a Rússia têm reivindicado alguns números sobre baixas militares infligidas à outra parte, mas sem validação independente, tal como muitas das informações que divulgam sobre o curso do conflito.

Ambos os lados são suspeitos de minimizar a escala das suas perdas para não prejudicar o moral das suas tropas.

O Estado-Maior do Exército ucraniano disse hoje que cerca de 90.000 soldados russos morreram desde o início da invasão, incluindo 650 durante o dia de quarta-feira.

Em 10 de novembro, o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Mark Milley, disse que a Rússia já tinha sofrido “bem mais de 100.000” militares mortos e feridos na invasão da Ucrânia.

Disse também que os números entre as fileiras ucranianas seriam “provavelmente semelhantes”.

“Estamos a falar de bem mais de 100.000 soldados russos mortos ou feridos. O mesmo provavelmente do lado ucraniano”, afirmou então.

Contudo, Zelensky disse à rede de televisão norte-americana CNN, no mesmo dia, que Moscovo tinha perdido “dez vezes mais” militares do que Kiev desde o início da invasão.

Anteriormente, em junho, Zelensky tinha dito que a Ucrânia estava a perder “60 a 100 soldados por dia, mortos em ação, e cerca de 500 pessoas feridas em ação”, de acordo com a agência francesa AFP.

No campo contrário, o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, afirmou, em setembro, que 5.937 soldados russos tinham sido mortos até então, e colocou as baixas militares ucranianas em 61.200.

A ONU tem divulgado números sobre a morte de civis ucranianos, mas apenas os que consegue confirmar, alertando sempre que os seus dados estarão muito aquém dos reais.

O seu número mais recente é de 6.655 civis mortos desde o início da guerra.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/kiev-admite-10-000-a-13-000-soldados-mortos-na-guerra
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1226 em: 02/12/2022, 15:34 »
 
Brno. Consulado ucraniano evacuado devido a "pacote suspeito"

JORNAL I
02/12/2022 13:50



© Dreamstime

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Oleg Nikolenko, revelou esta sexta-feira que foram várias as embaixadas e consulados ucranianos que receberam “pacotes sangrentos” com “olhos de animais”.

O consulado ucraniano em Brno, na República Checa, foi esta sexta-feira evacuado depois de ter chegado a estabelecimento um "pacote suspeito", semelhante aqueles que foram interceptados em Espanha.

Esta manhã, a polícia checa adiantou que a área circundante à embaixada, incluindo um jardim de infância, foi evacuada e que “um pacote semelhante chegou à Embaixada da Ucrânia em Praga”.

Os envelopes eram semelhantes aos encontrados em várias instituições espanholas, que continham engenhos explosivos, mas, de acordo com David Chaloupka, porta-voz da polícia, os intercetados na República Checa “continham tecidos de animais mortos”.

Já o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Oleg Nikolenko, revelou esta sexta-feira e foram várias as embaixadas e consulados ucranianos receberam “pacotes sangrentos” com “olhos de animais”.

De acordo com o responsável, pacotes “ensopados com um líquido e cheiro caraterísticos”, foram entregues nas embaixadas da Ucrânia na Hungria, Polónia, Croácia, País Baixos e Itália.







Fonte: ionline.sapo.pt                         Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/786944/brno-consulado-ucraniano-evacuado-devido-a-pacote-suspeito?seccao=Mundo_i
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1227 em: 02/12/2022, 15:36 »
 
Cuidados reforçados nas embaixadas portuguesas depois de cartas armadilhadas

JORNAL I
02/12/2022 15:11



©  AFP

Também hoje o ministro da Administração interna de Espanha recomendou à Comissão Europeia e aos países parceiros que tomassem medidas caso recebessem cartas armadilhadas semelhantes às enviadas nos últimos dias.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros disse esta sexta-feira que foram dadas indicações às embaixadas portuguesas para reforçarem os cuidados da receção de correio, devido às cartas armidalhadas que estão a chegar a vários outros países.

"Estamos a dar indicações às nossas embaixadas para terem atenção redobrada a encomendas ou correio que recebam", disse João Gomes Cravinho à agência Lusa, a partir de Lodz, na Polónia, onde garantiu que as missões portuguesas no exterior "em função do que aconteceu em Espanha nos últimos dias".

Também hoje o ministro da Administração interna de Espanha recomendou à Comissão Europeia e aos países parceiros que tomassem medidas caso recebessem cartas armadilhadas semelhantes às enviadas nos últimos dias.

O ministro dos Negócios Estrangeiros português admitiu que houve o envio de uma circular para as representações e embaixadas portuguesas, com recomendações, mas preferiu não dar pormenores por razões de segurança-

"Por motivos de segurança, estas questões devem ser tratadas com o devido recato e a devida descrição", disse João Gomes Cravinho, que se encontra em Lodz, no âmbito da reunião anual do Conselho Ministerial da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).







Fonte: ionline.sapo.pt                       Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/786948/cuidados-reforcados-nas-embaixadas-portuguesas-depois-de-cartas-armadilhadas?seccao=Portugal_i
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1228 em: 02/12/2022, 15:38 »
 
Ucrânia: Comissão Europeia quer criminalizar subversão das sanções à Rússia na UE

Por MultiNews Com Lusa em 12:49, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Comissão Europeia propôs hoje criminalizar a subversão das sanções aplicadas pela União Europeia (UE) à Rússia, estabelecendo regras comuns no espaço comunitário para facilitar a investigação e punição de tais violações das medidas restritivas nos países europeus.

“A Comissão Europeia apresenta hoje uma proposta para harmonizar as infrações penais e as penas pela violação das medidas restritivas da UE [pois], embora a agressão russa à Ucrânia ainda decorra, é primordial que as medidas restritivas da UE sejam plenamente aplicadas e que a violação dessas medidas não seja compensadora”, salienta a instituição em comunicado de imprensa.

A proposta visa “estabelecer regras comuns da UE, o que facilitará a investigação, a perseguição e a punição de violações das medidas restritivas em todos os Estados-membros”, destaca Bruxelas, vincando que a subversão das sanções passará a ser classificada como “infração penal grave”.

Em causa estão questões como a mobilização de fundos ou recursos económicos para pessoas ou entidades abrangidas nas listas de sanções, o não congelamento desses fundos, a autorização de entrada de pessoas abrangidas no território de um Estado-membro ou em trânsito, a realização de transações com países terceiros que são proibidas ou restringidas por medidas restritivas da UE, o comércio de bens ou serviços cuja importação ou exportação está vedada ou limitada, a concretização de atividades financeiras proibidas ou restringidas e ainda a prestação de outros serviços como de consultoria jurídica, serviços fiduciários e consultoria fiscal.

Dependendo da infração, um cidadão poderá estar sujeito a uma pena máxima de pelo menos cinco anos de prisão, enquanto as empresas poderão ser alvo de penalizações não inferiores a 5% do total do volume anual de negócios mundial.

Cabe agora ao Parlamento e ao Conselho discutirem e votarem a proposta.

Na passada segunda-feira, o Conselho da UE já iniciou, por unanimidade, o processo para que a subversão das sanções impostas pelo bloco comunitário à Rússia seja integrada na lista de crimes reconhecidos, de forma a evitar que Moscovo, alvo de sanções europeias sem precedentes, consiga contornar as medidas restritivas.

Estas sanções – que incluem sanções individuais, sanções económicas e medidas em matéria de vistos – juntam-se às medidas em vigor impostas à Rússia desde 2014, na sequência da anexação da península da Crimeia e da não aplicação dos acordos de Minsk.

As sanções económicas visam impactar a economia russa e impedir que o Kremlin (Presidência russa) tenha capacidade de prosseguir com a guerra, enquanto as medidas individuais abrangem as pessoas responsáveis pelo apoio, financiamento ou execução de ações que comprometam a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia.

Apesar de as medidas restritivas serem adotadas ao nível da UE, os Estados-membros têm definições diferentes do que constitui uma violação das medidas restritivas e de quais as sanções que deverão ser aplicadas em caso de violação, o que poderá conduzir a diferentes níveis de execução e a um risco de evasão, permitindo, por exemplo, que pessoas sancionadas continuem a ter acesso aos seus ativos, situação que Bruxelas quer contornar.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro deste ano, desencadeando uma guerra que mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).







Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-comissao-europeia-quer-criminalizar-subversao-das-sancoes-a-russia-na-ue/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1229 em: 03/12/2022, 13:07 »
 
Orbán garante que a Hungria vai manter veto ao plano de ajuda financeira da UE à Ucrânia

Por Francisco Laranjeira em 15:48, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O primeiro-ministro da Hungria garantiu esta sexta-feira que vai continuar a opor-se ao plano da União Europeia de fornecer um pacote de ajuda de 18 mil milhões de euros à Ucrânia, uma posição que promete extremar as tensões entre o bloco europeu e o Governo nacionalista da Hungria.

Em entrevista à rádio estatal, o primeiro-ministro Viktor Orbán reconheceu que a Ucrânia precisa de ajuda para pagar o funcionamento dos serviços essenciais, mas enfatizou que iria manter o veto ao plano da União Europeia de empréstimos conjuntos para financiar o apoio financeiro.

“A questão é como ajudar a Ucrânia”, explicou Orbán. “Uma proposta diz que devemos usar os orçamentos dos Estados-membros da UE para contrair novos empréstimos e usar esse dinheiro para dar à Ucrânia. Não somos a favor disso porque não queremos que a União Europeia se torne uma comunidade de Estados endividados em vez de uma comunidade de Estados-membros cooperantes.”

Orbán propôs ainda que cada um dos 27 Estados-membros da UE usasse o seu próprio orçamento para fornecer assistência à Ucrânia através de acordos bilaterais. “Não aceitaremos o outro plano, não vamos consentir e sem nós ele não existirá”, prometeu. Orbán indicou que a Hungria estaria disposta a fornecer à Ucrânia entre 144 e 168 milhões de euros do seu próprio orçamento, uma quantia que garantiu que não prejudicaria fundamentalmente os interesses nacionais da Hungria.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/orban-garante-que-a-hungria-vai-manter-veto-ao-plano-de-ajuda-financeira-da-ue-a-ucrania/
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