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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78750 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #90 em: 02/09/2022, 10:34 »
 
Ucrânia: AIEA já inspecionou central de Zaporijia e garante que vai permanecer

Por MultiNews Com Lusa em 17:37, 1 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt   

O diretor da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, disse hoje que já “viu o que precisava ver” durante a inspeção à central nuclear de Zaporijia, na Ucrânia, onde garantiu que a organização iria permanecer.

“Conseguimos, durante estas poucas horas, reunir muitas informações. Vi as principais coisas que precisava ver”, disse Rafael Grossi aos jornalistas russos que acompanham a delegação de especialistas da AIEA nesta central ocupada pelas forças fiéis a Moscovo, no sul da Ucrânia.

A missão de especialistas da AIEA assegurou que ficará na central de Zaporijia, depois de a ter inspecionado, numa missão de alto risco destinada a evitar um desastre nuclear no local onde russos e ucranianos se acusam mutuamente de bombardeamentos.

“Conseguimos algo muito importante hoje. E o mais importante é que a AIEA vai ficar aqui. Que todos saibam que a AIEA vai ficar em Zaporijia”, disse Grossi.

O responsável da organização, que lidera pessoalmente a missão de fiscalização de 14 pessoas, já tinha anunciado, na quarta-feira, a intenção de instalar uma “presença permanente” no local, que está no centro de fortes preocupações.

“Fizemos uma avaliação inicial. Vimos o trabalho dedicado dos funcionários e da direção. Apesar das circunstâncias muito, muito difíceis, eles continuam a trabalhar com profissionalismo”, acrescentou o diretor da AIEA.

Em Kiev, o chefe do Comité Internacional da Cruz Vermelha, Robert Mardini, pediu a suspensão de todas as operações militares à volta da central, avisando que um ataque seria “catastrófico”.

“Já é hora de parar de brincar com fogo e tomar medidas concretas para proteger este local”, disse Mardini.

Rússia e Ucrânia acusam-se mutuamente, há várias semanas, de colocarem em risco a central nuclear, que é a maior da Europa.

Um dos dois reatores em operação foi desligado devido a bombardeamentos que os ucranianos atribuem às forças russas, enquanto Moscovo acusa Kiev de ter enviado equipas de sabotagem para a central atómica.

A central está localizada ao longo do rio Dnieper, cuja margem esquerda é controlada neste setor por tropas russas.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-aiea-ja-inspecionou-central-de-zaporijia-e-garante-que-vai-permanecer/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #91 em: 02/09/2022, 10:36 »
 
Ucrânia: Macron defende diálogo com a Rússia e alerta que Turquia não pode ser o único ponto de contacto com Putin

Por Filipe Pimentel Rações em 17:58, 1 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Presidente francês Emmanuel Macron defende que é preciso manter um canal de diálogo aberto com Vladimir Putin e critica os colegas europeus por optarem por cessar a comunicação com o governo russo.

Esta quinta-feira, Macron afirmou que “o trabalho de um diplomata é falar com todos e, particularmente, com as pessoas com as quais discordamos”. E lançou uma pergunta: “Quem quer que a Turquia seja a única potência mundial a falar com a Rússia?”.

Depois de ter sido acusado de adotar uma abordagem demasiado brande e conciliadora para com a Rússia, ao invés de se juntar à retórica mais dura da maioria dos Estados-membros da União Europeia, o líder francês diz que os governos europeus não devem “ceder a qualquer forma de moralidade desacertada que apenas nos enfraqueceria”.

As palavras de Macron surgem numa altura em que a Turquia tem vindo a consolidar, e até fortalecer, o seu estatuto de potência mundial, atuando como mediador entre a Rússia e a Ucrânia, de que é exemplo o acordo estabelecido entre Kiev e Moscovo para desbloquear o envio de cereais ucranianos para os mercados mundiais.

Por sua vez, o Presidente francês tem vindo a realizar várias chamadas telefónicas com Putin, para procurar esclarecer a situação no terreno e tentar persuadir o líder russo a fazer recuar as suas forças na Ucrânia.

Contudo, comentários como “a Rússia não deve ser humilhada”, fizeram com que Macron recebesse críticas dos parceiros europeus e na NATO, especialmente dos países da Europa de Leste, que têm sido as vozes mais duras contra o regime de Putin.

A liderança francesa recusa que esteja a tentar extrair de Putin concessões, que levariam a Ucrânia a aceitar o que alguns observadores chamam de “má paz”, considerando que fazer qualquer cedência a Moscovo é premiar o agressor pela agressão.

Hoje, Macron afirmou que a guerra da Rússia na Ucrânia é “imperialista” e que “não devemos permitir que a Rússia vença”. Ainda assim, salientou que a França quer “trabalhar para uma vitória da Ucrânia ou para uma paz negociada com condições que sejam aceitáveis para a Ucrânia”.






Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-macron-defende-dialogo-com-a-russia-e-alerta-que-turquia-nao-pode-ser-o-unico-ponto-de-contacto-com-putin/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #92 em: 02/09/2022, 10:40 »
 
Ucrânia: “Central nuclear de Zaporijia e a sua integridade física foram violadas várias vezes”, acusa responsável da ONU

Por Francisco Laranjeira em 09:52, 2 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O responsável da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, denunciou que a integridade física da central nuclear de Zaporijia, ocupada pela Rússia, foi violada em diversas ocasiões e mostrou-se preocupado com a situação no local – a equipa de especialistas da agência das Nações Unidas regressaram esta sexta-feira às linhas da frente para avaliar os danos físicos à maior central nuclear da Europa.

“É óbvio que a central e a sua integridade física foram violadas várias vezes… isso é algo que não pode continuar a acontecer”, apontou o responsável. Grossi revelou, no entanto, que conseguiu percorrer todo o complexo, examinando áreas-chave, como os sistemas de emergência e as salas de controlo. Ainda assim, a sua equipa tem ainda muito trabalho para terminar a análise dos aspetos técnicos.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O complexo nuclear foi capturado pelas forças russas no início da invasão russa à Ucrânia e tornou-se um foco de profunda preocupação com a possibilidade de que os bombardeamentos nas proximidades possam causar um desastre nuclear. Kiev e Moscovo têm trocado acusações sobre os bombardeamentos – os ucranianos acusam a Rússia de usar a instalação para proteger as suas tropas.






Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-central-nuclear-de-zaporijia-e-a-sua-integridade-fisica-foram-violadas-varias-vezes-acusa-responsavel-da-onu/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #93 em: 02/09/2022, 10:44 »
 
Suicídios? Já são sete os oligarcas russos que morreram em circunstâncias duvidosas

MadreMedia / Lusa
1 set 2022 15:30



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A longa lista de oligarcas russos a morrer em circunstâncias atribuídas pelas autoridades a "suicídio", imediatamente antes e após a invasão da Ucrânia, aumentou hoje com a morte do presidente da petrolífera Lukoil, Ravil Maganov.

O presidente da Lukoil, petrolífera russa que havia lamentado “os trágicos acontecimentos na Ucrânia”, morreu hoje após cair de uma janela do Hospital Clínico Central de Moscovo, onde estava internado, informaram as agências russas Interfax e TASS.

Sete oligarcas russos, sobretudo da indústria de petróleo e gás, morreram recentemente em circunstâncias duvidosas, que as autoridades classificam como suicídio, de acordo com uma contabilização recente da Deutsche Welle.

Foi o caso, a 19 de abril, do milionário Sergei Protosenya, em Lloret de Mar (Espanha), que foi encontrado enforcado na sua residência, juntamente com a mulher esfaqueada.

Na mesma altura, o oligarca Vladislav Avayev, foi encontrado morto no seu apartamento de luxo em Moscovo, juntamente com a sua esposa e filha de 13 anos.

No final de janeiro, um mês antes de as tropas russas invadirem a Ucrânia, Leonid Schulman, um executivo de topo da Gazprom, também morreu em circunstâncias classificadas como suicídio.

De forma semelhante, a 24 de março o bilionário Vasily Melnikov, executivo da gigante empresa de equipamentos médicos MedStom, foi encontrado morto ao lado da esposa, Galina, e dos dois filhos menores, no seu apartamento na cidade russa de Ninzhni Novgorod.

A 25 de fevereiro, Alexander Tyulyakov, outro ex-executivo da Gazprom, foi encontrado morto em casa em São Petersburgo.

Três dias depois, Mikhail Watford, magnata do petróleo e gás nascido na Ucrânia, também foi encontrado morto na garagem da sua propriedade rural em Surrey, no sul da Inglaterra.

Andrei Krukovsky, diretor da estância de ski Krasnaya Polyana, localizada perto de Sochi e segundo a imprensa russa frequentada pelo presidente Vladimir Putin e seus convidados, foi encontrado morto após uma queda de um penhasco, de acordo com o jornal russo Kommersant.

Hoje, disse uma fonte anónima à Interfax, Ravil Maganov “caiu da janela do seu quarto no Hospital Clínico Central e morreu devido aos ferimentos”.

Maganov, de 67 anos, tinha sido hospitalizado devido a um ataque cardíaco e estava a tomar antidepressivos, segundo a mesma fonte.

A agência TASS indicou, citando fontes policiais, que o incidente foi considerado “morte por suicídio” e ocorreu às 07:00 locais (04:00 GMT).

Em março, após a invasão da Ucrânia, a Lukoil não expressou apoio a esta decisão do Kremlin, ao contrário de outras empresas públicas e privadas russas, e pelo contrário deu a entender a sua desaprovação.

Em comunicado aos acionistas, o conselho de administração da petrolífera expressou na altura “as suas mais profundas preocupações com os trágicos eventos na Ucrânia”.

O presidente da Lukoil trabalhou desde 1993 na petrolífera em cargos executivos, tendo sido o primeiro vice-presidente executivo e supervisionado a exploração e produção.

Em 2020, o conselho de administração da Lukoil nomeou Maganov como presidente para o lugar de Valeri Greifer, que faleceu em abril daquele ano.






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/suicidios-ja-sao-sete-os-oligarcas-russos-que-morreram-em-circunstancias-duvidosas
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #94 em: 02/09/2022, 14:49 »
 
Rússia vai parar de vender petróleo aos países que impuserem teto de preços, garante Kremlin

Por Francisco Laranjeira   em 12:27, 2 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Rússia vai parar de vender petróleo para países que venham a impor tetos de preços aos recursos energéticos russos, garantiu esta sexta-feira o Kremlin – segundo os responsáveis russos, os tetos levariam a uma desestabilização significativa do mercado global de petróleo.

“As empresas que impõem um teto de preço não estarão entre os destinatários do petróleo russo”, prometeu o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas. “Nós simplesmente não vamos cooperar com eles em princípios que não sejam os de mercado”, sublinhou.

Os ministros das Finanças do G7 vão reunir-se virtualmente esta sexta-feira para firmar planos para impor um teto de preço às compras de petróleo russo, com o objetivo de reduzir as receitas financeiras de Moscovo.

A União Europeia, no início deste ano, impôs uma proibição parcial às compras de petróleo russo, que Bruxelas diz que interromperá 90% das exportações da Rússia para o bloco de 27 membros quando entrar em vigor. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, garantiu que a UE deveria considerar um teto de preço semelhante nas compras de gás à Rússia. Peskov frisou que serão os cidadãos europeus que estão a pagar o preço de tais medidas.

“Os mercados de energia estão em alta. Isso ocorre principalmente na Europa, onde as medidas anti-Rússia levaram a uma situação em que a Europa está a comprar gás natural liquefeito (GNL) dos Estados Unidos por muito dinheiro – dinheiro injustificado”, acusou Peskov, garantindo que a Rússia está a estudar como um teto de preços sobre as exportações de petróleo pode afetar a sua economia. “Uma coisa pode ser dita com confiança: tal movimento levará a uma desestabilização significativa dos mercados de petróleo.”







Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/russia-vai-parar-de-vender-petroleo-aos-paises-que-impuserem-teto-de-precos-garante-kremlin/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #95 em: 02/09/2022, 14:53 »
 
Ucrânia acusa Rússia de manipulação da visita da AIEA à central de Zaporijia

MadreMedia / Lusa
2 set 2022 13:13



Fonte de imagem: 24.sapo.pt



Para Kiev, os especialistas da AIEA, organismo que integra o sistema da ONU, vão ter muitas dificuldades na elaboração de um relatório imparcial sobre a situação na central que está “sob constantes” ataques.

“O Exército russo mente, manipula e altera a realidade na central nuclear ao difundir – apenas – informações à AIEA que lhe são benéficas”, denunciou a empresa estatal de energia nuclear da Ucrânia (Energoatom) através de uma mensagem divulgada na rede social Telegram.

De acordo com a Energoatom, a presença de veículos militares russos na sala das turbinas (onde se encontram os reatores) “foi explicada aos especialistas da AIEA como equipamento das ‘forças de defesa química'”

“Os russos não permitiram à missão a entrada no centro crise da central, onde estão presentes militares russos e que a AIEA não devia ver (…) ocultando a presença de invasores russos armados”, acrescentou o mesmo texto.

A entidade estatal ucraniana alegou que os russos que ocupam a central nuclear desde o dia 04 de março, poucos dias depois do início da ofensiva militar contra a Ucrânia (a 24 de fevereiro), “bloquearam as comunicações de telemóvel e de Internet” em Energodar, a localidade onde se situa a infraestrutura, para evitarem o envio de “fotografias e vídeos” das instalações e da “cidade dormitório”.

A empresa ucraniana referiu ainda que os militares russos limitaram a presença de “pessoal operacional da central” durante a visita dos peritos da AIEA.

A entidade disse também que a “maior parte dos jornalistas” presentes na entrada da central nuclear eram “propagandistas russos” e que os militares impediram a entrada de repórteres ucranianos e estrangeiros que não foram autorizados a passar os postos de controlo.

A Energoatom considera que a missão acabou por ser um “espetáculo planeado” porque estavam presentes residentes de Energodar, povoação ocupada pela Rússia e que “se queixaram de bombardeamentos por parte das Forças Armadas da Ucrânia”.

“Os ocupantes mentem, alteram os factos e as provas sobre o bombardeamento da central, assim como as consequências e danos na infraestrutura das instalações. Como era esperado, culpam as Forças Armadas da Ucrânia”, acusou a Energoatom.

“Nestas condições, é evidente que vai ser difícil para a AIEA fazer uma avaliação imparcial da situação da central nuclear de Zaporijia”, referiu.

O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, disse na quinta-feira, após a visita ao local, que “é óbvio que a central e a integridade física das instalações foram violadas várias vezes, de forma casual ou deliberada”.

“Não temos elementos para fazer esta avaliação mas é uma realidade que temos de reconhecer. É algo que não pode continuar a acontecer”, pelo que a AIEA, afirmou o representante, está a “tratar de acionar certos mecanismos e estabelecer uma presença permanente” de alguns especialistas da agência das Nações Unidas na central.

O chefe da missão, que visitou “três ou quatro áreas chave que queria inspecionar pessoalmente” – como unidades de energia nuclear, geradores a diesel e salas de controlo – e que afirmou ter falado com trabalhadores e moradores de Energodar, reiterou que a “AIEA está na central e não sai do local”.

Os especialistas da AIEA “vão permanecer (no local) até domingo ou segunda-feira” para aprofundarem a inspeção no sentido da elaboração de um relatório, segundo referiu Grossi, que posteriormente irá apresentar o documento à direção da agência da ONU com sede em Viena.

Sem ter especificado um número exato, o diretor-geral da AIEA indicou que um grupo de especialistas vai permanecer na central.

“Com a esperança de que possam facultar-me e a todos uma avaliação imparcial, neutral e tecnicamente sólida do que possa estar a acontecer”, indicou.

Por sua vez, a Energoatom disse, na quinta-feira, que atualmente permanecem cinco técnicos da AIEA na central.

O chefe da administração provisória pró-russa de Energodar, Alexandr Volga, disse hoje à televisão estatal russa Rossia-24 que “neste momento na central ficaram oito pessoas da AIEA” mais “outras quatro que as acompanham”.






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-acusa-russia-de-manipulacao-da-visita-da-aiea-a-central-de-zaporijia

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #96 em: 03/09/2022, 22:46 »
 
Ucrânia: Antiga PM ucraniana considera inaceitável “trocar território por paz”

Por MultiNews Com Lusa em 13:55, 2 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A antiga primeira-ministra da Ucrânia Yulia Tymoshenko afirmou hoje que é inaceitável para o seu país “trocar territórios pela paz”, lembrando que os territórios ucranianos ocupados pelas forças russas são já quase iguais ao território de Portugal.

Nas Conferências Estoril, Tymoshenko fez uma intervenção em que repetiu várias vezes que “só há um caminho para a paz e esse é a vitória no campo de batalha”, agradecendo o apoio de Portugal e da Europa.

“Um acordo de paz que a liderança russa quer propor significa apenas perda. O pretexto são os territórios que a Federação Russa já ocupou e que quase igualam o território de Portugal. Não é aceitável para a Ucrânia e para o mundo livre trocar território pela paz”, sublinhou.

A antiga chefe de Estado respondia à questão sobre qual o caminho para a paz e quando poderá acabar a guerra, em que recordou os vários momentos em que a Rússia se apoderou de territórios, não só na Ucrânia (Crimeia em 2014 e agora no Donbass) mas na Geórgia (2008) também.

Negociar aceitando trocar território pela paz e ceder à “desmilitarização cogitada por Putin” não é solução porque esta é uma luta pela democracia.

“Seria perder as nossas raízes, a nossa cultura aceitar a ‘russificação’ e isto “não é negociável. Significaria capitulação. Ninguém na Ucrânia, do Presidente a uma criança, aceitaria tais condições”, repetiu.

“A minha resposta é muito clara: não há dois caminhos”, afirmou num debate sob o tema “Paz na Europa”, em que participou também Aleksander Kwaśniewski, antigo Presidente da Polónia, que como todos os participantes sustentou que a guerra é da Europa e não só da Ucrânia e que tem de acabar rapidamente.

Também Hryhoriy Nemyria, primeiro vice-Presidente da Comissão dos Negócios Estrangeiros do Parlamento da Ucrânia, lembrou que os soldados e o povo ucraniano estão “a sacrificar a sua vida pela Europa e o futuro da Europa”.

Os participantes no debate, incluindo a Kolinda Grabar Kitarovic, antiga Presidente da Croácia (2015-2020) mostraram-se convencidos de que o objetivo principal do Presidente russo, Vladimir Putin, é controlar a Ucrânia.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que entrou hoje no seu 191.º dia, 5.663 civis mortos e 8.055 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-antiga-pm-ucraniana-considera-inaceitavel-trocar-territorio-por-paz/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #97 em: 03/09/2022, 22:48 »
 
Rússia deve pagar inverno “doloroso e traumático” da Ucrânia e da Europa, refere ministro da Estónia

Por Francisco Laranjeira em 14:29, 2 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As nações da União Europeia e da NATO devem expandir as sanções à Rússia, assim como a ajuda militar à Ucrânia, para garantir que Putin não possa usar o inverno para minar a unidade ocidental, pediu esta sexta-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia. Os próximos passos devem incluir, segundo Urmas Reinsalu, mais restrições às lucrativas exportações de petróleo de Moscovo, cujo embargo deve entrar em vigor em dezembro, e medidas sobre as exportações de gás.

“Aumentar o preço das sanções pode criar um impulso mais forte para que o agressor comece a pensar em acabar com a guerra. Acho que seria estrategicamente errado pensar que agora só temos de ser pacientes e esperar pelo que acontecerá com o nível de entrega de armas e sanções que alcançamos. Não, temos de acelerar”, atirou Reinsalu.

“Só existe uma pessoa que pode acabar com a guerra e esta é Putin. Se o preço vai ameaçar a sua posição, a sua pirâmide de poder, se avançarmos nessa direção através da nossa ajuda e determinação das sanções, isso seria um divisor de águas”, referiu o responsável.

O inverno parece destinado a exacerbar as crises energéticas e de custo de vida da Europa. “Se a nossa força de vontade para tomar decisões práticas for muito fraca, então será apenas uma crise equilibrada, uma guerra equilibrada. Olhando para o inverno, será muito doloroso e traumático. Devemos aumentar imediatamente o preço para o agressor”, referiu Reinsalu.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/russia-deve-pagar-inverno-doloroso-e-traumatico-da-ucrania-e-da-europa-refere-ministro-da-estonia/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #98 em: 03/09/2022, 22:52 »
 
Crise energética: Gasoduto Nord Stream “completamente” parado devido a nova avaria, alerta Gazprom

Por MultiNews Com Lusa em 19:25, 2 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O grupo russo Gazprom anunciou hoje que o gasoduto Nord Stream, vital para os fornecimentos à Europa, vai parar “completamente” para reparação de uma turbina, após ter estado inativo durante três dias para manutenção.

Em comunicado, a Gazprom indicou ter descoberto “fugas de óleo” na turbina durante esta operação de manutenção e indicou que até à sua reparação o fornecimento de gás estará “completamente suspenso”.

A Rússia devia retomar no sábado o fornecimento de gás através do gasoduto, após uma interrupção de três dias.

Hoje, o Kremlin tinha indicado que o funcionamento do gasoduto está “ameaçado” pela escassez de peças para reposição devido às sanções impostas a Moscovo depois do início da ofensiva russa na Ucrânia.

A Gazprom tem reduzido o gás fornecido via Nord Stream nos últimos meses e em julho já tinha feito trabalhos de manutenção durante 10 dias, tendo depois retomado as entregas com um nível mais limitado.

No contexto de guerra na Ucrânia, a energia tem estado no centro de um braço-de-ferro entre Moscovo e os países ocidentais, que acusam a Rússia de utilizar o gás “como uma arma”.






Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/crise-energetica-gasoduto-nord-stream-completamente-parado-devido-a-nova-avaria-alerta-gazprom/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #99 em: 03/09/2022, 22:54 »
 
Guerra contra quem não entrega pátria é ameaça para humanidade, diz Zelensky

MadreMedia / Lusa
3 set 2022 19:02



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Presidente da Ucrânia, Volodymir Zelensky, avisou hoje que uma guerra contra um povo que não renuncia à sua pátria é uma ameaça para a humanidade.

“Quando as pessoas são mortas simplesmente por serem quem são, por não desistirem da sua pátria, é uma ameaça para a humanidade enquanto tal”, escreveu Volodymir Zelensky na sua conta do Telegrama, relatada pela agência noticiosa Unian.

O Presidente ucraniano acrescentou que, “quando um Estado transforma a pobreza energética ou a fome numa arma, prejudica a todos no mundo” e que “quando um Estado tenta conquistar outro porque quer ser colonizador, é uma ameaça para todos aqueles que valorizam a sua independência”.

Zelenski acompanhou a mensagem com imagens sobre as consequências da guerra na Ucrânia.

Por outro lado e na sua mensagem diária noturna, o Presidente da ucraniano indicou que na reunião de sexta-feira do Estado-Maior, a segunda esta semana, foram tomadas “certas decisões” que todos “vão ver”.

Segundo Zelenski, foram discutidas principalmente questões relacionadas com fornecimentos militares e apoio às tropas ucranianas.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que provocou a fuga de mais de oito milhões de pessoas, das quais mais de 6,6 milhões para fora do país, segundo estimativas da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/guerra-contra-quem-nao-entrega-patria-e-ameaca-para-humanidade-diz-zelensky
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #100 em: 03/09/2022, 22:57 »
 
Fábrica nuclear de Zaporijia deixou de fornecer energia ao lado ucraniano

MadreMedia / Lusa
3 set 2022 16:05



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O maior complexo nuclear ucraniano e também da Europa deixou de fornecer eletricidade aos territórios controlados pela Ucrânia, informaram hoje as autoridades apoiadas pelo Kremlin, citadas pela agência AP.

O anúncio foi feito numa altura em que inspetores da agência nuclear das Nações Unidas (ONU) prosseguem com a sua missão no local.

A administração municipal nomeada pela Rússia em Enerhodar, onde a fábrica de Zaporijia está localizada, justificou a situação com um alegado bombardeamento efetuado por tropas ucranianas na manhã de hoje e que terá destruído uma importante linha de energia.

“O fornecimento de eletricidade para os territórios controlados pela Ucrânia foi suspenso devido a dificuldades técnicas”, indicou a administração municipal. Não ficou esclarecido se a eletricidade do complexo nuclear está contudo a chegar às áreas controladas pelos russos.

Vladimir Rogov, membro da administração regional indicada pelo Kremlin, afirmou que um projétil atingiu uma área situada entre dois reatores. Tais alegações não puderam ser confirmadas imediatamente por outras fontes.

Nas últimas semanas, a Ucrânia e a Rússia culparam-se mutuamente pelos bombardeamentos na unidade e nas proximidades, ao mesmo tempo que se acusavam também de tentativas de boicotar a visita de especialistas da ONU, que chegaram ao complexo nuclear na quinta-feira.

A missão da Agência Internacional de Energia Atómica visa ajudar a proteger o local.

O Ministério da Defesa russo acusou as tropas ucranianas de terem efetuado na sexta-feira uma tentativa de se apoderarem daquele espaço, apesar da presença dos peritos da AIEA, ao enviarem 42 barcos com 250 militares das forças especiais e “mercenários” estrangeiros para tentar um desembarque na margem do reservatório próximo de Kakhovka.

O Ministério russo indicou que quatro caças russos e dois helicópteros destruíram cerca de 20 barcos e os outros retrocederam no rumo. Informou também que a artilharia russa atingiu a margem direita do rio Dnieper, controlada pela Ucrânia, para atingir o grupo de desembarque que estava em retirada.

O mesmo ministério alegou que os militares russos mataram 47 soldados, incluindo 10 “mercenários” e feriram 23. Estes dados não puderam ser verificados de forma independente através de outras fontes.

A Rússia tinham dito anteriormente que cerca de 60 soldados ucranianos tentaram desembarcar perto da fábrica na quinta-feira e que as forças russas impediram essa tentativa.

Na manhã de hoje, nem o Governo ucraniano, nem a operadora de energia nuclear do país, Enerhoatom, comentaram essas alegações.

O complexo nuclear sofreu repetidamente a desconexão completa da rede elétrica da Ucrânia desde a semana passada, com a Enerhoatom a culpar pelo sucedido o bombardeamento e incêndios perto do local provocados por morteiros.

As autoridades ucranianas locais acusaram por seu turno Moscovo de atacar com ‘rockets’ duas cidades próximas do complexo nuclear, do outro lado do rio Dnieper, imputação que tem sido feita repetidamente nas últimas semanas.

Em Zorya, uma pequena vila a cerca de 20 quilómetros da fábrica de Zaporijia, os moradores ouviram na sexta-feira o som de explosões na área. Não é porém o bombardeamento que mais os preocupa mas o risco de uma fuga radioativa da fábrica.

“A fábrica, sim, é parte mais assustadora”, disse à AP Natalia Stokoz, mãe de três filhos, justificando: “As crianças e os adultos serão afetados, e é assustador se o complexo nuclear explodir.”

Durante as primeiras semanas da guerra, as autoridades deram comprimidos de iodo e máscaras às pessoas que moravam perto da fábrica em caso de uma eventual exposição à radiação.

Entretanto, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, ofereceu-se hoje para assumir o papel de “facilitador” na questão do complexo nuclear de Zaporijia, num telefonema com o Presidente russo, Vladimir Putin, indica um comunicado da presidência turca.

Paralelamente, os militares ucranianos informaram hoje que as forças russas pressionaram durante a noite no leste industrial do país, enquanto também tentavam manter as áreas capturadas no nordeste e sul da Ucrânia, incluindo a região de Kherson.

Disseram ainda que as forças ucranianas repeliram cerca de meia dúzia de ataques russos na região de Donetsk, incluindo perto de duas cidades apontadas como alvos-chave do esforço de Moscovo para capturar o resto da província.

A região de Donetsk é uma das duas que integram o coração industrial de Donbass na Ucrânia, ao lado de Lugansk, que foi invadida por tropas russas no início de julho.

Por outro lado, um bombardeamento russo matou uma criança de 8 anos e feriu outras quatro numa cidade do sul da Ucrânia perto da região de Kherson, segundo versão das autoridades ucranianas.






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/fabrica-nuclear-de-zaporijia-deixou-de-fornecer-energia-ao-lado-ucraniano
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #101 em: 03/09/2022, 23:02 »
 
Acordo permitiu à Ucrânia exportar 1,68 milhões de toneladas de cereais no primeiro mês

Lusa
18:07



Fonte de imagem: eco.sapo.pt 

Os produtos exportados foram sementes de girassol, farinha de girassol, óleo da mesma planta, cevada, trigo, milho, soja, beterraba sacarina, ervilha e colza.

A Ucrânia exportou 1,68 milhões de toneladas de produtos agrícolas desde a entrada em vigor, a 01 de agosto, do acordo para desbloquear os portos, fechados por causa da invasão russa do país, informaram neste sábado as autoridades turcas.

Entre 01 de agosto e 01 de setembro, 69 navios partiram dos três portos ucranianos de Odessa, Chornomorsk e Yuzhni, segundo dados divulgados pela Autoridade Marítima turca e publicados hoje nos media locais.

A informação adianta que os produtos exportados foram sementes de girassol, farinha de girassol, óleo da mesma planta, cevada, trigo, milho, soja, beterraba sacarina, ervilha e colza, embora não indique as quantidades de cada.

A 20 de agosto, as Nações Unidas, que mediaram com a Turquia as negociações para que se alcançasse o acordo, indicaram um volume total de 656.000 toneladas exportadas de cereais ucranianos, com o milho representando 74%, produtos de girassol 14%, e trigo 10%.

Cerca de 23% de todas as mercadorias foram descarregadas nos portos turcos, adiantou ainda a Autoridade Marítima.

Outros países recetores são Alemanha, China, Coreia do Sul, Egito, Espanha, França, Grécia, Índia, Irão, Irlanda, Israel, Itália, Líbano, Líbia, Holanda, Reino Unido, Roménia, Somália, Sudão e Djibuti.

A Autoridade especifica que 22 dos navios tinham ficado presos nos portos por causa da invasão russa e, finalmente, conseguiram sair graças ao acordo, enquanto os restantes foram, neste período de abertura para esses portos para transportarem a carga para os seus destinos.

Todos os navios vindos da Ucrânia ou com destino para aquele país são inspecionados em Istambul por delegados russos, ucranianos, turcos e das Nações Unidas.

No total, 86 navios seguiram para a Ucrânia sob o acordo, após passarem por uma inspeção em Istambul, na Turquia, ou estão atualmente a passar por esse processo, acrescentou a nota.

O acordo, assinado em julho passado, tem validade de 120 dias, mas será prorrogado automaticamente caso nenhum dos países envolvidos se oponha.







Fonte: eco.sapo.pt                      Link: https://eco.sapo.pt/2022/09/03/acordo-permitiu-a-ucrania-exportar-168-milhoes-de-toneladas-de-cereais-no-primeiro-mes/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #102 em: 03/09/2022, 23:06 »
 
Tropas russas lançam 16 ataques em Donbass e fazem vítimas

Lusa
14:02



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

14 instalações civis foram destruídas ou danificadas, incluindo nove edifícios residenciais, edifícios administrativos, empresas privadas e uma empresa de serviços públicos.

A polícia ucraniana relatou nesta sábado a ocorrência de 16 bombardeamentos russos na região de Donbass, no leste do país, que fizeram vítimas entre os civis.

“As forças de ocupação bombardearam as cidades de Avdiivka, Kurakhove, Sloviansk, Kramatorsk, Krasnohorivka, Vuhledar, a cidade de Bilbasivka, as aldeias de Ivanivske, e Bogoyavlenka”, informou a polícia numa mensagem no Telegram, citada pela agência Ukrinform.

As forças de segurança ucranianas esclareceram ainda que o exército russo usou mísseis, lançadores múltiplos Grad e Uragan, além de fogo de artilharia.

É referido ainda que 14 instalações civis foram destruídas ou danificadas, incluindo nove edifícios residenciais, edifícios administrativos, empresas privadas e uma empresa de serviços públicos.

A polícia referiu também que mais 315 pessoas foram evacuadas.

Desde o início da evacuação obrigatória da população, mais de 13.000 pessoas, incluindo 586 com deficiência e 2.237 crianças, foram retiradas com a ajuda da polícia.






Fonte: eco.sapo.pt                       Link: https://eco.sapo.pt/2022/09/03/tropas-russas-lancam-16-ataques-em-donbass-e-fazem-vitimas/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #103 em: 03/09/2022, 23:09 »
 
Guerra na Ucrânia provocou a morte a mais de sete mil civis

Lusa
12:12



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

Desde o início da guerra, a polícia ucraniana registou 22 mil bombardeamentos por tropas russas que atingiram mais de 24 mil objetos civis.

O Ministério do Interior Ucraniano estima que a guerra de agressão russa tenha provocado, até ao momento, a morte a mais de sete mil civis e outros 5.500 feridos.

“Quero sublinhar que os bombardeamentos estão a tirar a vida aos civis. O número de civis mortos durante esta guerra ultrapassa agora os sete mil. E mais 5.500 civis foram feridos”, disse no sábado na televisão Ukrinform o primeiro vice-ministro do Interior, Ucraniano Yevhenii Yenin, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

Yenin acrescentou ainda que, desde o início da guerra, a polícia ucraniana registou 22 mil bombardeamentos por tropas russas, que atingiram mais de 24 mil objetos civis.

“Os russos continuam a bombardear o território da Ucrânia independente com paixão maníaca, sem parar por um momento em 191 dias. Só no último dia, a polícia recebeu informações sobre o bombardeamento de 28 centros populacionais”, disse o responsável, sublinhando que nestes “impiedosos bombardeamentos” são mortos civis.

Até agora, a ONU deu como confirmada a morte de 5.663 civis e 8.055 feridos, embora admitindo que estes números estão muito aquém dos reais.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que provocou a fuga de mais de oito milhões de pessoas, das quais mais de 6,6 milhões para fora do país, segundo estimativas da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.






Fonte: eco.sapo.pt                      Link: https://eco.sapo.pt/2022/09/03/guerra-na-ucrania-provocou-a-morte-a-mais-de-sete-mil-civis/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #104 em: 04/09/2022, 18:24 »
 
Rússia acusa Ucrânia de atacar com 'drones' central de Zaporíjia

04/09/22 14:06 ‧ HÁ 4 HORAS POR LUSA


© Reuters

A Rússia acusou hoje a Ucrânia de ter tentado atacar, no sábado, com oito 'drones' o território da central nuclear ucraniana de Zaporijia, controlada pelas forças russas desde o início de março.

"Apesar da presença de representantes da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) na central nuclear de Zaporijia, o regime de Kiev continua com as provocações visando criar uma ameaça de um desastre causado pelo Homem", disse o porta-voz do Ministério da Defesa, Igor Konashenkov.

Na comunicação diária sobre a guerra, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, afirmou que no sábado que "oito 'drones' carregados com munições foram usados para atacar o território da central nuclear".

Ainda, segundo Konashenkov, os 'drones' que se aproximaram da central nuclear foram "bloqueados por equipamento eletrónico de guerra russo", tendo as munições sido lançadas em áreas desertas, que distam mais de um quilómetros e meio do perímetro da central nuclear.

A Rússia e a Ucrânia acusam-se mutuamente, há semanas, de fazerem ataques à central nuclear de Zaporijia.

Entretanto, hoje, o jornal 'online' independente The Insider, especializado em jornalismo de investigação, 'fact check' e análise política, com sede na cidade de Riga, na Letónia, publicou um vídeo sobre os ataques russos que ocorreram na noite de 2 para 3 de setembro a partir de território da central nuclear.

O vídeo mostra que a Rússia tem sistemas de lançamento de mísseis localizados em vários pontos situados nas proximidades da central nuclear.

Na sexta-feira, o Estado-Maior da Ucrânia afirmou que a Rússia retirou todos os equipamentos militares da central nuclear, antes da inspeção dos peritos da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).






Fonte: noticiasaominuto.com                   Link: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2066397/russia-acusa-ucrania-de-atacar-com-drones-central-de-zaporijia
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