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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78857 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1320 em: 13/12/2022, 10:40 »
 
Ucrânia. Zelensky pede mísseis Patriot a Joe Biden

Hugo Geada 13/12/2022 09:30


Fonte de imagem: © AFP

Perante uma nova onda de ataques, Kiev quer reforçar as suas defesas e evitar uma crise de refugiados vindos da linha da frente da guerra.

A Ucrânia lançou um apelo ao Ocidente para que lhe forneça novos sistemas modernos de defesa aérea, que incluem mísseis Patriot, numa altura em que se está a registar uma nova vaga de ataques russos. Até ao momento, os Estados Unidos têm resistido a enviar para a Ucrânia este modelo de mísseis.

Kiev teme que novos ataques russos possam fazer disparar o número de refugiados provenientes da linha da frente da guerra. “Ninguém sabe quantos, mas haverá centenas de milhares de refugiados, já que o bombardeio terrível e ilegal da infraestrutura civil torna a vida inabitável em muitos lugares”, disse o chefe do Conselho Norueguês de Refugiados, Jan Egeland, à agência Reuters. “Temo que a crise na Europa se aprofunde e que ofusque igualmente as crises noutros lugares do mundo”, acrescentou.

Zelensky também pressionou o líder dos Estados Unidos, Joe Biden, para oferecer mais ajuda na proteção da rede de energia do país. Os ataques russos têm-se focado na rede energética do país, tendo já destruído 50% da rede, desde novembro.

Recentemente, a Polónia tentou que a Alemanha lhes enviasse estes mísseis, uma pretensão que foi rejeitada por Berlim.

Nesta altura sensível do conflito, Zelensky teve de pedir ainda às nações do G7 ajuda para conseguir mais de dois mil milhões de metros cúbicos de gás natural, assim como tanques modernos, e armas de longo alcance.

“Se a Rússia realizar uma retirada das suas forças da Ucrânia, isto garantirá um fim das hostilidades”, disse o Presidente da Ucrânia, durante uma vídeo conferência com os membros da G7. “Não vejo razão para que a Rússia não faça isso agora - a tempo do Natal”, argumentou.

Este pedido foi aceite pelas nações, que se comprometeram a apoiar imediatamente os sistemas de defesa aérea para o país.

“Vamos continuar a coordenar esforços para atender às necessidades mais urgentes da Ucrânia, com foco imediato em fornecer à Ucrânia sistemas e capacidades de defesa aérea”, pode ler-se num comunicado, citado pelo Al Jazeera.

Putin não fará conferência de final de ano O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, não fará a tradicional conferência de imprensa de final de ano pela primeira vez em pelo menos uma década.

Esta conversa com a imprensa é uma ocasião onde o líder russo aproveita para polir a sua imagem, com o Guardian a descrever este evento como “um espetáculo exagerado que permite a Putin fazer o papel de populista na televisão nacional durante todo o mês de dezembro”.

Contudo, este ano, o Presidente russo vai quebrar a tradição, com Moscovo a anunciar que não irá haver nem conferência de imprensa, nem a receção de ano novo no Kremlin.

Segundo o jornal inglês, esta decisão foi influenciada pelo facto da invasão à Ucrânia não estar a correr como planeado.







Fonte: ionline.sapo.pt                            Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/787674/ucr-nia-zelensky-pede-misseis-patriot-a-joe-biden?seccao=Mundo_i
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1321 em: 13/12/2022, 10:59 »
 
65 frases de 292 dias de guerra na Ucrânia

MadreMedia / Lusa
13 dez 2022 09:52



AFP or licensors

Seleção de frases sobre a guerra na Ucrânia, iniciada pela invasão da Rússia em 24 de fevereiro.

“Tomei a decisão de lançar uma operação militar especial. Vamos esforçar-nos para alcançar a desmilitarização e a desnazificação da Ucrânia.”

Vladimir Putin, Presidente russo, numa declaração na televisão

24-02-2022


“O Presidente Putin escolheu [lançar] uma guerra premeditada que vai resultar em sofrimento e perdas humanas catastróficas.”

Joe Biden, Presidente dos Estados Unidos

24-02-2022


“Só tenho uma coisa a dizer do fundo do meu coração: Presidente Putin, impeça as tropas de atacar a Ucrânia. Dê uma oportunidade à paz. Muitas pessoas já morreram.”

António Guterres, secretário-geral da ONU

24-02-2022

“Condeno veementemente a ação militar da Rússia à Ucrânia.”

António Costa, primeiro-ministro

24-02-2022


“[A Rússia] escolheu o caminho da agressão contra um país soberano e independente. É uma grave violação do direito internacional e uma séria ameaça à segurança euro-atlântica.”

Jens Stoltenberg, secretário-geral da NATO

24-02-2022


“O alvo dos russos não é apenas (…) a Ucrânia, o alvo é a estabilidade na Europa e toda a ordem internacional de paz e responsabilizaremos o Presidente Putin por isso.”

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia

24-02-2022


“[A invasão] é uma catástrofe para o nosso continente.”

Boris Johnson, primeiro-ministro britânico

24-02-2022


“É a guerra de Putin.”

Olaf Scholz, chanceler alemão

24-02-2022


“É preciso internar o louco.”

Milos Zeman, Presidente da República Checa, referindo-se a Putin

24-02-2022


“Não há purgatório para criminosos de guerra. Eles vão direto para o inferno, embaixador.”

Sergiy Kyslytsya, representante permanente da Ucrânia junto das Nações Unidas, dirigindo-se ao embaixador da Rússia na reunião do Conselho de Segurança da ONU

24-02-2022


“Estamos aqui. Estamos em Kiev. Estamos a defender a Ucrânia.”

Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, no vídeo de 32 segundos, gravado por si na rua Bankova, em frente ao Gabinete do Presidente da Ucrânia

25-02-2022


“[O Presidente ucraniano e os seus ministros são] uma panelinha de viciados em drogas e neonazis, que se estabeleceram em Kiev e fizeram refém todo o povo ucraniano.”

Vladimir Putin, numa intervenção transmitida pela televisão russa

25-02-2022


“A Rússia (…) não pode sequer sonhar em ter qualquer ação agressiva relativamente a qualquer país da NATO, ou qualquer país amigo da NATO, como é o caso da Suécia e da Finlândia.”

António Costa, primeiro-ministro

25-02-2022


“A guerra voltou à Europa.”

Emmanuel Mácron, Presidente francês

26-02-2022


“Durante a Guerra Fria o PCP era um abjeto vassalo da União Soviética. E hoje é um vassalo do senhor Putin.”

Sérgio Sousa Pinto, deputado do PS

CNN Portugal, 26-02-2022


“Dizer que o PCP é um vassalo da União Soviética é um insulto.”

António Filipe, deputado do PCP

CNN Portugal, 26-02-2022


“[A invasão russa da Ucrânia é um] ataque à humanidade.”

Donald Trump, antigo Presidente dos EUA

26-02-2022


“Ordeno ao ministro da Defesa e ao chefe de Estado-Maior que ponham a força dissuasora do exército russo [que pode incluir a componente nuclear] em alerta especial de combate.”

Vladimir Putin

27-02-2022


“Nasci lá, estive no exército União Soviética e para eles a vida de uma pessoa não é nada, as pessoas não existem e, portanto, como não há pessoas, não há problema. Por isso, tudo o que eles fazem é para matar.”

Igor Pidgirnyi, médico ucraniano do Hospital São José

Lusa, 28-02-2022


“Sem vocês a Ucrânia fica sozinha. Provem que estão connosco, provem que não nos vão deixar sozinhos. E então a vida ganhará sobre a morte, e a luz vencerá as trevas.”

Volodymyr Zelensky, num debate no Parlamento Europeu

01-03-2022


“Não nos tornemos num país de pessoas assustadas e silenciosas, de cobardes que fingem não notar a guerra contra a Ucrânia desencadeada pelo nosso, obviamente, czar louco.”

Alexei Navalny, opositor russo

Twitter, 02-03-202
2

“[Joe Biden] tem experiência e sabe que não há alternativa às sanções, senão a guerra mundial. A terceira guerra mundial seria uma guerra nuclear devastadora.”

Sergei Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros russo

Al Jazeera, 02-03-2022


“Se desaparecermos, que Deus nos proteja, então será a Letónia, a Lituânia, a Estónia, etc... Até ao Muro de Berlim, acreditem em mim.”

Volodymyr Zelensky

03-03-2022


“Quando hoje o presidente Zelensky é transformado em herói nacional, estamos a falar do mesmo presidente que aceitou a incorporação de forças nazis nas Forças Armadas ucranianas.”

João Oliveira, ex-líder parlamentar do PCP

Público, 04-03-2022


“Mais de 1,5 milhões de refugiados da Ucrânia saíram para os países vizinhos em dez dias. Esta é a crise de refugiados de crescimento mais rápido na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.”

Filippo Grandi, Alto-Comissário da ONU para os Refugiados

Twitter, 06-03-2022


"O PCP não apoia a guerra. Isso é uma vergonhosa calúnia. O PCP tem um património inigualável na luta pela paz. O PCP não tem nada a ver com o Governo russo e o seu Presidente.”

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP

06-03-2022


“Em nome de Deus... parem este massacre.”

Papa Francisco

13-03-2022


“Vendo com alguma distância, na verdade, sim, fomos complacentes [com Vladimir Putin].”

Durão Barroso, ex-presidente da Comissão Europeia

Público, 14-03-2022


“A Europa só estará segura quando acabarmos com a nossa dependência excessiva do gás russo.”

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia

15-03-2022


“[Vladimir Putin é] um criminoso de guerra.”

Joe Biden

16-03-2022


“Os russos serão sempre capazes de distinguir os verdadeiros patriotas da escória e traidores, e simplesmente os cuspirão, como um mosquito que acidentalmente voou para as suas bocas.”

Vladimir Putin

17-03-2022


“Os ucranianos surpreenderam o mundo ao travar [o Presidente russo, Vladimir] Putin [e] o mundo subestimou a força das forças armadas ucranianas.”

Petro Poroshenko, ex-Presidente da Ucrânia

Lusa/RTP, 18-03-2022


“As palavras da Bíblia Sagrada vêm-me à cabeça: não há maior amor do que dar a vida pelos amigos.”

Vladimir Putin, ao justificar a invasão para proteger a população russófona no leste da Ucrânia

Agência russa TASS, 18-03-2022


“Esta medalha é, acima de tudo, para minha nação, para o meu povo e para o seu exército. Estou muito feliz por tê-la conseguido para os representar.”

Yaroslava Mahuchikh, atleta ucraniana, após conquistar a medalha de ouro no salto em altura nos Mundiais de atletismo em pista coberta

19-03-2022


“A Bulgária está connosco, a Grécia acredito que também. A Alemanha está um pouco atrasada. Portugal, bem, quase.”

Volodymyr Zelensky

24-03-2022


“Devemos fazer tudo o possível para que a paz retorne à Ucrânia.”

Xi Jinping, Presidente chinês

25-03-2022


“Quando vemos uma mulher de 30 anos em frente a um tanque [russo] com uma espingarda (…), se falamos da praça Tiananmen, isto é a praça Tiananmen em maior escala.”

Joe Biden, numa alusão ao “homem do tanque” no decurso da repressão aos protestos contra o regime chinês

25-03-2022


“[A terceira Guerra Mundial promovida pela Rússia] já começou há muito.”

Mykola Trofymenko, reitor da Universidade Estatal de Mariupol

Lusa, 26-03-2022


“Os primeiros três dias foram aterrorizantes, estávamos cheios de medo, mas depois pensámos que era normal ouvir as bombas e voltámos a fazer coisas. Todos os dias estou à espera de uma coisa má.”

Rizo, habitante em Kiev, junto do centro comercial Retroville, atingido por um míssil no início da semana

Lusa, 26-03-2022


“[Putin] é um carniceiro.”

Joe Biden, Presidente dos EUA

26-03-2022


"É chocante a brutalidade das imagens que nos chegam de Busha. (…) Uma barbaridade inaceitável que tem de ser veementemente punida pela justiça internacional.”

António Costa

Twitter, 03-04-2022


“Nem um único residente de Bucha sofreu qualquer violência às mãos dos russos. Foi encenado. (...) é uma falsa narrativa apresentada por Kiev.”

Vassily Nebenzia, embaixador russo na ONU

04-04-2022


“[Os militares russos] despejaram aqui [nas traseiras da igreja] pessoas como se fossem restos de comida.”

Andrew Halavin, pároco da Igreja ortodoxa de Santo André, em Bucha, Ucrânia

Público, 04-04-2022


“O objetivo [da Rússia] é a paz das gerações ucranianas futuras e a oportunidade de, finalmente, criar uma Eurásia aberta – de Lisboa a Vladivostok.”

Dmitri Medvedev, antigo primeiro-ministro e ex-presidente da Rússia

Telegram, 05-03-2022


“O vosso povo vai daqui a nada celebrar o aniversário da revolução dos cravos e sabe perfeitamente o que estamos a sentir. Ajudem-nos com tudo o que puderem.”

Volodymyr Zelensky, num discurso por videoconferência perante o parlamento português

21-04-2022


“É um insulto esta declaração [de Volodymyr Zelensky] que faz referência ao 25 de Abril. O 25 de Abril em Portugal foi para libertar e contribuiu para a libertação dos antifascistas. Na Ucrânia estão a ser presos.”

Paula Santos, líder parlamentar do PCP

21-04-2022


“A passividade de António Guterres perante a iminência da guerra na Ucrânia foi inacreditável.”

Franz Baumann, ex-secretário-geral Adjunto da ONU

Lusa, 22-04-2022


“Deixe-me ser bem claro: o Conselho de Segurança [da ONU] falhou em fazer tudo o que estava ao seu alcance para prevenir e acabar com esta guerra.”

António Guterres, perante o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenksy

28-04-2022


“Ele [Zelensky] aparece na televisão de manhã, de tarde, de noite, aparece no parlamento inglês, no parlamento alemão, no parlamento francês como se estivesse fazendo uma campanha. (…) Esse cara é tão responsável [pela guerra da Ucrânia] como Putin.”

Lula da Silva, ex-presidente do Brasil

Time, 04-05-2022


“Vim celebrar o Dia da Europa em Odessa, a cidade onde Pushkin [poeta russo] disse que se pode sentir a Europa.”

Charles Michel

Twitter, 09-05-2022


”O futuro da Europa é também o vosso futuro, o futuro da nossa democracia é também o futuro da vossa democracia.”

Von der Leyen

09-05-2022


“Ninguém precisa da Ucrânia. A Ucrânia é material descartável na guerra híbrida total contra a Federação Russa.”

Serguei Lavrov, ministro dos Negócios Estransgeiros da Rússia

17-05-2022


“O pior que a União Europeia poderia fazer à Ucrânia era dividir-se agora.”

António Costa

21-05-2022


“Prolongar e insistir na guerra muito mais tempo levará a que passe a ser não uma questão de liberdade da Ucrânia mas, sim, uma nova guerra contra a própria Rússia.”

Henry Kissinger, antigo secretário de Estado do Estados Unidos

24-05-202


“Parece que o calendário do senhor Kissinger não está em 2022, mas em 1938.”

Volodymyr Zelensky

25-05-2022


“Acordo. O Conselho Europeu acaba de decidir dar o estatuto de candidato da UE à Ucrânia e à Moldova.”

Charles Michel

Twitter, 23-06-2022


“Há quem não fuja, e numa ilha da Ucrânia um marinheiro respondeu a um apelo de um barco russo dizendo: ‘Barco russo, go fuck yourself’, que é como quem diz ‘russian boat …’, que é como quem diz ‘Vladimir Putin, go fuck yourself’. Este grito hoje tem que se ouvir em Moscovo e em Kiev.”

Pedro Abrunhosa, músico, num concerto em Águeda

02-07-2022


“Obrigada caro António Guterres pelos seus incansáveis esforços em garantir os acordos com as Nações Unidas e com a Turquia relativos à exportação de cereais na Ucrânia.”

Ursula von der Leyen

Twitter, 22-07-2022


“[Joe Biden e os Estados Unidos] estão a alimentar a guerra na Ucrânia. (…) [Joe Biden] é criminoso de guerra.”

Roger Waters, músico, ex-Pink Floyd

10-08-2022, CNN Internacional


“Não, não, não o faça. Irá mudar a face da guerra como nunca antes desde a Segunda Guerra Mundial.”

Joe Biden, pedindo ao Presidente russo para não recorrer a armas nucleares ou químicas na Ucrânia, numa entrevista ao programa "60 Minutos" da CBS

17-09-2022


“[A Rússia vai utilizar] todos os meios ao seu dispor para proteger a Rússia. Isto não é um 'bluff'.”

Vladimir Putin, numa alusão às armas nucleares

21-09-2022


“Pedimos aos nossos colegas (portugueses) de se inibirem de dar passos que possam desacreditar Portugal como um parceiro fiável.”

Maria Zakharova, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, sobre a decisão do Governo português de enviar seis helicópteros de combate a incêndios para a Ucrânia

Twitter, 20-10-2022


“A amizade entre China e Rússia tem amplas perspetivas e ainda há grandes conquistas a serem alcançadas.”

Xi Jinping, Presidente chinês, numa mensagem enviada à Associação de Amizade Pequim – Moscovo

31-10-2022


“A Rússia põe a tecnologia ao serviço do terror e o que vemos hoje é resultado do uso dessa tecnologia.”

Olena Zelenska, mulher do Presidente ucraniano, ao encerrar a cerimónia de abertura do evento tecnológico Web Summit, em Lisboa

01-11-2022


“[Reconquista de Kherson] é o início do fim da guerra.”

Volodymyr Zelensky, citado pela agência norte-americana AP

14-11-2022


“O PCP não tem nada a ver com o governo russo: não há nada que nos relacione com o Governo russo, nem de longe, nem de perto.”

Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP

Lusa, 16-11-2022


“Uma coisa é clara: isto não será bom para o consumidor. Por isso, abasteçam-se de água, fogo, cobertores e aquecedores. O inverno só agora começou.”

Dmitri Medvedev, após a entrada em vigor do limite imposto de 60 dólares por barril para o petróleo bruto russo

Telegram, 05-12-2022


“Consideramos as armas de destruição maciça, as armas nucleares, um meio de defesa. [Utilizá-las] insere-se num contexto a que chamamos ‘ataque de retaliação’: se nos atacam, nós atacamos em resposta. A Rússia, em nenhuma circunstância, será a primeira a utilizá-las.”

Vladimir Putin

07-12-2022







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/65-frases-de-292-dias-de-guerra-na-ucrania
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1322 em: 14/12/2022, 09:29 »
 
Regimento russo faz vídeo de apelo por equipamento militar e médico: “Estão quase nus”

Por Francisco Laranjeira   em 12:10, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Um vídeo de um regimento russo, no qual são pedidos mais equipamentos e abastecimentos médicos na guerra na Ucrânia, tornou-se viral: o comandante de um grupo de soldados mobilizados do Oblast de Kemerovo, na Rússia, apelou ao governador da região, Sergei Tsivilyov, uma vez que os seus homens chegaram quase “nus”.

“Sou instrutor de treino de combate do 247º regimento, cidade de Stavropol. Gostaria de apelar ao governador da região de Kemerovo, Sergei Yevgenyevich “, pôde assistir-se no início do vídeo. “Os combatentes que nos enviou para Stavropol Krai estão quase completamente nus. Eles não têm material médico. O material médico que eles têm é apenas um torniquete”, confirmou o comandante.

As críticas não ficaram por aqui. “Eles quase não têm proteção, apenas duas peças de blindagem. Tudo o resto, as laterais, estão completamente expostas. Eles não têm praticamente mais nada”, relatou o responsável. “Sem cuecas térmicas, os meninos estão a congelar.”


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Veja o vídeo clicando no link oficial da noticia em baixo:
A Rússia admitiu pela primeira vez que tinha problemas com equipamentos para os soldados mobilizados a 26 de outubro – o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, garantiu que a Rússia não tinha equipamento para as centenas de milhares de soldados recrutados sobre o decreto de mobilização assinado pelo presidente russo, Vladimir Putin, a 21 de setembro último. Peskov lembrou ainda que um conselho recém-formado criado por Putin está a trabalhar para resolver problemas com equipamentos e que as autoridades regionais estão a trabalhar para fornecer “o equipamento que falta”.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/regimento-russo-faz-video-de-apelo-por-equipamento-militar-e-medico-estao-quase-nus/


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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1323 em: 14/12/2022, 09:31 »
 
Rússia prepara-se para proibir venda de petróleo a países que apoiem sanções e apliquem tecto máximo para o preço definido pela UE

Por Pedro Zagacho Gonçalves   em 12:37, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O governo, autoridades e legisladores russos já decidiram como responder as sanções que envolvem a venda de petróleo russo, em particular o tecto máximo no preço do crude vindo da Rússia, imposto recentemente pela União Europeia. Está já preparado um decreto presidencial que detalha o mecanismo legislativo encontrado para ‘punir’ os países que alinhem com as sanções do Ocidente.

O jornal russo Vedomosti teve acesso a uma primeira versão da legislação que será aprovada, e falou com duas fontes próximas do governo, que confirmaram que há consenso generalizado sobre as medidas a aplicar.

No documento, transparece a ideia de que Putin vai recusar fornecer petróleo russo a países que acordaram com as sanções à Rússia. Segundo o esboço do decreto presidencial, a Rússia vai proibir a venda de petróleo do país em duas situações:

– Se um país que assinou o acordo de tecto máximo no preço do petróleo russo está listado como o último recipiente no contrato

– Se o tecto máximo no preço do petróleo da Rússia está incluído como condição no contracto, ou se os preços de referência estipulados no contrato correspondem ao tecto máximo aplicado nas sanções (60 dólares por barril).

A legislação, segundo relatam as fontes, vai ter uma cláusula que permite aos exportadores de petróleo russo contornarem a proibição se receberem permissão expressa do governo.

O decreto presidencial não será aplicado a quaisquer contratos firmados antes de 5 de dezembro, data a partir da qual entraram em vigor as sanções da UE de tecto máximo nos preços de venda do petróleo russo.

A nova legislação vai produzir efeitos a partir do momento em que for +publicada e estará em vigor até julho de 2023, com possibilidade de extensão.
Os detalhes sobre a implementação do decreto, bem como procedimentos para monitorizar o cumprimento da proibição e lista de países afetados, deverá ser indicada pelo governo de Putin.

O documento, que ainda está a ser finalizado pela administração presidencial, deverá ser assinado por Putin em Breve. Esta segunda-feira, Dmitry Peskov, porta-voz de Putin, já prometeu que o decreto seria publicado “nos próximos dias”. “O presidente disse que estavam a discutir um decreto relevante, e também disse que ainda estão a ser discutidos alguns aspetos. Nos próximos dias, esta discussão estará finalizada e pronta a implementar na forma de um decreto presidencial”, afirmou Peskov.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/russia-prepara-se-para-proibir-venda-de-petroleo-a-paises-que-apoiem-sancoes-e-apliquem-tecto-maximo-para-o-preco-definido-pela-ue/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1324 em: 14/12/2022, 09:33 »
 
Ucrânia: Kremlin rejeita plano de “três passos” de Zelensky para a paz

Por Francisco Laranjeira   em 12:43, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Kremlin afirmou esta terça-feira que a proposta formulada pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para chegar a um acordo de paz é na verdade um passo “para continuar as hostilidades”, negando a possibilidade da retirada das tropas russas do território ucraniano antes o fim do ano.

“São três passos para a continuação das hostilidades”, explicou o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, referindo-se ao chamado plano de “três passos” para a paz, segundo a agência noticiosa russa Interfax.

Enfatizou ainda que uma possível retirada militar da Ucrânia “não é viável” e argumentou que “a Ucrânia deve aceitar as realidades que surgiram durante esse período”. “Existem realidades que ocorreram devido à política seguida nos últimos 15 a 20 anos pela liderança ucraniana e pelo atual regime ucraniano”, disse.

“Essas realidades indicam que a Rússia tem novos membros que surgiram como resultado de referendos nesses territórios. Sem levar em conta essas realidades é impossível alcançar progressos”, argumentou, referindo-se à decisão de Moscovo em anexar as regiões ucranianas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhia em setembro último.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-kremlin-rejeita-plano-de-tres-passos-de-zelensky-para-a-paz/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1325 em: 14/12/2022, 09:35 »
 
Portugal vai ajudar Ucrânia com geradores, aquecedores e lâmpadas

MadreMedia / Lusa
13 dez 2022 13:37



Fonte de imagem: Lusa

O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, assegurou hoje que Portugal vai enviar geradores, aquecedores e lâmpadas LED para a Ucrânia, para contribuir para o novo mecanismo de coordenação da ajuda ao país sob ataque da Rússia.

A conferência “Solidários com a Ucrânia”, organizada hoje em Paris pelo Presidente francês Emmanuel Macron e em que Cravinho participou, criou o Mecanismo de Paris, para coordenação reforçada de ajuda internacional à Ucrânia, visando alocar a ajuda dada a este país com maior eficácia e melhor distribuição no terreno.

“Vamos contribuir para o novo mecanismo de coordenação com geradores, aquecedores e procurando corresponder a um pedido novo do Presidente Zelensky, que está a pedir 50 milhões de lâmpadas LED para reduzir o consumo de eletricidade, procuraremos corresponder a esse pedido. Portugal continuará a fazer a sua parte”, garantiu o ministro português.

Assim, o Governo está agora a proceder à identificação de fornecedores portugueses de geradores para enviar para a Ucrânia, com 650 aquecedores prontos para partir já e mais 1.000 por mês a partir de fevereiro, assim como lâmpadas LED que consomem menos e vão ajudar a Ucrânia a poupar energia.

O ministro lembrou ainda a promessa portuguesa de 250 milhões de euros de ajuda, montante “sem precedentes” para a escala portuguesa, com 30 milhões de euros adicionais para o apoio aos refugiados ucranianos que chegam à Polónia.

A iniciativa de Paris deverá permitir arrecadar mais de 400 milhões de euros em assistência a Kiev.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que interveio através de videoconferência, pediu aos 46 chefes de Estado e representantes presentes em Paris cerca de 800 milhões de euros para que o seu país consiga enfrentar o frio do inverno.

Este dinheiro servirá para a aquisição de gás, mas também para reparar os danos ao sistema energético pelos consecutivos bombardeamentos russos.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-vai-ajudar-ucrania-com-geradores-aquecedores-e-lampadas
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1326 em: 14/12/2022, 09:38 »
 
Kremlin rejeita acordo de paz da Ucrânia e a possibilidade de uma retirada das tropas russas antes do fim do ano

MadreMedia / Lusa
13 dez 2022 13:39



Fonte de imagem: Lusa

O Kremlin afirmou hoje que a proposta apresentada pelo Presidente da Ucrânia para um acordo de paz constitui "um passo para continuar com as hostilidades", rejeitando a possibilidade de uma retirada das tropas russas antes do fim do ano.

“Estes são três passos para a continuação das hostilidades”, disse o porta-voz da Presidência russa (Kremlin), Dimitri Peskov, referindo-se ao chamado plano de “Três Passos” para a paz e citado pela agência noticiosa russa Interfax.

Peskov sublinhou que uma retirada militar da Ucrânia “é inviável” e argumentou que a Ucrânia “tem de aceitar a realidade que surgiu” nos últimos anos.

“Existem realidades que ocorreram devido à política seguida pela liderança ucraniana e pelo atual regime ucraniano nos últimos 15 a 20 anos”, referiu o porta-voz.

“Essas realidades indicam que a Rússia tem novos integrantes que surgiram como resultado de referendos nesses territórios. Sem levar em conta essas realidades é impossível fazer progressos”, argumentou, referindo-se à decisão de Moscovo de anexar em setembro as regiões ucranianas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia, parcialmente ocupadas como parte da invasão russa da Ucrânia, iniciada a 24 de fevereiro.

Na segunda-feira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que a proposta prevê a entrega de mais armamento pelos parceiros de Kiev para “encurtar a agressão russa”, para poder também alcançar estabilidade financeira e social em 2023 e uma “nova diplomacia” que levará a um processo de negociações para “travar a agressão russa”.

“A Ucrânia liderou sempre o processo de negociação e fez todo o possível para impedir a agressão russa. Agora sentimos que está mais próxima a oportunidade de usar a diplomacia para conseguir a libertação de todos os nossos povos e de todos os nossos territórios”, afirmou Zelensky num comunicado da Presidência ucraniana.

Nesse sentido, propôs a realização de uma “cimeira especial” do G7 (o grupo dos sete países mais ricos) para “determinar como e quando os pontos da Fórmula da Paz Ucraniana podem ser aplicados”.

Zelensky também pediu aos líderes do G7 que “demonstrem liderança na aplicação da fórmula da paz na totalidade ou em alguns pontos específicos em particular”.

Entretanto, hoje, a administração regional de Zaporijia imposta pela Rússia confirmou um ataque ucraniano a uma ponte nos arredores de Melitopol, considerada por Kiev como uma das infraestruturas estratégicas importantes porque o exército russo utiliza-a para transportar equipamento militar.

“Ontem [segunda-feira] à noite houve uma explosão na ponte de Kostiantynivka, nos arredores de Melitopol”, confirmou a administração regional pró-Rússia, que assumiu também que parte da estrada foi destruída, impedindo o tráfego de veículos.

A ponte de Kostiantynivka, construída em 1969 e renovada em 2021, segundo a agência russa Interfax, tem cerca de 130 metros de comprimento e atravessa o rio Molochna, em direção à área ocupada de Berdiansk, nas margens do mar de Azov.

Em Donetsk, o líder regional pró-russo, Denis Pushilin, indicou que as forças locais apoiadas pela Rússia estão prestes a conquistar a localidade de Mariinka.

“A situação em Mariinka é difícil. Mas tudo está a ir no bom caminho, já que esta cidade está prestes a ficar sob o nosso controlo”, disse Pushilin, em declarações à televisão russa.

Por sua vez, o vice-líder interino da região de Lugansk, Vitali Kiseliov, assumiu na rede social Telegram que os combates em Mariinka “ainda continuam” e que as tropas russas controlam cerca de 70% da cidade.

“O inimigo oferece resistência. A cidade está completamente cercada e a luta está no centro” da localidade, acrescentou.

Segundo Kiseliov, os militares russos controlam a rodovia para Krasnohirivka, que anteriormente permitia o abastecimento do exército ucraniano nesta cidade.

Para os pró-russos, a tomada de Mariinka é de grande importância, pois poria fim aos bombardeamentos ucranianos contra vários bairros da cidade de Donestsk.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus –, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para Kiev e com a imposição de sanções políticas e económicas a Moscovo.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                                Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/estes-sao-tres-passos-para-a-continuacao-das-hostilidades-kremlin-rejeita-acordo-de-paz-da-ucrania-e-a-a-possibilidade-de-uma-retirada-das-tropas-russas-antes-do-fim-do-ano
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1327 em: 14/12/2022, 09:43 »
 
Ucrânia: alertas aéreos soaram esta tarde por todo o país. Deslocação de MiG a caminho da Bielorrússia causa alarme

Por Francisco Laranjeira   em 14:52, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os alertas aéreos começaram a soar esta tarde por toda a Ucrânia, incluindo a capital Kiev. O jornalista Jason Jay Smart, do ‘Kyiv Post’, numa publicação na rede social ‘Twitter’, deu conta do momento em que as sirenes tocavam, o que indica aos habitantes para procurarem abrigo perante um eventual ataque aéreo.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Apesar dos alertas, não foi registado qualquer novo ataque, segundo as autoridades. Os media ucranianos sublinharam que os alertas podem ter sido acionados por caças MiG que descolaram de Ryazan, perto da fronteira da Rússia com a Ucrânia, tendo como destino a Bielorrússia.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Bielorrússia, aliada próxima da Rússia, anunciou esta terça-feira uma inspeção militar antecipada, que pode significar uma maior prontidão de combate no sul do país, o mais recente de uma série de exercício que têm causado preocupação na Ucrânia – diversas ações militares bielorrussas, incluindo um exercício antiterrorista na semana passada, manteve a Ucrânia em dúvida sobre as intenções de Minsk, que poderia entrar na guerra ao lado da Rússia.

Numa declaração em vídeo publicada pelo Ministério da Defesa da Bielorrússia, Alexander Volfovich, secretário de Estado do Conselho de Segurança, garantiu que as verificações abrangeriam praticamente todos os comandos operacionais da Bielorrússia.








Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-alertas-aereos-soaram-esta-tarde-por-todo-o-pais-deslocacao-de-mig-a-caminho-da-bielorrussia-causa-alarme/
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1328 em: 14/12/2022, 09:45 »
 
Vladimir Putin e Xi Jinping encontram-se no final do ano

13 de dezembro 2022 às 15:14


Fonte de imagem: AFP

Data e a agenda da reunião já estão definidas, mas ainda não foi oficialmente anunciado.

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o Presidente chinês, Xi Jinping, vou estar reunidos já no final deste mês. 

A reunião, avança a imprensa internacional, deverá servir para fazer um balanço do ano de 2022 – nomeadamente da guerra na Ucrânia. 

Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, disse que a data e a agenda da reunião já estão definidas, mas ainda não foi oficialmente anunciado. 







Fonte: sol.sapo.pt                             Link: https://sol.sapo.pt/artigo/787704/vladimir-putin-e-xi-jinping-encontram-se-no-final-do-ano-
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1329 em: 14/12/2022, 09:46 »
 
Quase mil milhões de euros de donativos para a Ucrânia na conferência de Paris

MadreMedia / Lusa
13 dez 2022 17:47



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A conferência internacional de apoio à Ucrânia realizada em Paris recolheu quase mil milhões de euros para ajudar a população a sobreviver ao inverno, sem as infraestruturas destruídas pelos bombardeamentos russos, anunciou hoje a chefe da diplomacia francesa.

“A ajuda alcançou, ou ultrapassou até, os 800 milhões de euros” pedidos pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na abertura da conferência, declarou Catherine Colonna.

“Na verdade, estou feliz por anunciar-vos que ultrapassámos esse número e que estamos mais próximos dos mil milhões de euros”, acrescentou a ministra francesa numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro ucraniano, Denis Shmyhal.

Destes mil milhões de euros, 415 milhões serão destinados ao setor da energia, 25 milhões para a água, 38 milhões para a alimentação, 17 milhões para a saúde, 22 para os transportes, não estando o restante, quase 493 milhões de euros, ainda discriminado, precisou a ministra dos Negócios Estrangeiros francesa, acrescentando que os donativos angariados na conferência foram-no em espécie ou em dinheiro.

“O nosso país não se afundará na escuridão”, declarou, por sua vez, Shmyhal, saudando o “poderoso sinal” de apoio à Ucrânia enviado pelo “mundo civilizado”.

“Estamos gratos a todos os países que continuam a ser nossos aliados nestes tempos sombrios”, acrescentou, assegurando mais uma vez que a Ucrânia recuperará a sua soberania e a sua integridade territorial.

A conferência de apoio à Ucrânia reuniu 70 delegações de países e organizações internacionais e visava “ajudar os ucranianos a resistir a este inverno”, explicara o Presidente da República francês, Emmanuel Macron, na abertura do encontro.

As forças russas concentraram-se desde outubro numa campanha de destruição das infraestruturas civis e de produção de energia da Ucrânia, privando milhões de pessoas de eletricidade, aquecimento e água.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 293.º dia, 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                              Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/quase-mil-milhoes-de-euros-de-donativos-para-a-ucrania-na-conferencia-de-paris
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1330 em: 14/12/2022, 09:51 »
 
Professor Mendo Henriques visitou Centro Comunitário Ucraniano

Publicado em 13 de Dezembro de 2022 por Jornal de Oleiros

No âmbito do Seu profundo envolvimento na causa da Ucrânia, o nosso prestigiado Colaborador Mendo Henriques, visitou o Centro Comunitário Ucraniano “Divosvit” em Lisboa.

Reuniu com Bapra Hatanir e com a Directora do Centro Iryna Shnaider e conviveu com um grupo de alunos. O Centro é frequentado por 180 estudantes dos 5 aos 17 anos.


Professor Mendo dá aula especial

Juntos partilharam uma aula especial e “transmiti-lhes que, tal como eu, a grande maioria dos portugueses estão agradecidos à Ucrânia por lutarem pela liberdade da Europa e do mundo “, adiantou o Professor ao nosso jornal.

Foram respondidas muitas perguntas,desde a sopa Borscht até à Andriivskyi, a Calçada de Santo André em Kyiv.


Professor Mendo com Directora do centro e alunos

Ficam prometidas outras acções e visitas.

* Agradecemos à Sra Directora do centro a amável foto constante no artigo.






Fonte: jornaldeoleiros.sapo.pt                            Link: https://jornaldeoleiros.sapo.pt/2022/12/13/castelo-branco/professor-mendo-henriques-visitou-centro-comunitario-ucraniano.html
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1331 em: 14/12/2022, 09:53 »
 
Ucrânia: Hungria adia ratificação da adesão de Suécia e Finlândia à NATO

Por MultiNews com Lusa   em 18:31, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Hungria adiou hoje o processo de ratificação da adesão da Suécia e da Finlândia à NATO até ao final de fevereiro de 2023, depois de ter anunciado anteriormente que seria em dezembro.

A entrada dos dois países escandinavos na Aliança Atlântica já foi ratificada por 28 dos 30 membros da organização, incluindo Portugal, faltando o acordo da Hungria e da Turquia.

O debate de ratificação em Bucareste não começará antes do reinício dos trabalhos parlamentares em 20 de fevereiro, anunciou o ministro do Interior, Gergely Gulyás, segundo a agência espanhola EFE.

Gulyás disse que o processo não demorará muito tempo.

Anteriormente, vários membros do executivo húngaro tinham anunciado que a ratificação teria lugar no início de fevereiro, depois de, em outubro, o Governo ter admitido que seria neste mês de dezembro.

Gulyás disse que o apoio dos deputados do Governo, que têm uma maioria de dois terços no parlamento húngaro, “parece estar assegurado”.

“Tal como podemos contar com os nossos aliados, os nossos aliados podem contar connosco”, afirmou.

A Finlândia e a Suécia candidataram-se à adesão à NATO em reação à invasão da Ucrânia pela Rússia.

O primeiro-ministro ultranacionalista da Hungria, Viktor Orbán, é o líder da União Europeia (UE) com os laços mais estreitos com Moscovo.

Vários países da UE, incluindo a Alemanha, e mesmo aliados tradicionais húngaros como a República Checa, a Polónia e a Eslováquia, apelaram a Budapeste para que aprovasse a ratificação da adesão da Finlândia e da Suécia.

O Governo turco, que inicialmente se opôs à entrada da Suécia e da Finlândia, acusando-os de albergar militantes curdos considerados terroristas por Ancara, defende que os dois países têm de tomar mais medidas para obter a autorização final.

A NATO não participa diretamente na guerra da Ucrânia, mas a organização e os aliados têm apoiado Kiev no conflito.

Esse apoio inclui o fornecimento de equipamento militar, o que permitiu a Kiev lançar uma contraofensiva e reconquistar terreno sob controlo das forças russas.

Antes de invadir a Ucrânia, em 24 de fevereiro, a Rússia exigiu à NATO garantias em forma de tratados de que o país vizinho nunca faria parte da organização militar.

Moscovo exigiu também que as forças aliadas retirassem as suas forças na Europa para as fronteiras anteriores ao alargamento da NATO a Leste.

A NATO recusou essas exigências com base no seu princípio de “porta aberta” e, entretanto, a Ucrânia pediu formalmente a adesão à organização, tal como a Suécia e a Finlândia.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-hungria-adia-ratificacao-da-adesao-de-suecia-e-finlandia-a-nato/
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1332 em: 14/12/2022, 09:55 »
 
EUA disponíveis para fornecer mísseis Patriot à Ucrânia

MadreMedia / Lusa
13 dez 2022 21:13



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os Estados Unidos estão disponíveis para enviar à Ucrânia mísseis Patriot, após um apelo dos líderes de Kiev sobre a concessão de novos armamentos destinados a contrariar os ataques russos, indicaram hoje responsáveis oficiais em Washington.

A decisão deverá ser aprovada no final desta semana e anunciada até à próxima terça-feira, referiram os mesmos responsáveis citados pela agência noticiosa Associated Press (AP).

As duas fontes, que pediram anonimato, precisaram que os Patriot serão provenientes das reservas do Pentágono e enviadas via marítima para outro país.

Na segunda-feira, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky voltou a pressionar os líderes ocidentais para o fornecimento de armamento mais sofisticado para as suas forças militares e em plena guerra com a Rússia. O envio da bateria de mísseis terra-ar Patriot permitirá reforçar os sistemas de defesa que o ocidente tem fornecido à Ucrânia para contrariar os ataques aéreos russos, e poderá implicar uma escalada do conflito.

No decurso de uma videoconferência na segunda-feira, Zelensky disse à anfitriã Alemanha e a outros líderes do G7, as sete potências industriais ocidentais, que o seu país necessitava de mísseis de longo alcance, tanques modernos, artilharia e baterias de mísseis e outros sistemas de defesa antiaérea de alta tecnologia para conter os ataques russos, dirigidos a infraestruturas cruciais e que deixaram milhões de ucranianos sem eletricidade e água.

Os líderes da Casa Branca e o Pentágono têm considerado prioritário o envio à Ucrânia de sistemas de defesa aérea adicionais, e os mísseis Patriot estavam a ser incluídos num novo pacote de armamento desde há algum tempo.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eua-disponiveis-para-fornecer-misseis-patriot-a-ucrania
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1333 em: 14/12/2022, 09:57 »
 
Melitopol. Forças ucranianas danificam ponte estratégica russa

14 de dezembro 2022 às 08:19


Fonte de imagem: AFP

A reconquista de Melitopol, cidade ocupada pela Rússia, é atualmente um dos principais objetivos de Kiev.

As forças ucranianas atacaram Melitopol, cidade ocupada pelos russos que serviu de base aos membros do grupo paramilitar Wagner, e danificaram uma ponta utilizada pelo exército russo para transportar equipamento militar. A recuperação desta região é um objetivo-chave para a Ucrânia.

“Ontem [segunda-feira] à noite houve uma explosão na ponte de Kostiantynivka, nos arredores de Melitopol”, confirmou a administração regional pró-Rússia, que assumiu também que parte da estrada foi destruída, impedindo o tráfego de veículos.

O aumento da pressão ucraniana sobre as forças russas em Melitopol parece seguir “um padrão semelhante às táticas usadas contra Kherson antes da sua libertação”, argumenta o Guardian, que explica que as tropas russas e as suas linhas de abastecimento, incluindo ligações logísticas entre a península da Crimeia e o Este, são agora um dos principais alvos da Ucrânia.

A zona Este da Ucrânia tem sido palco de intensos combates, nomeadamente em torno da cidade de Bakhmut. 

Tanto a Rússia como a Ucrânia revelaram, esta terça-feira, que a situação no campo de batalha na região oriental de Donetsk, que se situa a Este do país invadido, era difícil, com cada um dos lados a reivindicar sucessos no repelir das tentativas de ataques.

Esta nova ofensiva em Melitopol verifica-se depois de, sábado à noite, Kiev ter reportado um ataque que fez cerca de 200 mortos. Moscovo contrariou esta notícia, afirmando que apenas foram registadas duas vítimas mortais.

Um dos alvos deste ataque foram quartéis russos ocupados pelos mercenários do grupo Wagner.

Apoio europeu Numa altura em que as forças russas estão a colocar um alvo na rede de energia ucraniana, cerca de 70 países e instituições comprometeram-se a doar mais de mil milhões de euros em ajuda imediata à Ucrânia para os seus cidadãos conseguirem enfrentar o inverno.

Numa reunião global, organizada pela França, intitulada “Solidários com a Ucrânia”, foi discutido o que é que estes países poderiam oferecer, até março, de forma a preservar o fornecimento de água, alimentos, energia, saúde e transporte durante o inverno gelado da Ucrânia.

“Este é um sinal poderoso para mostrar que o mundo civilizado está a apoiar a Ucrânia”, disse o primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmyhal. “Estamos gratos aos países que permanecem ao nosso lado enquanto sofremos as agressões da Rússia no nosso território e nas nossa infraestruturas civis”.

O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, assegurou que Portugal vai enviar geradores, aquecedores e lâmpadas LED para a Ucrânia, para contribuir para o novo mecanismo de coordenação da ajuda ao país.

Cravinho lembrou ainda a promessa portuguesa de 250 milhões de euros de ajuda, montante “sem precedentes” para a escala portuguesa, com 30 milhões de euros adicionais para o apoio aos refugiados ucranianos que chegam à Polónia.







Fonte: sol.sapo.pt                             Link: https://sol.sapo.pt/artigo/787740/melitopol-forcas-ucranianas-danificam-ponte-estrategica-russa
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1334 em: 14/12/2022, 09:59 »
 
Ucrânia: Explosões em Kiev, diz presidente da câmara

Por MultiNews com Lusa   em 08:50, 14 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O presidente da câmara de Kiev afirmou que várias explosões ocorreram hoje na capital ucraniana.

“Explosões no bairro Shevchenkivsky. Os serviços [de emergência] estão a caminho”, escreveu Vitali Klitschko, na plataforma Telegram.

O responsável acrescentou que o sistema de defesa antiaérea abateu 10 ‘drones’ (aparelhos aéreos não tripulados) de fabrico iraniano sobre Kiev e arredores.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, numa crise de refugiados que a ONU classificou como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-explosoes-em-kiev-diz-presidente-da-camara/
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