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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78769 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1395 em: 20/12/2022, 22:28 »
 
Governo espanhol dá 7,5 milhões de euros para candidatura ao Mundial2030 de futebol

MadreMedia / Lusa
20 dez 2022 15:31



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O governo espanhol aprovou hoje um apoio de 7,5 milhões de euros à Real Federação Espanhola de Futebol para preparar a candidatura à organização do Campeonato do Mundo de 2030, em conjunto com Portugal e Ucrânia.

“Terminado o Campeonato do Mundo, a Espanha prepara-se para a candidatura ao Mundial2030, no qual o nosso país participa em conjunto com Portugal e Ucrânia. Este trio, que tem vontade de lutar, representa também a mensagem de paz que está sempre associada ao desporto. Formamos uma boa equipa e temos a certeza da qualidade da nossa candidatura”, resumiu a porta-voz do governo.

A ministra da Política Territorial, Isabel Rodríguez, garantiu que o governo “apoia firmemente esta candidatura” que começou por ser Ibérica e incorporou posteriormente, em 05 de outubro, a Ucrânia, que o no início do ano foi invadida pela Rússia, entretanto afastada de todas as provas internacionais de futebol.

A UEFA já manifestou o seu “apoio incondicional” à candidatura que foi apresentada na sua sede, em Nyon, na Suíça, e que contou com a presença dos três presidentes das federações dos três países, o português Fernando Gomes, o espanhol Luis Rubiales e o ucraniano Andriy Pavelko.

Com esta verba, o executivo espanhol vai financiar, entre outras, atividades de divulgação da candidatura em Espanha e no estrangeiro, bem como a criação de um gabinete de coordenação e desenvolvimento de eventos e de infraestruturas.

De igual modo, o montante vai permitir criar suporte tecnológico para a candidatura e desenvolver infraestruturas para centros de treino das seleções nacionais e autonómicas do país.







Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/desporto/artigos/governo-espanhol-da-75-milhoes-de-euros-para-candidatura-ao-mundial2030-de-futebol
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1396 em: 20/12/2022, 22:31 »
 
Gasoduto que abastece a Europa explode perto da fronteira com a Ucrânia e faz três mortos. Há suspeitas de sabotagem (com vídeo)

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 16:01, 20 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Um ramal de um gasoduto russo que transporta gás para a Europa explodiu numa enorme bola de fogo, que matou três pessoas, a cerca de 900 km da fronteira da Rússia com a Ucrânia. Este é mais um episódio de incêndio ou explosão a atingir a infraestrutura, que volta a ser alvo de suspeitas de sabotagem por parte dos russos.

Vídeos gravados nas redes sociais mostram o momento em que a explosão gerou um grande clarão de chamas na zona de Chuvashia. O Daily Mail dá conta de que três trabalhadores, que estariam a operar naquela estrutura, morreram.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Veja o vídeo clicando no link oficial da noticia em baixo:
Haverá ainda outra vítima em estado crítico, segundo os meios de comunicação locais.

Este é o terceiro incidente do género a atingir infraestruturas de energia na Rússia em menos de uma semana. EM todos os casos, foi registada uma explosão antes do incêndio.

O troço afetado situa-se entre Kalinino e Yambakhtin, no gasoduto Urengoy-Pomary-Uzhgorod, construído em 1980, e que transporta gás para a Europa, a partir da Sibéria. Este gasoduto cruza a fronteira com a Ucrânia perto de onde existe outro gasoduto, o de Sudzha, na região de Kursk.

Teme-se que o fornecimento para a Europa possa ser afetado pelo incidente, na infraestrutura que é gerida pela Gazprom. As autoridades russas investigam o caso, mas recusam, como nos outros casos, a tese de que se trata de sabotagem propositada.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/gasoduto-que-abastece-a-europa-explode-perto-da-fronteira-com-a-ucrania-e-faz-tres-mortos-ha-suspeitas-de-sabotagem-com-video/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1397 em: 20/12/2022, 22:33 »
 
Guerra na Ucrânia: Putin fixa amanhã os objetivos das Forças Armadas russas para 2023

Por MultiNews Com Lusa em 16:21, 20 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Presidente russo Vladimir Putin vai fixar os objetivos do Exército russo para 2023 durante um encontro na quarta-feira com altos responsáveis militares, anunciou hoje o Kremlin no nono mês da ofensiva de Moscovo na Ucrânia.

“Vladimir Putin vai convocar uma reunião alargada do Ministério da Defesa (…). Os resultados das atividades das Forças Armadas russas em 2022 serão sintetizadas, as tarefas para o próximo ano serão definidas”, indicou o Kremlin em comunicado.

O ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu, participará nesta reunião para “dar conhecimento do estado do avanço da operação militar especial” na Ucrânia e o envio de armamentos para as Forças Armadas, acrescentou o Kremlin.

Cerca de 15.000 responsáveis dos diversos ramos das Forças Armadas russas vão participar neste encontro por videoconferência, indicou ainda a presidência russa.

Este encontro decorre após Putin ter decidido anular a tradicional conferência de imprensa do final do ano, e que decorria anualmente no final de dezembro e desde 2001.

A Rússia, que desencadeou em fevereiro uma vasta ofensiva contra a vizinha Ucrânia, registou nos últimos meses diversos reveses militares que forçaram à retirada da região de Kharkiv (nordeste) e da cidade de Kherson (sul).

Putin admitiu hoje que a situação permanece “extremamente difícil” nas quatro regiões do sul e leste da Ucrânia, cuja anexação foi reivindicada por Moscovo mas sem as controlar na totalidade.

No final do verão, Moscovo anunciou a mobilização de 300.000 reservistas russos para as Forças Armadas, um processo assinalado por diversos erros, reconhecidos pelos responsáveis, e que implicou o exílio de milhares de homens no estrangeiro.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia, e que prossegue, já causou mais de 14 milhões de deslocados dentro e para fora da Ucrânia, e a ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/guerra-na-ucrania-putin-fixa-amanha-os-objetivos-das-forcas-armadas-russas-para-2023/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1398 em: 20/12/2022, 22:35 »
 
Jornalistas italianos alvo de disparos "intencionais" das tropas russas em Kherson

20 de dezembro 2022 às 16:42


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

"Os disparos vieram da margem do outro lado do rio Dnieper, onde se encontra o exército russo", referiu o repórter.

Dois jornalistas italianos foram alegadamente alvo de um ataque deliberado pelas tropas russas na cidade ucraniana de Kherson. 

Um projétil "danificou o carro, ficámos presos debaixo de fogo antes de conseguirmos fugir em segurança, perdi algum sangue mas a ferida é ligeira", disse o jornalista Claudio Locatelli, num vídeo com o colega Niccolò Celesti, acrescentando que o veículo em que se encontravam foi “intencionalmente” visado pelas forças de Moscovo.

"Se eu tivesse aberto a porta, teria perdido uma perna ou pior", disse Locatelli. "O carro está bem sinalizado, como transportando jornalistas. O ataque contra nós, considerando o local e a dinâmica, foi intencional", referiu ainda o jornalista.

"Os disparos vieram da margem do outro lado do rio Dnieper, onde se encontra o exército russo", referiu o repórter.







Fonte: sol.sapo.pt                         Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788189/jornalistas-italianos-alvo-de-disparos-intencionais-das-tropas-russas-em-kherson
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1399 em: 20/12/2022, 22:37 »
 
“Bastardos tóxicos e fascistas”: Futebolista da seleção nacional russa critica Putin e Lukashenko

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 17:36, 20 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Nadiya Karpova, futebolista da seleção nacional da Rússia e que alinha na equipa feminina do Espanyol, está a dar que falar após ter criticado e insultado o presidente russo Vladimir Putin, bem como o seu homólogo bielorrusso, Alexander Lukashenko.

Numa publicação feita nos ‘stories’ do Instagram, Nadiya não poupou palavras para ‘atacar’ os dois presidentes, que acusou de serem “fascistas” e “o mal”.

“Seus m*****, seus bastardos. Vocês levaram a cabo um genocídio. Vocês deviam de estar a ser julgados. Não são apenas tóxicos, são uns fascistas que há muito não deviam de ter lugar neste mundo. Espero que tenham o que merecem, porque o bem triunfa sempre sobre o mal”, escreveu a atleta russa na publicação, que foi ‘colada’ sob as declarações de Lukashenko, após encontro com Putin.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os dois líderes reuniram-se para estreitar as ligações que os unem, já que Lukashenko tem-se revelado um aliado de peso do Kremlin, em especial desde a invasão da Ucrânia. Perante acusações do Ocidente de que Putin estaria a tentar arrastar a Bielorrússia para o conflito, os dois líderes negaram veementemente essa teoria.

Esta não é a primeira vez que Nadiya Karpova critica Putin, mas é a primeira vez que o insulta diretamente.

Em entrevista à BBC, em junho, a russa já tinha criticado o regime e sublinhou que a propaganda do Kremlin era criada para “tornar os russos em zombies”.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/seus-bastardos-toxicos-e-fascistas-futebolista-da-selecao-nacional-russa-critica-putin-e-lukashenko/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1400 em: 20/12/2022, 22:39 »
 
Ucrânia pede retirada da população de Donetsk devido a ataques russos

20 de dezembro 2022 às 19:43


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

Vereshchuk dirigiu-se em particular aos habitantes com filhos, pedindo que se retirem para zonas mais seguras: "Não arrisquem a vida dos vossos filhos".

Irina Vereshchuk, vice-primeira-ministra da Ucrânia e ministra para a Reintegração dos territórios ocupados, solicitou, esta terça-feira, à população de Donetsk. (leste) para que saía da zona devido aos sucessivos ataques das tropas russas.

“Hoje permanecem pelo menos 200.000 (pessoas) na região de Donetsk. Insistimos que saiam, por exemplo, de Bakmut. Já viram que tipo de bombardeamentos estão a ocorrer agora", afirmou a responsável aos jornalistas, numa conferência de imprensa. 

Vereshchuk dirigiu-se em particular aos habitantes com filhos, pedindo que se retirem para zonas mais seguras: "Não arrisquem a vida dos vossos filhos". 

Além disso, a governante confirmou ainda que a retirada das regiões da província de Donetsk ainda controladas pelo exército ucraniano se deve verificar durante os meses de inverno. Depois, mais tarde, será feito um ponto de situação, de forma que os civis possam, ou não, voltar para as suas casas. "Ninguém vos deixará sós", assegurou.







Fonte: sol.sapo.pt                         Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788208/ucr-nia-pede-retirada-da-populacao-de-donetsk-devido-a-ataques-russos
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1401 em: 20/12/2022, 22:50 »
 
Exército russo foi "destruído" na guerra da Ucrânia e estão a ocorrer "protestos em massa" na Rússia?

Salomé Leal
20 dez 2022 19:30



Fonte de imagem: poligrafo.sapo.pt


© EPA

"Revolta na Rússia. Tesouro em falência, protestos em massa, exército destruído", lê-se na legenda do post de 18 de dezembro, onde é difundido um vídeo de quase 12 minutos onde se discute a economia da Rússia. Porém, não há quaisquer menções a "protestos em massa" ou algo que confirme que o Exército da Rússia foi destruído ou derrotado.


Fonte de imagem: poligrafo.sapo.pt

Além disso, o jornal britânico "The Guardian" informou, também a 18 de dezembro, que "a moral frágil quase certamente continua a ser uma vulnerabilidade significativa das forças russas". As afirmações são do Ministério da Defesa do Reino Unido, que acrescentou, ainda assim, que as forças russas não foram completamente "destruídas" e que "a guerra continua".

Também a agência Reuters noticiou, a 17 de dezembro, que o presidente russo Vladimir Putin procurou junto dos comandantes respostas sobre como poderia a invasão do país na Ucrânia prosseguir. Putin disse recentemente, inclusive, que os militares russos estão prontos a negociar na Bielorrússia e que a Rússia continua a atacar a Ucrânia com recurso a drones.

Sobre a Bielorússia, a verdade é que, segundo a Interfax, as tropas russas vão realizar exercícios militares na Bielorrússia, avançou o ministério da Defesa da Rússia. "A avaliação final da capacidade de combate e prontidão de combate das unidades será dada pelo comando no estágio final de coordenação, após a realização dos exercícios táticos do batalhão, afirmou o Ministério. Ainda não há data e local para os exercícios militares, mas a decisão parece aumentar a desconfiança do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, face à Bielorrússia: "Estamos a preparar-nos para todos os cenários de defesa possíveis."

_____________________________

Avaliação do Polígrafo:

FALSO


Fonte de imagem: poligrafo.sapo.pt







Fonte: poligrafo.sapo.pt                         Link: https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/exercito-russo-foi-destruido-na-guerra-da-ucrania-e-estao-a-ocorrer-protestos-em-massa-na-russia#
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1402 em: 20/12/2022, 22:53 »
 
Solidariedade. Das campanhas às cidades onde todos são bem-vindos

20 de dezembro 2022 às 19:29


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

Francisca de Magalhães Barros é ativista e tenta, todos os dias, ser solidária. Harald Bauder é professor universitário e estuda a solidariedade: nomeadamente, as cidades solidárias, onde todos são bem-vindos.

A solidariedade é uma das palavras que mais usamos. Por exemplo, quando ouvimos falar em instituições particulares de solidariedade social, quando fazemos donativos para instituições para sermos solidários... No entanto, será que a conhecemos profundamente? Como são os dias de quem faz dela o seu modo de vida?

“A solidariedade deve ser a base do nosso espírito e da nossa vida diária, um pilar fundamental para reger a nossa vida, sem o qual nada faz sentido”, começa por dizer a ativista dos direitos humanos Francisca de Magalhães Barros, ao i, neste Dia Internacional da Solidariedade Humana que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) tem o propósito de celebrar a nossa unidade na diversidade; lembrar os governos de respeitarem os seus compromissos com os acordos internacionais; consciencializar a população para a importância da solidariedade; estimular o debate sobre as formas de promover a solidariedade para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a erradicação da pobreza; incentivar novas iniciativas para a erradicação da pobreza.

“A solidariedade é identificada na Declaração do Milénio como um dos valores fundamentais das relações internacionais no século XXI, em que os que menos sofrem ou menos beneficiam merecem a ajuda dos que mais beneficiam”, lê-se no site oficial da ONU. “Consequentemente, no contexto da globalização e do desafio da crescente desigualdade, o fortalecimento da solidariedade internacional é indispensável”.

“Se não formos solidários não servimos o nosso propósito, mas esta é a minha visão de como devemos ser e para qual fomos feitos”, conta Francisca, que é igualmente cronista e pintora, lidando todos os dias com os mais variados casos: violência doméstica, abuso sexual, imigração ilegal, fome - angariou 11 mil euros para ajudar a população do Corno de África e doou mais de 5 mil refeições juntamente com o Banco Alimentar para alegrar o Natal das famílias portuguesas. Por exemplo, naquilo que diz respeito à invasão da Ucrânia pela Rússia, “Juntos pela PAZ! Conflito armado na Ucrânia!” foi o nome da angariação de fundos que a ativista iniciou, juntamente com a Amnistia Internacional, para ajudar aqueles que mais sofreram desde o dia 24 de fevereiro, tendo reunido mais de 9 mil euros.

De acordo com informação disponibilizada na plataforma gofundme, o objetivo era “providenciar apoio financeiro, através de um fundo de emergência que fornece apoio legal, suporte médico e proteção, em segurança, para todas as pessoas que estão em perigo iminente”, “divulgar relatórios e organizar campanhas de mobilização pelos direitos humanos de todas as pessoas que estão a sofrer com este conflito”, “realizar investigação no terreno, garantindo que as violações de direitos humanos que estão a ocorrer são documentadas e expostas ao mundo”, “fazer advocacy política junto da comunidade internacional, nomeadamente com os representantes dos governos, nações e organizações multilaterais para que atuem imediatamente na resolução deste conflito” e promover a “educação para os direitos humanos, contra a desinformação e o discurso de ódio”.

Solidariedade baseada em “experiências e conexões pessoais”? Harald Bauder, Professor de Geografia e Estudos Ambientais na Toronto Metropolitan University, tem como principais áreas de investigação a imigração, os estudos fronteiriços, a cidadania urbana e as cidades solidárias. Mas, afinal, em que consiste este conceito?

“Acho que não existe uma definição padrão de quem está incluído numa Cidade Solidária. Em alguns casos, pode concentrar-se em migrantes e refugiados em situações precárias. Noutras cidades, como Berlim, estão incluídos cidadãos em situações precárias de habitação e saúde”, explica, sendo que estamos a falar de “uma cidade onde ninguém é questionado sobre documentos ou status, uma cidade onde ninguém é ilegal”. “Ainda não entendemos totalmente todas as políticas e práticas de solidariedade que as cidades em todo o mundo estão a adotar. Além disso, existem vários rótulos que as cidades usam, como cidade de refúgio, cidade de boas-vindas e, nos EUA e no Canadá, cidades-santuário”, explica o docente universitário.

“Uma vez que as pessoas veem que os seus vizinhos estão a sofrer, que algumas pessoas precisam de ajuda ou têm direitos negados, a nossa investigação indica que as comunidades urbanas, muitas das vezes, se posicionam e agem em solidariedade”, continua Bauder. “Questionar se a população mundial é solidária pode ser a pergunta errada”, nota - “em vez disso, vemos que são iniciativas muito locais, muitas das vezes baseadas em experiências e conexões pessoais”.

“A minha pesquisa sugere que há uma desconexão entre as políticas nacionais para selecionar migrantes e integrar migrantes e refugiados e as comunidades locais, especialmente cidades, onde a vida acontece e a inclusão e participação de migrantes e refugiados realmente acontece. Nesse contexto, algumas cidades estão a desenvolver políticas que podem contradizer as políticas nacionais de migração e refugiados”, alerta Bauder, realçando que “existem diferenças fundamentais entre as ideias de soberania e solidariedade”.

“A soberania do Estado sugere que um Estado pode tomar decisões de forma totalmente independente e em seu próprio interesse, como se não existissem outros atores”, adiciona. “A solidariedade, por outro lado, implica sempre considerar o ponto de vista do outro e agir de forma a reconhecer as interdependências entre as pessoas e as comunidades. As cidades geralmente adotam a última abordagem”, conclui.







Fonte: sol.sapo.pt                           Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788205/solidariedade-das-campanhas-as-cidades-onde-todos-sao-bem-vindos
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1403 em: 20/12/2022, 22:56 »
 
Cem mil trabalhadores digitais deixaram a Rússia este ano

MadreMedia / Lusa
20 dez 2022 18:27



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Cerca de 100.000 profissionais de tecnologias de informação (TI) da Rússia, ou 10% do total, deixaram o país este ano, disseram hoje as autoridades russas, demonstrando a 'fuga de cérebros' causada pela ofensiva contra a Ucrânia.

“Até 10% dos empregados das empresas de TI deixaram o país e não regressaram. No total, cerca de 100.000 especialistas em TI estão no estrangeiro”, disse o ministro do Desenvolvimento Digital, Maksut Shadayev, citado por agências noticiosas russas.

Segundo Shadayev, 80% dos que deixaram a Rússia continuam a trabalhar para uma empresa russa, uma vez que este tipo de trabalho é particularmente compatível com o teletrabalho.

Muitos dos que deixaram a Rússia mudaram-se para a Turquia, Geórgia, Arménia, Emirados Árabes Unidos ou Ásia Central, onde podem continuar a trabalhar e, portanto, receber os seus salários.

Embora o ministro não tenha mencionado as causas deste êxodo, muitos empregados do setor digital fugiram da Rússia desde o início da ofensiva de Moscovo contra a Ucrânia, no final de fevereiro.

Uma primeira vaga de partidas em massa teve lugar nas primeiras semanas do conflito, e uma segunda no outono, depois do Kremlin ter anunciado a mobilização de centenas de milhares de russos em idade de combate.

Estas partidas, para além do êxodo de centenas de milhares de outros russos, suscitam preocupações sobre uma ‘fuga de cérebros’ que poderia criar escassez de trabalhadores no setor de alta tecnologia, que requer pessoal altamente qualificado.

As sanções económicas ocidentais também aumentam as dificuldades, criando problemas com o financiamento e o fornecimento de certos componentes eletrónicos.

Para evitar agravar a situação, Shadayev recomendou hoje que não sejam impostas “restrições rigorosas” ao teletrabalho dos profissionais de TI, uma vez que tal poderia “forçá-los a procurar trabalho em empresas estrangeiras”.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/cem-mil-trabalhadores-digitais-deixaram-a-russia-este-ano
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1404 em: 20/12/2022, 22:59 »
 
Kiev pede à comunidade internacional que reconheça grupo Wagner como terrorista

Lusa
20 dez 2022 22:33



Fonte de imagem: sapo.pt

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, insistiu hoje junto dos seus parceiros da comunidade internacional para que reconheçam "imediatamente" o grupo russo de mercenários Wagner como organização terrorista.

Kuleba assinalou que a Ucrânia é a que "mais sofre com as atividades criminosas do Wagner", razão pela qual também endossa a denúncia de vários países africanos, que já alertaram para a "importante ameaça que representa para a sua segurança", após terem confirmado a presença do grupo em várias nações do Sahel.

"Devemos reconhecê-los imediatamente como uma organização terrorista. Não estão apenas a atacar Bakhmut e a destruir completamente uma grande cidade industrial, mas têm uma presença cada vez maior nos Estados africanos", denunciou.

O chefe da diplomacia ucraniana lembrou que os mercenários russos "estão a ajudar a junta 2militar no Burkina Faso".

"Em troca de ajuda militar, o Wagner recebeu permissão para explorar depósitos de ouro nas zonas fronteiriça com o Gana", alertou.

Kuleba realçou que a presença do Wagner em África é a forma de a Rússia "minar" os instrumentos regionais do continente para combater o 'jihadismo', alegando que após a chegada do grupo ao Mali, a junta militar daquele país abandonou os Cinco do Sahel, uma iniciativa de combate ao terrorismo.

"A intervenção russa está a atrasar as perspetivas de restauração do Estado de direito no Mali e Burkina Faso e a destabilizar toda a África Ocidental", acusou.

De acordo com o governante, o Wagner aproveita o caos da região para roubar os seus recursos e depois usar os lucros para financiar a guerra na Ucrânia.

"Essa é a conexão entre a extração de ouro pelo Wagner em África e as hostilidades conduzidas por esse grupo terrorista em território ucraniano", sublinhou Kuleba, que tem exigido mais pressão sobre esses governos africanos que permitem a presença de mercenários russos.

JML // RBF

Lusa/Fim






Fonte: sapo.pt                           Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/kiev-pede-a-comunidade-internacional-que_63a23b1a4dc61f4344f0f612
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1405 em: 21/12/2022, 22:59 »
 
Ucrânia: Zelensky lança campanha para ‘apagão’ global das luzes às 18 horas desta quarta-feira

Por MultiNews Com Lusa em 07:15, 21 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou a instituições e cidadãos em todo o mundo para que apaguem as luzes esta quarta-feira, como gesto de solidariedade para com a Ucrânia, que combate a invasão russa.

A campanha, batizada como #LightUpUkraine, apela ao desligar das luzes em apoio à Ucrânia, afetada por apagões causados por ataques russos contra as suas infraestruturas de energia.

A iniciativa está prevista para as 20 horas na Ucrânia (18 horas em Lisboa) de quarta-feira.

Em plena época natalícia, espera-se que monumentos de todo o mundo, como o Rockefeller Center em Nova Iorque, a Trafalgar Square de Londres ou a Câmara Municipal de Paris se juntem à iniciativa, segundo um comunicado divulgado pelo Governo ucraniano citado pela agência Efe.

Esta campanha também pretende arrecadar pelo menos dez milhões de dólares (cerca de 9,4 milhões de euros) para financiar a compra de mil geradores elétricos, para permitir o funcionamento dos hospitais ucranianos.

Num apelo à solidariedade, Zelensky sublinhou que quando os apagões mergulham as pessoas na escuridão durante horas, isso significa que o inimigo não quer apenas tirar a luz mas “tudo o que faz parte da vida” dos cidadãos.

“É assim que vivemos agora na Ucrânia, defendendo-nos de um inimigo que veio para nos destruir”, salientou.

“Precisamos do seu apoio. Por todos os médicos forçados a operar no escuro. Por todos os pais e mães que fazem o possível para dar às suas famílias o que precisam, mesmo no escuro. Por todos os ucranianos que acreditam na liberdade, apesar da escuridão”, frisou Zelensky.

A cidade de Kiev e dez regiões da Ucrânia foram esta terça-feira afetadas por cortes no fornecimento de eletricidade, após nova vaga de ataques com ‘drones’ pelas forças russas, adiantou o operador ucraniano Ukrenergo.

Nos últimos meses, Moscovo tem atacado infraestruturas de energia, deixando milhões de ucranianos sem fornecimento elétrico, uma situação que causa maiores preocupações com o inverno.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou pelo menos 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões de refugiados para países europeus, pelo que as Nações Unidas classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/uncategorized/ucrania-zelensky-lanca-campanha-para-apagao-global-das-luzes-as-18-horas-desta-quarta-feira/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1406 em: 21/12/2022, 23:02 »
 
Ucrânia: Zelensky no ponto mais quente da linha da frente

21 de dezembro 2022 às 08:23


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

O Presidente tentou levantar a moral das tropas em Bakhmut que sabem que as famílias passam frio. Mercenários da Wagner lideram o assalto russo.


Mercenários russos da Wagner têm lançado sucessivos ataques sobre Bakhmut, uma pequena cidade que o Kremlin ainda tem esperança de conquistar. Os seus defensores, atolados em trincheiras geladas e enlameadas, sob brutal fogo de artilharia, receberam uma visita surpresa de Volodymyr Zelensky, esta terça-feira, distribuindo prémios às suas tropas, colocadas no ponto mais duro da linha da frente.

O Presidente ucraniano visitou posições avançadas de uma das brigadas mecanizadas que tentam impedir forças russas de cercar Bakhmut, anunciou no Facebook. Um dos objetivos do Kremlin em Bakhmut seria cortar uma rota essencial para o abastecimento de Sloviansk e Kramatorsk, as mais importantes cidades sob controlo da Ucrânia no Donbass. Os combates em torno desta cidade têm sido descritos como trazendo à memória a II Guerra Mundial, um autêntico “picador de carne”.

Por um lado, analistas apontam que a moral russa é baixa. Por outro, as tropas ucranianas combatem sabendo que os seus familiares enfrentam um inverno de escassez energética, dado os recorrentes bombardeamentos do Kremlin contra a infraestrutura elétrica da Ucrânia.

“Os heróis de Bakhmut deveriam ter o que qualquer pessoa tem. Tudo deveria estar ok para os seus filhos, para as suas famílias, deveriam estar quentes e saudáveis”, lamentou Zelensky durante a sua visita, em imagens divulgadas nas redes sociais e citadas pela BBC. “Desejava que tivessem luz, mas é uma situação tão difícil que às vezes há luz e depois não há”.

Enquanto as forças russas tornam a vida dos civis ucranianos num inferno, com recurso a mísseis de longo alcance e drones baratos iranianos, estão na defensiva em quase todos os pontos da linha da frente. Têm-se dedicado a fortificar a margem leste do Dnipro na região de Kherson, recuando a sua artilharia, segundo o Instituto para o Estudo da Guerra. Ao mesmo tempo que concentram forças em Melitopol, como quem espera um ataque, colocando nas ruas dentes de dragão, ou seja, obstáculos piramidais desenhados para travar blindados, tendo o próprio Vladimir Putin admitido esta terça-feira que a situação estava “muito complicada” nas quatro regiões ocupadas. Só nos arredores de Bakhmut os russas continuam a avançar, lentamente e com enormes perdas de ambos os lados.

Para o Kremlim, uma vitória em Bakhmut traria alguns ganhos reputacionais, mas pouco mais, apontam analistas. A ofensiva contra a cidade já se arrasta há mais de cinco meses, dando às forças ucranianas imenso tempo para construir linhas defensivas. Na altura em que este ataque começou, parecia estar desenhado como um movimento de pinça, combinado com uma ofensiva a norte, a partir de Izyum, para cercar tropas ucranianas naquilo a que os comandantes russos chamam de “caldeirão”. Desde então, até Izyum foi reconquistado pela Ucrânia, num contra-ataque a sudeste de Kharkiv.

“Se Bakhmut tivesse sido reconquistado quando eles começaram o seu ataque, em agosto, aí teria sido significativo”, salientou Konrad Muzyka, um analista militar polaco, à Reuters. “É tudo uma questão de ímpeto”.

Contudo, a conquista da cidade tornou-se uma prioridade do Kremlin. Talvez porque as operação neste ponto da linha da frente ficaram nas mãos do chefe da Wagner, Yevgeny Prigozhin, segundo serviços de inteligência da NATO. E este está ansioso por provar que os seus mercenários são mais capazes que os militares, de maneira a reforçar a sua ascensão política

O próprio comandante das forças russas na Ucrânia, Sergei Surovikin, fora recomendado por Prigozhin, que o tem elogiado profusamente. Sob a liderança de Surovikin, os russos alteraram as suas táticas, deixando de recorrer apenas a bombardeamentos massivos – algo lento, ficando os militares limitados pela logística da artilharia – e apostando em assaltos com pequenos destacamentos de infantaria.

Isso é algo que faz render a brutalidade dos condenados que a Wagner têm recrutado nas prisões e das milícias separatistas sob o seu comando, bem como o grande número de recrutas à força que inundam a linha da frente. Os mercenários mais experimentados da Wagner ficam na retaguarda, só avançam como tropa de choque – algo a que militares russos se referem nas suas comunicações intercetadas como “mandar os músicos”, avançou o Guardian – e deixam o trabalho sujo para os novatos.

É uma tática que tem custos humanos pesados. No entanto, evitar isso “nunca foi a principal prioridade da Rússia”, salientou o general Oleskandr Syrsky, o número dois das forças armadas ucranianas, numa entrevista ao Economist.







Fonte: sol.sapo.pt                              Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788226/ucr-nia-zelensky-no-ponto-mais-quente-da-linha-da-frente
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1407 em: 21/12/2022, 23:04 »
 
EUA reforçam ajuda militar à Ucrânia: vão enviar mísseis Patriot pela primeira vez desde o início da guerra

Por MultiNews Com Lusa em 10:08, 21 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Responsáveis norte-americanos citados pela agência Associated Press (AP) garantiram que Washington está a preparar um novo pacote de equipamento para ajudar Kiev contra a Rússia.

As mesmas fontes, que pediram para não serem identificadas, porque os pormenores da ajuda ainda não foram divulgados, acrescentaram que, além dos Patriot, o pacote vai incluir bombas de precisão para caças, no que representa uma expansão por parte dos EUA do tipo de armamento avançado que vai enviar à Ucrânia para reforçar as defesas aéreas do país contra o que tem sido uma barragem crescente de ataques com mísseis russos.

O pacote, que deverá ser anunciado durante o dia, vai incluir cerca de mil milhões de dólares (942 milhões de euros) em armas dos ‘stocks’ do Pentágono e mais 800 milhões de dólares (753 milhões de euros) em financiamento através da Iniciativa de Assistência à Segurança da Ucrânia, que financia armas, munições, formação e outros tipos de assistência, acrescentaram as mesmas fontes, citadas pela AP.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e outros responsáveis do país têm pressionado os líderes ocidentais a fornecer armas mais avançadas, incluindo Patriot, o sistema de mísseis terra-ar mais avançado fornecido pelo Ocidente à Ucrânia para ajudar a repelir os ataques aéreos russos.

O momento do anúncio da ajuda militar acontece quando Zelensky está prestes a iniciar a primeira visita fora da Ucrânia desde o início da guerra, em fevereiro, e envia uma forte mensagem de apoio contínuo dos EUA à Ucrânia, à medida que a guerra se arrasta.

Esta ajuda chega também quando o Congresso está prestes a aprovar mais 44,9 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros) em assistência à Ucrânia.

Por outro lado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo avisou que a entrega do sistema avançado de mísseis terra-ar seria considerada uma provocação e que os Patriot e quaisquer tripulações que o acompanhassem seriam um alvo legítimo para os militares de Moscovo.

Para Washington, o reforço do apoio à Ucrânia não significa entrar em guerra direta com a Rússia.

O treino para manobrar mísseis Patriot pode levar várias semanas e deverá ser conduzido pelas tropas norte-americanas, na área de treino Grafenwoehr, na Alemanha. Até à data, toda a formação das forças ucranianas pelos EUA e pelo Ocidente tem tido lugar em países europeus.

O pacote de ajuda também vai incluir um número não especificado de conjuntos de Munições de Ataque Direto Conjunto, ou JDAM, foguetes para o Sistema de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade, milhares de munições de artilharia, camiões, e mísseis antirradiação HARM ar-terra, disseram os mesmos responsáveis, citados pela AP.

De acordo com as autoridades, os pedidos urgentes dos líderes ucranianos e a destruição de infraestruturas de abastecimento de energia do país, essenciais durante o Inverno, acabaram por ultrapassar as reservas dos EUA quanto ao fornecimento dos Patriot.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/eua-reforcam-ajuda-militar-a-ucrania-vao-enviar-misseis-patriot-pela-primeira-vez-desde-o-inicio-da-guerra/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1408 em: 21/12/2022, 23:07 »
 
Kremlin diz que novas armas entregues à Ucrânia “vão agravar o conflito”

Por Beatriz Maio em 11:06, 21 Dez 2022


Fonte: Twitter / Defense of Ukraine

Após ter sido anunciado que o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky marca presença, esta quarta-feira, em Washington, nos Estados Unidos da América (EUA), o Kremlin antecede que as novas armas cedidas pela Casa Branca vão “vão agravar o conflito”.

O anúncio da deslocação do líder ucraniano ao Congresso e encontro com o presidente dos EUA Joe Biden foi feito por vários órgãos de comunicação norte-americanos e confirmado por Zelensky nas redes sociais.

É esperado que EUA cedam ao país invadido armamento militar, incluindo o sistema de mísseis de defesa anti-aérea Patriot, construído para detetar e atingir um míssil até seis metros de comprimento, capaz de projetar munições até cinco vezes mais rápido do que a velocidade do som.

O presidente ucraniano salientou que a sua visita vai servir “para reforçar a resiliência e as capacidades de defesa da Ucrânia” admitindo que vai discutir com Biden, “em particular, a cooperação entre ambos os países”. “Terei também um discurso no Congresso e uma série de reuniões bilaterais”, acrescentou.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Zelensky tem-se dirigido a vários parlamentos e organizações internacionais, enquanto a sua mulher Olena Zelenska visita várias capitais estrangeiras para angariar apoio para a invasão russa.

Esta viagem aos Estados Unidos ocorre um dia depois do presidente ucraniano ter realizado uma visita de alto risco à cidade de Bakhmut, na disputada província de Donetsk, na Ucrânia.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia já causou mais de 14 milhões de deslocados dentro e fora do país e provocou a morte de 6.755 civis, segundo os dados da Organização das Nações Unidas (ONU) que alerta para a possibilidade destes números estrem muito aquém dos reais.








Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/uncategorized/kremlin-diz-que-novas-armas-entregues-a-ucrania-vao-agravar-o-conflito/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1409 em: 21/12/2022, 23:09 »
 
“Tiramos água das poças, coamos e bebemos”: relatos de soldados russos na frente de batalha foram intercetados pela Ucrânia

Por Francisco Laranjeira em 11:56, 21 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Diversas chamadas telefónicas intercetadas pela Ucrânia de soldados russos para os respetivos familiares são sintomáticas das dificuldades da Rússia na Ucrânia – na linha da frente, perto de Lyman, no leste da Ucrânia, a 8 de novembro último, Andrey, um soldado russo, ignorou as ordens dos seus superiores e ligou à mãe através de um telemóvel não autorizado. “Ninguém nos alimenta com nada, mãe. O nosso abastecimento é uma m****. Tiramos água das poças, coamos e bebemos”, relatou o soldado.

Os combates em Lyman foram intensos – tomada pelos russos em maio, foi libertada pelas forças ucranianas em outubro último. Andrey confessou à mãe que as posições ucranianas foram atacadas com bombas de fósforo russas, criticando a falta de munições que poderiam ter sido essenciais na batalha. “Onde estão os mísseis de que Putin se vangloriava?”, atirou.

O conteúdo da conversa entre o soldado e a mãe, que durou 5 minutos e 26 segundos, foi publicado esta quarta-feira pelo jornal britânico ‘The Guardian’, depois de ter sido intercetado pelos militares ucranianos. Mas há diversos relatos do ‘desespero’ dos soldados russos.

“Reforços, não. Comunicação, não”, respondeu um soldado às perguntas de um pai enlutado. “Disseram que não tínhamos permissão para recuar. Caso contrário, podemos ser fuzilados.”

Outro soldado, na região de Donetsk, contou à mulher que estava a pensar render-se. “Estou num saco de dormir, todo molhado e a tossir. Fomos autorizados a ser massacrados.”







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/tiramos-agua-das-pocas-coamos-e-bebemos-relatos-de-soldados-russos-na-frente-de-batalha-foram-intercetados-pela-ucrania/
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