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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78766 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1410 em: 21/12/2022, 23:12 »
 
Putin promete desenvolver capacidade militar convencional e nuclear, incluindo mísseis sem "equivalente no mundo"

MadreMedia / Lusa
21 dez 2022 14:12



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Rússia vai continuar a desenvolver o seu potencial militar, incluindo a "prontidão de combate" das suas forças nucleares e a utilização de mísseis hipersónicos pela marinha, anunciou hoje o Presidente russo, Vladimir Putin.

“No início de janeiro, a fragata ‘Almirante Gorshkov’ estará em serviço com novos mísseis Zircon, que não têm equivalente no mundo”, disse Putin durante uma reunião com os líderes militares para fazer um balanço das atividades das forças armadas e estabelecer objetivos para 2023.

O míssil de cruzeiro Zircon, capaz de atingir nove vezes a velocidade do som, pertence a uma nova família de armas desenvolvidas pela Rússia, tal como o míssil balístico Kinjal.

Estes dois mísseis hipersónicos, que Putin descreveu como invencíveis, já foram usados na guerra da Ucrânia.

A reunião dos principais dirigentes do Ministério da Defesa ocorre em plena guerra na Ucrânia, que a Rússia iniciou em 24 de fevereiro deste ano, quando invadiu o país vizinho para o “desmilitarizar e desnazificar”.

Na mesma reunião, o ministro da Defesa, Serguei Shoigu, disse que a Rússia está a combater “as forças combinadas do Ocidente” na Ucrânia através do seu apoio financeiro e fornecimento de armas a Kiev.

Shoigu anunciou que o exército russo vai instalar bases navais para apoiar a sua frota em Mariupol e Berdiansk, duas cidades que ocupa no sul da Ucrânia.

“Os portos de Berdiansk e Mariupol são totalmente funcionais. Estamos a planear a instalação de bases de apoio a navios, serviços de emergência e unidades de reparação naval”, disse Shoigu, citado pela agência francesa AFP.

Shoigu propôs também aumentar a dimensão das forças armadas para 1,5 milhões de efetivos e elevar o limite de idade para o serviço militar.

“A fim de garantir o cumprimento de tarefas para garantir a segurança militar da Rússia, é necessário aumentar o número de militares para 1,5 milhões, dos quais 695.000 sob contrato”, justificou.

Putin disse concordar com o aumento de efetivos, depois de, em agosto, ter assinado um decreto que já tinha elevado o número de pessoal de combate para 1,15 milhões a partir de 01 de janeiro.

Na sua intervenção, Putin prometeu continuar a desenvolver as capacidades de combate das forças armadas russas, que disse estarem em “constante e diário aumento”.

“Vamos continuar a manter e a melhorar a prontidão de combate da nossa tríade nuclear”, disse também o líder russo, referindo-se às componentes aérea, marítima e terrestre das forças nucleares.

À semelhança do seu ministro da Defesa, Putin também denunciou que a Rússia enfrenta na Ucrânia o potencial e as capacidades de guerra dos principais países da NATO, aludindo às ajudas militares do Ocidente às forças ucranianas.

“Contudo, os nossos soldados, sargentos e oficiais estão a lutar pela Rússia com coragem e estoicismo. Passo a passo estão a resolver as tarefas definidas e estas tarefas serão cumpridas”, disse Putin, citado pela agência espanhola EFE.

Putin disse que os meios da NATO utilizados em operações na Ucrânia para combater as forças russas são bem conhecidos.

“Tendes tudo isto, e tudo isto deve ser minuciosamente analisado e utilizado para construir as nossas forças armadas, para elevar a capacidade de combate das nossas tropas e dos serviços de segurança patrióticos”, afirmou.

“Vocês estão a lutar, e eu não temo estas comparações, (…) como os heróis da Guerra de 1812, da Primeira Guerra Mundial e da Grande Guerra Patriótica”, acrescentou, referindo-se, no último caso, ao período da Segunda Guerra Mundial entre o ataque nazi à União Soviética e a capitulação da Alemanha.

Putin pediu um minuto de silêncio pelos russos caídos na Ucrânia.







Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/putin-promete-desenvolver-capacidade-militar-convencional-e-nuclear-incluindo-misseis-sem-equivalente-no-mundo
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1411 em: 21/12/2022, 23:14 »
 
Ucrânia: EUA investigam empresas que produzem peças para ‘drones’ iranianos

Por MultiNews Com Lusa em 14:24, 21 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os Estados Unidos constituíram um grupo que vai investigar a existência de componentes norte-americanos nos aparelhos aéreos não tripulados (‘drones’) iranianos que a Rússia está a usar na campanha militar contra a Ucrânia.

Washington restringe as exportações que podem favorecer o Irão, mas um documento publicado em novembro pela organização Conflict Armament Research revelou que 82% dos componentes dos ‘drones’ iranianos procedem de empresas norte-americanas.

O grupo de investigação cuja criação foi noticiada pela cadeia de televisão norte-americana CNN é constituído por funcionários dos departamentos de Estado da Defesa, Comércio, Justiça e Tesouro.

O Conselho de Segurança Nacional, da Casa Branca, vai supervisionar a investigação às alegadas irregularidades, assim como vai ser solicitada informação a países aliados dos Estados Unidos.

Aparentemente, as empresas implicadas desconheciam a utilização final do material tecnológico, pelo que as autoridades norte-americanas confiam que venham a melhorar os aspetos relacionados com as cadeias de comércio e de abastecimento.

Trata-se de material civil, mas que pode ser usado com fins militares, pelo que o grupo de investigação tem como missão alertar diretamente as empresas cujos componentes são usados nos ‘drones’, como a Texas Instruments.

A companhia norte-americana já disse em comunicado que “não vende qualquer produto à Rússia, Bieolorrússia ou Irão” e que “cumpre as leis e os regulamentos em vigor nos países onde opera”.

De acordo com Kiev, as Forças Armadas da Rússia têm lançado centenas de ‘drones’ para atacar objetivos estratégicos na Ucrânia, principalmente contra instalações que produzem ou armazenam energia.

Apesar das provas que a Ucrânia diz ter recolhido no terreno, o Irão nunca confirmou a colaboração com a Rússia e nega implicações na guerra iniciada p







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-eua-investigam-empresas-que-produzem-pecas-para-drones-iranianos/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1412 em: 21/12/2022, 23:22 »
 
Tropas russas estão em "constante e diário aumento", assegura Putin

21 de dezembro 2022 às 15:31


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

"No início de janeiro, a fragata 'Almirante Gorshkov' estará em serviço com novos mísseis Zircon, que não têm equivalente no mundo", disse esta quarta-feira Vladimir Putin, à margem de uma reunião com os líderes militares para fazer um balanço das atividades das forças armadas. 

A Rússia vai continuar a investir na sua capacidade militar, nomeadamente na "prontidão de combate" das suas forças nucleares e na utilização de mísseis hipersónicos pela marinha.

"No início de janeiro, a fragata 'Almirante Gorshkov' estará em serviço com novos mísseis Zircon, que não têm equivalente no mundo", disse esta quarta-feira Vladimir Putin, à margem de uma reunião com os líderes militares para fazer um balanço das atividades das forças armadas. 

O míssil de cruzeiro Zircon consegue atingir nove vezes a velocidade do som e faz parte do 'baralho' de Moscovo, juntando-se ao míssil balístico Kinjal – ambos já foram usados na guerra na Ucrânia. 

Na mesma reunião, Serguei Shoigu, ministro da Defesa, afirmou que o exército russo vai instalar bases navais para apoiar a sua frota em Mariupol e Berdiansk, regiões ocupadas por Moscovo, a sul da Ucrânia.

"Os portos de Berdiansk e Mariupol são totalmente funcionais. Estamos a planear a instalação de bases de apoio a navios, serviços de emergência e unidades de reparação naval", disse Shoigu.

Shoigu propôs também aumentar a dimensão das forças armadas para 1,5 milhões de efetivos e elevar o limite de idade para o serviço militar.  "A fim de garantir o cumprimento de tarefas para garantir a segurança militar da Rússia, é necessário aumentar o número de militares para 1,5 milhões, dos quais 695.000 sob contrato", justificou.

Ainda na sua intervenção, Putin assegurou que continua a desenvolver as capacidades de combate do se exército, que disse estarem em "constante e diário aumento".








Fonte: sol.sapo.pt                           Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788290/tropas-russas-estao-em-constante-e-diario-aumento-assegura-putin
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1413 em: 21/12/2022, 23:24 »
 
Ucrânia: Estados Unidos já disponibilizou 45 mil milhões de euros em ajuda a Kiev. Biden vai anunciar novo pacote de assistência

Por Francisco Laranjeira em 16:13, 21 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A visita do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky a Washington DC, esta quarta-feira, vai ficar marcada pelo anúncio de “um novo pacote significativo de assistência de segurança” dos Estados Unidos a Kiev, que pretende mostrar “o compromisso inabalável de Washington em apoiar a Ucrânia “pelo tempo que for necessário”, garantiu a Casa Branca.

O apoio americano tem sido considerável até ao momento, o que fez da Ucrânia o primeiro país europeu a ser o principal destinatário da ajuda externa dos Estados Unidos desde o Plano Marshall ter ajudado a reconstruir o Velho Continente após a II Guerra Mundial.

Segundo informações do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, até 10 de novembro tinham sido atribuídos mais de 17,49 mil milhões de euros em assistência de segurança americana à Ucrânia desde o arranque da invasão russa, a 24 de fevereiro.

No entanto, levando em linha de conta todos os apoios acordados pela Administração Biden e pelo Congresso, incluindo ajuda financeira para a economia da Ucrânia e assistência humanitária, até 20 de novembro totalizou cerca de 45,13 mil milhões de euros, concluiu o Kiel Institute for the World Economy – no ‘bolo’ estão incluídos 9,31 mil milhões em assistência que inclui assistência alimentar de emergência, assistência médica e apoio a refugiados, além de outros 14,2 mil milhões em apoio financeiro.

Segundo a estimativa do Kiel Institute for the World Economy, o apoio militar americano é de cerca de 21,53 mil milhões de euros, no qual estão incluídos 8,37 mil milhões em assistência de segurança para treino, equipamentos e suporte logístico. Há também 11,94 mil milhões em armas e equipamentos do Departamento de Defesa.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-estados-unidos-ja-disponibilizou-45-mil-milhoes-de-euros-em-ajuda-a-kiev-biden-vai-anunciar-novo-pacote-de-assistencia/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1414 em: 21/12/2022, 23:28 »
 
Natal mais cedo este ano na Ucrânia: Igreja Ortodoxa permite celebrações a 25 de dezembro pela primeira vez

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 16:24, 21 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os fiéis ortodoxos da Ucrânia terão muitas mudanças no Natal este ano, a começar por estarem a viver os efeitos da invasão da Rússia. Outra diferença deste ano será a possibilidade de celebrar a festa da Natividade mais cedo, uma vez que foi dada a possibilidade, pela Igreja Ortodoxa da Ucrânia (OCU), de as congregações celebrarem no dia 25 de dezembro, ao invés do habitual dia 7 de janeiro.

Esta decisão é mais uma linha de divisão estabelecida para separar a Igreja Ortodoxa da Ucrânia da sua congénere, a Igreja Ortodoxa Ucraniana (UOC) que mantém ligações à instituição em Moscovo, após o agravamento da relação entre as duas igrejas no âmbito da invasão de Putin. Esta última igreja tem, aliás, sido alvo de pedidos e petições públicas para que seja encerrada, sob acusações de suposto apoio à Rússia.

As duas igrejas estão de costas voltadas desde 2018, sendo que o conflito na Ucrânia veio aumentar o fosso entre as duas instituições. A decisão da OCU terá enfurecido os responsáveis da UOC, segundo fontes relatam ao Politico.

“Estamos a dar às pessoas a hipótese de celebrarem num dia diferente”, declarou o arcebispo de Kiev Yevstratiy Zoria, da Igreja Ortodoxa da Ucrânia. Assim, qualquer uma das 700 paróquias pode decidir se quer assinalar o Natal a 25 de dezembro.

O responsável explica que a ‘guerra’ começou a partir de 2017, quando 25 de dezembro passou a ser feriado nacional da Ucrânia. A mudança levou a que alguns fiéis defendessem um afastamento do calendário juliano, seguido pela Igreja Ortodoxa da Rússia.

Zoria acrescenta que, antes da invasão, mais de um terço dos ucranianos defendiam que a Igreja devia seguir o calendário gregoriano. “Os números serão mais altos agora, provavelmente, vamos experimentar e ver o que os fiéis realmente querem”, continua o arcebispo de Kiev, que acrescenta que o Natal pode ser assinalado nos dois dias.

“Não estamos a mudar a data do Natal. Isto vai ser como mais um dia adicional de louvor”, explica o religioso sobre as celebrações que vão ocorrer pela Ucrânia.








Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/natal-mais-cedo-este-ano-na-ucrania-igreja-ortodoxa-permite-celebracoes-a-25-de-dezembro-pela-primeira-vez/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1415 em: 21/12/2022, 23:39 »
 
Ucrânia faz acordo com a SpaceX para receber 10 mil antenas para satélites Starlink

Rui Parreira - Casa dos Bits
21 dez 2022 17:13



Fonte de imagem: tek.sapo.pt

Os mais recentes ataques com drones da Rússia colocaram o país em alerta, havendo ameaça de cortes de internet. Os satélites da constelação Starlink continuam a ser importantes para manter o país conectado.

Os satélites da constelação Starlink da SpaceX têm sido determinantes para manter os serviços essenciais operacionais na Ucrânia desde a invasão russa em fevereiro. Entre a doação dos milhares de terminais pela empresa de Elon Musk, com ajuda do financiamento dos Estados Unidos, o país tem vindo a usufruir de internet por satélite.

A Bloomberg avança que a Ucrânia fez um novo acordo com a SpaceX para obter mais alguns milhares de antenas de acesso aos satélites. A razão para tal foi o aumento dos ataques aéreos da Rússia. Segundo o ministro da transformação digital, Mykhailo Fedorov, nos próximos meses vão chegar cerca de 10 mil antenas adicionais. O negócio terá sido falado diretamente com Elon Musk, e o ministro deixou elogios à ajuda que tem prestado ao país. “Musk assegurou que vai continuar a suportar a Ucrânia. Quando tivemos um blackout, mandei-lhe uma mensagem, tendo reagido e executado alguns passos. Ele compreende a situação”, citado pela Bloomberg.

Segundo o ministro, desde que começou a Guerra o país já recebeu cerca de 22 mil antenas de conexão ao Starlink. Ainda não existe um contrato formado para a nova remessa, mas é referido que os países da União Europeia vão assumir e partilhar o pagamento, embora não tenha referido quem. Mykhailo Fedorov disse ainda que todas as questões financeiras até agora estavam resolvidas, mas o país terá de procurar novas formas de financiamento na primavera, ao manter-se a guerra.

Veja na galeria imagens de satélite dos ataques da Rússia à Ucrânia, Clicando no link oficial da noticia em baixo:

Fonte de imagem: tek.sapo.pt

A prioridade parece mesmo manter o país conectado, afirmando que não existe atualmente nenhuma alternativa que as ligações por satélite. Destaca que a Ucrânia está a preparar-se para o pior cenário, que inclui ainda cortes de energia, aquecimento, assim como água e serviços de esgotos durante dias ou mesmo semanas, caso a Rússia mantenha os ataques às respetivas infraestruturas do país.

No caso das antenas Starlink, apesar de necessitarem de eletricidade para funcionarem, podem ser alimentadas por geradores ou mesmo power banks. “Estamos preparados para viver sem eletricidade durante um mês, com apenas a rede móvel e a disponibilidade de mensagens em texto".







Fonte: tek.sapo.pt                           Link: https://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigos/ucrania-faz-acordo-com-a-spacex-para-receber-10-mil-antenas-para-satelites-starlink
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1416 em: 21/12/2022, 23:44 »
 
Explosão de central nuclear e fenómenos meteorológicos extremos: As previsões para 2023 de Baba Vanga, a ‘Nostradamus dos Balcãs’

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 17:40, 21 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Vangelia Gushterova, conhecida como Baba Vanga, é uma das mais famosas videntes em todo o mundo, conhecida por ter feito previsões acertadas relacionadas com o 11 de setembro e a pandemia da Covid-19. A vidente búlgara, que também previu a morte da princesa Diana, morreu a 11 de agosto de 1996, mas deixou uma enorme lista de previsões que vão até ao ano de 5079.

Para 2023, as previsões da vidente, conhecida como a ‘Nostradamus das Balcãs’ não são as melhores.

Baba Vanga perdeu a visão aos 12 anos, de forma misteriosa, tendo começado a ouvir vozes que, segundo ela, vinham de outra dimensão e anunciavam-lhe o que iria acontecer no futuro.

Com uma eficácia de previsão de 85%, a mulher também ‘adivinhou’ o colapso da União Soviética, o desastre nuclear de Chernobyl, o Brexit e até a própria morte.

Para 2022, Baba Vanga acertou nas profecias de que o degelo iria acelerar e libertar novos vírus letais, de que ocorreriam secas extremas por todo o mundo, bem como cheias e incêndios na Ásia e Austrália.

No entanto, para este ano a vidente falhou na previsão de uma praga de gafanhotos, que atacaria plantações e causaria problemas da Ásia, que realmente aconteceu, mas em 2020.

O que prevê Baba Vanga para 2023?
Segundo os registos que deixou, para 2023 a vidente búlgara prevê a continuação de fenómenos meteorológicos extremos, que afetarão as economias e o bem-estar das populações: ondas de calor, subida das temperaturas, inundações e cheiras.

Outra previsão provável diz respeito a uma das grandes preocupações mundiais neste momento, com a guerra na Ucrânia: o uso de armas químicas, com o receio de que Putin use Novochock no conflito. “Um grande país vai fazer investigação com armas químicas em pessoas, que poderão levar à morte de milhões de seres humanos”, escreveu a vidente.

Também aterradora é o cenário anunciado por Baba Vanga de que ocorrerá em 2023 a explosão de uma central nuclear, que poderá ser uma referência à central de Zaporíjia, palco de conflito na Ucrânia.

Também para 2023 está prevista uma violenta tempestade solar, cujas radiações poderão destruir todas as comunicações por satélite, afetar o funcionamento da Internet e gerar ‘apagões’ de redes elétricas. Com efeito, os cientistas já avisaram para uma forte tempestade solar, que poderá ter efeitos na Terra a 23 de abril de 2023.

Menos provável é a previsão de que esta tempestade causará uma mudança na órbita da Terra, que gerará “um desastre natural sem precedentes”, ou a de que humanidade vai começar a sua própria extinção, ao proibir a conceção e parto natural, substituindo-os por bebés feitos em laboratório.

Para os próximos anos há mais previsões, aparentemente mirabolantes: uma missão espacial a Vénus em 2028, o derretimento total dos calotes polares em 2033, ou a humanidade a viver debaixo de água em 2130.







Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/explosao-de-central-nuclear-e-fenomenos-meteorologicos-extremos-as-previsoes-para-2023-de-baba-vanga-a-nostradamus-dos-balcas/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1417 em: 21/12/2022, 23:47 »
 
Ucrânia: EUA enviam 1,75 mil ME em ajuda militar e incluem mísseis Patriot

MadreMedia / Lusa
21 dez 2022 17:48



LusaEPA/ORHAN CICEK / ANADOLU AGENCY TURKEY OUT

Os Estados Unidos anunciaram hoje que fornecerão ajuda militar à Ucrânia no valor de 1,85 mil milhões de dólares (1,75 mil milhões de euros), incluindo uma bateria de mísseis Patriot.

O anúncio da Casa Branca surgiu poucas horas antes da chegada de Zelensky, sendo que o pacote de ajuda inclui mil milhões de dólares em armas e equipamentos dos 'stocks' do Pentágono, incluindo a primeira transferência do sistema de defesa aérea Patriot, e 850 milhões de dólares em financiamento através da Iniciativa de Assistência à Segurança da Ucrânia (USAI, na sigla em inglês).

Parte da USAI será usada para financiar um sistema de comunicações por satélite, que provavelmente incluirá o Starlink, o crucial sistema de rede de satélites da SpaceX, de propriedade de Elon Musk.






Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-eua-enviam-175-mil-me-em-ajuda-militar-e-incluem-misseis-patriot
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1418 em: 21/12/2022, 23:58 »
 
Monumentos de Lisboa desligam luzes em solidariedade com Ucrânia

21 de dezembro 2022 às 18:27


Fonte de imagem: CML

Campanha apela ao desligar das luzes em apoio à Ucrânia.

A Câmara Municipal de Lisboa desligou simbolicamente, esta quarta-feira, entre as 18h00 e 18h30, as luzes da Praça do Município, da Árvore de Natal do Terreiro Paço, da Praça Marquês Pombal, do Castelo de S. Jorge e do Padrão Descobrimentos, associando-se, assim, à campanha #LightUpUkraine.

A campanha apela ao desligar das luzes em apoio à Ucrânia, na sequência da invasão russa, que ficou afetada por apagões causados por ataques russos contra as suas principais infraestruturas de energia.


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

A iniciativa está prevista para as 20h00 na Ucrânia (18h00 em Lisboa) de hoje.

Também a autarquia do Porto já havia anunciado que tanto o edifício da Câmara do Porto, como a Árvore de Natal irão fazer o mesmo.







Fonte: sol.sapo.pt                          Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788316/monumentos-de-lisboa-desligam-luzes-em-solidariedade-com-ucr-nia
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1419 em: 22/12/2022, 00:02 »
 
O que são os mísseis Patriot, oferecidos pelos EUA, e porque é que a Ucrânia precisa deste sistema de defesa?

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 19:17, 21 Dez 2022


The M860A1 Patriot semitrailer launcher platform and missile cannister manned by soldiers of Alpha 5-52, Air Defense Artillery Brigade, Fort Bliss, Texas is set up and ready for a simulated launch. The Patriot missile system will be used by the Blue Forces to defend against the Red Forces' air attacks during this, the world's largest joint service, multi-national tactical air operations exercise.

Foram longos meses de debate que terminaram com um anúncio esta quarta-feira, precisamente o dia em que o presidente da Ucrânia faz a sua primeira visita ao estrangeiro desde o início da invasão russa. Os EUA anunciaram qua iam enviar o seu mais avançado sistema de defesa antiaérea, o sistema Patriot, em resposta aos apelos urgentes, feitos por Kiev, de necessidade de reforço da defesa contra as ofensivas de Moscovo com misseis e drones.
Este sistema de defesa faz parte do pacote de ajuda de quase dois mil milhões de euros que foi anunciado com a chegada de Zelensky aos EUA, para se encontrar com o presidente norte-americano, Joe Biden.

Os mísseis Patriot, que compõem o sistema, é um dos sistemas de defesa antiaérea mais procurados no mercado de armas dos EUA, e é usado pelas forças sauditas e dos Emirados no Iémen, bem como pela NATO na Europa. O sistema é usado também por Israel.

O que são mísseis Patriot?
Este sistema móvel de superfície-ar e contra mísseis balísticos consegue abater outros mísseis antes que atinjam o seu alvo, bem como aeronaves.

Montados em camiões, os sistemas podem ser movidos livremente e cada um tem capacidade para quatro intercetores de mísseis. São vistos, em termos militares, como uma ‘segurança’, para proteção da população, tropas ou edifícios de fogo inimigo.

Nos últimos anos, os EUA usaram mísseis Patriot em vários conflitos.

Porque pediu a Ucrânia estes sistemas?
Kiev precisa desesperadamente de travar as recorrentes ofensivas contra alvos civis e infraestruturas energéticas essências, que chegam em torrente, todos os meses, vindas da Rússia, contra muitas regiões Ucranianas.

Especialmente desde a perda de Kherson, Putin tem atacado incessantemente centrais de produção de eletricidade, sistemas de aquecimento, redes de distribuição de energia, deixando milhões de famílias na Ucrânia sem luz em casa.

Os sistemas Patriot ajudarão a reforçar as defesas ucranianas contra futuros ataques do género, e para além desta vertente prática, Kiev vê também vantagens simbólicas, já que é um sinal de que os EUA, ao invés do vaticinado por Putin, estão a intensificar os esforços de ajuda à Ucrânia.

O que podem fazer?
Um sistema Patriot pode defender contra cerca de 600 mísseis, ainda que não sejam à prova de falha. Podem abater mísseis balísticos a centenas de quiómetros e têm poderosos sitemas de radar, que ajudam o Patriot a identificar o que é fogo inimigo do que não é.

Quantas pessoas são precisas para operar este sistema?
Um sistema Patriot precisa de cerca de 100 pessoas no total para ser operado, garantem oficiais militares ao New York Times. As tropas ucranianas terão que ser treinadas para operar o sistema, o que, olhando a outros exercícios e tecnologias introduzidas por aliados da Ucrânia no combate, não será problema para as forças de Zelensky.







Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/o-que-sao-misseis-patriot-oferecidos-pelos-eua-e-porque-e-que-a-ucrania-precisa-deste-sistema-de-defesa/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1420 em: 22/12/2022, 00:04 »
 
Biden garante apoio a Zelensky para uma "paz justa"

21 de dezembro 2022 às 20:48


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

Apoiamos a Ucrânia na procura de uma paz justa", disse o líder norte-americano, na sequência da sua reunião com Zelensky, na Sala Oval da Casa Branca, acrescentando ter sido “uma honra” estar junto do líder ucraniano. 

O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Joe Biden, assegurou, esta quarta-feira, na Casa Branca, ao seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, que os EUA defendem uma "paz justa" para a Ucrânia, garantido o seu apoio na guerra. 

"Apoiamos a Ucrânia na procura de uma paz justa", disse o líder norte-americano, na sequência da sua reunião com Zelensky, na Sala Oval da Casa Branca, acrescentando ter sido “uma honra” estar junto do líder ucraniano. 

Biden deixou claro que continuará a ajudar a Ucrânia financeiramente, assim como enviar mais ajuda militar e humanitária, dando destaque para a entrega de mísseis Patriot por parte dos norte-americanos.

O líder dos EUA aproveitou para acusar a Rússia de estar de usar o inverno como uma arma política na guerra. 







Fonte: sol.sapo.pt                             Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788326/biden-garante-apoio-a-zelensky-para-uma-paz-justa-
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1421 em: 22/12/2022, 10:40 »
 
Zelensky foi a Washington para conseguir mais armas

22 de dezembro 2022 às 08:14


Fonte de imagem: AFP

Os ucranianos querem mais defesas antiaéreas, blindados e mísseis, para terem alguma hipótese de quebrar
as linhas russas antes da primavera. Anteveem a chegada de um novo exército, que tente de novo conquistar Kiev.



Num momento crucial da guerra na Ucrânia, em que os comandos militares ucranianos receiam que o Kremlin prepare um novo exército para avançar contra Kiev esta primavera, Volodymyr Zelensky visitou os seus aliados mais próximos, procurando auxílio militar para atacar já durante o inverno, aproveitando que os russos estão na defensiva, por agora. O Presidente ucraniano encaminhou-se para Washington num avião militar, esta quarta-feira, para uma visita surpresa ao seu homólogo americano, Joe Biden, um dia após ter visitado tropas no ponto mais quente da linha da frente, Bakhmut.

Trata-se da primeira vez que Zelensky saiu do seu país desde que este foi invadido, em fevereiro. A visita foi organizada em segredo ao longo da última semana, avançou a CNN, sendo considerada uma deslocação de alto risco. Tendo o Presidente ucraniano ido para a Polónia de comboio, até à estação de Przemysl, onde seguiu numa mota 4x4 branca, escoltada por um forte contingente de seguranças, para apanhar boleia numa aeronave militar americana.

O objetivo da visita de Zelensky a Washington é ir buscar “armas, armas e mais armas”, resumiu o seu conselheiro político Mykhailo Podolyak, à Reuters. “É importante explicar pessoalmente porque precisamos de alguns tipos de armas”, frisou. “Em particular veículos blindados, as mais avançadas defesas contra mísseis e mísseis de longo alcance”.

Enquanto o regime de Vladimir Putin segue a estratégia de destruir a infraestrutura elétrica ucraniana, lançando mais de três dezenas de drones iranianos só na madrugada de segunda-feira, a Casa Branca recebeu Zelensky com o anúncio do envio de 1,8 mil milhões de dólares em ajuda militar, o equivalente a 1,7 mil milhões de euros, incluindo uma bateria MIM-104 Patriot.

Este sistema de defesa aérea americano, com tecnologia de ponta, estava há muito na lista de compras do Governo de Kiev, mas Washington hesitava com receio que ao enviar os Patriot provocasse Moscovo. Esta bateria de mísseis pode transformar a capacidade dos ucranianos no que toca a destruir aviões, helicópteros ou até mísseis de cruzeiro, que os russos também têm usado para atingir a rede elétrica ucraniana. Contudo, os Patriot são muito pouco eficazes contra os Shahed-136.

Aliás, os drones iranianos têm provas dadas contra estas defesas aéreas americanas. Os Qasef, um outro modelo de drones kamizaze iranianos, foram usados pelos houthis, um grupo rebelde iemenita alinhado com Teerão, atingindo instalações petrolíferas da Arábia Saudita apesar desta possuir os Patriot, que têm alguma dificuldade a detetar alvos tão pequenos, que voam a baixa altitude. Depois ainda há a questão financeira. Não compensa ter uma bateria que dispara mísseis que custam mais de um milhão de euros para abater vagas de drones comprados por poucas centenas de milhares de euros cada.

Apesar da ameaça dos drones iranianos, Zelensky saudou o alívio que esta bateria Patriot trará ao seu país, vendo-o como “o elemento mais importante deste pacote” de ajuda militar, numa conferência de imprensa conjunta com Biden. “É fundamental criar um espaço aéreo seguro na Ucrânia”, salientou. Descrevendo o envio de equipamento tão avançado como uma demonstração de que Kiev entrou numa “nova fase” na sua já forte relação com Washington. E “cada dólar deste investimento vai reforçar a segurança global”, garantiu Zelensky.

 
Janela de oportunidade

Zelensky sabe que tem de aproveitar agora para assegurar mais apoio dos americanos, dado que na Ucrânia se vive uma “pausa operacional”, salientou Frank Ledwidge, professor de Estratégia na Universidade de Portsmouth, à NBC. O duro inverno ucraniano dificulta quaisquer manobras ofensivas. E a retirada da guarnição russa de Kherson, que estava vulnerável e isolada na margem ocidental do Dnipro, deixou poucos pontos fracos óbvios que as forças de Zelensky possam atingir. “A Ucrânia está preocupada porque a guerra será longa. E o tempo provavelmente favorece muito a Rússia”, avisou Ledwidge.

 O próprio ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, veio anunciar planos para expandir as forças armadas, de pouco mais de um milhão para 1,5 milhões de efetivos, esta quarta-feira. Planeando estender a idade máxima para ser chamado para o serviço militar obrigatório de 27 para 30 anos. Putin, falando aos seus comandantes nesse dia, veio dizer que concordava com o plano apresentado por Shoigu, não surpreendendo ninguém.

“Os russos estão a preparar cerca de 200 mil tropas frescas”, avisou este fim de semana o general Valery Zaluzhny, comandante em chefe das Forças Armadas ucranianas, em entrevista ao Economist. Essas tropas seriam em boa parte recrutas à força, apanhados na mobilização militar parcial de Putin, que ao contrário de outros não foram logo mandados para a linha da frente, cavando trincheiras, guarnecendo fortificações e servindo de carne para canhão

Esse novo exército estará a ser construído na Rússia mas também na Bielorrússia, cujo ditador, Alexander Lukashenko, tem feito tudo para se manter nas boas graças de Putin exceto enviar tropas para a Ucrânia, cedendo ao invés disso os seus treinadores militares. Quando essas novas forças russas estiverem operacionais, “não tenho dúvidas de que farão outra tentativa contra Kiev”, frisou o general Zaluzhny. Ainda por cima a Bielorrússia fica mesmo ali ao pé da capital ucraniana, tendo já servido de rampa de lançamento das forças do Kremlin no início da sua invasão.

Se a performance desastrosa das forças armadas russas têm surpreendido os analistas desde então, os comandantes ucranianos recusam subestimar um inimigo que receiam que volte à carga no próximo ano.

“Os russos não são idiotas”, salientou o general Oleskandr Syrsky, o número dois das forças armadas ucranianas, à publicação britânica. Sabe bem do que fala, tendo ele próprio nascido na Rússia e estudado numa das mais prestigiadas instituições militares russas, onde foi colega de boa parte dos comandantes que agora combate. Avisando que a mobilização parcial de Putin já se faz sentir na linha da frente, com cada vez mais recrutas a chegar. Mas as batalhas na Ucrânia têm sido vencidas pelo lado que tem conseguido fazer chegar munições mais depressa à linha da frente, considerou Syrsky. Daí que o seu Presidente tenha ido esta quarta-feira a Washington, para pedir mais armas.








Fonte: sol.sapo.pt                                   Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788342/zelensky-foi-a-washington-para-conseguir-mais-armas
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1422 em: 22/12/2022, 10:54 »
 
Ucrânia: EUA destinam mais 374 milhões de dólares para ajuda humanitária

Por MultiNews com Lusa   em 08:42, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Presidente norte-americano, Joe Biden, revelou esta quarta-feira que os Estados Unidos vão destinar mais 374 milhões de dólares em ajuda humanitária à Ucrânia, anuncio feito durante a visita a Washington do seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Biden divulgou esta ajuda durante a conferência de imprensa conjunta com Zelensky, na Casa Branca, explicando que estes fundos, que serão canalizados através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), vão atender às necessidades de milhões de ucranianos, para o acesso a cuidados de saúde, água potável e aquecimento.

Em comunicado, a USAID especificou que esta ajuda servirá para fornecer alimentos e outros serviços a 1,5 milhão de ucranianos, noticiou a agência Efe.

Para concretizar este apoio, a agência norte-americana irá coordenar-se com outros parceiros internacionais, como o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PAM) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A USAID destacou ainda no comunicado que os EUA são o maior doador de ajuda humanitária em resposta à crise na Ucrânia, já que destinou mais de 1.900 milhões de dólares para ajudar ucranianos e refugiados nos países vizinhos.

Durante a conferência de imprensa Biden lembrou o apoio já prestado pelos Estados Unidos à Ucrânia, numa altura em que o Congresso está prestes a aprovar mais 44,9 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros) em assistência.

“Putin não tem intenção de parar esta guerra cruel. Queremos que ucranianos possa continuar a defender-se desta guerra durante o tempo que for preciso. Espero assinar a lei rapidamente”, realçou Biden.

Os Estados Unidos anunciaram também esta quarta-feira que fornecerão ajuda militar à Ucrânia no valor de 1,85 mil milhões de dólares (1,75 mil milhões de euros), incluindo uma bateria de mísseis Patriot.

A nova remessa de armamento e equipamentos dos EUA para a Ucrânia, a 28.ª desde agosto de 2021, “fornecerá à Ucrânia capacidades expandidas de defesa aérea e ataque de precisão, bem como munições adicionais e equipamentos críticos que a Ucrânia está a usar de forma tão eficaz para se defender no campo de batalha”, indicou o secretário de Estado, Antony Blinken, em comunicado.

O valor hoje anunciado elevará a assistência militar total dos Estados Unidos à Ucrânia para 21,9 mil milhões de dólares (20,6 mil milhões de euros) desde que Joe Biden tomou posse, em janeiro de 2021.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-eua-destinam-mais-374-milhoes-de-dolares-para-ajuda-humanitaria/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1423 em: 22/12/2022, 10:56 »
 
Ucrânia: Apoio dos EUA “não é caridade” mas “um investimento na liberdade”, garante Zelensky

Por MultiNews com Lusa   em 08:43, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, salientou esta quarta-feira, perante o Congresso norte-americano, que o dinheiro entregue pelos Estados Unidos à Ucrânia “não é caridade”, mas “um investimento na liberdade” e na “segurança global”.

Zelensky destacou que “contra todas as probabilidades” a Ucrânia ainda está de pé, depois de ser recebido com uma ovação estrondosa por parte dos congressistas presentes no Capitólio dos Estados Unidos.

“A Ucrânia está viva e em luta”, sublinhou.

“A tirania russa já não tem qualquer controlo sobre nós”, acrescentou o líder de Kiev num discurso em inglês de 20 minutos, que fechou a primeira viagem do líder ao estrangeiro desde a invasão da Ucrânia a 24 de fevereiro.

O chefe de Estado ucraniano realçou que o que está em jogo no conflito é maior do que apenas o destino do seu país, salientando que a democracia em todo o mundo está a ser testada.

“Esta batalha não pode ser ignorada, à espera que o oceano ou qualquer outra coisa forneça proteção”, frisou, agradecendo aos norte-americanos pelo apoio e liderança internacional na ajuda à Ucrânia.

Em referência ao recente sistema de defesa Patriot, que os EUA vão entregar a Kiev, Zelensky disse esperar que este ajude a “parar o terror russo contra as cidades” ucranianas.

O Presidente ucraniano também deu a entender que não vai relaxar a pressão para obter mais armamento e equipamento mais pesado.

“Temos artilharia, sim”, disse, acrescentando: “Será suficiente? Sinceramente, nem por isso”.

Disse também que “os soldados ucranianos podem perfeitamente operar tanques e aviões americanos”, numa referência ao equipamento que Washington se recusou a fornecer até agora.

Já sobre a ajuda financeira, o governante ucraniano destacou que esta é muito importante: “O vosso dinheiro não é caridade, é um investimento na liberdade, numa segurança global, que gerimos da forma mais responsável possível”.

Na ocasião, Zelensky relacionou a luta contra a Rússia à ameaça colocada pelo Irão, um tema caro ao campo republicano que critica o Presidente democrata, Joe Biden, por ser demasiado complacente com Teerão.

“Os ‘drones’ [aparelhos aéreos não tripulados] mortais enviados pelo Irão para a Rússia às centenas tornaram-se uma ameaça para as nossas infraestruturas estratégicas. Dois (estados) terroristas encontraram-se. E é apenas uma questão de tempo até que ataquem os seus outros aliados”, advertiu.

No final do discurso, Zelensky dirigiu-se à presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, e à vice-Presidente dos EUA, Kamala Harris, que presidiam a sessão.

“Quando eu estava ontem [terça-feira] em Bakhmut [uma cidade na região de Donetsk devastada por combates], os nossos heróis deram-me a bandeira, a bandeira deles. A bandeira daqueles que defendem a Ucrânia, a Europa e o mundo à custa das suas vidas”, sublinhou, antes de entregar às duas responsáveis a bandeira ucraniana, azul e amarela, coberta com as assinaturas dos militares.

Em troca, recebeu uma bandeira norte-americana que tinha sido hasteada no topo do Capitólio nesse mesmo dia para assinalar a visita.

O discurso perante o Congresso foi a segunda paragem da visita a Washington, depois de Zelensky se ter reunido na Casa Branca com Biden.

A visita do líder ucraniano ocorre em plena negociação no Congresso dos orçamentos para o ano fiscal de 2023, que contemplam mais 45.000 milhões de dólares (42 mil milhões de euros) em assistência à Ucrânia.







Fonte: multinews.sapo.pt                              Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-apoio-dos-eua-nao-e-caridade-mas-um-investimento-na-liberdade-garante-zelensky/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1424 em: 22/12/2022, 11:01 »
 
Kremlin diz que Biden e Zelensky recusam-se a ouvir "preocupações da Rússia"

MadreMedia / AFP
22 dez 2022 10:11



Fonte de imagem: Lusa

O Kremlin salientou esta quinta-feira que Washington e Kiev estão a fazer ouvidos moucos às preocupações da Rússia após uma visita histórica do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, aos Estados Unidos.

"Podemos dizer com pesar que até agora nem o presidente (Joe) Biden nem o presidente Zelensky disseram, sequer, algumas palavras que poderiam ser entendidas de potencial prontidão para ouvirem as preocupações da Rússia", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, acrescentando que Washington está a fazer uma "guerra indireta" contra a Rússia.

"Nenhuma palavra foi ouvida alertando Zelensky contra o bombardeio contínuo de prédios residenciais em cidades e vilas em Donbass e não houve apelos reais pela paz. Isso sugere que os Estados Unidos continuam a sua linha de combate, numa guerra indireta com a Rússia até ao último ucraniano", acrescentou.







Fonte: 24.sapo.pt                                Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/kremlin-diz-que-biden-e-zelensky-recusam-se-a-ouvir-preocupacoes-da-russia
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