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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78748 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1425 em: 22/12/2022, 11:05 »
 
Diretor-geral da AIEA desloca-se hoje a Moscovo para discutir zona de segurança em redor da central nuclear de Zaporizhia
Por Francisco Laranjeira   em 07:45, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, viaja esta quinta-feira para Moscovo para diversas reuniões que visam determinar uma zona de segurança ao redor da central nuclear de Zaporizhia, localizada ao sul da Ucrânia e atualmente sob controlo pelas tropas russas.

“As consultas com Rafael Grossi vão acontecer em Moscovo serão dedicadas à iniciativa do diretor-geral sobre a criação de uma zona de segurança nuclear e física ao redor da central”, explicou o embaixador russo em organizações internacionais em Viena, Mikhail Ulyanov.

Segundo o diplomata russo, é um processo que não avança rapidamente mas as reuniões vão permitir “esclarecer alguns pontos”.

O diretor-geral da AIEA vai reunir-se com representantes do Ministério dos Negócios Estrangeiros, com elementos da agência nuclear Rosatom, do Ministério da Defesa, da Guarda Nacional e do Serviço Federal de Supervisão Técnica.

Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, desmentiu no entanto que o presidente russo, Vladimir Putin, tenho um encontro marcado com Grossi durante a sua estadia na capital russa.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/diretor-geral-da-aiea-desloca-se-hoje-a-moscovo-para-discutir-zona-de-seguranca-em-redor-da-central-nuclear-de-zaporizhia/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1426 em: 22/12/2022, 22:53 »
 
Ucrânia: Macron “adia” entrada de Kiev na NATO para não irritar Rússia

Por MultiNews Com Lusa em 11:09, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Presidente francês, Emmanuel Macron, acredita que a entrada da Ucrânia na NATO seria vista pela Rússia como um confronto direto, pelo que defende que este não será o “cenário mais provável” no futuro próximo.

“A entrada da Ucrânia na NATO [Organização do Tratado do Atlântico Norte] seria percebida pela Rússia como um confronto. Não é com essa Rússia que queremos” lidar, afirmou, em entrevista a vários jornais, entre os quais o francês ‘Le Monde’, o norte-americano ‘The Wall Street Journal’ e o libanês ‘An Nahar’.

Para Emmanuel Macron, é necessário dar, no final do conflito, “garantias de segurança” tanto à Ucrânia como à Rússia, posição que reiterou na entrevista, apesar de já ter recebido muitas críticas de Kiev e da Europa de leste.

“No final, teremos de colocar todos na mesma mesa”, considerou, acrescentando que não quer que sejam “apenas os chineses e os turcos a negociar no dia seguinte” ao fim das hostilidades.

O Presidente francês voltou também a defender a autonomia estratégica da Europa, dentro da NATO, mas com menor dependência dos Estados Unidos.

“Não há arquitetura de segurança europeia sem autonomia estratégica, na NATO e com a NATO, mas não dependente da NATO”, sublinhou.

“Uma aliança não é algo de que eu dependa, é algo que eu escolho (…) Devemos repensar a nossa autonomia estratégica”, disse.

Depois da guerra, deve haver um acordo “que construa uma nova ordem de estabilidade e segurança naquela região da Europa”, mas, segundo Macron, a Aliança Atlântica não deve ser a única ferramenta para alcançar este resultado.

“Não podemos pensar na segurança desta região apenas através da NATO”, disse, criticando o envio de ‘drones’ (aeronaves não tripuladas) pelo Irão para a Rússia.

“Está a ser criada uma espécie de multilateralismo do terrorismo”, denunciou.

Macron defendeu ainda que a Ucrânia deve concentrar o seu esforço militar na recuperação do território ocupado pela Rússia desde 24 de fevereiro, deixando implícito que a devolução da Crimeia pode ser adiada.

Embora a recuperação da península da Crimeia, ocupada e anexada pelos russos em 2014, seja algo quase sagrado para o Governo de Kiev, Macron considerou que a prioridade deve ser defender “a Ucrânia atual”.

O líder francês insistiu ainda que a guerra deverá terminar na mesa de negociações e não no campo de batalha.

“Sempre defendi não achar que este conflito possa ser encerrado apenas por meios militares”, lembrou, mostrando-se, no entanto, muito cético quanto à disponibilidade de Moscovo para se sentar e negociar.

“O que os russos têm pedido desde o início é a rendição, não a paz”, referiu.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-macron-adia-entrada-de-kiev-na-nato-para-nao-irritar-russia/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1427 em: 22/12/2022, 22:55 »
 
Cimeira UE-Ucrânia: União Europeia convida Zelensky a visitar Bruxelas dia 3 de fevereiro

Por Beatriz Maio em 11:13, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A União Europeia (UE) convidou o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky a visitar Bruxelas a 3 de fevereiro de 2023, dia em que se realiza a cimeira UE-Ucrânia em local ainda não divulgado.

Este será um evento diferente que não contará com a presença dos 27 Estados-membros, mas com os presidentes do Conselho Europeu e da Comissão Europeia, Charles Michel e Ursula von der Leyen, segundo revelou o porta-voz da UE Barend Leyts esta quinta-feira, citado pela revista americana ‘US News’.

“Posso confirmar que a cúpula UE-Ucrânia será realizada a 3 de fevereiro e há um convite aberto ao presidente Zelensky para visitar Bruxelas”, divulgou, esclarecendo que embora o convite seja para que o líder ucraniano se desloque à capital belga não significa que o evento decorra nessa cidade.

A cúpula irá debruçar-se provavelmente em como a UE pode continuar a apoiar a Ucrânia, invadida pela Rússia há já 10 meses, e o percurso do país para se tornar membro.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia causou já a fuga de mais de 14 milhões de ucranianos, 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de auxílio humanitário e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento. A invasão russa, justificada por Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição de sanções políticas e económicas ao país invasor.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/cimeira-ue-ucrania-uniao-europeia-convida-zelensky-a-visitar-bruxelas-dia-3-de-fevereiro/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1428 em: 22/12/2022, 22:58 »
 
Jornada Mundial da Juventude doa 30 mil euros para a Ucrânia

Alexandra Antunes - Texto
MadreMedia
22 dez 2022 11:56



AFP PHOTO/PHILIPPE DESMAZES


"A Fundação JMJ Lisboa 2023, em conjunto com os Comités Organizadores Diocesanos (COD), fez uma doação de 30 mil euros para apoiar o povo ucraniano neste contexto de guerra que o país enfrenta, como resposta ao apelo do Papa Francisco deixado em recente Audiência Geral", informou hoje a organização.

A 14 de dezembro, o pontífice pediu uma "diminuição dos gastos" no Natal, com o objetivo de economizar e enviar doações aos ucranianos "que estão a sofrer tanto" desde o início da invasão russa em fevereiro.

D. Américo Aguiar, presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, refere que o objetivo desta doação é "materializar o eco que a emoção do Papa Francisco nos provocou na Praça de Espanha, no dia da Imaculada Conceição, ao rezar pela paz na Ucrânia, pelo grande povo ucraniano que vive a guerra, que vive o Inverno, que vive o frio".

"Tudo isto, comparado com as nossas pequenas dificuldades e problemas, só pode ter uma consequência, que é materializarmos o pouquinho que podemos para ir ao socorro imediato desses irmãos e irmãs que tanto precisam", frisou ainda.

Para o bispo auxiliar de Lisboa, "não nos podemos fazer tão presentes de forma tão imediata e eficaz como com a partilha deste pouquinho que conseguimos coordenar, entre o COL e os Comités Diocesanos, para nos fazermos presentes, para verdadeiramente poder acontecer Natal imediatamente junto dos irmãos da Ucrânia".

Lisboa foi a cidade escolhida pelo Papa Francisco para a próxima edição da Jornada Mundial da Juventude, que vai decorrer entre os dias 1 e 6 de agosto de 2023, com as principais cerimónias a terem lugar no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures. A iniciativa, que será encerrada pelo Papa, esteve inicialmente prevista para este ano, mas foi adiada devido à pandemia.

A JMJ foi instituída por João Paulo II, em 1985, e desde então tem-se evidenciado como um momento de encontro e partilha para milhões de pessoas por todo o mundo.

A primeira edição aconteceu em 1986, em Roma, e desde então a JMJ já passou por Buenos Aires (Argentina, 1987), Santiago de Compostela (Espanha, 1989), Czestochowa (Polónia, 1991), Denver (Estados Unidos, 1993), Manila (Filipinas, 1995), Paris (França, 1997), Roma (Itália, 2000), Toronto (Canadá, 2002), Colónia (Alemanha, 2005), Sidney (Austrália, 2008), Madrid (Espanha, 2011), Rio de Janeiro (Brasil, 2013), Cracóvia (Polónia, 2016) e Cidade do Panamá (Panamá2019).








Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/jornada-mundial-da-juventude-doa-30-mil-euros-para-a-ucrania
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1429 em: 22/12/2022, 23:00 »
 
Ucrânia: Mãe deixa apelo a António Costa uma solução para que o filho que fugiu da Rússia possa viver em Portugal

Por Revista De Imprensa em 12:16, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A mãe de um desertor russo apelou ao Governo português, em particular ao primeiro-ministro António Costa, por uma solução. “Imploro! Ajudem-me! Não desejo a ninguém nem ao meu pior inimigo o que me está a acontecer. Não tenho medo por mim, tenho medo pelo meu filho. Só quero que venha viver comigo para Portugal, não quero mais nada”, frisou, em lágrimas, Anna, em Tiblissi, na capital da Geórgia, onde se reencontrou, durante três dias, com o filho, relatou esta quinta-feira a revista ‘Sábado’.

Há três anos que mãe e filho não se viam – Anna veio para Portugal e Denis ficou na Rússia a cumprir o serviço militar obrigatório. O plano passava por, após a tropa, Denis viesse viver com a mãe, que entretanto se tinha casado com um cidadão português, mas a pandemia da Covid-19 e o início da invasão russa à Ucrânia, adiaram o sonho.

A mobilização parcial decretada a 21 de setembro por Vladimir Putin, que envolveu 300 mil cidadãos russos, fez Denis fugir para a Geórgia apenas com a roupa que levava no corpo. Sem emprego e sozinho, sobrevive com 600 euros que a mãe, empregada doméstica, envia todos os meses. “Senti que não tinha outra saída. Sou atirador de primeira categoria e por isso percebi logo que não era seguro ficar na Rússia, seria dos primeiros a ser convocado. Não quero matar e não quero morrer, por isso decidi vir para a Geórgia”, explicou o jovem, de 22 anos.

“Eu próprio sou metade russo, metade ucraniano, não quero lutar contra o meu povo e os meus familiares. Não quero matar as minhas irmãs e irmãos”, relatou Denis, que atravessou clandestinamente a fronteira a 28 de setembro. “Claro que tive medo mas tinha de arriscar, apesar de ninguém acreditar que conseguia passar a fronteira.” O jovem partilha um apartamento em Tiblissi com mais desertores – todos sabem que não podem voltar à Rússia, pelo menos enquanto Vladimir Putin se mantiver no poder e os considerar traidores da pátria.

A situação não é fácil para Denis, que dificilmente poderá usar o estatuto de refugiado, uma vez que não fugiu da Ucrânia. Também não pode utilizar o pedido de reagrupamento familiar uma vez que, apesar de dependente financeiramente, é maior de idade e não está a estudar. Só conseguirá entrar em Portugal com um visto. “Só um milagre nos pode ajudar, nada depende de nós. Quero acreditar que o Governo português arranjará uma solução”, finalizou Anna.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-mae-deixa-apelo-a-antonio-costa-uma-solucao-para-que-o-filho-que-fugiu-da-russia-possa-viver-em-portugal/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1430 em: 22/12/2022, 23:01 »
 
Ucrânia: Ex-vice-primeiro-ministro russo e aliado de Putin hospitalizado após ataque em Donetsk

Por Beatriz Maio em 12:20, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O ex-vice-primeiro-ministro da Rússia e ex-diretor da agência espacial russa Roscosmos Dmitry Rogozin foi atingido nas costas por estilhaços, na sequência de um ataque em Donetsk, e teve de ser hospitalizado, revelou esta quinta-feira nas redes sociais.

Os ferimentos do líder de um grupo de assessores militares que colaboram como exército ucraniano levaram a que tivesse de ser submetido a uma cirurgia após o hotel onde estava hospedado ter sido atingido na quarta-feira à noite.

No Telegram, Rogozin divulgou que estava numa reunião de trabalho acompanhado por “um círculo estreito, num ambiente tranquilo” após o regresso de uma ação de voluntariado quando foi alvo de bombardeamentos que resultaram em duas vítimas mortais e cinco feridos.

“Viemos a este hotel nos últimos meses e, durante oito anos, nunca foi bombardeado. Alguém deu informações e, por volta das 19h45, houve ataques de alta precisão”, escreveu na sua publicação onde divulgou que tem “uma ferida” devido a “um fragmento de metal do tamanho 3×4 mm inserido em cima da omoplata direita”.

As autoridades ucranianas ainda não confirmaram o bombardeamento do hotel por parte do exército russo, mas são relatados combates nas proximidades de Donetsk há já várias semanas. De recordar que a Rússia reivindicou a anexação desta região ucraniana e de outras três que não controla totalmente, em setembro.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia causou já a fuga de mais de 14 milhões de ucranianos, 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de auxílio humanitário e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento. A invasão russa, justificada por Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição de sanções políticas e económicas ao país invasor.








Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-ex-vice-primeiro-ministro-russo-e-aliado-de-putin-hospitalizado-apos-ataque-em-donetsk/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1431 em: 22/12/2022, 23:04 »
 
Discursos de Putin e Shoigu em Moscovo indicam que Rússia não está interessada em desistir da guerra, diz Instituto para o Estudo da Guerra

Por Beatriz Maio em 13:07, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Não existem indícios de que a Rússia esteja interessada em desistir da guerra, segundo uma análise dos “discursos significativos” do presidente Vladimir Putin e do ministro da Defesa Shoigu, no encontro de quarta-feira no Ministério da Defesa Russo, em Moscovo, feita pelo Instituto norte-americano para o Estudo da Guerra (ISW)

Ambos abordaram a estratégia militar russa, mencionando questões financeiras que podem significar uma mudança em como a Rússia está a encarar o conflito e vai proceder daqui em diante, segundo o ISW.

“As derrotas russas na Ucrânia podem persuadir Putin a mudar a alocação estratégica de recursos para o exército russo. Putin pode decidir apropriar-se dos fundos estatais russos de forma a que o Kremlin possa colocar em campo um grande exército convencional às custas do crescimento económico e do conforto do consumidor, como foi feito pelos soviéticos”, pode ler-se no documento publicado pelo instituto.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O líder da Rússia assegurou que o país invasor “vai fazer de tudo para garantir a segurança de todos os territórios russos, incluindo os que foram anexados ilegalmente”, o que pode significar que “Putin pode já ter decidido reconstituir uma significativa ameaça militar russa convencional contra a Europa”, informa o ISW ao reiterar que tanto o presidente russo como Sergey Shoigu não reconhecem a soberania ucraniana e mantêm-se focados em vencer a Ucrânia nesta ofensiva militar que teve início a 24 de fevereiro.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia causou já a fuga de mais de 14 milhões de ucranianos, 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de auxílio humanitário e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento. A invasão russa, justificada por Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição de sanções políticas e económicas ao país invasor.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-russia-nao-esta-interessada-em-desistir-da-guerra-indicam-especialistas/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1432 em: 22/12/2022, 23:06 »
 
Ucrânia: Kiev acredita que mais aliados seguirão exemplo dos EUA na entrega de Patriot

Por MultiNews Com Lusa em 13:12, 22 Dez 2022


Dmytro Kuleba. Foto: Carolyn Kaster

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, disse hoje acreditar que a decisão dos Estados Unidos de fornecer à Ucrânia defesas antiaéreas Patriot será seguida de medidas semelhantes por outros aliados.

“A Ucrânia receberá em breve a primeira bateria destes sistemas de última geração, o que constitui um nível completamente novo de proteção dos céus. E ainda mais importante é que esta decisão do Presidente Biden abre a porta a outros Patriots”, disse Kuleba numa mensagem do Facebook, segundo a Ukrinform.

O chefe da diplomacia ucraniana observou que o caminho para esta decisão começou mesmo antes da guerra em grande escala, e recordou que o primeiro a pedir publicamente aos EUA para fornecer este sistema de defesa foi o chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andriy Yermak, em abril de 2021.

“Lembro-me do ceticismo em relação a este apelo naquela altura, mas acreditámos e trabalhámos a todos os níveis. Lembro-me de que em novembro/dezembro de 2021 levantei esta questão nas negociações”, disse Kuleba.

Acrescentou que nos primeiros dias da guerra, o próprio Kuleba, o presidente ucraniano Volodymir Zelensky, Andriy Yermak e o ministro da Defesa ucraniano Oleksii Reznikov tentaram convencer novamente os seus parceiros norte-americanos da necessidade de sistemas Patriot.

“Já no final de novembro, intensificámos novamente esta conversa. Em particular, quando estive na reunião ministerial da NATO, disse francamente que tinha vindo para os transformadores e Patriot”, disse Kuleba.

O envio dos Patriot, anunciado quarta-feira pouco antes da chegada de Zelensky a Washington, “é um passo muito importante na criação de um espaço aéreo seguro para a Ucrânia” disse o Presidente ucraniano, no final de uma conferência de imprensa ao lado do homólogo norte-americano, após uma reunião bilateral na Casa Branca.

Zelensky frisou que este sistema de mísseis, que os EUA vão fornecer pela primeira vez desde o início da invasão russa da Ucrânia, que dura há mais de 300 dias, ajudará a conter os “ataques às infraestruturas”.

De acordo com Kuleba, o “acordo final” foi alcançado em dezembro durante uma conversa telefónica entre os líderes ucranianos e americanos.

“Patriots na Ucrânia significa salvar vidas civis e infraestruturas. É mais uma derrota estratégica para a Rússia, que perderá força para a intimidação e o terror. Aproxima-se o dia da nossa vitória. Tanto mais que muitas outras questões importantes para além de Patriots foram discutidas nas conversações”, sublinhou Kuleba.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-kiev-acredita-que-mais-aliados-seguirao-exemplo-dos-eua-na-entrega-de-patriot/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1433 em: 22/12/2022, 23:08 »
 
Ministro da Defesa russo visita tropas na linha da frente

MadreMedia / Lusa
22 dez 2022 13:27



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O ministro da Defesa da Rússia, Serguei Shoigu, visitou a linha da frente na Ucrânia para inspecionar as posições das forças russas, anunciou hoje o seu gabinete.

Trata-se da segunda visita deste tipo em menos de uma semana, de acordo com a agência francesa AFP.

Shoigu verificou hoje “as condições de destacamento de pessoal e equipamento militar”, disse o Ministério da Defesa na rede social Telegram, que incluiu um vídeo na mensagem.

O ministro também “inspecionou as áreas de posicionamento das unidades militares, as condições de alojamento e de aquecimento do pessoal”.

O ministério, segundo a agência russa TASS, disse que Shoigu ouviu os comandantes das unidades e “prestou especial atenção à organização no domínio do apoio global às tropas envolvidas na operação especial”.

A Rússia designa a invasão da Ucrânia, que lançou em 24 de fevereiro deste ano, como uma “operação militar especial”.

Shoigu “agradeceu ao pessoal pela execução exemplar de tarefas durante a operação militar especial”, lê-se na mensagem citada pela TASS.

“Tendo perguntado sobre o estado de espírito dos combatentes, recebeu uma resposta clara: ‘Combate!'”, acrescentou o ministério.

No vídeo, Shoigu é visto a verificar o estado das trincheiras e um dos abrigos subterrâneos, incluindo a despensa, o ‘stock’ de medicamentos e os beliches de madeira.

O ministro também entrou num carro militar e conduziu ao longo de uma estrada lamacenta, cuja localização exata não foi revelada por razões de segurança, segundo a agência espanhola EFE.

Em 18 de outubro, foi noticiado que Shoigu tinha sobrevoado a linha da frente, mas a imprensa russa esclareceu posteriormente que se tratava de área da Crimeia a 80 quilómetros da zona de combates.

O anúncio de hoje da visita de Shoigu segue-se à deslocação do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a Washington, na quarta-feira, durante a qual o seu homólogo norte-americano, Joe Biden, lhe prometeu fornecer os sistemas de defesa aérea Patriot.

Também na quarta-feira, durante uma reunião do Presidente russo, Vladimir Putin, com as chefias militares, Shoigu anunciou que o exército russo vai instalar bases navais em Mariupol e Berdiansk, duas cidades que ocupa no sul da Ucrânia.

Shoigu propôs também aumentar a dimensão das forças armadas para 1,5 milhões de efetivos e elevar o limite de idade para o serviço militar.








Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ministro-da-defesa-russo-visita-tropas-na-linha-da-frente
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1434 em: 22/12/2022, 23:09 »
 
Ucrânia: Tropas russas concentradas em capturar Donetsk, garante comandante

Por MultiNews Com Lusa em 15:44, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os esforços do exército russo na Ucrânia estão atualmente concentrados na captura de toda a região de Donetsk, no leste do país, anunciou hoje o comandante das Forças Armadas da Rússia, general Valery Guerasimov.

“A situação na linha da frente estabilizou, os principais esforços das nossas tropas estão concentrados em completar a libertação do território da República Popular de Donetsk” pelos separatistas pró-russos, disse Guerassimov, citado pela agência francesa AFP.

Guerassimov disse que a linha da frente com as forças ucranianas tem atualmente 815 quilómetros de extensão.

Referiu também que as suas forças atingiram mais de 1.300 “alvos críticos” na Ucrânia, o que “reduziu significativamente o potencial de combate das forças armadas ucranianas”.

Guerassimov saudou a utilização “pela primeira vez em condições de combate” de armas hipersónicas russas, como os mísseis Kinzhal.

“Grupos de tropas das Forças Armadas russas intensificaram as hostilidades, infligindo danos irreparáveis ao inimigo em efetivos e equipamento. Assumiram o controlo de cinco vezes mais território da Ucrânia do que as repúblicas populares de Lugansk e Donetsk anteriormente ocupadas”, afirmou ainda, citado pela agência oficial russa TASS.

Desde uma série de recuos militares russos no nordeste e sul da Ucrânia entre setembro e princípios de novembro, a maior parte dos combates está atualmente concentrada no leste, particularmente na cidade de Bakhmut (Donetsk), que as tropas de Moscovo têm tentado capturar desde o verão.

Confrontada com os seus reveses, a Rússia optou, desde outubro, por uma tática de bombardeamento das infraestruturas energéticas ucranianas, causando regularmente cortes de energia e de água em várias zonas do país.

Depois de ter recebido armamento dos seus aliados ocidentais, a Ucrânia lançou uma contraofensiva que lhe permitiu recuperar parte do território que estava sob controlo russo.

Em 30 de setembro, a Rússia anunciou a anexação de Donetsk e Lugansk, as duas regiões que constituem o Donbass.

Separatistas pró-russos de Donetsk e Lugansk, apoiados por Moscovo, estão em guerra com Kiev desde 2014.

Dias antes da invasão da Ucrânia, a Rússia reconheceu a independência dos separatistas do Donbass e usou um pedido de auxílio das duas autoproclamadas repúblicas populares como uma das justificações para lançar a operação militar, em 24 de fevereiro deste ano.

Além de Donetsk e Lugansk, Moscovo anunciou também a anexação das regiões de Kherson e de Zaporijia, onde se situa a maior central nuclear da Europa.

O anúncio das anexações, não reconhecidas por Kiev nem pela generalidade da comunidade internacional, foi feito apesar de as tropas russas controlarem apenas parte de cada uma das quatro regiões.

A Rússia já tinha anexado a península ucraniana da Crimeia em 2014.

As informações sobre o curso da guerra divulgadas pelas duas partes não podem ser verificadas de imediato de forma independente.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-tropas-russas-concentradas-em-capturar-donetsk-garante-comandante/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1435 em: 22/12/2022, 23:11 »
 
Ucrânia: Forças ucranianas encontram nova vala comum em Kherson

Por MultiNews Com Lusa em 15:48, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As forças armadas ucranianas informaram hoje ter encontrado mais uma vala comum com restos humanos num cemitério de Pravdino, na região de Kherson, depois de terem retomado o controlo da região às tropas russas.

Os corpos descobertos mostraram sinais de tortura e ferimentos de bala após serem exumados e enviados para exame forense, avançou o vice-ministro ucraniano do Interior, Yevhen Yenin, citado pela agência de notícias Ukrinform.

“Foram encontradas mais 36 sepulturas num cemitério de Kherson. Há uma vala comum com restos mortais de soldados. No total, durante a ocupação, as morgues receberam cerca de 700 cadáveres, dos quais uma centena apresentava ferimentos de guerra”, explicou.

O vice-ministro lamentou que continuem por identificar dezenas de corpos, embora tenha garantido que as autoridades estão a recolher amostras de ADN e a fazer análises para identificar as vítimas.

As forças ucranianas já tinham encontrado valas comuns nas regiões de Izium e de Kharkiv depois da passagem do exército russo.

Em Izium, pelo menos 40 dos corpos apresentavam sinais de tortura.

A cidade de Kherson foi reconquistada pelas forças de Kiev em novembro, mas tem sido regularmente atingida por bombardeamentos russos.

As forças russas ocuparam a cidade de Kherson e toda a região circundante pouco após o início da invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro. Quando ali chegaram, a cidade contava com 300.000 habitantes, número que tinha diminuído para 80.000 quando foi reconquistada.

Antes da retirada do exército russo, acompanhada por alguns milhares de civis, foram destruídas as infraestruturas básicas da cidade, segundo as autoridades locais.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-forcas-ucranianas-encontram-nova-vala-comum-em-kherson/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1436 em: 22/12/2022, 23:13 »
 
Reforço das forças russas na Ucrânia? EUA dizem que Coreia do Norte enviou carregamento de armas ao Grupo Wagner

Por Beatriz Maio em 16:02, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os Estados Unidos da América (EUA) divulgaram, esta quinta-feira, que a Coreia do Norte enviou um carregamento de armas aos mercenários do Grupo Wagner para reforçar as forças russas na Ucrânia.

“Podemos confirmar que a Coreia do Norte completou uma entrega inicial de armas ao Wagner, que pagou pelo equipamento”, anunciou um alto funcionário do governo dos EUA, citado pela Reuters, recordando que “no mês passado a Coreia do Norte entregou mísseis à Rússia”.

A quantidade de material fornecido não vai mudar o decurso da guerra na Ucrânia, mencionou o funcionário ao revelar que os EUA estão “preocupados que a Coreia do Norte possa estar a planear o envio de mais equipamento militar”.

O presidente russo Vladimir Putin tem recorrido cada vez mais ao grupo Wagner, propriedade do seu aliado Yevgeny Prigozhin, para obter ajuda na invasão da Ucrânia, de acordo com a administração de Biden que vê esta medida como uma violação das resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e pretende debater com a organização intergovernamental o assunto.

O funcionário acrescentou ainda que o empresário russo Prigozhin está a gastar mais de 100 milhões de dólares por mês para financiar as operações do Wagner na Ucrânia que, embora tenha dificuldade em recrutar, terá cerca de 50 mil operacionais só em território ucraniano, incluindo 10 mil empreiteiros e 40 mil prisioneiros russos.

Este grupo, composto por veteranos das forças armadas russas que lutaram na Líbia, Síria, República Centro Africana, Mali e outros países, desempenhou um papel importante nos combates na cidade ucraniana de Bakhmut, onde cerca de mil soldados terão morrido, a maioria dos quais condenados, disse o oficial.

Dentro da Rússia, a influência de Prigozhin está a expandir-se e a “independência do seu grupo tem aumentado desde que começou a guerra na Ucrânia”, confessou o funcionário reiterando que “há meses que os militares russos confiam no Wagner para liderar operações de combate”.

Os mísseis balísticos enviados bem como as armas de menor alcance têm capacidade para atingir qualquer parte do mundo, de acordo com os peritos em armamento.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia causou já a fuga de mais de 14 milhões de ucranianos, 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/reforco-das-forcas-russas-na-ucrania-eua-dizem-que-coreia-do-norte-enviou-carregamento-de-armas-ao-grupo-wagner/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1437 em: 22/12/2022, 23:15 »
 
Zelensky reúne-se com Presidente polaco para analisar "estratégias para o futuro"

MadreMedia / Lusa
22 dez 2022 16:56



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje em Kiev ter-se reunido com o homólogo polaco, Andrzej Duda, no aeroporto de Rzeszow-Jasionka, no sudeste da Polónia, com quem analisou "os planos estratégicos para o futuro".

“No caminho de regresso [dos Estados Unidos] encontrei-me com um amigo da Ucrânia, o Presidente polaco, Andrzej Duda”, indicou Zelensky nas redes sociais, acompanhando a declaração com um vídeo e com fotografias a mostrar os dois estadistas abraçados.

Zelensky disse ter analisado com Duda a evolução da guerra na Ucrânia, na sequência da invasão russa, iniciada a 24 de fevereiro, e “os planos estratégicos para o futuro, relações bilaterais e interações a nível internacional em 2023”.

Numa declaração, a Presidência ucraniana especificou que o encontro decorreu em Rzeszow, no sudeste da Polónia, cidade de trânsito de grande parte da ajuda destinada à Ucrânia e cujo aeroporto é protegido por um grande contingente militar norte-americano.

A reunião correu no dia seguinte à visita de Zelensky aos Estados Unidos — a primeira viagem ao exterior desde o início da invasão russa — onde se encontrou com o homólogo norte-americano, Joe Biden, e discursou no Congresso.

“Os presidentes [Zelensky e Duda] discutiram uma ampla gama de tópicos, com ênfase no fortalecimento das capacidades de defesa do Estado ucraniano e questões humanitárias”, disse a presidência ucraniana num comunicado hoje divulgado.

Segundo o documento, Zelensky agradeceu a Duda o “apoio firme” prestado à Ucrânia pela Polónia e pelos polacos, que acolhem um número elevado de refugiados ucranianos.

Entretanto, em Varsóvia, o Governo polaco elogiou hoje a decisão dos Estados Unidos de fornecer à Ucrânia sistemas de defesa antiaérea Patriot e recordou que a Polónia já se tinha disponibilizado para o fazer, o que foi recusado pela Alemanha.

“[Os Patriot] são um sistema eficaz para os ataques terroristas russos contra infraestruturas críticas ucranianas”, disse o ministro da Defesa polaco, Mariusz Blaszczak, após confirmar que a administração Biden garantiu um novo pacote de ajuda militar que inclui esses sistemas.

“Quando consideramos a transferência dos Patriot para a Ucrânia, pensamos essencialmente na segurança da Polónia, da Ucrânia e de todo o flanco oriental da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte]”, acrescentou o ministro.

O governo polaco tinha proposto a transferência destes sistemas para o território ucraniano, pouco depois de Berlim ter prometido entregá-los a Varsóvia para melhorar a defesa deste país, membro da União Europeia (UE) e da Aliança Atlântica.

Dada à oposição de Berlim ao envio dos Patriot para a Ucrânia, a ministra da Defesa alemã, Christine Lambrecht, e o homólogo polaco concordaram que o sistema de mísseis permaneceria em território na Polónia, face às necessidades defensivas do flanco leste da Aliança Atlântica.

Os Estados Unidos anunciaram quarta-feira que fornecerão ajuda militar à Ucrânia no valor de 1,85 mil milhões de dólares (1,75 mil milhões de euros), incluindo uma bateria de mísseis Patriot.

O anúncio da Casa Branca surgiu poucas horas antes da chegada de Zelensky, sendo que o pacote de ajuda inclui mil milhões de dólares em armas e equipamentos dos ‘stocks’ do Pentágono, incluindo a primeira transferência do sistema Patriot, e 850 milhões de dólares em financiamento através da Iniciativa de Assistência à Segurança da Ucrânia (USAI, na sigla em inglês).

Parte da USAI será usada para financiar um sistema de comunicações por satélite, que provavelmente incluirá o Starlink, o crucial sistema de rede de satélites da SpaceX, de propriedade de Elon Musk.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/zelensky-reune-se-com-presidente-polaco-para-analisar-estrategias-para-o-futuro
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1438 em: 22/12/2022, 23:16 »
 
Mais de 50 mil pessoas regressaram à cidade de Mykolaiv

22 de dezembro 2022 às 17:16


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

"Isto significa que a vida está a regressar a Mykolaiv. É evidente que a frente [de guerra] se moveu, por isso, as pessoas estão a regressar a casa mesmo no inverno", disse Kyrylo Tymoshenko, chefe de gabinete adjunto da presidência ucraniana.

Nas últimas semanas, mais de 50.000 residentes regressaram à cidade de Mykolaiv, no sul da Ucrânia.

"Isto significa que a vida está a regressar a Mykolaiv. É evidente que a frente [de guerra] se moveu, por isso, as pessoas estão a regressar a casa mesmo no inverno", disse Kyrylo Tymoshenko, chefe de gabinete adjunto da presidência, durante uma visita à região, acrescentando que a ajuda humanitária "é primeiro prestada a cada comunidade desocupada, o que leva de um a dois meses".

A operação envolve as administrações militares regionais, o governo central, que aprova os fundos, e voluntários e organizações internacionais que distribuem "alimentos, roupa e materiais de construção", precisou, segundo a agência espanhola EFE.

O responsável frisou ainda a importância do pagamento antecipado das pensões e do reinício da atividade de bancos, assim como farmácias e lojas.

"É também psicologicamente importante que as pessoas possam comprar o que precisam. Por conseguinte, pedimos que lojas, padarias, etc. sejam abertas o mais rapidamente possível", disse.







Fonte: sol.sapo.pt                           Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788397/mais-de-50-mil-pessoas-regressaram-a-cidade-de-mykolaiv
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1439 em: 22/12/2022, 23:18 »
 
Ucrânia: Portugal alarga critérios para concessão de proteção temporária

Por MultiNews Com Lusa em 18:03, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Governo português decidiu hoje alargar os critérios para a atribuição de proteção temporária de forma a incluir mais pessoas que cheguem da Ucrânia a Portugal, na sequência da guerra, mas não tenham cidadania ucraniana.

Em comunicado, o Conselho de Ministros refere que “foi aprovada a resolução que revê os critérios específicos da concessão de proteção temporária a pessoas deslocadas da Ucrânia, ajustando-os às atuais características do conflito armado, particularidades dos fluxos migratórios e necessidades das pessoas que carecem de apoio”.

Com as alterações, mais pessoas poderão beneficiar do estatuto de proteção temporária nesse contexto, mesmo que não tenham cidadania ucraniana, esclareceu o gabinete da ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, em resposta escrita à Lusa.

Em concreto, passam a estar abrangidos cônjuges de cidadãos ucranianos ou unidos de facto, há pelo menos dois anos, bem como os seus filhos, e outros familiares próximos que vivam no mesmo agregado familiar e “dependam totalmente, ou em grande parte, de pessoa cidadã ucraniana”.

A revisão dos critérios inclui também pessoas de outras nacionalidades que estejam a residir na Ucrânia e não possam “regressar de forma duradoura e segura” ao seu país de origem.

Portugal atribuiu, até quarta-feira, 56.272 proteções temporárias a pessoas que fugiram da guerra na Ucrânia, segundo o balanço atualizado pelo Conselho de Ministros.

O executivo acrescenta ainda que já foram pagos quase 22 milhões de euros “a título de prestações sociais para que quem chega possa ter meios para subsistir condignamente”.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-portugal-alarga-criterios-para-concessao-de-protecao-temporaria/

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