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Autor Tópico: Tudo em relação a "Vida Independente"  (Lida 9392 vezes)

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Terceira noite de vigília.

« Última modificação: 05/05/2018, 10:44 por migel »
 

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Ausentes em vigília por vida independente representados por sapatos


Dezenas de pares de sapatos estão hoje expostos na baixa de Lisboa em representação de cidadãos com deficiência, que assim alertam para a necessidade de investimento num novo modelo de apoio que lhes permita uma vida independente.

"Não podemos estar presentes porque temos uma deficiência e estamos presos em casa e em lares", lê-se num cartaz que acompanha o protesto silencioso.

A população é convidada a fotografar e a partilhar nas redes sociais.

A iniciativa, do Centro de Apoio à Vida Independente (CAVI), cativa a atenção de quem passa, especialmente turistas, mas também alguns portugueses que perguntam se os sapatos são para vender.

Os elementos do CAVI de Lisboa, que ali se encontram em vigília desde quarta-feira, explicam o significado da "exposição" e informam que no final da iniciativa os sapatos serão doados.

"Acho muito bem! O Governo devia era apoiar. Cada vez tiram mais coisas à gente", desabafa uma das transeuntes que se aproximara para indagar.

Carla Oliveira e Susana Pinto, ambas numa cadeira de rodas, eram o rosto do CAVI na tarde de hoje no largo de São Domingos.

À Lusa explicaram que o objetivo é conseguir replicar no país o projeto piloto iniciado em Lisboa e que já mudou a vida de algumas pessoas.

Uma das companheiras, Diana, deixou de viver no Barreiro com os pais e conseguiu instalar-se em Lisboa, ter uma carreira e uma vida social ativa. A mãe pôde voltar a trabalhar.

O que pretendem é ter capacidade para contratar uma pessoa (assistente) que funciona como extensão do próprio utente, escolhida por si e que ajude nas tarefas que cada um precisar.

"É o oposto do apoio domiciliário", explicou Susana Pinto, acrescentando: "Isto é possível e é por isso que estamos aqui a dormir numa tenda".

Carla Oliveira defendeu que é a alternativa digna à institucionalização, em que o Estado "paga 1.024 euros por utente" e se a pessoa auferir de uma pensão "ainda tem de entregar 90% à instituição". Ou seja, "fica sem nada".

Sérgio Lopes, membro dos órgãos sociais do CAVI, juntou-se às companheiras também numa cadeira de rodas, para sublinhar que o orçamento estabelecido não chega para as necessidades da população com deficiência.

Há milhares, "ou milhões de pessoas", a precisarem de uma resposta para não estarem dependentes de familiares ou amigos", referiu.

"Estamos aqui a lutar por uma vida independente, as notícias não têm sido muito boas sobre o financiamento", declarou Sérgio, enquanto informava uma das muitas curiosas que poderia recolher alguns sapatos no final da vigília.

Outros já estavam prometidos. Assim que começaram a montar o espaço para uma vigília de 70 horas, a população mais carenciada da zona apareceu no local para saber se podia levar algum artigo.

Em entrevista à agência Lusa, hoje divulgada, a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, assumiu que "sempre foi claro" que os CAVI seriam projetos piloto e que não chegariam a todas as pessoas.

 
Fonte: DN
 

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Que centro de apoio à vida independente será possível com 1,4 milhões de euros?

Desagradado com os moldes dos projectos-piloto que o Governo colocou a concurso, Centro de Vida Independente convocou marcha em Lisboa para este sábado.
Ana Cristina PereiraAna Cristina Pereira
5 de Maio de 2018, 7:30



É Dia Europeu da Vida Independente. Pelas 14h30 deste sábado, há marcha ao longo da Avenida da Liberdade, em Lisboa. Em causa está o Modelo de Apoio à Vida Independente que o Governo quer testar.

Desde quarta-feira, diversas pessoas foram passando pelo Largo de São Domingos. Outras mandaram sapatos para as representar. “Não podemos estar presentes porque temos uma deficiência e estamos presos em casa e em lares”, legendava um cartaz.

O deputado Jorge Falcato, eleito pelo Bloco de Esquerda, chegou por volta das 16h de sexta-feira ao largo situado no interior das antigas muralhas fernandinas. Ia passar a noite, em vigília, numa tenda montada pela Protecção Civil, com vários membros do Centro de Vida Independente.

O ponto de partida é a surpresa com as candidaturas aos projectos-piloto que se destinam a prestar assistência pessoal a pessoas com 16 ou mais anos e grau de incapacidade igual ou superior a 60% (no caso da deficiência intelectual, das perturbações do espectro do autismo e da doença mental não há limite de grau).

O primeiro motivo de protesto é o financiamento previsto: 1,4 milhões para cada Centro de Apoio à Vida Independente (CAVI) funcionar durante três anos. Cada um deles deverá apoiar entre 10 a 50 pessoas, 30% das quais em mais de 40 horas semanais, até um limite de 24 horas por dia. Nos casos fundamentados, pode disponibilizar assistência pessoal a mais de 50.

Os centros é que vão determinar quantas pessoas vão apoiar e a que nível. Como as necessidades são demasiadas, “haverá pressão para apoiarem o maior número de pessoas possível”, enfatiza Falcato. Se apoiarem 50, vão dispor de duas horas e meia por dia para cada uma. “De fora ficarão aqueles que mais precisam.”

A secretária de Estado para a Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, estranha o protesto. Afinal, estes são projectos-piloto para perceber a dimensão da necessidade da resposta, o perfil das pessoas que a ela recorre, quantas horas de apoio solicitam. "Sempre foi claro que nunca iríamos conseguir chegar a toda a população, nem perto disso. Iríamos chegar a algumas centenas de pessoas", declarou à Lusa.

O financiamento comunitário é de 34 milhões de euros. Calcula-se que um centro que apoie 50 pessoas, 30% das quais 24 horas por dia, custe dois milhões por ano, o que significa seis milhões no período experimental de três anos. Se todos fossem assim, a verba esgotar-se-ia em cinco projectos.
Financiamento não é a única queixa

Falcato sabe que é um projecto-piloto. “Fui eu quem propôs a realização de um projecto-piloto, mas tem de ser bem feito”, diz. Só que aquela é uma verba impossível para o que se prevê. Um centro com 40 pessoas, 30% das quais apoiadas 12 horas, esgotaria a verba com esses 30%. Ficariam 28 sem apoio, exemplifica.

O financiamento não é a única queixa de quem se junta estes dias no Largo de São Domingos. As candidaturas para os Centros de Apoio à Vida Independente podem ser constituídas por organizações na área da deficiência ou por grupos de pessoas com deficiência. Estes últimos asseguram não ter capacidade de pedir empréstimo nem verba para aguentar os primeiros meses. É que a verba adiantada no arranque do projecto é de 15%. Só ao fim de três meses será possível apresentar despesas. Haverá que aguardar um mês pelo reembolso. E 15% não chegará para esse período.

Há um terceiro motivo de protesto. Se as pessoas não estiverem satisfeitas com um assistente pessoal e o quiserem despedir, o pagamento de indemnização não é despesa elegível. E esse simples facto, sublinha o deputado, inviabilizada a possibilidade de escolher entre manter ou afastar alguém.

O Centro de Vida Independente de Lisboa convocou para a vígilia e para a marcha deste sábado “todas as pessoas". As "com deficiência/diversidade funcional auditiva, visual, física/motora, intelectual, de aprendizagem/desenvolvimento", as pessoas sem deficiência, todas as "interessadas em defender os Direitos Humanos".
O melhor do Público no email


Deverá juntar-se à marcha o mais célebre activista da vida independente, Eduardo Jorge, que já fez uma vigília em frente à Assembleia da República, uma greve de fome e uma viagem de 180 km em cadeira de rodas. “Perdi a minha liberdade há anos”, lembra, por email. “Fui aprisionado num lar de idosos compulsivamente. Sentença aplicada em Portugal a quem comete o meu crime, que foi ter adquirido uma deficiência."


Eduardo Jorge está desiludido: “A Vida Independente era a minha esperança, mas mais uma vez o Governo resolveu lançar este projecto como manobra de diversão, pois de Vida Independente nada tem. Eu por exemplo, pelo facto de me encontrar num lar, não poderei participar no projecto-piloto. Resta-nos sair à rua mais uma vez.”


Publico
 
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João desceu hoje em cadeira de rodas a Av. da Liberdade para lutar pelo seu direito à independência

5/5/2018, 20:45135

Aos 33 anos, João Rodrigues sente-se bem por estar a descer a Avenida da Liberdade porque foi pela sua liberdade, e pela de muitos outros.


NUNO FOX/LUSA


Aos 33 anos, João Rodrigues sente-se bem por estar a descer a Avenida da Liberdade porque foi pela sua liberdade, e pela de muitos outros, que hoje participou na marcha promovida em Lisboa pela organização Centro de Vida Independente.

João, com 95 por cento de incapacidade e em cadeira de rodas, foi uma das mais de 100 pessoas, a maioria também em cadeiras de rodas, que hoje desfilaram nesta avenida lisboeta para chamar a atenção para a vida independente e os direitos das pessoas com deficiência e das suas famílias.

“Estava aqui a pensar (…) no facto de estarmos a fazer isto na Avenida de Liberdade. Isto também é uma luta pela liberdade”, realçou o programador informático, que veio da Figueira da Foz acompanhado pelo pai e pelo irmão.

“É curioso estarmos em 2018 e ainda estarmos a lutar pelos direitos humanos, porque é isso que estamos a falar”, prosseguiu.

A marcha de hoje foi o culminar de uma vigília de três dias, iniciada na quarta-feira, que pretendeu reivindicar, entre outros aspetos, um reforço do orçamento para a constituição de Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI).

Em entrevista à agência Lusa, divulgada na sexta-feira, a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, assumiu que “sempre foi claro” que os CAVI seriam projetos piloto e que não chegariam a todas as pessoas.

Entre as outras reivindicações do protesto, segundo a organização autónoma Centro de Vida Independente, estão as acessibilidades, políticas de acesso a uma escola “realmente inclusiva”, políticas de promoção de empregabilidade, “que não existem”, apoios para as famílias, além de uma” política justa de atribuição de ajudas técnicas”.

João Rodrigues, tetraplégico, não conseguiu vir nos outros dias do protesto, “porque não tinha o apoio necessário” para fazer a viagem entre a Figueira da Foz e Lisboa, mas acompanhou sempre e envolveu-se “o mais possível” na iniciativa organizada pelo Centro de Vida Independente.

Hoje, dia em que é assinalado o Dia Europeu da Vida Independente e em que contou com a ajuda “sempre fundamental” da família, João não faltou e fez questão de frisar que é a sua “estreia” em protestos.

“Nunca pensei participar em marchas”, confessou, salientando estar hoje em Lisboa a lutar pelos seus direitos, mas também a representar os outros que (como ele nas outras ocasiões) não tiveram possibilidade de estar presentes.

É o caso de uma amiga, identificada como Cristina, cuja justificação pela ausência o figueirense traz num pequeno cartaz preso na t-shirt.

“A Cristina não pode estar aqui, mas lutamos pelos direitos dela!”, podia ler-se no cartaz.

Ao longo do percurso da marcha, a conversa com João é por vezes interrompida por várias frases de ordem como “Temos que lutar para não viver num lar”, “Assistência, trabalho e independência”, “Assistência pessoal em Portugal” ou “Não somos cidadãos de segunda”.

A acompanhar a marcha estão também duas grandes faixas que exibem as frases “Viver não é só respirar” e “Vida independente. Decidimos as nossas vidas”.

A conversa é retomada e João Rodrigues dá continuidade aos assuntos focados pelas frases de ordem, frisando a importância “fundamental” de ter uma assistência pessoal e técnica no seu quotidiano e em tarefas encaradas pela maioria das pessoas como banais, como comer, ir à casa de banho, andar em transportes públicos, ir ao cinema ou ser atendido em serviços públicos.

“Felizmente tenho uma rede familiar (…). Mas por vezes não é possível, por questões de trabalho ou questões de saúde (…). É diferente ter o apoio de uma pessoa que está a ser remunerada e com conhecimentos técnicos. As famílias fazem por amor e aprendem com a experiência”, diz o programador informático que trabalha a partir de casa e que durante um período da sua vida (entre 1989 e 2007) viveu no Luxemburgo.

Durante esse período, João chegou a frequentar uma escola dita “normal” onde era apoiado por um assistente suportado pelo Estado luxemburguês. Regressado a Portugal, ingressou na Universidade Aberta onde fez uma licenciatura e um mestrado, “tudo a partir de casa”, e começou a trabalhar em 2014.

João Rodrigues acredita que a luta pela independência das pessoas com deficiência passa também pelas pessoas sem deficiência, confessando que gostaria de ter visto mais pessoas na marcha de hoje, a par dos vários familiares e amigos presentes.

“Era importante que esta causa ganhasse alguma simpatia, empatia pelas pessoas”, disse o programador informático que tem tentado mostrar, através de uma página na rede social Facebook intitulada “O Deficientezinho”, que a deficiência pode ser encarada com humor e ironia.

A par do humor, na página, que no futuro pode evoluir para um blogue, partilha conteúdos informativos, eventos e informações úteis.

Uma hora depois do início do protesto, a marcha chegou ao Rossio e o grupo de ativistas concentrou-se para proferir pequenas intervenções e partilhar as suas experiências pessoais. O figueirense João Rodrigues já tinha partilhado a sua.


Fonte: Observador
 
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Eles marcharam de cadeiras rodas. Querem ser felizes e ter uma vida independente
05.05.2018 às 21h25


http://expresso.sapo.pt/sociedade/2018-05-05-Eles-marcharam-de-cadeiras-rodas.-Querem-ser-felizes-e-ter-uma-vida-independente
 

Eles marcharam de cadeira de rodas porque 6 maio é o 6 de maio é o Dia Europeu da Vida Independente

NUNO FOX /LUSA

João precisou de 33 anos de vida e de muito apoio para poder ir a uma manifestação. Este sábado desceu a Avenida da Liberdade em defesa da sua liberdade, e da de muitos outros, que são iguais mas não se sentem iguais. João marchou de cadeira de rodas pelo direito a ter uma vida independente

Aos 33 anos, João Rodrigues sente-se bem por estar a descer a Avenida da Liberdade porque foi pela sua liberdade, e pela de muitos outros, que hoje participou na marcha promovida em Lisboa pela organização Centro de Vida Independente.

João, com 95 % de incapacidade e em cadeira de rodas, foi uma das mais de cem pessoas, que desfilaram este sábado na Av. da Liberdade para chamar a atenção para a vida independente e os direitos das pessoas com deficiência e das suas famílias: "Estava aqui a pensar (...) no facto de estarmos a fazer isto na Avenida de Liberdade. Isto também é uma luta pela liberdade", realçou o programador informático, que veio da Figueira da Foz acompanhado pelo pai e pelo irmão.

"É curioso estarmos em 2018 e ainda estarmos a lutar pelos direitos humanos, porque é isso que estamos a falar", prosseguiu.
A marcha de hoje foi o culminar de uma vigília de três dias, iniciada na quarta-feira, que pretendeu reivindicar, entre outros aspetos, um reforço do orçamento para a constituição de Centros de Apoio à Vida Independente (CAVI).

TEM DE HAVER EMPREGO PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Em entrevista à agência Lusa, divulgada na sexta-feira, a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, assumiu que "sempre foi claro" que os CAVI seriam projetos piloto e que não chegariam a todas as pessoas.
Entre as outras reivindicações do protesto, segundo a organização autónoma Centro de Vida Independente, estão as acessibilidades, políticas de acesso a uma escola "realmente inclusiva", políticas de promoção de empregabilidade, "que não existem", apoios para as famílias, além de uma" política justa de atribuição de ajudas técnicas".


NUNO FOX/LUSA

João Rodrigues, tetraplégico, não conseguiu vir nos outros dias do protesto, "porque não tinha o apoio necessário" para fazer a viagem entre a Figueira da Foz e Lisboa, mas acompanhou sempre e envolveu-se "o mais possível" na iniciativa organizada pelo Centro de Vida Independente.

Este sábado, 6 de maio, assinala-se o Dia Europeu da Vida Independente. João veio à marcha com a ajuda "sempre fundamental" da família, e fez questão de frisar que é a sua "estreia" em protestos: "Nunca pensei participar em marchas", confessou, salientando estar hoje em Lisboa a lutar pelos seus direitos, mas também a representar os outros que (como ele nas outras ocasiões) não tiveram possibilidade de estar presentes.

"Felizmente tenho uma rede familiar (...). Mas por vezes não é possível, por questões de trabalho ou questões de saúde (...). É diferente ter o apoio de uma pessoa que está a ser remunerada e com conhecimentos técnicos. As famílias fazem por amor e aprendem com a experiência", diz o programador informático que trabalha a partir de casa e que durante um período da sua vida (entre 1989 e 2007) viveu no Luxemburgo.

Durante esse período, João chegou a frequentar uma escola dita "normal" onde era apoiado por um assistente suportado pelo Estado luxemburguês. Regressado a Portugal, ingressou na Universidade Aberta onde fez uma licenciatura e um mestrado, "tudo a partir de casa", e começou a trabalhar em 2014.

João Rodrigues acredita que a luta pela independência das pessoas com deficiência passa também pelas pessoas sem deficiência, confessando que gostaria de ter visto mais pessoas na marcha de hoje, a par dos vários familiares e amigos presentes.

"Era importante que esta causa ganhasse alguma simpatia, empatia pelas pessoas", disse o programador informático que tem tentado mostrar, através de uma página na rede social Facebook intitulada "O Deficientezinho", que a deficiência pode ser encarada com humor e ironia.

A par do humor, na página, que no futuro pode evoluir para um blogue, partilha conteúdos informativos, eventos e informações úteis.

A acompanhar a marcha estão também duas grandes faixas que exibem as frases "Viver não é só respirar" e "Vida independente. Decidimos as nossas vidas"


Fonte: Expresso
 
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Offline hugo rocha

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #65 em: 27/05/2018, 17:28 »
Qual a razão de nos continuarem a ignorar pergunta o Cláudio?

Posted: 27 May 2018 02:22

Boa tarde,


Cláudio Poiares esquerda

Venho aqui dar a minha modesta opinião e tentar abrir um debate, sobre um assunto que me tem roubado os pensamentos, nos últimos dias. Acho que devemos fazer uma reflecção, sobre as ações de protesto/sensibilização, que temos organizado e o impacto, que essas têm tido, junto da classe política, comunicação social e demais cidadãos.

Partidos ignoram convite para participar em iniciativa pela vida independente



Tenho alguma dificuldade em entender, como uma marcha de protesto, com quase 200 participantes, que desceram a Avenida da Liberdade, no passado dia 05 de maio e com reivindicações tão importantes, como uma vida independente, entre muitas outras, tem o impacto que teve. Nenhum partido compareceu, (à exceção do Bloco de Esquerda, representado pelo nosso digníssimo Jorge Falcato), nenhum canal televisivo deu cobertura, nenhuma rádio e jornais foram poucos. E a Associação Salvador, organiza uma ação de sensibilização, para com as acessibilidades da cidade de Lisboa, e o Presidente da República, acompanhado pela secretária de Estado da Inclusão para as Pessoas com Deficiência, comparecem, as rádios, os jornais e até os canais de televisivos, dão cobertura.
Marcha Pela Vida Independente
Não estou a dizer que, a causa da Associação Salvador, não é importante, pois era e é também, uma das nossas reivindicações, nem que não devemos estar orgulhosos da nossa marcha, da vigília, nem do trabalho que tem sido desenvolvido. Mas sim que nos tem faltado ter mais impacto, junto da classe política, da comunicação social e consequentemente, nos demais cidadãos.


Tetraplegicos
 
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Online migel

Re: Tudo em relação a "Vida Independente"
« Responder #66 em: 11/07/2018, 09:46 »
Abertas candidaturas "Modelos de apoio à vida independente - MAVI" região de Lisboa

julho 10, 2018
Foi lançado o concurso para apresentação de candidaturas "Modelos de apoio à vida independente - MAVI" Programa Operacional Regional de Lisboa.


Marcha Pela Vida Independente 6 maio 2018 Lisboa

O período para submissão de candidaturas à Tipologia de Operações "MAVI", abertas através do AVISO N.º LISBOA -38-2018-25, irá decorrer entre o dia útil seguinte à publicação do aviso - 04-07-2018 e os 45 dias seguintes a essa publicação - 04-09-2018.

Consulte o AVISO publicado em Candidaturas Abertas ou no "Balcão 2020" (Domínio Temático - INCLUSÃO SOCIAL E EMPREGO).

A Área Metropolitana de Lisboa (AML) assume a qualidade de Organismo Intermédio no âmbito desta tipologia de operações.

Os beneficiários podem obter informação, bem como contactar diretamente a Autoridade de Gestão através do endereço de correio eletrónico: lisboa2020@ccdr-lvt.pt

Fonte: INR

 

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Financiamento Movimento de Apoio à Vida Independente – Adiantamentos de 40%



A Comissão Interministerial de Coordenação do Acordo de Parceria (CIC Portugal 2020) deliberou fixar, para as operações aprovadas na Tipologia de Operação “Modelos de Apoio à Vida Independente – disponibilização de Assistência Pessoal a pessoas com deficiência ou incapacidade”, no âmbito dos Programas Operacionais Inclusão Social e Emprego, Regional de Lisboa e Regional do Algarve, um sistema de financiamento específico, a fim de permitir adiantamento no montante de 40% do financiamento público aprovado para cada ano civil de duração das referidas operações.


Trata-se de um sistema de financiamento específico que permite a possibilidade de efetuar adiantamentos de montantes superiores (40%) ao previsto no regime regra (15%).

Fonte: INR
 

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2º Congresso Europeu Sobre Vida Independente
« Responder #68 em: 04/08/2018, 18:25 »
2º Congresso Europeu Sobre Vida Independente



Con este Segundo Congreso se pretende exponer el bagaje de más 15 años de trabajos, que han supuesto cambios sustanciales en las vidas de muchas personas. Con lentitud pero con determinación se siguen prodigando por todo el estado las OVI (Oficinas de Vida Independiente) que, a similitud de los CIL en otros países, tratan de hacer de la ayuda entre pares una barrera ante el mercantilismo y el control sobre nuestras vidas de los estamentos asociativos más caducos.


Noticia: Jorge Falcato - Mais informações: https://congresovidaindependiente.es/
 

 



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