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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78916 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1230 em: 03/12/2022, 13:09 »
 
Embaixada ucraniana em Madrid recebe novo pacote suspeito

Por MultiNews Com Lusa em 17:05, 2 Dez 2022


Plaza Mayor, Madrid. Imagem de arquivo

A embaixada da Ucrânia em Madrid recebeu hoje um pacote com alegados vestígios de sangue, semelhante aos recebidos por várias entidades nas últimas horas, tendo um grande destacamento da polícia ocupado, de imediato, as imediações da delegação diplomática.

Segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Oleg Nikolenko, o pacote é semelhante aos recebidos por embaixadas e consulados em vários países europeus, mas ainda não é possível tirar conclusões, já que “estão em curso investigações”.

Os pacotes, aparentemente manchados de sangue e contendo olhos de animais, foram enviados para as embaixadas ucranianas na Hungria, Países Baixos, Polónia, Croácia e Itália, embora também tenham sido registadas remessas suspeitas nos consulados do país na Polónia, República Checa e Itália.

“As próprias embalagens estavam encharcadas com um líquido odorífero distinto e tinham um certo fedor. Estamos a estudar o significado destas mensagens”, disse o porta-voz, citado pela agência espanhola Europa Press.

Nikolenko disse também que várias pessoas invadiram a residência do embaixador ucraniano no Vaticano e a embaixada ucraniana no Cazaquistão como parte de uma série de ataques às missões diplomáticas do país.

A embaixada ucraniana em Madrid já tinha sido palco de outro alerta, na quarta-feira, quando recebeu uma carta armadilhada, que provocou ferimentos ligeiros num trabalhador.

O Ministério do Interior espanhol confirmou a receção, por diferentes entidades, de seis pacotes com um mecanismo que provoca uma “deflagração por chama repentina” quando aberto, a primeira das quais foi enviada, em 24 de novembro, para o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez.

“Temos razões para acreditar que foi lançada uma campanha bem planeada de terror e intimidação contra as embaixadas e consulados ucranianos”, disse hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba.

“Incapazes de deter a Ucrânia na frente diplomática, estão a tentar intimidar-nos. No entanto, posso dizer que isto não vai funcionar. Continuaremos a trabalhar eficazmente para alcançar a vitória na Ucrânia”, acrescentou.

A Ucrânia está a cooperar com as autoridades dos países em causa para investigar todos os casos e analisar as ameaças recebidas.

As missões diplomáticas ucranianas no estrangeiro foram colocadas sob o mais alto nível de alerta e segurança, por ordem de Kuleba.

Contactada pela agência Lusa, a embaixada da Ucrânia em Lisboa escusou-se a fazer comentários sobre os acontecimentos.

Por seu lado, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, João Gomes Cravinho, disse à Lusa que deu indicações às embaixadas portuguesas para reforçarem os cuidados na receção de correio e garantiu que as missões portuguesas no exterior “estão atentas, em função do que aconteceu em Espanha nos últimos dias”.

O ministro admitiu que foi enviada uma circular para as representações e embaixadas portuguesas, com recomendações, mas preferiu não dar mais pormenores sobre os procedimentos, invocando razões de segurança.

As autoridades portuguesas reforçaram a proteção da embaixada da Ucrânia em Lisboa e admitem reapreciar o nível de ameaça em Portugal, após cartas armadilhadas terem sido recebidas por entidades em Espanha, anunciou hoje o Sistema de Segurança Interna (SSI).

Em resposta a um pedido de esclarecimento da Lusa, na sequência da notícia da receção de pelo menos seis cartas armadilhadas em Espanha, o SSI confirmou que a Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UCAT), que funciona no quadro do Sistema de Segurança Interna, “está a acompanhar atentamente a situação” e que se encontra em “estreita articulação com os seus parceiros espanhóis, europeus e internacionais”.








Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/embaixada-ucraniana-em-madrid-recebe-novo-pacote-suspeito/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1231 em: 03/12/2022, 13:11 »
 
Guerra na Ucrânia: Grupo de “vândalos” rouba mural de Banksy pintado em Kiev

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 18:08, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O misterioso artista de rua inglês Banksy deu que falar depois de ter confirmado no mês passado que pintou sete novos murais, espalhados por várias regiões ucranianas, com motivos relativos à resistência ucraniana perante a invasão da Rússia. Um dos murais durou pouco mais de duas semanas… porque acabou roubado.

Um mural, pintado por Banksy num edifício em Hostomel, na região de Kiev, foi cortado e removido da fachada onde estava colocado, tendo sido roubado.

Sergey Shuk, cidadão ucraniano, presenciou o momento em que os ladrões roubaram a obra de arte, tendo publicado fotos do “antes e depois” nas redes sociais”.

“Vândalos cortaram o mural de Bansky da fachada de um prédio em Hostomel. A julgar pelo que se vê, o mural foi aplicado sobre um isolamento, que depois foi cortado e roubado”, escreveu o ucraniano nas redes sociais, adiantando que os autores do roubo já foram detidos.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Não se conhece, para já a identidade dos autores nem os motivos que os levaram a roubar a obra de Bansky. Como explica Shuk, com efeito o mural foi aplicado sobre uma camada de material isolante esponjoso. O mural e a esponja foram cortados pelos ladrões e levados, não se sabendo se, entretanto a obra de arte urbana foi recuperada.

“Antes, em Kiev, já outras pessoas tinham vandalizado um mural de Bansky com um desenho de um cossaco russo”, lamentou o ucraniano, citado pelo jornal russo Meduza.

O mural roubado mostrava uma mulher de rolos no cabelo e com uma máscara de gás, envergando um roupão e com um extintor na mão.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/guerra-na-ucrania-grupo-de-vandalos-rouba-mural-de-banksy-pintado-em-kiev/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1232 em: 03/12/2022, 13:28 »
 
Já a planear as férias? Este mapa interativo mostra-lhe quais são os destinos mais e menos seguros

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 18:55, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Com o final do ano quase à porta, muitos já começam a fazer contas e planos para o próximo destino de férias, a visitar em 2023. Mas, num mundo ainda marcado pela pandemia da Covid-19, e que este ano vive tenso com a guerra na Ucrânia, as preocupações relacionadas com a saúde e com a segurança, quando estamos num país estrangeiro, ganham novo relevo no contexto do turismo.

A pensar nisso, a empresa de serviços de segurança e saúde International SOS analisou países de todo o mundo quanto à qualidade dos serviços de saúde disponibilizados e nível de segurança dos turistas em cada nação, tendo contruído um mapa interativo, que pode consultar aqui.

Estre os destinos mais perigosos está, sem surpresas, a Ucrânia. Com a invasão russa, que começou em fevereiro, o país saltou diretamente para o ‘risco extremo’ no mapa interativo, o que demonstra que determinada nação é “muito perigosa” para ser visitada por turistas.

Mas não é caso único: Iraque, Líbia, Afeganistão, Mali, República Centro-Africana, Sudão do Sul, Somália ou Iémen estão todos na lista dos países mais perigosos para serem visitados no próximo ano.

Com o tumulto vivido na Europa, apesar da guerra na Ucrânia, da inflação, do aumento do custo de vida, tensões políticas e de uma crise energética, o continente continua a ser o mais seguro para ser visitado.

Entre os locais mais seguros do mundo para fazer uma viagem estão a Gronelândia, a Islândia, a Noruega, a Islândia, a Finlândia, o Luxemburgo, a Suíça e a Eslovénia. Todas estas nações têm a classificação de risco de segurança “insignificante”.

Portugal, assim como a esmagadora maioria dos países da UE, aparece a amarelo-claro no mapa interativo, o que significa que o risco de segurança para quem visita o nosso País é considerado “baixo”.

No mesmo mapa, mexendo nos filtros ‘Medical’, e ‘Mental Health’ (canto superior esquerdo), pode também ver os vários países avaliados de acordo com os serviços de saúde disponibilizados e o risco de transmissão da Covid-19, bem como consultar quais os que têm maior ou menor incidência de problemas da saúde mental.







Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ja-a-planear-as-ferias-este-mapa-interativo-mostra-lhe-quais-sao-os-destinos-mais-e-menos-seguros/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1233 em: 03/12/2022, 16:40 »
 
Apoio militar da UE ao Exército ucraniano supera os 3.100 milhões de euros

MadreMedia / Lusa
2 dez 2022 22:54



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A União Europeia (UE) já garantiu apoio militar ao Exército ucraniano em mais de 3.100 milhões de euros através do Fundo Europeu de Apoio à Paz (FEAP), realçou esta sexta-feira o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell.

“Se somarmos este valor ao montante de apoio bilateral que os Estados-membros estão a prestar à Ucrânia, estamos a chegar aos quase 9.000 milhões de euros, três vezes mais, o que é uma quantia impressionante em tão pouco tempo”, sublinhou o Alto representante da UE para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança.

Borrell falava durante uma visita ao centro de treino de Brzeg, na Polónia, onde destacou que a Missão de Aconselhamento Militar da União Europeia treinará um total de 15.000 soldados ucranianos, o que significa um orçamento total de 100 milhões para a UE.

Atualmente, cerca de 1.100 soldados estão a receber treino militar em diferentes zonas.

O chefe da diplomacia europeia sublinhou ainda que serão disponibilizados 16 milhões de euros para equipamento militar com fins de treino.

“Outros países vão juntar-se a nós”, garantiu, dando como exemplo a Noruega, que, embora não seja membro da UE, já manifestou intenção em apoiar a missão com cerca de 15 milhões de euros.

Ainda durante a visita, o diplomata espanhol anunciou que a UE vai abrir um Laboratório Cibernético de Defesa, em conjunto com o Ministério da Defesa da Ucrânia, liderado por Oleksii Reznikov, para permitir a Kiev “avançar com as competências necessárias para defender a Ucrânia dos ciberataques que está a sofrer”.

Borrell elogiou ainda o Exército ucraniano, sublinhando o fracasso das Forças Armadas russas na “conquista” de Kiev e em outros territórios-chave na Ucrânia, de onde Moscovo se retirou nos últimos meses devido à contraofensiva de Kiev.

“Eles mostram que são, em combate real, um dos melhores Exércitos do mundo. Eles têm resistido à agressão russa [como] ninguém poderia esperar”, sublinhou.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 282.º dia, 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/apoio-militar-da-ue-ao-exercito-ucraniano-supera-os-3-100-milhoes-de-euros
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1234 em: 03/12/2022, 16:42 »
 
Ucrânia afirma que teto ao preço do petróleo vai derrubar a economia da Rússia

MadreMedia / AFP
3 dez 2022 11:16



EPA/MAXIM SHIPENKOV

"Vamos alcançar o nosso objetivo e a economia da Rússia será destruída. A Rússia terá de assumir a responsabilidade por todos os seus crimes", afirmou no Telegram o chefe de gabinete da presidência ucraniana, Andriy Yermak.

Os 27 países da União Europeia (UE), o G7 e a Austrália chegaram a um acordo esta sexta-feira para impor um preço máximo de 60 dólares ao barril de petróleo russo, uma medida que tem o objetivo de privar Moscovo de uma importante fonte de financiamento para a invasão da Ucrânia.

A medida entrará em vigor esta segunda-feira, em conjunto com um embargo da UE ao petróleo russo, consistindo numa nova intensificação das sanções impostas pelo Ocidente contra a Rússia desde que o presidente Vladimir Putin ordenou a invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro.

O G7 (Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Japão) afirmou que pretende "evitar que a Rússia lucre com a sua guerra agressiva contra a Ucrânia e apoiar a estabilidade nos mercados mundiais de energia".

A Casa Branca afirmou que o acordo europeu "ajudará a limitar a capacidade de Putin de lucrar com o mercado de petróleo para financiar uma máquina de guerra que continua a matar ucranianos inocentes".

A Polónia, grande aliado da Ucrânia, desejava que a UE adotasse um valor muito menor para o teto, com o objetivo de acelerar as dificuldades para a economia russa, e Yermak lamentou que isto não tenha acontecido. "Deveria ter sido fixado em 30 dólares (o barril) para destruí-la mais rapidamente", escreveu o chefe de gabinete da presidência ucraniana.

Os bombardeamentos contra as infraestruturas do setor de energia da Ucrânia deixaram milhões de famílias sem luz, água e aquecimento, num momento em que as temperaturas continuam a baixar com a aproximação do inverno.

Putin considerou que estes bombardeamentos foram "necessários e inevitáveis perante dos ataques provocativos de Kiev", informou o Kremlin ao mencionar uma conversa por telefone na sexta-feira entre o presidente russo e o chefe de Governo da Alemanha, Olaf Scholz.

Segundo Putin, Kiev é responsável pelas explosões que destruíram parcialmente a ponte russa da Crimeia e, portanto, Moscovo estaria no direito de bombardear infraestruturas energéticas da Ucrânia.

Putin voltou a reclamar com Scholz quanto ao apoio financeiro e militar que os países ocidentais fornecem à Ucrânia, o que permitiu às forças de Kiev infligir derrotas humilhantes à Rússia no maior conflito no continente europeu desde o fim da Segunda Guerra Mundial.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse na quinta-feira que estava "disposto a conversar" com Putin, mas apenas se o presidente russo procurasse "uma forma de acabar com a guerra" e retirasse as suas tropas do país.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, destacou que a Rússia rejeita as condições. "A operação militar vai continuar", insistiu, usando a terminologia oficial da Rússia para se referir à ofensiva na Ucrânia

A Ucrânia rejeita qualquer negociação com Putin se a sua integridade territorial não for respeitada, o que inclui a península da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014.







Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-afirma-que-teto-ao-preco-do-petroleo-vai-derrubar-a-economia-da-russia
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1235 em: 03/12/2022, 16:44 »
 
Autoridades ucranianas pedem à população que "aguente" os constantes cortes de energia

MadreMedia / Lusa
3 dez 2022 12:33



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

“A partir de segunda-feira, exigirei que a Oblenergo (uma operadora) reveja os horários da região. Muito provavelmente haverá interrupções de quatro horas”, indicou no Telegram o governador da região de Mykolaiv (sul da Ucrânia), Vitali Kim.

Segundo o governador, deverão ser necessárias interrupções mais longas de forma a aliviar a rede elétrica regional.

“Temos que aguentar”, disse aos habitantes da região.

A Rússia tem vindo a bombardear massivamente as instalações de energia ucranianas desde outubro, causando graves danos e levando a cortes de energia que afetam milhões de ucranianos, que vivem grande parte dos dias na escuridão e frio.

No terreno militar, os combates são “duros” no leste do país porque “os russos tiveram tempo de se preparar” para os ataques em Kiev, disse, por sua vez, à televisão ucraniana o governador da região de Lugansk, Serguiï Gaïdaï.

“As forças armadas ucranianas estão a avançar lentamente através da [defesa] russa em direção a Svatové-Kreminna”, acrescentou, sem avançar mais detalhes.

Segundo um boletim matinal do exército ucraniano, a situação é “difícil” perto de Bakhmout, na região de Donetsk, que os russos tentam conquistar desde o verão, até agora sem sucesso.

A batalha em redor desta cidade assumiu uma importância ainda mais simbólica para os oficiais russos, pois a sua conquista seguir-se-ia a uma série de derrotas humilhantes, como as retiradas de Kharkiv (nordeste) em setembro e de Kherson (sul) em novembro.

As mesmas “dificuldades” são enfrentadas pelas tropas de Kiev na região de Kherson (sul), de onde o exército russo se retirou parcialmente em novembro, alegando que queria consolidar as suas posições.

“Os russos bombardearam Kherson [e] danificaram as redes elétricas”, diz o relatório divulgado na manhã de hoje.








Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/autoridades-ucranianas-pedem-a-populacao-que-aguente-os-constantes-cortes-de-energia
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1236 em: 04/12/2022, 16:19 »
 
Zelensky considera insuficiente limite para preço do petróleo russo

MadreMedia / Lusa
3 dez 2022 20:56



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky considerou hoje insuficiente a limitação do preço do barril de petróleo russo a 60 dólares ao considerar não ser uma "decisão séria", com Kiev a sugerir um preço duas vezes mais baixo.

Na sexta-feira, a União Europeia (UE), o G7 (as sete economias mais ricas do mundo) e a Austrália concordaram na imposição deste teto máximo, com a Rússia a indicar de imediato que “não aceitará” esta limitação, que deverá ser aplicada nos próximos dias para limitar os meios financeiros de Moscovo na sequência da invasão militar da Ucrânia.

O preço do barril de petróleo russo fixa-se atualmente em torno dos 65 dólares, um pouco acima do limite máximo aprovado pelos ocidentais, e que implicará um impacto limitado a curto prazo.

No entanto, e ao início desta manhã, Kiev tinha-se regozijado com a aplicação deste mecanismo penalizador e prenunciado a destruição da economia russa sob o peso das sanções internacionais.

“Era necessário baixar [o preço máximo] a 30 dólares para destruir [a economia russa] ainda mais rapidamente”, indicou na ocasião Andrii Iermak, chefe de gabinete da presidência ucraniana.

Mas ao início da noite, Zelensky adotou uma posição substancialmente mais crítica face aos ocidentais.

“Não é uma decisão séria fixar tal limite para os preços russos, e que é de facto confortável para o orçamento do Estado terrorista”, afirmou, citado pelos serviços da presidência.

“A Rússia já provocou perdas colossais a todos os países do mundo ao desestabilizar deliberadamente o mercado da energia. E o mundo não pode arriscar” um “verdadeiro desarmamento energético de Moscovo”, lamentou. “É uma posição fraca”, acrescentou.

O texto máximo do preço do barril de crude russo foi criticado por Kiev e rejeitado por Moscovo.

“Não aceitaremos esta limitação”, declarou aos ‘media’ o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, citado pelas agências russas, enquanto Moscovo já avisou que deixará de fornecer petróleo aos países que adotarem esta medida.

Nesta primeira reação de Moscovo, Peskov afirmou ainda que a Rússia “se preparou previamente para uma semelhante limitação”, sem fornecer mais detalhes.

Na sexta-feira, os 27 países da União Europeia, o G7 e a Austrália chegaram a acordo sobre “um preço máximo de 60 dólares americanos [cerca de 57 euros] para o petróleo bruto de origem russa transportado por via marítima”, segundo um comunicado conjunto.

O mecanismo entrará em vigor na segunda-feira “ou pouco tempo depois”, precisaram o G7 e a Austrália. Nesse mesmo dia, terá início o embargo da UE ao petróleo russo transportado por via marítima, que vai suprimir dois terços das compras de crude à Rússia.

Desta forma, apenas o petróleo vendido por Moscovo a um preço igual ou inferior a 60 dólares poderá continuar a ser entregue. Para além deste limite, as empresas estão proibidas de fornecer os serviços que assegurem o transporte marítimo (carga e seguros, entre outros).

A Alemanha e a Polónia também decidiram interromper até ao final de 2022 as entregas através de um oleoduto, o que, segundo os europeus, também contribuirá para que as importações russas totais sejam afetadas em mais de 90 por cento.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/zelensky-considera-insuficiente-limite-para-preco-do-petroleo-russo
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1237 em: 04/12/2022, 16:20 »
 
Mais de de 500 localidades ucranianas continuam sem energia elétrica

MadreMedia / AFP
4 dez 2022 12:32



YURIY DYACHYSHYN / AFP

Mais de 500 localidades ucranianas continuavam sem energia elétrica neste domingo, após os bombardeamentos russos das últimas semanas que afetaram a infraestrutura de energia do país, informou o ministério do Interior.

"O inimigo continua a atacar as infraestruturas essenciais do país. Atualmente, 507 localidades de oito regiões do nosso país estão sem fornecimento de energia", declarou o vice-ministro do Interior, Yevgeniy Yenin.

"A região de Kharkiv é a mais afetada, com 112 localidades isoladas. Nas regiões de Donetsk e Kherson mais de 90; na região de Mykolaiv 82; na região de Zaporizhzhia 76; na região de Lugansk 43", explicou.

As autoridades ucranianas fizeram um apelo no sábado para que a população tente "aguentar" a deterioração das condições de vida.

"Temos de aguentar", afirmou o governador da região Mykolaiv, Vitaliy Kim. Os ucranianos têm ficado diariamente sem energia elétrica e aquecimento central por várias horas e as dificuldades são cada vez mais intensas, pois as temperaturas estão abaixo de zero há alguns dias.

A perspectiva de novos bombardeamentos russos contra a rede de energia ucraniana provoca o temor de um inverno especialmente complicado para a população e uma nova onda de civis em busca de refúgio fora do país.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/mais-de-de-500-localidades-ucranianas-continuam-sem-energia-eletrica
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1238 em: 05/12/2022, 19:00 »
 
Rússia colheu 949 milhões de euros em trigo ucraniano este ano

MadreMedia / Lusa
4 dez 2022 16:33



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Rússia colheu cerca de 1.000 milhões de dólares (949 milhões de euros) em trigo ucraniano desde o início do ano, o que corresponde a aproximadamente 5,8 toneladas deste cereal, segundo dados da NASA.

“A análise mostrou que 5,8 milhões de toneladas de trigo foram colhidas em áreas que não estavam sob o controle ucraniano. Isto representa uma perda de 1.000 milhões de dólares”, lê-se numa nota publicada no ‘site’ do NASA Harvest, o programa de agricultura e segurança alimentar da agência aeroespacial dos Estados Unidos.

O NASA Harvest inclui dados de satélite e modelos produzidos em colaboração com agências parceiras.

No total, a colheita de trigo ucraniano ascendeu a 27 milhões de toneladas este ano, abaixo do recorde de 33 milhões de toneladas, registado em 2021.

Citado na mesma nota, o investigador e consultor do NASA Harvest Joseph Glauber referiu que a estabilização do preço global do trigo no verão pode ser justificada pela diminuição da procura e aumento da oferta.

Ainda assim, alertou que tal não significa que a “crise alimentar acabou”, notando que os “preços internacionais dos alimentos permanecem historicamente altos”.








Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/russia-colheu-949-milhoes-de-euros-em-trigo-ucraniano-este-ano
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1239 em: 05/12/2022, 19:01 »
 
EUA acusam Rússia de usar inverno como arma de guerra contra civis ucranianos

MadreMedia / Lusa
4 dez 2022 21:32



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, acusou hoje o governo russo de estar a usar o inverno como arma de guerra na Ucrânia e condenou os ataques de Moscovo à infraestrutura e fontes de energia dos cidadãos ucranianos.

Numa entrevista ao canal CBS, citada pela EFE, Blinken considerou que o presidente russo, Vladimir Putin, recusou as tentativas de diálogo para sair do conflito e, em contrapartida, intensificou a sua ofensiva.

“Dobrou as apostas em tudo: mobilizando mais forças, anexando território na Ucrânia e agora usando o inverno como uma arma”, disse o secretário de Estado norte-americano.

Blinken sublinhou que devido ao facto de a Rússia “não ter sido capaz de ganhar no campo de batalha”, o governo de Putin está agora a atacar os civis ucranianos “indo contra a sua infraestrutura energética, tentando deixá-los sem luz e sem aquecimento”.

Os comentários do chefe da diplomacia dos EUA acontecem um dia depois de a diretora dos Serviços Secretos, Avril Haines, ter garantido que o conflito na Ucrânia vai perder intensidade nos meses de inverno, com as partes a tirarem tempo para recuperar e rearmar-se para uma nova ofensiva na primavera.

“Honestamente, vemos que há já um ritmo mais reduzido no conflito”, disse Haines num fórum de defesa nacional na Califórnia.

A responsável disse também que a Rússia está a usar as suas munições muito mais rápido do que as consegue substituir, pelo que Moscovo procura apoio militar noutros países, incluindo a Coreia do Norte.

“Acreditamos que não são capazes de produzir internamente o que estão a gastar neste momento, então vai ser um desafio”, acrescentou Haines.

O governo russo recebeu na sexta-feira um golpe financeiro, depois de os países do G7, a União Europeia e a Austrália acordarem um teto de 60 dólares por barril de petróleo russo transportado por via marítima, esperando limitar as receitas que estão a ser usadas para financiar a guerra.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eua-acusam-russia-de-usar-inverno-como-arma-de-guerra-contra-civis-ucranianos
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1240 em: 05/12/2022, 19:04 »
 
Ucrânia denuncia "aumento drástico" da violência sexual como arma de guerra das tropas russas

5 de dezembro 2022 às 08:07


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

"Em muitos casos, as pessoas são violadas, torturadas e depois mortas por soldados russos. Muitas vezes, as violações acontecem em frente de familiares e crianças", explicou o procurador-geral da Ucrânia.

O procurador-geral da Ucrânia, Andrei Kostin, denunciou um "aumento drástico" no uso de violência sexual como arma de guerra usada pelas tropas russas. 

O responsável, de acordo com a agência alemã DPA, acusou os militares russos de usarem deliberadamente a violência sexual como arma de guerra "para humilharem os ucranianos".

"Em muitos casos, as pessoas são violadas, torturadas e depois mortas por soldados russos. Muitas vezes, as violações acontecem em frente de familiares e crianças", explicou o procurador-geral, acrescentando que "todos os géneros e faixas etárias são afetados". Segundo diz, os comandantes russos costumam ordenar ou apoiar as violações.

Wenzel Michalski, diretor da Human Rights Watch para a Alemanha, disse que esta tem sido uma tática sistemática no contexto da violência que ocorreu desde o início da guerra: "Atos violentos cometidos por soldados, incluindo violações, não são punidos pelas lideranças militares e políticas russas. Pelo contrário, as forças que agem com particular brutalidade continuam a ser homenageadas", explicou Michalski.

Sublinhe-se que, na sexta-feira, a comissão de inquérito da ONU que investiga a guerra na Ucrânia disse que a falta de resposta da Rússia para ter acesso aos territórios ocupados pelas forças armadas russas dificulta o seu trabalho, como por exemplo em falar com vítimas de violência sexual, "uma vez que ainda há muito estigma ligado a ela e muitos não estão dispostos a falar publicamente sobre o que sofreram", acrescentou a bósnia Jasminka Dzumhur.








Fonte: sol.sapo.pt                        Link: https://sol.sapo.pt/artigo/787079/ucr-nia-denuncia-aumento-drastico-da-viol-ncia-sexual-como-arma-de-guerra-das-tropas-russas-
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1241 em: 05/12/2022, 19:06 »
 
Zelensky eleito “Personalidade do Ano” pelo ‘Financial Times’: “Sou mais responsável do que corajoso”

Por Francisco Laranjeira em 10:04, 5 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O ‘Financial Times’ nomeou o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky “Pessoa do Ano”, uma decisão motivada pela “extraordinária demonstração de liderança e força”, descrito como “um Churchill para a era das redes sociais”. O líder da Ucrânia “encarna a resiliência do seu povo e tornou-se o porta-estandarte da democracia liberal”.

“Tal como Winston Churchill foi à rádio para reunir o seu país durante o blitz [na II Guerra Mundial], Zelensky usouu os meios de comunicação social para fazer campanha incessante em prol de apoio militar e financeiro ocidental, transformando a situação do seu povo numa alavanca moral sobre os líderes na Europa e nos Estados Unidos”, escreveu o jornal britânico.

No entanto, Zelensky tem outra visão. “Sou mais responsável do que corajoso. Odeio desiludir as pessoas”, explicou, garantindo que tentou ligar várias vezes a Putin antes da invasão russa, que seria “um grande erro, uma grande tragédia”. “Estamos a lutar contra pessoas doidas”, lembrou, garantindo que deseja uma vida longe da guerra, a pescar com o seu filho. “Só quero apanhar uma carpa no rio Dnipro”, precisou.

Em maio último, Zelensky foi eleito a “Pessoa Mais Influente do Ano” pelos leitores da revista americana ‘Time’ – o presidente ucraniano superou o CEO da Tesla, Elon Musk, e o primeiro-ministro britânico Boris Johnson.








Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/zelensky-eleito-personalidade-do-ano-pelo-financial-times-sou-mais-responsavel-do-que-corajoso/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1242 em: 05/12/2022, 19:13 »
 
Imagens de satélite mostram expansão do cemitério de Mariupol e presença da Rússia na cidade ucraniana

Rui Parreira
Casa dos Bits
5 dez 2022 10:12



Fonte de imagem: tek.sapo.pt

Há testemunhas na cidade ucraniana Mariupol que dizem que os russos continuam a retirar corpos das ruinas dos edifícios e a enviá-los para o cemitério que continua a crescer.

Apesar da chegada do inverno, a guerra na Ucrânia não parece baixar de tom e a cidade de Mariupol, no sul da Ucrânia, continua a ser uma das mais fustigadas pela invasão russa. Novas imagens de satélite da Maxar Technologies mostram como o cemitério Starokrymske,  da cidade, tem vindo a ser expandido, desde que foi invadida em março. Testemunhas da cidade dizem que os soldados russos continuam a retirar corpos dos edifícios destruídos e a serem enterrados no cemitério.

A BBC News estima, a partir da análise das imagens de satélite, que tenham sido criadas mais de 1.500 novas campas no cemitério. E quando a cidade caiu para as mãos da Rússia, em maio, milhares de civis terão morrido. As imagens revelam que mais três grandes locais onde estão a ser enterradas as pessoas têm crescido, perto de Mariupol, nomeadamente Staryi Krym, Manhush e Vynohradne. Estima-se que desde o início da guerra mais de 4.600 campas foram escavadas, mas não se consegue determinar quantas pessoas foram enterradas.

Veja as novas imagens de satélite do cemitério de Mariupol:    Clique no link oficial da noticia em baixo, para ver todas as fotos


Fonte de imagem: tek.sapo.pt



Segundo refere a Maxar, citado pela Euronews, ao longo da cidade, dúzias de edifícios de apartamentos elevados que foram destruídos ou altamente danificados nos ataques de março estão agora a ser demolidos. Refere ainda que estão a ser vistos grandes quantidades de materiais de construção perto das zonas dos centros comerciais no Oeste de Mariupol e em outros locais.

Uma das imagens mostra mesmo um comparativo do teatro de Mariupol destruído nos ataques em março, com uma barreira protetora em redor, numa fotografia captada em novembro. Há mesmo uma imagem que mostra novas estruturas russas na cidade que foram construídas. Há duas fábricas a produzir estruturas antitanque, conhecidos como “Dragon’s teeth” (dentes de dragão).







Fonte: tek.sapo.pt                          Link: https://tek.sapo.pt/multimedia/artigos/imagens-de-satelite-mostram-expansao-do-cemiterio-de-mariupol-e-presenca-da-russia-na-cidade-ucraniana
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1243 em: 05/12/2022, 19:15 »
 
Milhares de focas mortas dão à costa na Rússia

Por Beatriz Maio em 11:12, 5 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Deram à costa russa do Mar Cáspio cerca de 2.500 focas mortas, os únicos mamíferos que habitam neste local e encontram-se sob ameaça desde 2008.

Os animais que terão sido arrastados para a costa da república russa do Daguestão morreram, segundo o Ministério dos Recursos Naturais da República russa, de “causas naturais”, informou a agência noticiosa estatal RIA Novosti.

O Ministério esclareceu que as focas do Cáspio morreram há cerca de duas semanas e não apresentam “sinais de morte violenta ou restos de redes de pesca”, alertando para a possibilidade do número ser, provavelmente, “muito superior”.

De momento, as autoridades continuam a patrulhar a zona costeira para perceber se existem mais focas mortas e apurar possíveis pistas sobre o incidente. De acordo com a agência RIA, os especialistas do Centro Ambiental do Cáspio estão também a analisar a situação para tentar identificar se a razão da morte em massa desta espécie terá realmente sido “natural”.

Embora o número seja elevado, o ministério do Daguestão defende que existem “entre 270 mil e 300 mil” focas do Mar Cáspio, o que considera “estável”. Esta não é a primeira vez que focas aparecem mortas, desde o início do ano mais de 140 focas do Mar Cáspio foram encontradas sem vida nas praias do Cazaquistão, relata a KASPIKA, uma agência para a conservação das focas do Mar Cáspio.

Esta espécie, que se alimenta principalmente de peixe, pode chegar até 1,6 metros de comprimento e pesar até 100 quilos. Desde 2008 que as focas do Cáspio estão na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), dado que têm sido vítimas de caça excessiva, de degradação do habitat e das alterações climáticas.







Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/milhares-de-focas-mortas-dao-a-costa-na-russia/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1244 em: 05/12/2022, 19:17 »
 
Ucrânia: Sirenes de ataque aéreo soam por todo o país, depois de a Rússia lançar mais de 100 mísseis. Explosões registadas em várias cidades

Por Beatriz Maio em 13:29, 5 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As sirenes de aviso de ataque aéreo voltaram a tocar esta segunda-feira não só em Kiev, mas em quase todo o território ucraniano que se encontra sob ataque russo e sofreu já várias explosões.

A Rússia lançou hoje, novamente, vários mísseis, segundo relato do porta-voz da Força Aérea da Ucrânia Yuriy Ihnat, o que provocou várias explosões em Kharkiv, Donetsk, Dnipropetrovsk, Zaporíja e Poltava, segundo o jornal The Kyiv Independent.

Até agora, terão sido disparados 104 mísseis lançados por 13 aviões. Embora as sirenes já tenham sido desligadas, prevê-se uma segunda onda de disparos nos próximos minutos, informa o jornal britânico The Guardian.

Apesar de o alerta de ataque aéreo estar ligado a todo o país invadido, a região da Crimeia e Luhansk são as áreas em maior perigo. Como tal, o governo apelou à população que ainda se encontra na Ucrânia para “não ignorar os alarmes” e abrigar-se.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para os países europeus, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa, justificada pelo presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia, foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/uncategorized/ucrania-sirenes-de-ataque-aereo-soam-por-todo-o-pais-depois-de-a-russia-lancar-mais-de-100-misseis-explosoes-registadas-em-varias-cidades/
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