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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293607 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #855 em: 23/05/2022, 15:15 »
 
Covid-19: Testes rápidos voltam a ser gratuitos nas farmácias, mas apenas com receita

Rita Sousa Vieira Texto MadreMedia
23 mai 2022 12:34


As farmácias voltam a realizar testes gratuitos a partir desta terça-feira, de acordo com o diploma publicado hoje em Diário da República (DR).


Fonte de imagem: 24.sapo.pt


Ao contrário do que acontecia anteriormente, a comparticipação apenas irá ocorrer quando o teste for prescrito pelo Serviço Nacional de Saúde, segundo a portaria publicada nesta segunda-feira em Diário da República

De acordo com a mesma portaria, esta medida entra em vigor esta terça-feira (25) e vigora até ao dia 30 de junho, podendo ser prolongada.

Em resposta ao SAPO24, o Ministério de Marta Temido esclarece que a portaria alarga "a possibilidade de realização de TRAg, prescritos pelo Serviço Nacional de Saúde (através nomeadamente da linha SNS24 ou médico de família), às farmácias comunitárias".

"Até à data, estes testes apenas podiam ser realizados em laboratórios de patologia clínica ou análises clínicas. Mantendo a pandemia da COVID-19 uma incidência muito elevada no país, com tendência crescente, esta medida visa facilitar o acesso e a realização de testes de diagnóstico para despiste de infeção", acrescenta o Ministério da Saúde.

No regime anterior, bastava aos utentes dirigirem-se à farmácia para fazer o teste, até a um limite de quatro por mês numa fase inicial, e dois por mês, entre março e abril.

Recorde-se que, desde a semana passada, as pessoas que ligarem para o SNS24 após um autoteste positivo e estiverem assintomáticas ou com sintomas ligeiros terão acesso a uma prescrição automática para teste rápido de antigénio.

"A pandemia da Covid-19 mantém uma incidência muito elevada no país, com tendência crescente, para o que poderá contribuir o aumento de circulação de variantes com maior potencial de transmissão, estimando-se que a linhagem BA.5 da variante Ómicron já seja dominante em Portugal", lê-se na portaria.

Por isso, acrescenta, “dada a relevância da realização de testes de diagnóstico para despiste de infeção por SARS-CoV-2, no âmbito da estratégia nacional de testagem, para efeitos de referenciação de pessoas sintomáticas e deteção precoce de casos confirmados, importa garantir o acesso e a realização de Testes Rápidos de Antigénio (TRAg) de uso profissional”.

Testes com preço máximo de 10 euros para o Estado

Na portaria hoje publicada, o Governo estabelece ainda que o preço máximo que pagará pelos testes não pode exceder os 10 euros.

Estes testes de despiste da covid-19 realizados nas farmácias e nos laboratórios começaram a ser comparticipados a 100% se tivessem um preço máximo de 10 euros e, depois, o valor chegou a subir até aos 15 euros.

Mais de 1.400 farmácias, quase 720 laboratórios de análises clínicas e cerca de 150 outras entidades autorizadas pela Entidade Reguladora da Saúde aderiram a este regime de comparticipação dos TRAg de uso profissional.

Essa comparticipação tinha cessado em outubro de 2021, numa altura em que Portugal estava próximo de atingir os 85% da população totalmente vacinada, mas foi reativada devido ao agravamento da situação epidemiológica, com o aumento dos casos de covid-19 e dos internamentos registados a partir do final do ano.

Os cerca de oito milhões de testes gratuitos de despiste da covid-19, feitos ao abrigo do regime excecional que tinha terminado no final de abril, representaram uma comparticipação de mais de 118 milhões de euros, segundo anunciou no inicio deste mês o Ministério da Saúde.

[Notícia atualizada às 13h50]



Fonte: 24.sapo.pt               Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/testes-rapidos-voltam-a-ser-gratuitos-nas-farmacias-mas-apenas-com-receita
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #856 em: 03/06/2022, 15:10 »
 
Covid-19: Portugal regista 29 mortes e cerca de 24 mil casos em 24 horas. São os números mais baixos da semana
Por Simone Silva em 14:46, 3 Jun 2022



Portugal registou esta quinta-feira quase 30 mortes e mais de 25 mil casos por Covid-19, sendo estes os números mais baixos da semana, desde a passada segunda-feira.

Os dados avançados hoje pela Direção Geral da Saúde (DGS) – que remetem sempre ao dia anterior – revelam que nas últimas 24 horas registaram-se 29 óbitos e mais 25.482 casos da infeção pelo novo coronavírus.

No decorrer da semana o número de mortes esteve sempre acima das 30 e os casos acima de 26 mil, sendo este o número mais baixo. Contudo, importa referir que o número de mortes de quarta-feira foi foi revisto em alta, tendo passado de 47 para 50.

Quanto ao R(t), este desceu para cerca de 1, de acordo com o relatório do Instituto Dr. Ricardo Jorge (INSA), divulgado na quarta-feira, e que mostra que o Norte (0,96), o Centro (0,94) e o Alentejo (0,97) são as únicas regiões com um Rt abaixo de 1, “o que indica uma tendência decrescente”.

Por outro lado, Lisboa e Vale do Tejo tem um Rt de 1,06, o Algarve de 1, os Açores de 1,16 e a Madeira de 1,22,

“No comparativo europeu, Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias superior a 960 por 100.000 habitantes e R(t) inferior a 1, ou seja, taxa de notificação muito elevada e com tendência decrescente”, lê-se no relatório.

Nos últimos dois meses, o país entrou na sexta vaga da pandemia, registando, segundo a DGS, um total de 988.307 casos: 288.059 em abril e 700.248 em maio, que significam 21% das 4.717.243 infeções notificadas por Portugal à Organização Mundial da Saúde (OMS) à data de quarta-feira.

Apesar de um em cada cinco casos de infeção pelo SARS-CoV-2 ter sido registado nos últimos 60 dias, os 1.455 óbitos registados nesse período representam apenas cerca de 6% do total de 23.150 mortes comunicadas à OMS desde que, em 16 de março de 2020, se verificou a primeira vítima mortal por covid-19 em Portugal.



Fonte: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-portugal-regista-29-mortes-e-cerca-de-24-mil-casos-em-24-horas-sao-os-numeros-mais-baixos-da-semana/

 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #857 em: 06/06/2022, 11:49 »
 
Mais de 200 mil idosos já com segunda dose de reforço

205.521 pessoas acima dos 80 anos já receberam a segunda dose de reforço contra a Covid-19, segundo a Direção-Geral de Saúde



© André Luís Alves / Global Imagens

DN/Lusa
04 Junho 2022 — 19:13

Mais de 200 mil pessoas com mais de 80 anos já receberam uma segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19, adiantou este sábado a Direção-Geral da Saúde (DGS), que refere que todos os lares elegíveis já foram visitados para vacinação.


"Mais de 200 mil pessoas acima dos 80 anos, bem como residentes de Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI), já receberam a segunda dose de reforço contra a covid-19. De acordo com os dados registados, até ao final do dia de ontem [sexta-feira], 03 de junho, já tinham sido vacinadas 205.521 pessoas, tendo sido já visitadas todas as ERPI elegíveis", adiantou a DGS.

Desde 16 de maio, quando se iniciou o processo de administração da segunda dose de reforço para os idosos com 80 ou mais anos e todos os residentes em lares, que os agendamentos estão a ser feitos de forma local, por SMS ou telefone, como noutras fases de vacinação, estando "simultaneamente a ser convocados todos aqueles que ainda não fizeram a primeira dose de reforço e se encontram elegíveis".


"A população elegível para esta segunda dose deve ser vacinada com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou após um diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2, ou seja, este reforço abrange também as pessoas que recuperaram da infeção", explica a DGS.

Portugal registou quase 252 mil suspeitas de reinfeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, que representam 5,3% dos 4,7 milhões de casos confirmados desde o início da pandemia, indica o relatório semanal sobre a evolução da covid-19 do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), divulgado na sexta-feira.


De acordo com a autoridade de saúde, 41,3% das suspeitas de reinfeção reportadas entre 90 e 180 dias ocorreram com a linhagem BA.5 da variante Ómicron, que é atualmente dominante no país, sendo responsável por cerca de 87% dos contágios.

Relativamente à pressão sobre os serviços de saúde, o relatório indica uma tendência crescente da ocupação hospitalar por casos de covid-19, com 2.092 internados em 30 de maio de 2022, mais 14% em relação à semana anterior.

A faixa etária com maior número de casos internados nas enfermarias dos hospitais de Portugal continental foi a dos idosos com 80 ou mais anos, com 851 doentes hospitalizados na última segunda-feira.

Relativamente aos cuidados intensivos, o número de doentes nessas unidades correspondeu, no início da semana, a 42% do limiar definido como crítico de 255 camas ocupadas, representando um crescimento face aos 38,8% registados nos sete dias anteriores.

"A razão entre o número de pessoas internadas e infetadas foi de 0,09, indicando uma menor gravidade da infeção quando comparada com ondas de covid-19 anteriores e semelhante à observada desde o início de 2022", sublinha ainda o documento.



Fonte: DN
 
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #858 em: 09/06/2022, 11:40 »
 
Covid-19: Portugal regista mais óbitos em 2022 do que em todo o ano de 2020, quando não havia vacina

Por Revista de Imprensa   em 09:07, 9 Jun 2022



Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Portugal registou, nos primeiros seis meses de 2022, mais mortes pela Covid-19 do que todo o primeiro ano da pandemia, em 2020, quando ainda não havia vacinação, apontou esta quinta-feira o ‘DN’: a sexta vaga que o país que o país atravessa, provocada pela sublinhagem BA.5 da variante Ómicron, está a atenuar embora o número de óbitos e de internamentos ainda se mantenha elevado.

“Isto é lamentável”, apontou Carlos Antunes, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. “Esperemos que a mensagem tenha sido finalmente interiorizada, sobretudo pela população mais idosa, para que comece a usar máscara, tal como é recomendado, em espaços fechados e em ajuntamentos.”

Portugal tinha atingido, até esta quarta-feira, um total de 23.479 óbitos. Destes, mais de 90% ocorreram em pessoas da faixa etária acima dos 70 anos. Nesta sexta vaga, mais de 93% da mortalidade foi em idosos acima dos 80 anos, uma tendência de óbitos que se mantém a subir, alertou o especialista. Atualmente, a média diária de óbitos está nos 42,5 e a média a 14 dias por milhão de habitantes em 51,2, o que “ainda é muito significativo”.

A meta definida pelo Governo para se atingir os 20 óbitos por milhão de habitantes está há muito comprometida. “Podemos mesmo nunca chegar a este valor durante o verão”, referiu Carlos Antunes.

De acordo com os dados oficiais, Portugal registou nos últimos sete dias um total de 293 óbitos, chegando a atingir máximos de 50 e de 51 mortes diárias, nos dias 1 e 5 de junho, o que já não acontecia desde 12 de fevereiro. Segundo as projeções, chegaremos a um total de 24 mil óbitos já na próxima semana, entre os dias 18 e 20, e aos 25 mil em julho. “O que significa que a mortalidade em 2022 será muito superior devido à Covid-19, o que é lamentável porque já temos vacinas e reforços que nos deixam mais protegidos do que estávamos no início da pandemia”, finalizou.





Fonte: multinews.sapo.pt                 Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-portugal-regista-mais-obitos-em-2022-do-que-em-todo-o-ano-de-2020-quando-nao-havia-vacina/

"A justiça é o freio da humanidade."
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #859 em: 10/06/2022, 11:55 »
 
OMS diz que teoria sobre acidente de laboratório deve ser investigada

10/06/22 06:28 ‧ Há 5 Horas por Lusa


Fonte de imagem: © Noticias ao minuto


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou uma investigação aprofundada sobre a hipótese de a covid-19 ter tido origem num acidente de laboratório, um ano depois de ter considerado a possibilidade "extremamente improvável".

Esta postura denota uma possível revisão da avaliação inicial da agência da ONU sobre as origens da pandemia e ocorre depois de críticos terem acusado a OMS de ter descartado com demasiada rapidez, ou subestimado, a teoria de que o vírus pode ter tido origem no Instituto de Virologia de Wuhan, a cidade no centro da China onde os primeiros casos de covid-19 foram diagnosticados, em finais de 2019.

A OMS concluiu, no ano passado, que aquela hipótese era "extremamente improvável".

Muitos cientistas defenderam ser mais provável que o novo coronavírus tenha sido transmitido para os humanos a partir de morcegos, possivelmente com outro animal como intermediário.

No entanto, num relatório divulgado na quinta-feira, o grupo de especialistas da OMS disse faltarem ainda "dados-chave" para apurar como a pandemia da covid-19 começou.

Os cientistas disseram que "permanecerão abertos a toda e qualquer evidência científica que se torne disponível no futuro para permitir testes abrangentes de todas as hipóteses razoáveis".

E observaram que, como os acidentes de laboratório no passado provocaram alguns surtos, a teoria do laboratório, que foi altamente politizada, não pode ser descartada.

Identificar a fonte de uma doença pode levar anos. Demorou mais de uma década para os cientistas identificarem as espécies de morcegos que serviram como reservatório natural da síndrome respiratória aguda grave (SARS), um outro coronavírus, detetado no sul da China, no final de 2002.

Um virologista que integra o grupo da OMS a investigar a origem da covid-19 Jean-Claude Manuguerra reconheceu que alguns cientistas "podem ser avessos" à ideia de investigar a teoria do laboratório, mas disse ser preciso manter a "mente aberta" para examinar esta hipótese.

O relatório pode ressuscitar acusações de que a OMS aceitou inicialmente, sem questionar, as explicações do Governo chinês, no início do surto em Wuhan.

Alguns dos principais membros da OMS ficaram frustrados com a China durante o surto inicial, mesmo depois da agência da ONU ter elogiado o Presidente chinês, Xi Jinping. Também ficaram frustrados pela forma como a China procurou restringir a pesquisa sobre as origens da pandemia.

O ex-Presidente dos Estados Unidos Donald Trump especulou repetidamente -- sem qualquer evidência -- que a covid-19 seria originária de um laboratório chinês, e acusou a OMS "de conluio" com a China para encobrir o surto inicial.

Especialistas, citados pela agência de notícias Associated Press, disseram que nenhum estudo foi fornecido à OMS que avaliasse a possibilidade de a covid-19 ter resultado de uma fuga de um laboratório.

Jamie Metzl, que integra um grupo consultivo da OMS não relacionado com as investigações, sugeriu que os países do G7 criassem uma equipa própria para pesquisar as origens do vírus, alegando que a OMS não tem autoridade política, experiência e independência para realizar uma avaliação tão crítica.

Metzl saudou o pedido da OMS para uma investigação mais aprofundada sobre a teoria do laboratório, mas disse ser insuficiente: "o Governo chinês ainda se recusa a partilhar dados brutos essenciais e não permite uma auditoria completa e necessária dos laboratórios de Wuhan".

O grupo de cientistas da OMS encarregados de investigar a origem do coronavírus disse serem necessárias várias abordagens, incluindo estudos que avaliam o papel de animais selvagens, e estudos ambientais em locais onde o vírus se pode ter alastrado pela primeira vez, como o mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan.

Em março de 2021, a OMS divulgou um relatório sobre as origens da covid-19, depois de uma visita de cientistas internacionais à China. O relatório concluiu que a doença provavelmente passou de morcegos para humanos, e que não havia provas que sugerissem uma origem num laboratório.

No entanto, depois de críticas feitas pela comunidade científica, incluindo de alguns cientistas da equipa da OMS, o diretor da agência reconheceu que era prematuro descartar aquela hipótese.





Fonte: noticiasaominuto.com                    Link: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2014144/oms-diz-que-teoria-sobre-acidente-de-laboratorio-deve-ser-investigada
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #860 em: 14/06/2022, 10:45 »
 
Teve Covid-19? Este sintoma pode durar meses, alerta especialista

14/06/22 08:24 ‧ Há 2 Horas por Notícias ao Minuto


Fonte de imagem-: © Shutterstock

É o seu caso?

Esteve infetado com coronavírus e ainda se sente doente? A tosse está entre os sintomas que podem persistir por um bom tempo. O alerta é do médico  Carlos Machado.

"Existem pessoas que estão há um ano com tosse residual, bronquite e quadro pulmonar restritivo e obstrutivo – que pode ser leve, onde a pessoa nem percebe; médio, quando há o incómodo, ou grave. O quadro pulmonar, da garganta e da tosse, pode persistir por algumas semanas ou muito mais tempo", refere Carlos Machado, em declarações ao portal Saúde em Dia.

De acordo com o especialista, é um engano acreditar que as subvariantes da Ómicron são menos graves do que as anteriores. Carlos Machado afirma que o vírus também pode atacar diversas regiões do corpo, como o cérebro, o coração e os rins, levando a que o doente desenvolva Covid longa.

Recorde-se que a chamada Covid longa acontece quando os sintomas da doença se prolongam no tempo. A fadiga, falta de ar, tosse, dores musculares ou perda de olfato e paladar prolongados são alguns dos sintomas mais comuns.

O que fazer se apresentar sintomas de Covid-19:

Mantenha a calma e evite deslocar-se aos hospitais. Fique em casa e ligue para o SNS 24 (808 24 24 24). Escolha a opção 1 (para outros sintomas deve escolher a opção 2) ou 112 se for emergência médica. Siga todas as orientações dadas e evite estar próximo de pessoas, mantendo uma distância de, pelo menos, dois metros.





Fonte: noticiasaominuto.com                    Link: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/2015585/teve-covid-19-este-sintoma-pode-durar-meses-alerta-especialista
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #861 em: 20/06/2022, 10:32 »
 
Covid longa. Risco é até 50% menor com esta variante, diz estudo

20/06/22 07:29 ‧ Há 2 Horas por Notícias ao Minuto


Fonte de imagem: © Shutter Stock

Ainda assim, os cientistas recomendam que a população continue a proteger-se contra a infeção.

As pessoas infetadas com a variante Ómicron do coronavírus têm menos probabilidade de desenvolver Covid longa, segundo um estudo do King’s College London, no Reino Unido, publicado recentemente na revista The Lancet.

Ao analisarem dados de doentes do Reino Unido reunidos na aplicação britânica Zoe Covid Symptom Study, os os investigadores descobriram que as hipóteses de desenvolver a condição durante a atual vaga da pandemia é são 20% a 50% menores em comparação com a onda de infeções provocada da variante Delta.

Entre os 56.003 casos estudados durante o pico da Ómicron no Reino Unido, entre dezembro de 2021 e março de 2022, 4,5% pessoas relataram sintomas de Covid longa. Na vaga anterior, entre junho a novembro de 2021, 10,8% dos 41.361 pacientes infectados não recuperaram completamente. Os valores variaram de acordo com a idade dos doentes e o momento em que foram vacinados com a última dose dos imunizantes.

"É uma boa notícia, mas, por favor, não diminua qualquer um de seus cuidados contra a Covid", disse a principal autora do estudo, Claire Steves, em entrevista à agência Reuters.

Recorde-se que a chamada Covid longa acontece quando os sintomas da doença se prolongam no tempo. A fadiga, falta de ar, tosse, dores musculares ou perda de olfato e paladar prolongados são alguns dos sintomas mais comuns.

O que fazer se apresentar sintomas de Covid-19:

Mantenha a calma e evite deslocar-se aos hospitais. Fique em casa e ligue para o SNS 24 (808 24 24 24). Escolha a opção 1 (para outros sintomas deve escolher a opção 2) ou 112 se for emergência médica. Siga todas as orientações dadas e evite estar próximo de pessoas, mantendo uma distância de, pelo menos, dois metros.





Fonte: noticiasaominuto.com                          Link: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/2018564/covid-longa-risco-e-ate-50-menor-com-esta-variante-diz-estudo
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #862 em: 20/06/2022, 11:15 »
 
Especialistas vão traçar perfil dos doentes internados com Covid-19 grave e muito grave

Por Lusa
20 Junho, 2022 • 07:40



Fonte de imagem:© Fernando Veludo/Lusa 

Os dados que vão ser recolhidos neste estudo "são altamente relevantes para informar as decisões sobre utilização das novas terapêuticas disponíveis, que reduzem o risco de progressão para formas mais graves da infeção".

Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos (SPCI) e o Grupo de Infeção e Sepsis vão traçar o perfil dos doentes internados com Covid-19 grave e muito grave, numa altura em que a maioria da população está vacinada.

Segundo o presidente da SPCI, Paulo Mergulhão, os dados a recolher neste estudo "são altamente relevantes para informar as decisões sobre utilização das novas terapêuticas disponíveis, que reduzem o risco de progressão para formas mais graves da infeção pelo SARS-CoV-2".

"A experiência dos últimos meses sugere que a população de maior risco se compõe de dois grupos distintos. O primeiro inclui pessoas não vacinadas, o que é cada vez mais infrequente - uma dúvida acessória neste contexto é a duração da proteção conferida pela vacinação e o estudo CritCov22 também vai tentar explorar esta matéria", explicou o especialista.

O segundo grupo -- acrescentou -- "é o de pessoas com compromisso significativo do sistema imunitário, nomeadamente recetores de transplantes de órgãos sólidos ou hematológicos, doentes expostos a terapêutica imunossupressora ou com outras formas de imunodepressão congénita ou adquirida".

"É fundamental sistematizar estes dados de forma a esclarecer os verdadeiros fatores de risco para desenvolvimento de Covid-19 grave ou crítica", sublinha Paulo Mergulhão.

O estudo vai incluir todos os doentes admitidos nos Serviços de Medicina Intensiva (SMI) entre os meses de fevereiro e abril deste ano, com o diagnóstico de infeção pelo vírus SARS-CoV-2, "mesmo que este não seja a causa da admissão", precisa o responsável.

Os dados a recolher serão epidemiológicos e de comorbilidades "com foco particular no risco de imunossupressão" e a comparação entre os grupos (infeção por SARS-CoV-2 e covid-19 grave/crítica) "deverá contribuir para esclarecer os fatores de risco atuais para desenvolvimento de doença grave", frisa.

Será ainda possível recolher dados sobre o consumo de recursos e os resultados globais que deverão permitir avaliar o custo que o SARS-CoV-2 impõe atualmente aos serviços de medicina intensiva.

"Uma das grandes lições desta pandemia é a do potencial disruptivo para todo o sistema de saúde de uma situação de sobrecarga sustentada dos Serviços de Medicina Intensiva, com compromisso da sua capacidade de resposta", disse o responsável, considerando que isto tem reflexos "não só na doença crítica aguda, mas também em situações como procedimentos de elevada complexidade (como por exemplo cirurgia oncológica ou cardíaca) ou na necessidade de ocupar espaços, como blocos operatórios ou salas de recobro, com o consequente prejuízo da sua atividade programada".

Paulo Mergulhão reconhece que a elevada taxa de vacinação no nosso país "conduziu a um aligeiramento das medidas de prevenção", insistindo que estas "devem ser sempre relembradas".

"A etiqueta respiratória, lavagem das mãos e utilização de máscaras nos contextos onde é recomendada continuam a ser medidas cuja importância não deve ser menosprezada. Sabemos que a vacinação reduz de forma muito importante o risco de desenvolvimento das manifestações mais graves da Covid-19, mas não o elimina totalmente", afirmou.

Lembra que atualmente "já existem alternativas farmacológicas, como anticorpos monoclonais", aprovados pela Agência Europeia do Medicamento, para prevenção da Covid-19 e que vários países da União Europeia "já definiram critérios para a sua utilização na proteção de doentes imunossuprimidos que não desenvolvem uma resposta adequada à vacinação".

"Aguarda-se a sua disponibilização em Portugal e os dados recolhidos poderão ajudar a definir as populações alvo para este tipo de intervenção", considerou.

A estas alternativas farmacológicas juntam-se os tratamentos já disponíveis em Portugal, como "as terapêuticas antivirais ou anticorpos monoclonais que são comprovadamente eficazes a reduzir o risco de progressão da infeção por SARS-CoV-2 para formas mais severas".

"Tal como todos os outros, estes novos fármacos têm efeitos laterais conhecidos, interações farmacológicas que podem ser relevantes, contraindicações específicas e um custo que pode não ser despiciendo", afirmou o especialista, sublinhando: "É por estes motivos que se torna fundamental a identificação de grupos ou populações com maior probabilidade de beneficiarem da utilização destas novas alternativas terapêuticas".





Fonte: tsf.pt                       Link: https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/especialistas-vao-tracar-perfil-dos-doentes-internados-com-covid-19-grave-e-muito-grave-14952817.html
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #863 em: 21/06/2022, 11:22 »
 
Covid-19 confirma que despesas em saúde são um investimento

21 jun 2022 07:24


Fonte de imagem: dnoticias.pt

O Relatório de Primavera 2022 defende que a pandemia mostrou que as despesas em saúde "são um investimento e não um custo" e sublinha que sistemas de saúde mais fortes e resilientes protegem melhor as populações e as economias.

O documento, da autoria do Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS), aponta diversos estudos que concluem que os governos deverão investir em áreas críticas como a capacidade de adaptação e de aprendizagem, de alinhamento dos serviços públicos com as necessidades dos cidadãos, de governação de sistemas de produção resilientes e na capacidade de gerir dados e plataformas digitais.

O Relatório de Primavera 2022 -- "E agora?", que hoje é apresentado na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e que analisa a governação do sistema de saúde português, lembra a redução na atividade assistencial, mas sublinha o esforço dos Cuidados de Saúde Primários (CSP).

"Os CSP, apesar de algumas quebras, evidenciaram um esforço notável na procura de formas alternativas de resposta aos seus utilizadores, a par com o seguimento de doentes com covid-19 e de todo o trabalho que foi necessário desenvolver no processo de vacinação", sublinha.

O OPSS recorda a redução nas consultas presenciais nos CSP no período 2019/2020 e o aumento de 14,3% em 2020/2021, mas sublinha que este não foi suficiente para recuperar a atividade pré-pandemia, "uma vez que se regista uma redução de 29,7% entre 2019/2021".

Os cuidados ao domicílio seguem a mesma tendência, que é alterada nas consultas não presenciais, que mais do que duplicaram no período 2019/2020, continuando a aumentar em 2020/2021, refere o documento, que destaca o facto de o serviços terem procurado formas alternativas de dar resposta aos utentes.

Nas consultas médicas hospitalares, sublinha que a atividade anterior à pandemia ainda não foi completamente recuperada, tendência que se repete para as primeiras consultas.

A mesma tendência de queda -- refere o relatório -- é encontrada nos Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT) entre 2019/2020.

No período 2020/2021, o documento aponta para um aumento total de 39% dos atos aceites de MCDT, referindo que o aumento é generalizado em praticamente todas as áreas, com exceção da neurofisiologia (redução de 29,7%).

Em relação aos níveis de atividade, o relatório defende que em Portugal se deve ponderar se no pós-pandemia se pretende repor em todas as linhas os níveis verificados na pré-pandemia.

"Por exemplo, tendo em conta as queixas dos hospitais relativamente ao excesso de procura nas urgências antes da pandemia, sugerindo que os problemas poderiam e deveriam ser resolvidos noutras áreas de cuidados, nomeadamente nos CSP, esta reposição poderá ser equacionada e estendida a outras áreas de cuidados", sugere.

Diz ainda que a análise da redução global na utilização de serviços de saúde e os níveis que se pretendem repor, bem como o aumento das necessidades não satisfeitas em saúde, devem ser analisadas em conjunto para ajudar na definição de estratégias coerentes que respondam às necessidades identificadas e que permitam melhorar a saúde de forma eficiente.

Sobre o recurso à telemedicina e outras variantes da telessaúde - alternativas encontradas para responder à necessidade de respostas alternativas aos utentes -, o Relatório de Primavera defende que deve ser garantida "a sustentabilidade dos respetivos investimentos necessários nesta área (infraestruturas, tecnológicos, humanos, formação, etc.) e o sistema de incentivos para a manutenção e até extensão das boas práticas comprovadas"

No entanto, alerta, a adoção da telessaúde "deverá ser equacionada para perceber se responde integralmente às necessidades da procura que se verificaram nos diversos níveis de cuidados, não podendo ser adotada como uma panaceia para todas as atividades de saúde".

O Observatório Português dos Sistemas de Saúde é constituído por uma rede de investigadores e instituições académicas dedicadas ao estudo dos sistemas de saúde.





Fonte: dnoticias.pt                       Link: https://www.dnoticias.pt/2022/6/21/316423-covid-19-confirma-que-despesas-em-saude-sao-um-investimento/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #864 em: 23/06/2022, 14:13 »
 
Parlamento Europeu aprova renovação de certificado Covid até junho de 2023

Lusa
12:30



Fonte de imagem: rr.sapo.pt

Para entrar em vigor, a prorrogação tem de ser formalmente adotada pelo Conselho da União Europeia.

O Parlamento Europeu deu esta quinta-feira ‘luz verde’ à renovação das regras relativas ao Certificado Digital Covid-19 da União Europeia (UE) até 30 de junho de 2023, para evitar futuras restrições “desproporcionadas ou discriminatórias” à livre circulação.

Numa votação na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Bruxelas, os eurodeputados aprovaram o acordo alcançado com o Conselho para extensão do quadro legal do Certificado Digital Covid-19 da UE por mais 12 meses, com 453 votos a favor, 119 contra e 19 abstenções (para cidadãos da União) e 454 a favor, 112 contra e 20 abstenções (para nacionais de países terceiros).

A ‘luz verde’ surge após o acordo alcançado a 13 de junho com o Conselho da UE, que visa impedir restrições à livre circulação no espaço comunitário no caso de aparecimento de novas variantes ou outras ameaças relacionadas com pandemia.

“Em resposta ao pedido do Parlamento, o texto declara que os Estados-membros não devem restringir a livre circulação dos titulares do certificado de uma forma desproporcionada ou discriminatória”, informa a assembleia europeia em comunicado.

Caberá à Comissão Europeia avaliar o impacto do certificado na livre circulação e nos direitos fundamentais até ao final de 2022, podendo propor a sua revogação se a situação da saúde pública o permitir, com base nos últimos pareceres científicos do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças e do Comité de Segurança da Saúde.

Para entrar em vigor, a prorrogação tem de ser formalmente adotada pelo Conselho da UE, entrando em vigor no dia da sua publicação no Jornal Oficial da UE.

Em causa está o Certificado Digital da UE, comprovativo da testagem (negativa), vacinação contra a Covid-19 ou recuperação de infeção com o vírus SARS-CoV-2, que entrou em vigor na União no início de julho de 2021 para facilitar viagens dentro do espaço comunitário em quadro de pandemia.

É aos Estados-membros que cabe a decisão final sobre viagens.





Fonte: eco.sapo.pt                  Link: https://eco.sapo.pt/2022/06/23/parlamento-europeu-aprova-renovacao-de-certificado-covid-ate-junho-de-2023/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #865 em: 27/06/2022, 09:31 »
 
Covid-19: Cada reinfeção pode agravar risco de sequelas graves e aumentar risco de morte

27.06.2022 às 08h00



Fonte de imagem: visao.sapo.pt

Independentemente da vacinação, um estudo ainda a aguardar revisão pelos pares concluiu uma reinfeção pelo SARS-CoV-2 aumenta o risco de mortalidade por qualquer causa, hospitalização e sequelas nos órgãos, em comparação com quem só teve Covid-19 uma vez


Publicados na Nature Portfolio e à espera de revisão, os resultados de um estudo conduzido por investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington e do Sistema de Saúde dos Veteranos de Saint Louis apontam um risco acrescido de sequelas graves por cada reinfeção com o coronavírus.

Com dados dos registos de saúde dos veteranos americanos, a equipa caracterizou os riscos a seis meses de uma série de sequelas em mais de 257 mil pessoas que estiveram infetadas apenas uma vez, quase 39 mil com duas ou mais infeções – com os que tinham tido uma reinfeção a totalizarem 12,29%, os que tinham tido duas 0,76% e com três ou mais 0,08%, e um grupo de controlo de cerca de 5,4 milhões que nunca tinham tido Covid-19.

A média de intervalo entre a primeira infeção e a segunda foi de 79 dias e entre a segunda e a terceira de 65.

Em análise esteve o risco de mortalidade por qualquer causa, hospitalização e um conjunto pré-definido de sequelas, incluindo a bem conhecida fadiga e outros efeitos menos avaliados como dermatite atópica e neoplasmas. Mas se no caso da fadiga, o risco mais elevado ficou comprovado, os investigadores não encontraram qualquer relação entre a infeção com SARS-CoV-2 e a dermatite atópica ou neoplasmas.

No espaço de seis meses, os que tinham tido reinfeções apresentavam uma taxa de risco de morte por qualquer causa, um risco de hospitalização também mais elevado e um aumento do risco de sequelas pulmonares, cardiovasculares, renais, gastrointestinais e perturbações neurológicas e musculoesqueléticas.

Os investigadores concluíram ainda que independentemente do estado vacinal de uma pessoa, o risco aumenta consoante o número de reinfeções.





Fonte: visao.sapo.pt                  Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-06-27-covid-19-cada-reinfecao-pode-agravar-risco-de-sequelas-graves-e-aumentar-risco-de-morte/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #866 em: 30/06/2022, 13:32 »
 
Governo prolonga situação de alerta até “ao final de julho” mas há novas regras: isolamento reduz para 5 dias e certificado deixa de ser exigido

Por Simone Silva   em 13:18, 30 Jun 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Governo decidiu prolongar até ao final de julho a situação de alerta em território continental, mas há duas novas regras que passam a aplicar-se: a redução do isolamento para 5 dias e o fim do certificado digital na chegada a Portugal.

Em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros, a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, anunciou que “foi prolongada a situação de alerta até ao final de julho, devido à pandemia de doença Covid-19”.

“As regras que estão em vigor são as mesas que vigorara, até aqui, ainda que nos próximos dias tenhamos novidades, porque a Direção-Geral da Saúde (DGS) comunicou a intenção de passar o período de isolamento de sete para cinco dias”, revelou.

A par disso, “segundo o despacho das viagens, deixará de ser exigido certificado digital para a entrada no nosso país”, disse, adiantando que “fora estas duas alterações as regras permanecem as mesmas, com a indicação de utilização de máscara nos transportes públicos e com a recomendação desse uso quando estamos em contacto com mais vulneráveis, quando temos sintomas, ou quando somos um contacto de risco”, concluiu.





Fonte: multinews.sapo.pt                  Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/governo-prolonga-situacao-de-alerta-ate-ao-final-de-julho-mas-ha-novas-regras-isolamento-reduz-para-5-dias-e-certificado-deixa-de-ser-exigido/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #867 em: 07/07/2022, 18:52 »
 
DGS confirma redução do período de isolamento Covid para cinco dias
Autoridades de saúde recomendam "fortemente" a utilização de máscara nos cinco dias seguintes ao final do isolamento.

DGS confirma redução do período de isolamento Covid para cinco dias


© Photo by Isaac Quesada on Unsplash
PorGonçalo Teles
07 Julho, 2022 • 17:32

ADireção-Geral da Saúde confirmou, esta quinta-feira, a redução de sete para cinco dias do período de isolamento de casos Covid-19 assintomáticos ou com doença ligeira.

"O tempo mínimo de isolamento é reduzido de sete para cinco dias no caso de pessoas com infeção assintomática ou doença ligeira, desde que a pessoa, quando doente, já não tenha febre e esteja melhor dos seus sintomas", lê-se na documentação das autoridades de saúde que atualiza a norma 004/2020.

No mesmo comunicado, a DGS recomenda ainda "fortemente" que a máscara seja utilizada "durante mais cinco dias após o isolamento", uma vez que se mantém o perigo de transmissão do vírus, ainda que com infecciosidade mais baixa.

Para os doentes internados ou residentes em Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas (ERPI), mesmo que assintomáticos ou com doença ligeira, mantém-se o período de isolamento de sete dias.


Apesar desta redução do período de isolamento, a DGS recomenda a quem trabalhe em ERPI ou seja prestador de cuidados de saúde que evite essas mesmas atividades durante os dois dias seguintes.

Já os doentes internados ou em ERPI, ainda que assintomáticos ou com doença ligeira, devem cumprir mais dois dias de isolamento, ou seja, um total de sete.

Para os doentes Covid-19 com doença moderada o período mínimo de isolamento é de dez dias.

No caso de doentes graves, o período mínimo é de 20 dias ou de dez, mediante "apresentação de um Teste Rápido de Antigénio (TRAg) de uso profissional negativo".

O fim do isolamento para pessoas imunossuprimidas é "decidido caso-a-caso pelo médico assistente".


Fonte:  TSF
 
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #868 em: 05/08/2022, 11:31 »
 
Um em cada oito infetados com Covid mantém sintomas a longo prazo

Lusa 10:31


Fonte de imagem: eco.sapo.pt

Estudo da Lancet mostra risco de persistência de sintomas duradouros após a infeção, como dificuldade em respirar, dor muscular, perda de sabor ou cheiro, formigueiros ou fadiga geral.

Uma em cada oito pessoas infetadas pelo coronavírus responsável pela Covid-19 mantém um dos sintomas característicos da doença a longo prazo, mostra um amplo estudo publicado na revista científica Lancet.

Estes sintomas incluem “dor abdominal, dificuldades e dor ao respirar, dor muscular, perda de sabor ou cheiro, formigueiros, desconforto na garganta, ondas de calor ou frio, peso dos braços ou pernas, bem como fadiga geral”, enumera o estudo.

“Em 12,7% dos pacientes, três a cinco meses após a infeção estes sintomas podem ser atribuídos à Covid-19”, concluem os autores do estudo.

O trabalho, realizado nos Países Baixos, é, pela sua escala e metodologia, uma peça importante para melhor compreender o risco de “Covid longo”, ou seja, a persistência de sintomas duradouros após a infeção pelo coronavírus.

As pesquisas permitiram perceber que existem sequelas específicas da infeção do coronavírus em alguns pacientes e que estas não são explicadas apenas por distúrbios psicossomáticos, como inicialmente sugerido por alguns médicos. Mas a frequência destas desordens e, ainda mais, os mecanismos fisiológicos pelos quais intervêm são em grande parte ainda desconhecidos.

O estudo da Lancet não responde a esta segunda pergunta, mas permite especificar melhor a primeira questão, porque foi realizado num número significativo de pacientes – mais de 4.000 pessoas que tiveram Covid-19 – e porque as respostas destes pacientes foram comparadas com as dadas por pessoas que não tiveram a doença.

Se quase 9% das pessoas que não tiveram Covid-19 têm um dos sintomas descritos anteriormente, entre as que tiveram a doença a proporção sobe para 21,4%.






Fonte:  eco.sapo.pt                    Link: https://eco.sapo.pt/2022/08/05/um-em-cada-oito-infetados-com-covid-mantem-sintomas-a-longo-prazo/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #869 em: 05/08/2022, 12:04 »
 
Quase meia centena de mulheres portuguesas sofreram alterações no período e na mama após a vacina contra a covid-19

5 ago 2022 09:49


ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA


Os dados são do Infarmed, que reportou 471 notificações de efeitos adversos relacionados com "distúrbios do sistema reprodutor e da mama".

A notícia está a ser avançada pelo Jornal de Notícias, que escreve esta sexta-feira que quase meia centena de mulheres portuguesas sofreram alterações no período e na mama após a vacina contra a covid.

"Os efeitos indesejáveis notificados referem-se a aumento de volume dos seios e/ou ausência e/ou duração de período menstrual", explicou o Infarmed, em resposta por escrito ao diário.

O Sistema Nacional de Farmacovigilância (SNF) registou, até 31 de maio, um total de 24.624 reações adversas às vacinas contra a covid-19, o que representa um caso em cada mil inoculações. Destes casos, 7.956 foram considerados graves.

“Dos casos de RAM classificados como graves, cerca de 83% dizem respeito a situações de incapacidade temporária (incluindo o absentismo laboral) e outras consideradas clinicamente significativas pelo notificador, quer seja profissional de saúde ou utente”, indicou o Infarmed.

No entanto, “face ao número total de vacinas administradas, verifica-se que as reações adversas às vacinas contra a covid-19 são pouco frequentes, com cerca de um caso em mil inoculações, um valor estável ao longo do tempo”, refere o relatório do regulador.

Entre as reações adversas mais notificadas constam febre, dor de cabeça, dor muscular, fadiga, calafrios, náusea, dor articular, dor generalizada, mal-estar geral, tonturas, aumento do volume dos gânglios linfáticos, vómitos e fraqueza.

Os sintomas notificados com maior frequência "enquadram-se no perfil reatogénico comum de qualquer vacina”, clarifica o Infarmed.

Aqui ao lado, em Espanha, um estudo pioneiro da Universidade de Granada (UGR), chamado EVA, no qual participaram quase 23.000 mulheres, identificou alterações na menstruação provocadas pelas vacinas contra a covid-19 que afetam a duração do ciclo, provocam dor ou diferentes sintomas pré-menstruais.
Segundo os dados divulgados, 78% das participantes sentiram mudanças nos sintomas pré-menstruais e menstruais após a administração da vacina.

Do total da amostra, as mulheres que relataram alterações são um pouco mais velhas, principalmente com mais de 35 anos. As alterações ocorreram mais em mulheres fumadoras.

As alterações mais prevalentes nos sintomas pré-menstruais foram maior cansaço (43%), inchaço (37%), irritabilidade (29%), tristeza (28%) e dor de cabeça (28%), enquanto os sintomas menstruais mais frequentes foram o aumento da quantidade de sangramento (43%), dor (41%), menstruação atrasada (38%) e menos dias de sangramento (34,5%).

Recorde-se que após a campanha de vacinação, muitas mulheres detetaram alterações no ciclo menstrual, o que motivou este projeto de pesquisa que visa determinar se existe relação entre a vacina e os distúrbios menstruais.





Fonte: 24.sapo.pt                  Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/quase-meia-centena-de-mulheres-portuguesas-sofreram-alteracoes-no-periodo-e-na-mama-apos-a-vacina-contra-a-covid
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