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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293604 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #900 em: 09/09/2022, 15:38 »
 
Homens vs mulheres. Quem está mais protegido pela vacina contra a Covid?



© Teresa Nunes/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Eis as conclusões de um estudo internacional.

A eficácia da vacina contra a Covid-19 demonstrou ser substancialmente superior nos homens, pelo menos a primeira dose, revela um estudo publicado na revista Contemporary Clinical Trial.

As diferenças na eficácia e segurança na população em geral também sugerem que as mulheres tendem a sofrer efeitos secundários com mais frequência, face aos homens. Os casos mais graves foram os de coágulo sanguíneo, muito mais relatados por mulheres que foram imunizadas com as vacinas da AstraZeneca e da Janssen.

No ano passado, recorde-se que um estudo realizado na Universidade de Miami, nos Estados Unidos, dava conta que o imunizante não afetava a reprodução masculina, mas o vírus em si

Também no ano passado, um grupo de cientistas encontrou uma diferença significativa entre homens e mulheres para um tipo de célula chamado 'natural killer', ou exterminadoras naturais, que são conhecidas há décadas e que têm como função matar células infetadas, o que poderia ajudar a explicar as diferenças na proteção conferida pelas vacinas.

O que fazer se apresentar sintomas de Covid-19:


Mantenha a calma e evite deslocar-se aos hospitais. Fique em casa e ligue para o SNS 24 (808 24 24 24). Escolha a opção 1 (para outros sintomas deve escolher a opção 2) ou 112 se for emergência médica. Siga todas as orientações dadas e evite estar próximo de pessoas, mantendo uma distância de, pelo menos, dois metros.






Fonte: noticiasaominuto.com                        Link: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/2069771/homens-vs-mulheres-quem-esta-mais-protegido-pela-vacina-contra-a-covid
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #901 em: 09/09/2022, 15:41 »
 
Covid longa. Stress e ansiedade podem aumentar risco de sintomas

09/09/22 11:44 ‧ Há 3 Horas por Notícias ao Minuto



© ShutterStock

Novo estudo revela que pessoas mais solitárias estão mais propícias a ter a doença.

Pessoas com mais stress, ansiedade, deprimidas e solitárias correm mais risco de vir a ter Covid longa. Esta é a conclusão de um recente estudo da JAMA Psychiatry. Percebeu que estas patologias estavam ligadas a sintomas mais prolongados da doença.

O estudo foi feito com base na análise de respostas dadas por mais de 55 mil pessoas nos Estados Unidos e Canadá entre abril de 2020 e novembro de 2021. Desse grupo, cerca de 1.400 acabaram por ter Covid longa, com os sintomas a permanecerem até quatro ou mais semanas.

Os resultados mostraram que as pessoas que tinham algum tipo de sofrimento psicológico acabaram por aumentar entre 32% a 46% os riscos de virem a desenvolver Covid longa.

O estudo encontrou uma forte ligação entre os sintomas mais prolongados da doença e outros fatores de risco conhecidos, como obesidade, hipertensão e asma.

Muitas das pessoas responderam ao questionário numa fase embrionária da pandemia, quando os níveis de stress estavam mais elevados. Isso pode explicar alguns dos resultados deste estudo.

“Quem tem um problema de saúde mental acaba sempre por desenvolver uma maior probabilidade de ter outros problemas de saúde mais tarde, seja Covid-19, Covid longa ou uma outra doença”, explicou a médica Jacqueline Becker.

Pessoas com mais stress, ansiedade, deprimidas e solitárias correm mais risco de vir a ter Covid longa. Esta é a conclusão de um recente estudo da JAMA Psychiatry. Percebeu que estas patologias estavam ligadas a sintomas mais prolongados da doença.

O estudo foi feito com base na análise de respostas dadas por mais de 55 mil pessoas nos Estados Unidos e Canadá entre abril de 2020 e novembro de 2021. Desse grupo, cerca de 1.400 acabaram por ter Covid longa, com os sintomas a permanecerem até quatro ou mais semanas.






Fonte: noticiasaominuto.com                        Link: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/2069904/covid-longa-stress-e-ansiedade-podem-aumentar-risco-de-sintomas
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #902 em: 09/09/2022, 23:52 »
 
Portugal com 17.044 novos casos de covid-19 e 47 mortes na última semana

MadreMedia / Lusa
9 set 2022 20:39



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Portugal registou 17.044 novos casos confirmados de covid-19 entre 30 de agosto e 05 de setembro, numa semana em que se registaram 47 mortes pela doença e 431 pessoas internadas, segundo dados oficiais hoje divulgados.

De acordo com o relatório de situação da Direção-Geral da Saúde (DGS), o total de novos casos na última semana representa uma quebra de 1.158 face à semana anterior, colocando a incidência da doença em 166 por 100 mil habitantes, uma quebra de 6% no mesmo período.

O índice de transmissibilidade da infeção (Rt) situou-se na última semana em 0,99.

Quanto à ocupação hospitalar no território continental devido à covid-19, a 05 de setembro era de 431 camas, menos 39 do que na semana anterior, havendo 33 pessoas internadas em unidades de cuidados intensivos, menos três do que na semana precedente.

A DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

No período em análise morreram 47 pessoas por covid-19, mais duas do que na semana anterior, colocando a mortalidade em 05 por milhão de habitantes, o que representa um crescimento de 4% numa semana.

Por regiões, apenas a região autónoma da Madeira registou um aumento semanal de novos casos, com mais 66 casos e um total de 616 novas infeções confirmadas.

A região Norte registou 5.614 novos casos (menos 316 numa semana) e 21 óbitos (mais nove).

A região Centro contabilizou 3.686 novos casos (menos 293) e oito mortes (sem variação semanal).

Lisboa e Vale do Tejo registou 4.942 novos casos (menos 312) e 14 mortes (menos quatro).

No Alentejo registaram-se 574 novas infeções (menos 48) e uma morte (menos duas); e no Algarve contabilizaram-se 903 novos casos (menos 65) e duas mortes (mais uma).

Já os Açores registaram 709 novas infeções (menos 190) e uma morte (sem variação semanal).

Segundo o relatório, a maioria dos novos casos distribuiu-se pelas faixas etárias entre os 30 e os 79 anos. Já os internamentos concentram-se maioritariamente nas faixas etárias entre os 70 e os 79 anos e os maiores de 80 anos. Nos internamentos em UCI, a maioria dos doentes tem pelo menos 60 anos.

Já os óbitos aconteceram quase todos em pessoas com 70 ou mais anos.

No que respeita à cobertura vacinal 63% das pessoas com 80 ou mais anos já levou uma segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19, o mesmo acontecendo com 1% das pessoas entre os 60 e os 79 anos.

A campanha de reforço de vacinação contra a covid-19 em simultâneo com a vacinação contra a gripe para os mais vulneráveis e maiores de 60 anos arrancou há dias e deve abranger cerca de três milhões de pessoas, segundo estimativas da DGS.







Fonte: 24.sapo.pt                      Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-com-17-044-novos-casos-de-covid-19-e-47-mortes-na-ultima-semana
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #903 em: 12/09/2022, 21:16 »
 
Contratos da UE para compra de vacinas anticovid-19 foram tardios e não previram falhas

MadreMedia / Lusa
12 set 2022 16:12



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os contratos firmados pela Comissão Europeia para a compra, pela União Europeia (UE), de vacinas anticovid-19 foram tardios e não continham cláusulas para resolver falhas no abastecimento como as registadas, conclui o Tribunal de Contas Europeu (TCE).

A posição do TCE consta de um relatório especial hoje divulgado sobre a aquisição de vacinas contra a covid-19 pela UE, no qual o tribunal constata que “a UE criou um sistema centralizado adaptado à aquisição de vacinas, com o qual conseguiu constituir uma carteira inicial de candidatas a vacinas abrangendo diferentes empresas e tecnologias, mas iniciou o processo de aquisição mais tarde do que o Reino Unido e os Estados Unidos”.

Em causa estão os contratos celebrados pela Comissão Europeia, em nome da UE, para aquisição de vacinas anticovid-19 dada a estratégia criada em junho de 2020, no âmbito da qual, até ao final de 2021, celebrou contratos no valor de 71 mil milhões de euros, que permitiram assegurar 4,6 mil milhões de doses de vacinas das fabricantes Pfizer/BioNTech, Moderna, AstraZeneca, Janssen, Sanofi/GSK, CureVac, Novavax e Valneva.

“Após a celebração dos contratos, a Comissão apoiou a sua execução, atuando como facilitador entre os Estados-membros e os fabricantes”, porém “tinha pouco poder de influência para superar as dificuldades de fornecimento”, realça o TCE.

Em concreto, “quando a UE se deparou com graves falhas de fornecimento, no primeiro semestre de 2021, tornou-se evidente que a maioria dos contratos não continha disposições específicas para dar resposta a este tipo de perturbações”, acrescenta.

Esta situação levou o executivo comunitário a avançar para tribunal contra a fabricante britânica AstraZeneca, para a empresa cumprir o acordado com Bruxelas.

Nos primeiros seis meses de 2021, a UE enfrentou então falhas de fornecimento, mas no final desse ano já tinham sido entregues aos Estados-membros quase 952 milhões de doses de vacinas, permitindo vacinar 80% da população adulta do espaço comunitário com o esquema completo.

Além disso, “a Comissão não analisou plenamente as dificuldades da produção de vacinas em termos de fabrico e cadeia de abastecimento antes de celebrar a maioria dos contratos”, adianta o TCE, lamentando que, só em fevereiro de 2021, a instituição tenha criado um grupo de trabalho para apoiar o fabrico e as cadeias de abastecimento, cujo impacto “é difícil de determinar” no que toca ao aumento da capacidade de produção.

Nos contratos mais recentes celebrados com os fabricantes de vacinas, os negociadores da UE já “estavam em melhores condições para garantir os objetivos da União com a aquisição”, adianta o tribunal.

Isto porque “os termos dos contratos evoluíram ao longo do tempo”, dado que os firmados em 2021 já dispunham de “disposições mais rigorosas em questões fundamentais, como os calendários de entrega e o local de produção”, face aos celebrados no ano anterior, conclui o TCE.

O tribunal recomenda, assim, que a Comissão Europeia crie orientações para processos de aquisição em contexto de pandemias.

A covid-19 é uma doença respiratória que se tornou numa pandemia em 11 de março de 2020, depois de o SARS-CoV-2, vírus detetado em finais de 2019 na China, se ter disseminado rapidamente pelo mundo.







Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/contratos-da-ue-para-compra-de-vacinas-anticovid-19-foram-tardios-e-nao-previram-falhas
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #904 em: 13/09/2022, 10:29 »
 
17 milhões da zona na europeia da OMS sofreram de COVID prolongada

N.N./Lusa
13 set 2022 10:10




Pelo menos 17 milhões de pessoas nos 53 estados-membros da região europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS) sofreram "covid prolongada nos dois primeiros anos da pandemia", foi hoje anunciado.

De acordo com uma pesquisa apresentada hoje na reunião anual do Comité da OMS para a Europa em Telavive, Israel, mais de 17 milhões de pessoas na região europeia teriam experimentado "uma condição pós-covid-19, também conhecida como covid prolongada", sofrendo "uma duração dos sintomas de pelo menos três meses em 2020 e 2021"

Segundo dados de um estudo feito pelo centro da Escola de Medicina da Universidade de Washington para a OMS e apresentado hoje em Telavive, houve um aumento significativo de 307 por cento nos novos casos de covid de longo prazo identificados entre 2020 e 2021.

As mulheres, segundo o estudo, “têm mais possibilidades que os homens de ter covid longa”, enquanto “o risco aumenta drasticamente” quando se trata de pacientes graves com covid-19. Nestes casos, uma em cada três mulheres pode sofrer de covid persistente, o mesmo que um em cada cinco homens.

"Esses dados destacam a necessidade urgente de mais análise, mais investimento, mais apoio e mais solidariedade" com aqueles que sofrem de covid prolongada”, disse Hans Henri P. Kluge, diretor regional da OMS para a Europa, no segundo dia da 72ª reunião do Comité Regional da OMS para a Europa, que começou segunda-feira e termina na quarta-feira.

A pesquisa apresentada hoje também alerta que cerca de 145 milhões de pessoas em todo o mundo sofreram qualquer um dos três sintomas de covid de longo prazo nos primeiros dois anos da pandemia. Isso inclui fadiga com dores no corpo, alterações de humor, problemas cognitivos e falta de ar.

A maioria das pessoas que passaram pela covid-19 recuperam completamente, mas entre 10 e 20% desenvolveram efeitos a médio e longo prazo.

A OMS anunciou hoje a criação de uma parceria oficial com a Long COVID Europe, uma rede de 19 entidades de pacientes de países da região europeia.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                         Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/17-milhoes-da-zona-na-europeia-da-oms-sofreram-de-covid-prolongada
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #905 em: 14/09/2022, 17:19 »
 
Covid-19: Média diária de casos atinge o valor mais baixo do ano em Portugal

Por MultiNews Com Lusa em 17:10, 14 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A média de infeções pelo coronavírus que provoca a covid-19 desceu em Portugal para os 2.468 casos diários, o valor mais baixo registado este ano, indicam os dados do Instituto Ricardo Jorge (INSA) hoje divulgados.

Segundo o relatório semanal do INSA sobre a evolução da covid-19, o número médio de casos diários de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 a cinco dias voltou a baixar dos 2.527 para os 2.468 a nível nacional, sendo ligeiramente mais reduzido no continente (2.294).

Esta média de 2.468 contágios diários é a mais baixa registada durante 2022, ano que começou com valores elevados que chegaram aos 49.795 casos diários notificados no final de janeiro.

Quanto ao índice de transmissibilidade (Rt) do SARS-CoV-2, que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus, os dados do INSA indicam que está nos 0,98 a nível nacional, sem alterações significativas em relação à semana anterior.

O relatório refere ainda que quatro regiões estão com este indicador acima do limiar de 1, caso de Lisboa e Vale do Tejo (1,01), o Alentejo (1,02), os Açores (1,10) e a Madeira (1,34), sendo essa região autónoma a que apresenta o maior valor de Rt do país.

O Norte regista um Rt de 0,97, o Centro de 0,94 e o Algarve de 0,94, avança o INSA.

O instituto estima que, desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 09 de setembro, Portugal tenha registado um total de 5.447.844 infeções pelo vírus que provoca a covid-19.







Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/covid-19-media-diaria-de-casos-atinge-o-valor-mais-baixo-do-ano-em-portugal/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #906 em: 15/09/2022, 10:15 »
 
COVID-19: Média de casos atinge o valor mais baixo do ano em Portugal

N.N./Lusa
15 set 2022 09:21



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

A média de infeções pelo coronavírus que provoca a covid-19 desceu em Portugal para os 2.468 casos diários, o valor mais baixo registado este ano, indicam os dados do Instituto Ricardo Jorge (INSA).

Segundo o relatório semanal do INSA sobre a evolução da covid-19, o número médio de casos diários de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 a cinco dias voltou a baixar dos 2.527 para os 2.468 a nível nacional, sendo ligeiramente mais reduzido no continente (2.294).

Esta média de 2.468 contágios diários é a mais baixa registada durante 2022, ano que começou com valores elevados que chegaram aos 49.795 casos diários notificados no final de janeiro.

Quanto ao índice de transmissibilidade (Rt) do SARS-CoV-2, que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus, os dados do INSA indicam que está nos 0,98 a nível nacional, sem alterações significativas em relação à semana anterior.

O relatório refere ainda que quatro regiões estão com este indicador acima do limiar de 1, caso de Lisboa e Vale do Tejo (1,01), o Alentejo (1,02), os Açores (1,10) e a Madeira (1,34), sendo essa região autónoma a que apresenta o maior valor de Rt do país.

O Norte regista um Rt de 0,97, o Centro de 0,94 e o Algarve de 0,94, avança o INSA.

O instituto estima que, desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 09 de setembro, Portugal tenha registado um total de 5.447.844 infeções pelo vírus que provoca a covid-19.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                        Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-media-de-casos-atinge-o-valor-mais-baixo-do-ano-em-portugal
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #907 em: 15/09/2022, 13:20 »
 
Covid-19: População residente em Portugal com imunidade de 95,8%

MadreMedia
15 set 2022 11:48



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A percentagem da população com anticorpos aumentou cerca de 10% desde o ano passado.

Segundo o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), "a quase totalidade da população residente em
Portugal tinha anticorpos específicos contra o SARS-CoV-2, com uma seroprevalência total de 95,8%, de acordo com os dados da quarta fase do Inquérito Serológico Nacional COVID-19 (ISN COVID-19), realizado entre 27 de abril e 8 de junho".

Este valor "representa um aumento de cerca de 10%" em relação à terceira fase do ISN COVID-19, já que a imunidade estava nos 86,4% no período de setembro a novembro de 2021.

Os resultados do estudo indicam que "a seroprevalência total foi mais elevada no grupo etário entre os 20 e os 29 anos (98,6%) e na região Norte (96,8%), embora aumentos semelhantes tenham sido observados em todos os grupos etários acima dos 20 anos, inclusive no grupo etário acima dos 70 anos, no qual a seroprevalência estimada foi de 97,2%".

Por sua vez, "os grupos etários abaixo dos 10 anos foram aqueles onde se observaram seroprevalências mais reduzidas (76,2% entre os 0-4 anos e 78,7% entre os 5-9 anos).

Neste sentido, o INSA explica que foi "abaixo dos 20 anos que se observou um maior aumento da seroprevalência" em relação à terceira fase do inquérito, "valores que traduzem, sobretudo, a elevada incidência de covid-19 na população infantil, em especial durante a vaga Omicron, em janeiro de 2022".

É ainda referido que "os níveis de anticorpos foram mais elevados no grupo etário dos 50-59 anos e mais baixos nos grupos abaixo dos 10 anos de idade, o que indica que os indivíduos, simultaneamente, vacinados e que tiveram uma infeção por SARS-CoV-2 se mantêm como aqueles com níveis mais elevados de anticorpos", tal como se observou na segunda e terceira fases do inquérito.

Segundo o INSA, estes resultados "corroboram as atuais recomendações de vacinação em Portugal, isto é, a necessidade de cumprir os esquemas vacinais em todas as idades e independentemente de ocorrência de infeção anterior e a realização de segunda dose de reforço nos grupos mais velhos e vulneráveis".






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-populacao-residente-em-portugal-com-imunidade-de-958
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #908 em: 16/09/2022, 09:44 »
 
Covid-19. Quem sobrevive a pneumonia pode ficar com problemas pulmonares

16/09/22 08:01 ‧ Há 1 Hora por Notícias ao Minuto


© ShutterStock


Mesmo um ano depois da infeção, são vários os casos que apresentam mazelas, diz um novo estudo.


Os doentes que sobreviveram a uma infeção grave podem ficar com problemas pulmonares durante vários meses. Um novo estudo feito pela Respiratory Research concluiu que em vários casos de pneumonia associada ao coronavírus, as mazelas ainda se prolongaram mais de um ano depois da doença.

Este estudo tentou perceber as alterações da função pulmonar um ano após os pacientes terem tido alta. Neste caso apenas foram considerados os doentes com pneumonia grave. A pesquisa foi feita em Espanha e avaliou os pacientes dois, seis e 12 depois da infeção.

Os doentes do sexo masculino foram os que apresentaram maior risco de desenvolver doença grave. Mais de 53% dos casos analisados, mostraram lesões pulmonares dois meses depois.

Os danos mantiveram-se em quase 40% dos casos um ano depois de ter sido dada alta aos pacientes. O estudo refere que é necessário um maior acompanhamento no caso de doentes que tiveram uma pneumonia grave, uma vez que as mazelas se mantêm durante largos meses.






Fonte: noticiasaominuto.com                      Link: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/2074226/covid-19-quem-sobrevive-a-pneumonia-pode-ficar-com-problemas-pulmonares
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #909 em: 16/09/2022, 09:47 »
 
OMS recomenda não utilizar dois medicamentos com anticorpos contra a COVID-19

N.N.
16 set 2022 09:26




A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que dois tratamentos contra a COVID-19 com anticorpos sintéticos não sejam utilizados, após constatar a sua ineficácia perante as variantes atualmente em circulação.

Os especialistas da OMS “recomendam fortemente” que não sejam usados o Xevudy, baseado na molécula sotrovimab, e o Ronapreve, baseado na combinação casirivimab-imdevimab, na última versão do seu guia de tratamentos anticovid, publicado esta sexta-feira pelo British Medical Journal.

O Xevudy, desenvolvido pelos laboratórios GSK e Vir, e o Ronapreve, pela Regeneron, são dois medicamentos com anticorpos sintéticos contra a covid-19.

Até então, a OMS recomendava, com prudência, o seu uso em pacientes afetados por uma forma branda da doença e no caso de risco de que ela evolua para uma forma mais grave, devido à idade, peso ou outros fatores.

No entanto, a chegada da variante ómicron no final de 2021 colocou em questão a utilidade desses tratamentos. Os especialistas da OMS, com base em vários estudos in vitro, estimam agora que são provavelmente ineficazes perante as variantes em circulação.

Os especialistas atualizaram também as recomendações sobre outros medicamentos, principalmente o Remdesivir, do laboratório Gilead.

Esse remédio, que a OMS não recomendava até agora exceto em caso de formas ligeiras da doença, pode, segundo os novos estudos, ser considerado em alguns casos graves.

No entanto, nos casos mais graves, chamados “críticos”, os estudos não mostram um benefício do Remdesivir. Os especialistas não aconselham, portanto, o uso nesses casos.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                     Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/oms-recomenda-nao-utilizar-dois-medicamentos-com-anticorpos-contra-a-covid-19
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #910 em: 16/09/2022, 14:47 »
 
Covid-19: Portugal recebe segunda-feira primeiras doses da nova vacina contra a BA.4 e BA.5


Por MultiNews com Lusa   em 14:25, 16 Set 2022



Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Portugal recebe na segunda-feira mais de meio milhão de doses da nova vacina da Pfizer desenvolvida para combater especificamente as linhagens BA.4 e BA.5 da variante Ómicron, responsáveis pela quase totalidade das infeções registadas no país.

Fonte da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) adiantou hoje à agência Lusa que, até ao final do mês, está prevista a chegada a Portugal de cerca de um milhão das mais recentes vacinas aprovadas na União Europeia e que receberam “luz verde” do regulador europeu (EMA) na última segunda-feira.

“Nesta primeira entrega estão previstas chegar ao nosso país 504.000 doses a 19 de setembro e 498.240 doses a 26 de setembro da referida vacina”, adiantou o regulador nacional, avançando que “seguir-se-ão mais entregas nos meses seguintes”.

De acordo com os últimos dados do Instituto Ricardo Jorge (INSA), a linhagem BA.5 é dominante em Portugal desde maio, sendo responsável por 95,1% dos contágios, enquanto a BA.4 regista uma prevalência de 4,5% que se mantém estável nas últimas semanas.

Esta nova vacina, desenvolvida pela farmacêutica Pfizer e pelo laboratório BioNTech, é a primeira adaptada às linhagens BA.4 e BA.5 e está recomendada para ser administrada como reforço da imunização contra o coronavírus que provoca a covid-19 em pessoas a partir dos 12 anos.

No início do mês, a EMA tinha recomendado a autorização de outras duas vacinas adaptadas à linhagem BA.1 da variante Ómicron, que já estão a ser utilizadas na campanha de vacinação de reforço para o outono e inverno que arrancou em 07 de setembro em Portugal.

“Juntamente com a vacina adaptada Original/Ómicron BA.1 recentemente autorizada, espera-se que esta nova vacina adaptada ajude a manter a proteção ideal contra a covid-19 à medida que o vírus evolui”, adiantou a EMA em comunicado.

A estratégia da União Europeia passa por disponibilizar uma “ampla gama de vacinas adaptadas que visam diferentes variantes do SARS-CoV-2, para que os Estados-membros tenham várias opções para atender às suas necessidades ao projetar as suas campanhas de vacinação”, salientou ainda o regulador europeu, alertando não ser possível prever como o vírus evoluirá e quais variantes que circularão no próximo inverno.

Embora as vacinas adaptadas estejam autorizadas para pessoas com 12 ou mais anos que receberam pelo menos a vacinação primária, a EMA e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) recomendam que a prioridade do reforço seja dada às pessoas com maior risco de contrair formas graves de covid-19.






Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-portugal-recebe-segunda-feira-primeiras-doses-da-nova-vacina-contra-a-ba-4-e-ba-5/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #911 em: 16/09/2022, 21:55 »
 
EMA pede para converter licença condicional da Pfizer e Moderna em "padrão"

MadreMedia / Lusa
16 set 2022 21:26



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) recomendou hoje a conversão da atual licença condicional concedida à Pfizer e Moderna, para utilização das suas vacinas contra a covid-19 na União Europeia (UE), numa autorização padrão, que evita a renovação anual.

O Comité de Medicamentos Humanos (CHMP) da EMA, que apoiou uma licença condicional para a Pfizer, em dezembro de 2020, e para a Moderna, em janeiro de 2021, devido à emergência sanitária causada pela pandemia, considera agora que as autorizações de ambas as vacinas se podem tornar “padrão”.

A medida permitirá que “não precisem mais de ser renovadas anualmente”, embora as demais obrigações para as duas empresas “se mantenham em vigor”.

Esta alteração do tipo de licença deve-se à “totalidade de dados disponíveis sobre a eficácia e segurança resultantes da utilização destas vacinas” em larga escala durante as campanhas de vacinação, o que significa que as obrigações específicas deixam de ser “chave” para a relação entre benefício e risco do uso dessas vacinas.

A condicionalidade das licenças atuais exige que ambas as empresas farmacêuticas apresentem os resultados dos ensaios clínicos em andamento e forneçam dados adicionais sobre a qualidade das vacinas à medida que o fabrico de doses foi ampliado para maior escala, o que implicou uma revisão anual das licenças concedidas pela Comissão Europeia.

“Estes ensaios e estudos adicionais, incluindo estudos observacionais, forneceram dados tranquilizadores sobre coisas importantes, como a forma como as vacinas previnem a covid-19 grave. Além disso, as empresas forneceram todos os dados adicionais solicitados sobre a qualidade farmacêutica das vacinas”, explicou hoje a EMA.

Esta recomendação é resultado do segundo procedimento anual de renovação de licença para estas vacinas e abrange todas as fórmulas da Pfizer e Moderna contra a covid-19, incluindo doses “bivalentes” adaptadas às subvariantes Ómicron.

A EMA aprovou na última segunda-feira uma vacina “bivalente” da Pfizer adaptada às subvariantes BA.4 e BA.5 da Ómicron, além da variante original, uma dose atualizada para se preparar para novas vagas de infeções no outono, que se soma às doses da Pfizer e da Moderna, autorizadas em 01 de setembro para combater a subvariante Ómicron BA.1.

Todas estas doses são um reforço para pessoas com mais de 12 anos de idade que completaram pelo menos a vacinação primária contra a covid-19 e destinam-se a proteger melhor contra as variantes do SARS-CoV-2 que estão a circular atualmente.






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ema-pede-para-converter-licenca-condicional-da-pfizer-e-moderna-em-padrao
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #912 em: 17/09/2022, 10:50 »
 
Portugal com 16.457 casos e 36 mortes entre 06 e 12 de setembro -- DGS

Lusa
16 set 2022 20:02



Fonte de imagem: sapo.pt

Portugal registou, entre 06 e 12 de setembro, 16.457 infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 36 mortes associadas à covid-19 e um ligeiro aumento dos internamentos, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico semanal da DGS, em relação à semana anterior, registaram-se menos 403 casos de infeção, verificando-se ainda uma diminuição de 11 mortes na comparação entre os dois períodos.

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 446 pessoas, mais 15 do que no mesmo dia da semana anterior, com 27 doentes em unidades de cuidados intensivos, menos seis.

PC // HB

Lusa/Fim





Fonte: sapo.pt                  Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/portugal-com-16-457-casos-e-36-mortes-entre_6324c9edac03025932b69c02
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #913 em: 18/09/2022, 15:22 »
 
"Hospitais privados continuam a cobrar proteção Covid-19 aos utentes"? Sim, confirmado

Marina Ferreira
18 set 2022 09:00



© Shutterstock

"É só para informar que os hospitais privados continuam a cobrar proteção Covid-19 aos utentes, apesar de não disponibilizarem qualquer material. Foi o que aconteceu quando a minha mãe foi assistida nas urgências do hospital Lusíadas. Fatura de urgência e outra de 3 euros. Proteção Covid-19. Certo mesmo é que ela levava máscara de casa", relata-se num post de 8 de setembro no Facebook.


Fonte de imagem: poligrafo.sapo.pt

Contactada pelo Polígrafo, fonte oficial do grupo Lusíadas Saúde explica que "eliminou a cobrança de valores associados aos 'Kits de Equipamentos de Proteção Individual'" e que passou a instituir uma "tarifa de prevenção e proteção de riscos a partir de 1 de junho de 2022".

"Esta tarifa representa uma redução significativa face aos valores anteriores, chegando a atingir uma diminuição de 70% em alguns atos clínicos, por exemplo nas cirurgias", acrescenta a mesma fonte, que garante estar a acompanhar "a evolução da pandemia" e a "ajustar as medidas de prevenção, proteção e controlo de infeção, sempre que necessário e em total alinhamento com as orientações e recomendações das autoridades de saúde".

Numa nota publicada a 31 de maio de 2022, o grupo de saúde privado informa que a tarifa se destina à "higienização e desinfeção", necessárias devido às "especificidades e condicionantes de funcionamento" das unidades de saúde num cenário de pandemia. "Desde a identificação dos primeiros casos de SARS-CoV-2 em Portugal, em março de 2020, o posicionamento do Grupo Lusíadas mantém como principal prioridade a garantia da segurança e da qualidade máximas na prestação de cuidados de saúde nos hospitais e clínicas de norte a sul do País, assegurando a proteção de todos os profissionais de saúde, clientes, fornecedores e parceiros", ressalva ainda o grupo.

Além disso, garante que a informação sobre esta taxa é transmitida de forma "rigorosa, transparente e atempada aos seus clientes, em todas as unidades e nas confirmações de agendamento dos atos clínicos, independentemente do canal de marcação".

De facto, tal como se indica no post em causa, o valor da tarifa associado a um atendimento urgente nesta unidade de saúde corresponde a três euros.


Fonte de imagem: poligrafo.sapo.pt

Outras unidades de saúde privadas cobram uma tarifa idêntica à mencionada. A CUF informa no seu site que a quantia adicional que cobra reflete o custo adicional da implementação e manutenção de medidas de proteção que, "tendo em conta a especificidade da atividade dos hospitais e clínicas, permanecem imprescindíveis para a segurança dos clientes e colaboradores". Esta unidade de saúde reduziu igualmente a taxa "entre 60% a 80% na maioria dos atos", em março de 2022, com a estabilização da situação pandémica em Portugal.

Em suma, a informação prestada na publicação analisada é verdadeira. É facto que várias unidades de saúde privada continuam a cobrar uma tarifa associada à proteção contra a Covid-19, embora esta tenha sido reduzida substancialmente com o estabilizar da situação pandémica no país.


Fonte de imagem: poligrafo.sapo.pt





Fonte: poligrafo.sapo.pt                       Link: https://poligrafo.sapo.pt/fact-check/hospitais-privados-continuam-a-cobrar-protecao-covid-19-aos-utentes-sim-confirmado
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #914 em: 19/09/2022, 09:23 »
 
Covid-19: Portugal recebe hoje as primeiras doses da nova vacina contra a BA.4 e BA.5

Por Francisco Laranjeira   em 06:45, 19 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Portugal recebe hoje mais de meio milhão de doses da nova vacina da Pfizer desenvolvida para combater especificamente as linhagens BA.4 e BA.5 da variante Ómicron, responsáveis pela quase totalidade das infeções registadas no país.

Fonte da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) adiantou que, até ao final do mês, está prevista a chegada a Portugal de cerca de um milhão das mais recentes vacinas aprovadas na União Europeia e que receberam “luz verde” do regulador europeu (EMA).

“Nesta primeira entrega estão previstas chegar ao nosso país 504 mil doses e 498.240 doses a 26 de setembro da referida vacina”, adiantou o regulador nacional, avançando que “seguir-se-ão mais entregas nos meses seguintes”.

De acordo com os últimos dados do Instituto Ricardo Jorge (INSA), a linhagem BA.5 é dominante em Portugal desde maio, sendo responsável por 95,1% dos contágios, enquanto a BA.4 regista uma prevalência de 4,5% que se mantém estável nas últimas semanas.

Esta nova vacina, desenvolvida pela farmacêutica Pfizer e pelo laboratório BioNTech, é a primeira adaptada às linhagens BA.4 e BA.5 e está recomendada para ser administrada como reforço da imunização contra o coronavírus que provoca a covid-19 em pessoas a partir dos 12 anos.

No início do mês, a EMA tinha recomendado a autorização de outras duas vacinas adaptadas à linhagem BA.1 da variante Ómicron, que já estão a ser utilizadas na campanha de vacinação de reforço para o outono e inverno que arrancou em 7 de setembro em Portugal.

“Juntamente com a vacina adaptada Original/Ómicron BA.1 recentemente autorizada, espera-se que esta nova vacina adaptada ajude a manter a proteção ideal contra a covid-19 à medida que o vírus evolui”, adiantou a EMA em comunicado.

A estratégia da União Europeia passa por disponibilizar uma “ampla gama de vacinas adaptadas que visam diferentes variantes do SARS-CoV-2, para que os Estados-membros tenham várias opções para atender às suas necessidades ao projetar as suas campanhas de vacinação”, salientou ainda o regulador europeu, alertando não ser possível prever como o vírus evoluirá e quais variantes que circularão no próximo inverno.

Embora as vacinas adaptadas estejam autorizadas para pessoas com 12 ou mais anos que receberam pelo menos a vacinação primária, a EMA e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) recomendam que a prioridade do reforço seja dada às pessoas com maior risco de contrair formas graves de covid-19.






Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-portugal-recebe-hoje-as-primeiras-doses-da-nova-vacina-contra-a-ba-4-e-ba-5/
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