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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293541 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #960 em: 31/10/2022, 09:33 »
 
Covid-19: Governo volta a reunir peritos de saúde para avaliar pandemia oito meses depois

Por Revista de Imprensa   em 08:49, 31 Out 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Governo vai reunir-se com os peritos em saúde no Infarmed para analisar a evolução da pandemia da Covid-19 no país na segunda semana de novembro, garantiu este domingo Luís Marques Mendes, à ‘SIC’. A reunião deverá acontecer entre os próximos dias 10 e 11 e será uma reunião pontual.

As reuniões do Governo com os peritos terminaram em fevereiro último, devido à evolução da pandemia, colocando um ponto final em quase dois anos de reuniões regulares para avaliar os indicadores da Covid-19.

No entanto, a subida do número de casos positivos justificou a decisão do Executivo – a DGS (Direção-Geral da Saúde) divulgou, na passada 6ª feira, o boletim epidemiológico, no qual indicou que Portugal registou 7.753 novos casos da Covid-19: foram ainda registadas 47 mortes e um aumento ligeiro nos internamentos. Em relação à semana anterior houve uma subida de 489 novos casos. No que diz respeito aos internamentos, na passada 2ª feira estavam hospitalizadas 478 pessoas, mais 13 do que na semana anterior, 35 dos quais (mais 3) nas unidades de cuidados intensivos.







Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-governo-volta-a-reunir-peritos-de-saude-para-avaliar-pandemia-oito-meses-depois/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #961 em: 03/11/2022, 10:52 »
 
COVID-19: Mais de 3.800 pessoas em risco de quarentena forçada em Macau

N.N./Lusa
3 nov 2022 10:07



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

Leong Iek Hou, do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus, disse que o código de saúde destas 3.806 pessoas já se converteu em vermelho, o que na teoria as proíbe de entrar em qualquer local público fechado.

A Polícia de Segurança Pública “vai acompanhar estes casos”, acrescentou a dirigente, numa conferência de imprensa.

Na quarta-feira, o Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus alertou que as pessoas que não participassem na primeira ronda de testes de ácido nucleico à população “serão transportadas pela polícia para submeterem-se aos testes em locais designados, só podendo sair desses locais após a divulgação dos resultados e caso estes sejam negativos”.

“Aqueles que se recusem a fazer o teste serão submetidos à observação médica, em locais designados”, acrescentou o Centro, num comunicado.

As autoridades de Macau vão realizar, na sexta-feira e sábado, uma segunda ronda de testes de ácido nucleico a toda a população, apesar da anterior ronda, que terminou na quarta-feira, não ter detetado qualquer novo caso de covid-19 entre mais de 725 mil pessoas.

A população de Macau deve ainda realizar um teste rápido de antigénio, que pode ser feito em casa, todos os dias, entre quarta e sexta-feira.

Macau, que segue a política de casos zero imposta por Pequim, enfrentou em junho e em julho o pior surto de covid-19 desde o início da pandemia, com as autoridades a decretarem um confinamento parcial.

Desde o início da pandemia, a região administrativa especial chinesa registou seis mortes e mais de 2.573 casos, incluindo assintomáticos, de covid-19.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                        Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-mais-de-3-800-pessoas-em-risco-de-quarentena-forcada-em-macau

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #962 em: 03/11/2022, 12:47 »
 
Pfizer-BioNTech vai testar vacina combinada contra Covid e gripe

MadreMedia / AFP
3 nov 2022 11:48



Fonte de imagem: TIAGO PETINGA/LUSA

A Pfizer-BioNTech revelou esta quinta-feira que vai testar uma vacina combinada contra o coronavírus e a gripe, o que poderia abrir caminho para uma melhor absorção de inoculação para ambas as doenças.

As empresas salientaram em comunicado que a vacina candidata à combinação baseada em mRNA deve progredir para um teste de fase um nos Estados Unidos com 180 voluntários.

A inoculação "poderia simplificar as práticas de imunização contra esses dois patogénicos respiratórios, potencialmente levando a uma melhor aceitação da vacina para ambas as doenças", disse Annaliesa Anderson, chefe de pesquisa e desenvolvimento de vacinas da farmacêutica norte-americana Pfizer.

“Mesmo com as vacinas contra a gripe sazonal existentes, a carga desse vírus é grave em todo o mundo, causando milhares de mortes e hospitalizações todos os anos”.

A Pfizer e o seu parceiro alemão BioNTech desenvolveram uma das vacinas mais utilizadas para combater o Covid-19.

Os fabricantes rivais de vacinas Moderna e Novavax também estão a testar inoculações combinadas contra Covid e gripe.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/pfizer-biontech-vai-testar-vacina-combinada-contra-covid-e-gripe
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #963 em: 03/11/2022, 21:29 »
 
Vacinas Covid-19/Gripe: Auto-agendamento está disponível para maiores de 60 anos e Casa Aberta para idades acima dos 75

Por Francisco Laranjeira em 11:30, 3 Nov 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Vacinas Covid-19/Gripe: Auto-agendamento está disponível para maiores de 60 anos e Casa Aberta para idades acima dos 75
Por Francisco Laranjeira em 11:30, 3 Nov 2022

A campanha de vacinação de reforço para a gripe como para a Covid-19 já está disponível, a partir desta quinta-feira, para agendamento para quem tem mais de 60 anos: também entrou em vigor o regime ‘Casa Aberta’ para os mais de 75 anos.

Em apenas 55 dias, mais de 1,6 milhões de pessoas já receberam a dose de reforço contra a Covid-19 e 1,7 milhões a vacina da gripe.

“Estamos a vacinar ao ritmo que pretendemos. Fizemos um plano a 100 dias para vacinar 3 milhões de pessoas e estamos a meio do processo. O plano está a ser cumprido”, revelou o coronel Penha-Gonçalves, coordenador do processo de vacinação em curso.

A vacinação dos lares “está a 97%”, frisou. “Falta apenas uma percentagem residual, onde a vacinação ainda não foi feita porque foram registados surtos recentemente”, garantiu o responsável, que frisou que os “casos podem estar a aumentar” no país e recomendou que a população se vacine “o mais depressa” possível.

Recorde-se que Portugal registou, entre os dias 18 e 24 de outubro, 7.753 infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 47 mortes associadas à Covid-19 e um ligeiro aumento dos internamentos, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS), o que, em relação à semana anterior, registaram-se mais 489 casos de infeção, verificando-se o mesmo número de mortes nos dois períodos.







Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/vacinas-covid-19-gripe-auto-agendamento-esta-disponivel-para-maiores-de-60-anos-e-casa-aberta-para-idades-acima-dos-75/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #964 em: 03/11/2022, 21:31 »
 
Covid-19: 30 recomendações para acabar com a ameaça de saúde pública ,segundo especialistas

Por MultiNews Com Lusa em 16:00, 3 Nov 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Reforçar os cuidados primários, maior atenção à ‘long covid’ e o desenvolvimento de vacinas contra as variantes são algumas das cerca de 30 recomendações consideradas prioritárias por especialistas para acabar com a covid-19 enquanto ameaça de saúde pública.

Publicadas pela revista científica Nature, estas “recomendações prioritárias para acabar com a covid-19 como ameaça de saúde pública” foram definidas por um painel científico multidisciplinar, abrangendo as áreas dos sistemas de saúde, da prevenção, da comunicação, das desigualdades da pandemia, do tratamento e da vacinação.

No capítulo dos sistemas de saúde, os especialistas consideram que os governos devem “remover as barreiras económicas” no acesso aos testes de despiste da covid-19, aos equipamentos de proteção individual e aos tratamentos.

“Para reduzir o fardo nos hospitais, os cuidados primários devem ser reforçados para incluir a testagem, o rastreio de contactos, a monitorização de sintomas leves e a vacinação”, avança a Nature.

Além disso, as políticas de saúde pública “devem ter melhor em conta o potencial impacto a longo prazo da propagação descontrolada da covid-19”, tendo em conta as incertezas que ainda persistem sobre a prevalência, severidade e duração da `long covid´ em pessoas que recuperaram da infeção inicial pelo coronavírus.

“Porque o mercado global não satisfaz a procura de vacinas e tratamentos, os países e as regiões devem considerar reformas legislativas e regulatórias para resolver estas falhas”, que podem passar pela nacionalização de capacidade de produção e por negociar acordos internacionais e regionais de fornecimento, avançam ainda as recomendações compiladas pela revista científica.

Quanto à prevenção, a Nature adianta que, para acabar com a ameaça de saúde pública provocada pela covid-19, a prevenção da transmissão do SARS-CoV-2 nos locais de trabalho, nas escolas e nos centros de comércio “deve permanecer como uma alta prioridade”, refletida nas orientações das autoridades de saúde e suportada em medidas concretas.

As recomendações na área da comunicação indicam que os líderes comunitários, os peritos científicos e as autoridades de saúde pública devem colaborar no desenvolvimento de mensagens para “construir e melhorar a confiança” individual, utilizando meios de acesso à informação adequados por parte dos diferentes grupos de pessoas.

“As autoridades e profissionais de saúde pública devem combater informações falsas proativamente através de mensagens claras, diretas e que sejam limpas de jargão científico desnecessário”, avança.

Quanto às desigualdades da pandemia, o painel de peritos recomenda que os países de rendimento elevado reorientem as vacinas contra a covid-19 para abastecer os países com baixas taxas de vacinação e acesso inadequado às doses.

“Além dos atuais esforços para a equidade de vacinas, os governos e as organizações de saúde internacionais devem-se coordenar melhor para tornar os testes e os tratamentos da covid-19 acessíveis a todas as pessoas de todos os países”, avançam as recomendações.

Na área dos tratamentos e cuidados de saúde, a Nature aconselha uma colaboração multissetorial para “acelerar o desenvolvimento de novas terapias para todas as fases” da doença, mas também que seja dada prioridade ao financiamento da investigação do diagnóstico e tratamento da `long covid”.

Quanto à vacinação, os peritos defendem que o financiamento dos governos, de filantropos e da indústria “deve incluir um foco no desenvolvimento de vacinas que garantam uma proteção duradoura contra as múltiplas variantes do SARS-CoV-2”.

“A mensagem da vacinação deve explicar claramente a eficácia e as limitações das atuais vacinas na prevenção da transmissão do SARS-CoV-2 e na redução da severidade da covid-19”, é a outra das recomendações relativa à imunização.







Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-30-recomendacoes-para-acabar-com-a-ameaca-de-saude-publica-segundo-especialistas/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #965 em: 03/11/2022, 21:32 »
 
Covid-19: Ministra da Presidência confirma nova reunião do Infarmed para avaliar a evolução da pandemia

Por MultiNews em 15:09, 3 Nov 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Governo vai voltar a juntar os peritos em saúde no Infarmed para avaliar a evolução da pandemia de covid-19. A informação foi avançada por Mariana Vieira da Silva, no ‘briefing’ do Conselho de Ministros.

Ao longo de quase dois anos, Governo e peritos reuniram-se no Infarmed para avaliar os indicadores que permitiram, durante esse tempo, avançar e recuar nas medidas de combate à covid-19. No final de fevereiro, as reuniões habituais chegaram ao fim.

Agora, o Infarmed vai voltar a receber peritos e Governo para um ponto de situação da pandemia em Portugal: “O Governo tem continuado a fazer o acompanhamento e está neste momento a avaliar a marcação de uma nova reunião onde se possa fazer o ponto de situação sobre a evolução da doença” afirma a ministra. “Nos próximos dias/horas haverá condições de anunciar a data”.

A DGS (Direção-Geral da Saúde) divulgou, na passada 6ª feira, o boletim epidemiológico, no qual indicou que Portugal registou 7.753 novos casos da Covid-19: foram ainda registadas 47 mortes e um aumento ligeiro nos internamentos. Em relação à semana anterior houve uma subida de 489 novos casos. No que diz respeito aos internamentos, na passada 2ª feira estavam hospitalizadas 478 pessoas, mais 13 do que na semana anterior, 35 dos quais (mais 3) nas unidades de cuidados intensivos.







Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-ministra-da-presidencia-confirma-nova-reuniao-do-infarmed-para-avaliar-a-evolucao-da-pandemia/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #966 em: 03/11/2022, 21:35 »
 
Especialistas alertam: Quem teve Covid-19 deve estar atento a sintomas de AVC. Saiba quais os primeiros sinais

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 17:21, 3 Nov 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os especialistas em saúde pública estão preocupados com dois tipos da chamada ‘Covid-19 longa’, que consiste na persistência de sintomas várias semanas ou até meses após a infeção: se por um lado há quem sofra de sintomas prolongados, como o cansaço ou dificuldades respiratórias, há outra ‘versão’ mais preocupante, em que os doentes recuperam mas ficam sujeitos a um maior risco de coágulos no sangue e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

Harlan Krumholz, cardiologista na Escola de Medicina da Universidade de Yale dá voz à preocupação de muitos especialistas em declarações ao The Washington Post. Ainda que não queria causar o pânico, até porque, segundo afirma, a grande maioria dos doentes que fiquem infetados com Covid-19 não desenvolverão a ‘Covid-19 longa’, sublinha que vários estudos confirmam que alguns doentes recuperados da doença desenvolvem maior risco das doenças cardiovasculares já referidas, assim como outras, como ataques cardíacos.

O especialista alerta que, em qualquer caso, como grande parte das pessoas já teve Covid, todos devemos manter-nos atentos aos primeiros sinais de um AVC:

– Dores no peito
– Inchaço anormal
– Dormência, entorpecimento ou fraqueza
– Mudanças súbitas no equilíbrio, fala ou visão

Recorde-se que, desde 2020, vários estudos vieram confirmar que a Covid-19 não é apenas uma doença respiratória, mas também afeta os vasos sanguíneos. Verificou-se que até doentes mais jovens, para além de fumadores, doentes com tensão alta ou diabetes, estavam em maior risco de desenvolver problemas cardiovasculares.

Um estudo recente, publicado no jornal de especialidade cardiovascular Heart, acompanhou 54 mil ingleses durante quatro meses e meio e concluiu que os que tinham estado infetados com Covid-19 tinham quase três vezes (2,7) mais hipóteses de desenvolver um tromboembolismo venoso (um tipo perigoso de coágulo sanguíneo) do que quem nunca tinha estado infetado pelo SARS CoV-2.

Outro estudo, publicado na Neurosurgery, concluiu que a infeção por Covid-19 estava associada a AVCs, e que AVCs que ocorressem em pessoas infetadas seriam mais graves e mais difíceis de tratar com intervenções cirúrgicas.

“Ainda não temos informação sobre se estes riscos são mitigados pela vacinação, ou se o risco elevado continua igual com a passagem do tempo. A comunidade médica sempre soube que os vírus têm efeitos duradouros, mas até esta pandemia nunca os tínhamos estudado tão a fundo”, explica Harlan Krumholz.

Nem todos os que ficam doentes com Covid-19 vão sofrer uma inflamação grave nos vasos sanguíneos, mas a doença ainda “pode ser como uma Roleta Russa”, como explica o médico Ziyad Al-Aly. “A deteção e tratamento atempados podem salvar vidas”, sublinha o especialista, que por isso alerta os que estiveram infetados com o coronavírus para que estejam atentos a qualquer sinal de que algo possa estar errado, mesmo quem não faz parte dos grupos de maior risco de AVCs. “Há algo no SARS CoV-2 que aumenta a propensão para danos no tecido dos vasos sanguíneos, que aumenta a probabilidade de coágulos sanguíneos”, resume o médico.







Fonte: multinews.sapo.pt                        Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/especialistas-alertam-quem-teve-covid-19-deve-estar-atento-a-sintomas-de-avc-saiba-quais-os-primeiros-sinais/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #967 em: 08/11/2022, 10:45 »
 
Tem mais de 70 anos? “Casa Aberta” para reforço da vacina Covid disponível a partir desta terça-feira

Joana Morais Fonseca
10:00



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

A partir desta terça-feira, os cidadãos com 70 ou mais anos de idade podem receber a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 na modalidade “Casa Aberta”, isto é, sem agendamento prévio.

“Estas vacinas têm uma duração relativamente curta, especialmente nas pessoas com mais de 70 anos”, adiantou o coronel Penha Gonçalves, em declarações à RTP3, notando que “há muitas pessoas” nesta faixa etária “que ainda não vieram à vacinação e não devem atrasar este processo”.

Por isso, “hoje [terça-feira] vamos abrir a “Casa Aberta” para as pessoas com mais de 70 anos”, revelou o coordenador da task force da vacinação contra a Covid-19. Apesar de não ser necessário agendamento prévio, as autoridades recomendam recurso às senhas digitais para facilitar a organização deste processo.

Além disso, está ainda disponível a “Casa Aberta” para grupos profissionais prioritários, com recurso a senhas digitais, e para a vacinação e reforço de pessoas entre os 18 e 59 anos e vacinação primária acima dos 12 anos.

A campanha de vacinação sazonal contra a Covid-19 e a gripe arrancou a 9 de setembro, prevê abranger cerca de três milhões de portugueses, num processo que se estima que dure 100 dias. Num ponto de situação sobre o processo, Penha Gonçalves destacou que Portugal está “mais ou menos a dois terços do processo”, havendo “cerca de 1,8 milhão de vacinados” tanto para gripe como para a Covid. “O processo está a decorrer com a velocidade e com o passo como planeámos”, sinalizou.

Na sexta-feira, vai haver uma nova reunião de peritos no Infarmed para fazer um ponto de situação da Covid-19. Aquando deste anúncio, o ministro da Saúde referiu ainda que a interrupção do estado de alerta no início de outubro “não significava” o fim da pandemia.







Fonte: eco.sapo.pt                              Link: https://eco.sapo.pt/2022/11/08/tem-mais-de-70-anos-casa-aberta-para-reforco-da-vacina-covid-disponivel-a-partir-desta-terca-feira/

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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #968 em: 08/11/2022, 10:47 »
 
Covid-19: Hospital Santa Marta ainda segue 20% dos doentes das primeiras vagas

Por MultiNews com Lusa   em 10:05, 8 Nov 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os doentes com sequelas da Covid-19 têm vindo a diminuir na Clínica de Atendimento Pós-covid do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central, com sede no Hospital de Santa Marta, mas uma de cada cinco pessoas que chegaram nas primeiras vagas da doença ainda está a ser seguida.

Desde que foi criada, em março de 2021, para dar resposta aos doentes com sequelas graves, a clínica realizou 3.082 consultas médicas e de enfermagem e acompanhou 1.199 doentes, a maioria (60%) mulheres, disse à agência Lusa o responsável pelo serviço, Miguel Toscano Rico.

Ao longo do tempo, a gravidade dos sintomas não tem sido igual por causa do vírus SARS-Cov-2, que tem vindo a ter formas progressivamente mais atenuadas, e pelo efeito da vacinação.

“A gravidade dos doentes que nos chegam hoje, de uma maneira geral, se estiverem vacinados e tendencialmente infetados com estas estirpes menos agressivas, a prevalência de manifestações e de condições pós-covid tem sido mais pequena” em termos de frequência e de expressão de gravidade.

O especialista em Medicina Interna advertiu, contudo, que devido à imprevisibilidade das mutações do vírus, “que poderá sempre trazer surpresas”, é preciso manter “uma certa flexibilidade e adaptabilidade dos recursos nestes cenários”.

Durante as primeiras vagas, em que as taxas vacinais ainda eram “pouco expressivas”, alguns pacientes ficaram com “sequelas graves”, havendo casos de doentes que eram saudáveis e acabaram por fazer transplante pulmonar, mas “a progressão e a resposta à medicação foi razoavelmente boa e houve bastantes doentes que recuperaram”.

No entanto, observou, “um em cada cinco ainda continua a ser seguido”.

Segundo o médico, um número “razoavelmente expressivo” de doentes (cerca de 10%) ficaram com manifestações, essencialmente de memória, outros com alterações da força muscular, doença reumatológica e alguns ainda não recuperaram totalmente o olfato e o paladar passados dois anos.

Os doentes são referenciados para a clínica pelos serviços de internamento e consultas de especialidade do CHULC e também pelos médicos de família, que continuam a reencaminhar “bastantes doentes”, muitas vezes, porque não sabem o que se está a passar com a pessoas e acham que “é uma forma tardia de covid-19”.

Fazendo um balanço do serviço, Miguel Toscano Rico disse que foi “um desafio muito grande”, particularmente no início, em que “era um livro aberto”.

“Tivemos um desafio grande no arranque de uma estrutura nova, não só de diagnóstico, mas de tratamento e de acompanhamento e isso foi muito enriquecedor”, disse, considerando que também é um “bom serviço para os doentes”.

Por outro lado, foi “um ponto de aprendizagem para muitas coisas” que vão ser agora utilizadas noutras doenças.

“O caudal de doentes que verdadeiramente têm condições pós-covid ultimamente tem vindo a diminuir, mas nós criámos uma estrutura de telemonitorização, de telemedicina e de telerreabilitação” que deverá ser enquadrada numa estrutura maior, para acompanhar “um grupo razoavelmente grande” de doentes crónicos, que consomem mais recursos, têm mais idas à urgência e internamentos mais prolongados.

Estes doentes vão ser acompanhados remotamente com os equipamentos desenvolvidos para a covid-19 para intervir nas fases mais precoceS das agudizações destas doenças crónicas.

“Os doentes que ficaram com condições pós-covid, bastante limitados, ficam acompanhados por nós também nesta valência um bocadinho maior que vai acompanhar outros grupos de doentes também”, adiantou o médico do Centro Hospitalar Lisboa Central, onde estiveram internados, entre março de 2020 e 03 de novembro de 2022, 7.164 doentes com covid-19, dos quais 1.129 em cuidados intensivos.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-hospital-santa-marta-ainda-segue-20-dos-doentes-das-primeiras-vagas/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #969 em: 08/11/2022, 14:57 »
 
“Cão do Inferno”: Sub-variante BQ.1.1 da Covid-19 “até 10% mais contagiosa” será responsável por nova vaga pandémica na Europa, avisa especialista
Por Pedro Zagacho Gonçalves   em 12:51, 8 Nov 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Investigadores, especialistas e cientistas de todo o mundo concordam que as sub-variantes BQ.1. e BQ.1.1 serão as que deverão assumir o papel de variantes dominantes este outono e inverno. Em Portugal, no último relatório da situação epidemiológica da Covid-19 da DGS, é assinalado que a linhagem BA.5 da variante Omicron continua a se dominante (com frequência relativa de 90% dos novos casos), mas “destaca-se o recente aumento de frequência relativa das sublinhagens BF.7 e BQ.1.1”.

Com a variante BQ.1.1 já em território nacional tudo indica que, a pouco e pouco, começará a ganhar maior relevo no número de novos casos e, segundo um investigador suíço, esta variante, que já foi apelidada nas redes sociais de “Cão do Inferno”, será a mais provável a tornar-se a variante dominante, apontada como a causa de uma eventual nova onda pandémica na Europa e na América do Norte, já a partir do próximo mês.

Em Espanha, os alertas já partiram da ministra da Saúde, que relatou que as sub-variantes BQ.1. e BQ.1.1 serão responsáveis pela maior parte dos contágios por Covid-19 já no final de novembro ou início de dezembro, já que estão “a crescer a um ritmo rápido em vários países europeus”.

A ministra da Saúde espanhola deu voz ao apelo do Centro Europeu para a Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), que classificou as referidas variantes como “de interesse”. Estima o organismo europeu que a BQ.1. e BQ.1.1 serão as sub-variantes dominantes, com mais de 50% dos novos casos, ainda antes do final de novembro.

Estas mutações são conhecidas por terem capacidade de ‘escapar’ à resposta imune do organismo, evitando anticorpos quer de infeções anteriores, quer alguns gerados pelas vacinas, mas, segundo o ECDC, nenhuma destas sub-linhagens surge ligada a casos mais graves da doença.

No entanto, Cornelius Roemer, investigador da Universidade de Basileia, na Suíça, destaca que o nome “Cão do Inferno”, em referência a Cérebro, o cão de Hades, deus grego dos Mortos e do Submundo, dado à sub-variante BQ.1.1 deve-se sim à sua maior capacidade de transmissão.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Afirma Roemer que esta sub-variante “vai impulsionar uma nova vaga de variantes na Europa e América do Norte antes do final de novembro”.

“Está a mostrar algum crescimento, especialmente na Inglaterra, onde a primeira amostra foi submetida há nove dias e, agora, já há 28 sequências. Espero que haja algum enviesamento na amostragem, porque caso contrário isto não parece bom”, escreve o cientista no Twitter, denotando que a prevalência da variante BQ.1.1 “duplica a cada semana”. Segundo o investigador, citado pelo ABC, esta variante “pode ser até 10% mais contagiosa”.

Em Portugal, está marcada para breve nova reunião de especialistas no Infarmed, onde o combate à pandemia no inverno, e em particular a resposta a ser dada às novas sub-variantes da Covid-19, deverão ser temas-chave.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/cao-do-inferno-sub-variante-bq-1-1-da-covid-19-ate-10-mais-contagiosa-sera-responsavel-por-nova-vaga-pandemica-na-europa-avisa-especialista/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #970 em: 09/11/2022, 15:45 »
 
BQ.1, BQ.1.1, BF.7 ou XBB: Porque é que as novas sub-variantes da Covid-19 têm nomes que parecem uma ‘sopa de letras’?

Por Pedro Zagacho Gonçalves   em 12:48, 9 Nov 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Se lhe perguntarem o nome das sub-variantes da Covid-19 em circulação atualmente, o mais certo é que gagueje e que que diga uma série de letras e números que se consiga lembrar. Em Portugal, segundo o mais recente relatório da situação epidemiológica da Covid-19, emitido pela DGS, a variante da Covid-19 mais predominante é a Ómicron, com a linhagem BA.5 a ser a mais recorrente, com outras linhagens como a BA.4, BA.4 e BA.2 em circulação em menor volume.

Mas, agora, há novas sub-variantes da Omicron que potencialmente se tornarão nas estirpes dominantes este outono e inverno: a BQ.1, a BQ.1.1, a BF.7 ou a XBB, esta última que já foi detetada em 35 países. Também o Centro Europeu para a Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) está a monitorizar uma variante ainda com mais números: a B.1.1.529.

Mas o que explica estes nomes confusos e cheios de letras e números, aparentemente aleatórios, que parece uma mudança relativamente aos nomes anteriores? Esta ‘sopa de letras’ seguiu-se ao estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que instituiu em maio de 2021 que as variantes da Covid-19 seriam designadas seguindo o alfabeto grego. Depois da Alpha, verificou-se a Beta, a Gamma, a Delta e, finalmente, a Omicron.

O sistema de letras gregas não substituiu outros de dar nomes científicos – responsáveis por ‘etiquetas’ como BA.5 ou XBB – , já que a ideia era simplificar a comunicação ao público sobre as variantes virais mais importantes.

A OMS dá o nome de uma nova letra quando a variante da Covid-19 em causa é significativamente diferente da anterior. No último ano o que se tem verificado são sub-linhagens da variante Omicron e não uma versão totalmente nova do SARS-CoV-2, pelo que ainda não houve uma variante Pi da doença (seria a próxima letra no alfabeto grego).

“O que o público em geral precisa de saber e o que cada variante lhe diz em termos de risco. Daremos novos nomes, com letras do alfabeto grego, a estas variantes quando forem substancialmente diferentes umas das outras” em termos de severidade, evasão à imunidade ou transmissibilidade, explica Maria Van Kerkhove, responsável técnica da Covid-19 na OMS, em declarações à revista Time.

Mas alguns especialistas argumentam que os nomes das subvariantes também têm implicações no público em geral. Peter Hotez, médico e codiretor do Centro de Desenvolvimento de Vacinas do Hospital Infantil do Texas, nos EUA, considera que estas sub-variantes ‘Scrabble’ (porque os nomes parecem que saíram do famoso jogo de tabuleiro) vêm confundir a população e exemplifica: As vacinas ‘bivalentes’ contra a Covid-19 foram formuladas para as sub-variantes BA.4 e BA.5 mas, como a BQ.1, a BQ.1.1 são ‘descendentes’ da BA.5, estas vacinas também protegem contra as novas sub-variantes, algo que o público em geral não conseguiria inferir só através do nome.

T. Ryan Gregory, professor de Biologia Integrativa da Universidade de Guelph, no Canadá, explica que a letras das novas sub-variantes são muito importantes porque são a forma de os cientistas comunicarem entre si a informação sobre o que mudou no vírus, como este evoluiu ou se transformou. O responsável adianta, no entanto, que deveram ser criados nomes não-oficiais mais comuns para as sub-variantes como “Cerberus”, “Tufão” ou “Grifo”. Peter Hotez sugere que, se não se justifica nomear uma nova variante com outra letra, deveriam ser criados nomes como ‘Omicron 1’ ou ‘Omicron 2’ e aís por diante. O problema é que existem atualmente mais de 300 sub-linhagens da variante Omicron da Covid-19 a ser analisadas.

Segundo Maria Van Kerkhove, a OMS está a trabalhar em “métodos mais robustos” para aferir quando é que uma variante da Covid-19 deve ter um nome diferente, com um foco particular na forma como consegue ‘escapar’ à imunidade existente no organismo. “O ‘salto da Delta para a Omicron foi muito dramático, por isso foi fácil dar-lhe um novo nome. Mas, agora, o vírus está a sofrer mutações mais subtis, por isso é uma decisão mais complicada”, adianta a responsável da OMS.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/uncategorized/bq-1-bq-1-1-bf-7-ou-xbb-porque-e-que-as-novas-sub-variantes-da-covid-19-tem-nomes-que-parecem-uma-sopa-de-letras/
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« Responder #971 em: 10/11/2022, 09:47 »
 
COVID-19: Vacinação a partir dos 50 anos vai avançar em breve

N.N./Lusa
10 nov 2022 08:01



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

As pessoas a partir dos 50 anos vão poder vacinar-se contra a covid-19 em breve, anunciou a secretária de Estado da Promoção da Saúde, que apela aos mais velhos que não deixem de se vacinar.

Numa entrevista ao jornal Público, Margarida Tavares explica que a estratégia da Direção-Geral da Saúde (DGS) “foi mais cautelosa” - o plano era o de vacinar apenas as pessoas a partir dos 60 anos até dezembro – porque as autoridades queriam concentrar-se nas classes etárias de maior risco, mas que, em breve, a idade para a vacinação vai baixar para os 50 anos.

“Essa medida vai ser anunciada pela Direção-Geral da Saúde em breve”, revela.

Margarida Tavares reconhece que a taxa de vacinação nas pessoas acima dos 80 anos - que está abaixo dos 70% - é inferior ao que o Governo gostaria e apela à vacinação dos mais velhos: “Gostaríamos que fosse mais e faço aqui um apelo a todas as pessoas mais velhas: não deixem de se vacinar”.

Sobre o inverno, reconhece que “não vai ser fácil”, com a circulação, em simultâneo, do vírus que provoca a covid-19, do da gripe e do vírus sincicial respiratório.

“Como infecciologista, sabia que, volvido algum tempo, estaríamos a assistir a uma dinâmica dos vírus respiratórios que foi totalmente alterada e não me surpreende nada que o vírus sincicial respiratório se tenha antecipado e que os casos de gripe sejam mais precoces”, afirma.

A secretária de Estado fala ainda do plano de contingência para o inverno que o Governo está a preparar e, quanto à reunião de peritos agendada para sexta-feira no Infarmed, diz que “vai ser apenas um momento de reflexão e transparência”, não devendo ser tomadas novas medidas de contenção.

Contudo, alerta que as máscaras “não desapareceram” e que são “altamente recomendadas para as pessoas que têm sintomas respiratórios, quando estão próximas de outras pessoas”.

“Vamos recomendá-las vivamente nos espaços fechados. Eventualmente, vamos fazer recomendações mais apertadas para os transportes públicos, por exemplo”, revela.

Depois de o ministro Manuel Pizarro ter esta semana admitido criar Unidades de Saúde Familiar (USF) modelo C temporárias para responder à falta de médicos de família, uma possibilidade que o Bloco de Esquerda considerou ser a “privatização” dos cuidados primários de saúde, Margarida Tavares admite que a “constituição de cooperativas de médicos poderá ser uma resposta” para algumas regiões.

“Em algumas regiões do país, até por períodos limitados de tempo, a constituição de cooperativas de médicos poderá ser uma resposta, por exemplo, com médicos reformados”, afirma.

Contudo, a governante diz que “será uma possibilidade remota, localizada no tempo e no espaço e ponderada caso a caso”, insistindo: “Não nos passa pela cabeça privatizar os cuidados de saúde primários”.

Sobre os programas prioritários da DGS, refere que “precisam de ser reforçados” e reconhece a falta de meios da Direção-Geral da Saúde, lembrando que a estrutura também “está muito pesada e difícil de gerir”.

A este propósito, a secretária de Estado da Promoção da Saúde adianta que será criada uma nova estrutura, dentro do Ministério da Saúde,” para “reorganizar a promoção da saúde e dar-lhe o devido espaço, recursos e meios e uma visão moderna da saúde”.

A governante acrescenta ainda que o Governo tenciona ir mais longe na legislação do tabaco e que quer “regulamentar melhor a questão do fumo em espaços fechados”.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                         Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-vacinacao-a-partir-dos-50-anos-vai-avancar-em-breve
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« Responder #972 em: 10/11/2022, 09:51 »
 
Guangzhou confina cinco milhões de pessoas após aumento de casos de COVID-19

N.N./Lusa
10 nov 2022 07:04



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

O aumento no número de casos de covid-19 resultou no bloqueio parcial de Guangzhou, uma das maiores cidades da China e importante centro industrial, agravando a pressão sobre as cadeias de fornecimento globais.

Residentes em distritos que abrangem quase cinco milhões de pessoas devem permanecer em casa pelo menos até domingo, com um membro de cada família autorizado a sair uma vez por dia para comprar bens de primeira necessidade, disseram hoje as autoridades.

A decisão surge depois de a capital da província de Guangdong, de 13 milhões de habitantes, ter registado mais de 2.500 novos casos nas últimas 24 horas.

Muitas escolas em toda a cidade estão a dar aulas via ‘online’ e os estudantes universitários foram impedidos de entrar ou sair dos ‘campus’.

O transporte público foi suspenso e as aulas foram interrompidas em grande parte da cidade. Os voos para Pequim e outras grandes cidades do país foram também cancelados, segundo a imprensa estatal.

A China mantém uma estratégia de ‘zero casos’ de covid-19, que inclui o confinamento de bairros, distritos e cidades inteiras, e o isolamento de todos os casos e respetivos contactos diretos em instalações designadas.

As fronteiras do país permanecem praticamente fechadas e as viagens e o comércio internos estão sujeitos a medidas de confinamento e regulamentos de quarentena em constante mudança.

As restrições resultam ocasionalmente em confrontos entre os moradores e os funcionários dos comités de bairro, que são ameaçados de punição se os surtos nas suas áreas de jurisdição fugirem do controlo.

No total, a China registou 8.824 novos casos nas últimas 24 horas, o valor mais elevado desde o final de abril. Embora este número seja baixo, considerando que a China tem 1,4 mil milhões de habitantes, a escala geográfica do surto constitui um desafio para a estratégia dos ‘zero casos’.

Todas as 31 regiões de nível provincial da China relataram novas infeções, nos últimos dias. Para além de Guangdong, no sudeste, também a província central de Henan e a região autónoma da Mongólia Interior diagnosticaram mais de mil casos nas últimas 24 horas. Outras áreas do país relataram várias centenas de novos casos.

A Organização Mundial da Saúde disse, em maio passado, que a abordagem extrema da China para conter a covid-19 é “insustentável”, devido à natureza altamente infecciosa da variante Ómicron.

Pequim recusou, no entanto, aprovar a importação de vacinas estrangeiras de RNA mensageiro no continente, já permitida nas regiões administrativas especiais chinesas de Macau e Hong Kong desde o início da pandemia.

A taxa de vacinação entre os idosos com inoculações domésticas, menos eficazes na prevenção de morte e doença grave, é de apenas 86%, segundo dados oficiais.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                           Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/guangzhou-confina-cinco-milhoes-de-pessoas-apos-aumento-de-casos-de-covid-19
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #973 em: 11/11/2022, 10:21 »
 
DGS: Pessoas com sintomas de infeção respiratória devem usar sempre máscara. Crianças e jovens só devem faltar à escola se tiverem febre

MadreMedia / Lusa
10 nov 2022 22:21



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

As pessoas com sintomas de infeção respiratória devem usar máscara, manter o distanciamento dos outros e, se testarem positivo à covid-19, evitar o contacto com outras pessoas durante cinco dias de sintomas, segundo a Direção-Geral da Saúde.

Segundo as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) hoje divulgadas, uma vez que os sintomas das infeções respiratórias são muito idênticos, é importante evitar transmitir a infeção a pessoas mais vulneráveis, como idosos, grávidas, não vacinados, pessoas com imunossupressão ou doentes crónicos.

Caso a pessoa com infeção respiratória tenha febre ou não se sinta bem para ir trabalhar, a DGS recomenda o contacto com o médico assistente para ser avaliado. Se for essa a indicação do médico, deve ficar em casa e evitar o contacto com outras pessoas.

Na informação hoje divulgada, a DGS lembra que os sintomas das infeções respiratórias, como a covid-19 ou a gripe, incluem tosse, febre (temperatura = 38.0ºC) sem outra causa atribuível ou calafrios, perda ou alteração do olfato ou paladar, falta de ar, cansaço sem causa aparente, dores musculares não resultantes de exercício físico e recusa alimentar ou ausência de fome, dor de cabeça, dor de garganta e diarreia.

Se tiver alguns destes sintomas, a pessoa deve descansar, beber água para se manter hidratada e pode tomar medicamentos como o paracetamol – caso não tenha indicação clínica contrária – para ajudar a reduzir os sintomas.

No caso de sair de casa, além de usar máscara, deve evitar locais com aglomerado de pessoas, como os transportes públicos, e cumprir as regras da etiqueta respiratória (tossir para a dobra do braço e lavar frequentemente as mãos).

No domicilio, devem ser mantidos os cuidados necessários para evitar transmitir a infeção, incluindo a limpeza das superfícies, o arejamento das divisões e o uso de máscara cirúrgica nas divisões partilhadas.

“Os sintomas da covid-19 e de outras infeções das vias respiratória são muito semelhantes. É impossível saber se tem covid-19, gripe ou outra doença das vias respiratórias apenas com base nos sintomas”, lembra a DGS, sublinhando que “a maioria das pessoas com covid-19 e/ou outra infeção das vias respiratórias apenas apresentam doença ligeira, especialmente se tiverem sido vacinadas”.

Se o estado de saúde se agravar, pode contactar o SNS 24 (808 24 24 24) ou o médico assistente para ser orientado para avaliação em cuidados de saúde primários ou em serviço de urgência hospitalar ou para permanecer em autocuidado no domicílio, sendo prestadas “as recomendações adequadas a cada uma destas situações.”

Em caso de teste positivo para a covid-19, a DGS diz que se deve evitar o contacto com outras pessoas pelo menos durante cinco dias de sintomas.

Durante este período, aconselha a seguir todas as recomendações para reduzir o risco de transmissão de covid-19 a outras pessoas e, se possível, a discutir com a entidade patronal as opções disponíveis, como a possibilidade de trabalhar a partir de casa.

Se a pessoa com teste positivo sair de casa durante os primeiros dias após o teste, deve minimizar os contactos com outras pessoas, manter um distanciamento mínimo de 1,5 metros, usar máscara cirúrgica ou Respirador FFP2 (quando não é possível o distanciamento), evitar locais com aglomerados de pessoas, como transportes públicos, ou qualquer local fechado ou mal ventilado e lavar/desinfetar frequentemente as mãos.

Se praticar atividade física, a DGS aconselha acue faça ao ar livre ou em locais onde não esteja em contacto próximo com outras pessoas.

Para os contactos com pessoas que testaram positivos as recomendações são idênticas às das pessoas com sintomas de infeção respiratória.

A DGS recorda ainda que é obrigatório o uso de máscara nos estabelecimentos de serviços de saúde e nas estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis, pessoas idosas ou pessoas com deficiência, bem como em unidades de cuidados continuados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

O uso de máscara é recomendado nas farmácias comunitárias, em pessoas com mais de 10 anos sempre que se encontrem em ambientes fechados e em aglomerados, nomeadamente, transportes públicos (incluindo avião), plataformas e acessos cobertos de transportes, como aeroportos, terminais marítimos e redes de metro e de comboio.

É igualmente recomendado em caso de sintomas ou teste positivo à covid-19 ou à gripe e de ser necessário sair de casa, assim como quando existe contacto próximo com pessoas em risco elevado de adoecer gravemente com doenças das vias respiratórias.

As máscaras são ainda recomendadas em pessoas mais vulneráveis, nomeadamente pessoas com doenças crónicas ou estados de imunossupressão com risco acrescido para infeções das vias respiratórias, sempre que estejam em situação de risco aumentado de exposição, assim como em pessoas que estão em contacto com a população mais vulnerável.

Crianças e jovens só devem faltar à escola se tiverem febre

A Direção-Geral da Saúde (DGS) lembra que as infeções das vias respiratórias são comuns em crianças e jovens, nomeadamente nos meses do outono/inverno, e, para a maioria, não são graves.

A autoridade de saúde aconselha, contudo, a que fiquem em casa se houver febre, podendo regressar à escola quando tiverem alta médica, ou deixarem de ter febre e quando se sentirem suficientemente bem para frequentar o estabelecimento de ensino.

A DGS insiste que todas as crianças e jovens com sintomas de infeção nas vias respiratórias "devem ser ensinadas a cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel ao tossir e/ou espirrar", descartando os lenços e lavando ou desinfetando as mãos.

Se houver agravamento das queixas, os pais devem contactar o SNS24 (808 24 24 24) ou o médico assistente, especialmente se a criança tiver menos de dois anos de idade, sublinha a DGS.

As crianças e jovens que vivam com uma pessoa que tenha testado positivo à covid-19 devem continuar a ir à escola, com medidas básicas de higiene.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/dgs-pessoas-com-sintomas-de-infecao-respiratoria-devem-usar-sempre-mascara-criancas-e-jovens-so-devem-faltar-a-escola-se-tiverem-febre
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #974 em: 11/11/2022, 11:40 »
 
Resposta à covid-19 deve dar prioridade às desigualdades

Agência Lusa 11 nov 2022   11:22


Fonte de imagem: dnoticias.pt

O epidemiologista Henrique barros defendeu hoje que a resposta à pandemia de covid-19 deve dar prioridade às desigualdades, dando como exemplo as consequências nos lares, onde o risco de infeção nos idosos e trabalhadores sempre foi maior.

Na intervenção que fez na reunião de peritos para fazer o ponto da situação epidemiológica da covid-19 em Portugal, o especialista do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto deixou cinco lições que devem ser aprendidas nestes dois anos de pandemia, a primeira das quais a necessidade de a resposta ter de dar prioridade às desigualdades.

Sublinhando que estas cinco lições resultam de um consenso de especialistas da associação de escolas de saúde pública europeias, Henrique Barros disse, por exemplo, que as probabilidades de infeção nos trabalhadores dos lares sempre foram o dobro das probabilidades nas pessoas que estavam nas suas casas.

"É preciso olhar para este tipo de desigualdades", insistiu.

A segunda lição apresentada é a necessidade de atualizar o impacto da vacinação, que "preveniu mais de um milhão de infeções, dois milhões de dias de internamento, 130.000 dias de internamento em cuidados intensivos e 12 mil óbitos".

"As vacinas foram centrais, mas podem não ser suficientes", afirmou o especialista, sublinhando a importância de continuar a atualizar o impacto da vacinação, sobretudo pela possibilidade de fuga de alguma estirpe à proteção da vacina.

A este nível, Henrique Barros alertou ainda a necessidade de ultrapassar a desigualdade no acesso às vacinas a nível mundial.

Para o especialista, "não há evidência (prova) cientifica para cortar determinada idade à vacinação" e "havendo vacinas disponíveis nada justifica que não se possa vacinar qualquer que seja a idade".

O especialista sublinhou ainda a necessidade de responsabilização de cada um, afirmando que "as pessoas quando estão doentes devem ficar em casa" e que é preciso manter cuidados como a lavagem de mãos, a distância física e o uso de mascara, sobretudo com sintomas.

A terceira lição apontada foi o facto de as decisões transparentes e informadas por prova científica gerarem confiança da população e a quarta a necessidade de manter a vigilância.

"A infeção veio, está cá e transformou-se em infeção com uma sazonalidade óbvia. Temos de estar preparados para responder e minimizar o impacto e os esforços de resposta podem ser desenhados com o que aprendemos", afirmou o especialista, que sublinhou a necessidade de acompanhar a chamada 'long covid' (efeitos prolongados na saúde deixados pela infeção).

A última lição apontada por Henrique Barros foi a necessidade de olhar para todos os componentes do excesso de mortalidade.

"A pandemia não será resolvida se apenas nos centrarmos na epidemia", afirmou, frisando que com a pandemia não podia deixar de haver um excesso de mortalidade e que, em Portugal, há um peso associado ao envelhecimento da população que deve ser tido em conta.

"Há uma fração de pessoas que morre a mais porque à medida que os anos passam o prolongar a vida vai-se pagando com mortes, sem substituição de gerações", concluiu.






Fonte: dnoticias.pt                            Link: https://www.dnoticias.pt/2022/11/11/335819-resposta-a-covid-19-deve-dar-prioridade-as-desigualdades/
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