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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 54241 vezes)

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Online Pantufas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #195 em: 22/06/2020, 14:40 »
De acordo com o jornal oficial do Estado espanhol “foram realizadas consultas com os Estados-Membros vizinhos, tendo em conta a necessária natureza bilateral das medidas a tomar” para levantar as barreiras em vigor desde 16 de março devido à crise sanitária provocada pela pandemia de covid-19.


Porém, “Em resultado destas consultas, considera-se adequado manter os controlos nas fronteiras internas com Portugal durante um período adicional razoável”, de acordo com essa disposição.

Espanha entrou às 0:00 de domingo na chamada “nova normalidade”, com a abertura das fronteiras com os países europeus (Schengen) com a exceção de Portugal, a pedido de Lisboa.

Essa abertura coincidiu com o fim do estado de emergência em vigor desde 15 de março último para conter a pandemia de covid-19.

A exceção é feita apenas aos cidadãos espanhóis residentes em Espanha ou residentes noutros Estados-Membros ou Estados associados de Schengen que se encontrem a caminho do seu local de residência.

Além disso, podem entrar em Espanha as pessoas que vão transitar ou permanecer em território espanhol por qualquer motivo exclusivo de trabalho, desde que apresentem documentos justificativos e as pessoas que apresentem documentos a provar motivos de força maior ou de uma situação de necessidade.

A última exceção abrange o pessoal estrangeiro acreditado como membro de missões diplomáticas, postos consulares e organizações internacionais localizadas em Espanha, desde que se desloquem no âmbito do exercício das suas funções oficiais.

Portugal e Espanha vão reabrir a 01 de julho as suas fronteiras numa cerimónia presidida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo rei de Espanha, Felipe VI, com a presença dos chefes dos governos, António Costa e Pedro Sánchez.
 

Offline SLB2010

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #196 em: 22/06/2020, 14:58 »
AO MINUTO: Mais 259 casos em Portugal. Quatro novas infeções no IPO

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a Covid-19 em Portugal e no Mundo.
AO MINUTO: Mais 259 casos em Portugal. Quatro novas infeções no IPO


© Reuters

22/06/20 08:00 ‧ HÁ 6 HORAS POR MAFALDA TELLO SILVA

MUNDO COVID-19

Oprimeiro ministro, António Costa, reúne-se esta manhã com os presidentes dos cinco municípios da área metropolitana de Lisboa que despertam maior preocupação devido ao elevado número de novos casos de Covid-19 nas últimas semanas. Na reunião será discutido o eventual aprofundamento das medidas de contenção da pandemia nas áreas com maior incidência atual da doença.


No fim de semana, o primeiro-ministro garantiu que, se for preciso dar passos atrás no desconfinamento, o fará, numa declaração em linha com o Presidente da República, que também admitiu, ontem, a aplicação de medidas restritivas mais duras para conter os contágios por Covid-19 em Portugal.

Paralelamente, Marcelo Rebelo de Sousa começa, esta segunda-feira, a ouvir os partidos com assento parlamentar sobre o Orçamento Suplementar para 2020 e o Programa de Estabilização Económica e Social do Governo.

De acordo com os dados divulgados esta tarde pela Direção-Geral da Saúde (DGS), Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 4 vítimas mortais e 259 casos confirmados, elevando o número total de óbitos no país, desde o início da pandemia, para 1.534 e o número de infetados para 39.392.

Consulte os mapas da evolução da pandemia do novo coronavírus em Portugal e no resto do Mundo.

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a Covid-19 em Portugal e no Mundo:

14h47 - O Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa identificou mais quatro pessoas diagnosticadas com a Covid-19, três das quais doentes que estiveram ali internados e foram agora testados nos hospitais das suas áreas de residência, informou hoje o hospital.

14h42 - Os Açores não registaram nas últimas 24 horas novos casos positivos de Covid-19, mantendo atualmente um caso positivo ativo de infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, adiantou hoje a Autoridade de Saúde Regional.

14h40 - A Administração Regional de Saúde do Norte disse hoje que as extensões de saúde, encerradas na região por causa da Covid-19, estão a reabrir "paulatinamente" e de acordo com a situação epidemiológica local e a afluência dos utentes.

14h35 - Os cinemas reabriram portas, hoje, em França pela primeira vez desde de que entraram em vigor as medidas restritivas para combater a Covid-19. Para garantir que as normas de distanciamento social eram respeitadas, o MK2 Cinema, localizado no sul de Paris, decidiu colocar estrategicamente peluches dos 'minions' - personagens da saga dos filmes de animação 'Gru Maldisposto' - em algumas cadeiras das suas salas.


Notícias ao Minuto
 

Online salgado18

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #197 em: 22/06/2020, 18:09 »
COVID-19: O que acontece ao vírus quando entra em contacto com o sabão?
N.N./AFP
14 mai 2020 10:21



Lavagem das mãos Dicas para combater o coronavírus COVID-19 Coronavírus Vírus Videográfico DGS Lavar as mãos Pandemia Doenças Saúde Sabão

Coronavírus SARS-CoV-2: quantas horas pode sobreviver no ar, papel ou plástico?
O sabão elimina vírus e bactérias graças às propriedades das suas moléculas. Conheça essa ação em pormenor neste vídeo.
COVID-19: O que acontece ao vírus quando entra em contacto com o sabão?
Essa ação destruidora do vírus é atribuída aos surfactantes, agentes tensoativos compostos por duas partes diferentes: uma hidrofílica, atraída pela água, e uma hidrofóbica, atraída pela membrana lipídica de um vírus, composta por gordura.

Na presença de um vírus, a parte hidrofóbica do surfactante adere à sua membrana e a parte hidrofílica é atraída pelas moléculas de água. Como resultado a membrana lipídica do vírus é separada.

Veja o vídeo

Essa ação do sabão sobre o vírus inativa-o. Esfregar as mãos dispersa essas partículas desfeitas.

Para uma ação eficaz contra os vírus, a lavagem das mãos deve durar pelo menos 30 segundos.


Fonte: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-o-que-acontece-ao-virus-quando-entra-em-contacto-com-o-sabao
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #198 em: 24/06/2020, 12:43 »
Pandemia "aumentou exclusão" na educação. 258 milhões ficaram sem aulas

A pandemia da Covid-19 aumentou o número de alunos excluídos do sistema educativo, sobretudo nos países mais pobres, alertou hoje a Unesco, sublinhando que, durante o confinamento, 258 milhões de crianças ficaram sem aulas.


Pandemia "aumentou exclusão" na educação. 258 milhões ficaram sem aulas
© Reuters

Notícias ao Minuto
23/06/20 12:45 ‧ HÁ 23 HORAS POR LUSA

MUNDO UNESCO


Cerca de 40% dos países com menos rendimentos não deram o apoio necessário aos alunos com menos recursos durante o período em que as escolas encerraram por imposição de um confinamento, refere a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) no relatório "Inclusão e educação: todos, sem exceção", hoje divulgado.

"A pandemia da covid-19 evidenciou e aprofundou as desigualdades, bem como a fragilidade das nossas sociedades", considerou a diretora-geral da Unesco, defendendo que, hoje, "mais do que nunca, tem de haver uma responsabilidade coletiva no apoio aos mais vulneráveis e desfavorecidos".

Segundo o relatório hoje divulgado pela Unesco, mais de dois terços dos países definem o que é educação inclusiva, mas apenas 57% dessas definições abrangem múltiplas formas de marginalização.

Nos países com rendimentos médios e baixos, destaca, os jovens mais ricos têm três vezes mais probabilidades de concluir o ensino secundário do que os de famílias mais desfavorecidas.

Embora o nível de rendimento familiar implique diferenças significativas entre alunos e seja a primeira forma de discriminação, há muitas outros fatores, como o género, a etnia, a origem ou até as capacidades.

Segundo a Unesco, apenas 18% das jovens de zonas rurais pobres conseguem concluir o ensino secundário em pelo menos 20 países, a maioria dos quais da África subsaariana.

Além disso, nos países da Europa Central e de Leste, as crianças ciganas continuam a ser marginalizadas nas escolas e, nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), mais de dois terços dos estudantes imigrantes frequentam escolas onde pelo menos metade dos estudantes são imigrantes.

O documento também indica que dados recentes de 14 países mostram que as crianças com deficiência constituem 15% da população não escolarizada e as que têm deficiências sensoriais, físicas ou intelectuais têm 2,5 vezes mais probabilidades de nunca ter frequentado a escola.

"Milhões de pessoas estão a perder a oportunidade de aprender", sublinha a Unesco no documento, pedindo aos países que repensem a educação inclusiva.

Os Estados devem "definir a educação inclusiva de maneira mais ampla: deve incluir todos os alunos, independentemente da sua identidade, origem ou capacidades", recomenda a Unesco, explicando que "não se trata de criar um ministério de educação inclusiva, mas de não discriminar ninguém, não rejeitar ninguém [e ter] acomodações razoáveis para as diversas necessidades".

Por outro lado, os governos devem "concentrar o financiamento" nos alunos que foram deixados para trás.

"A inclusão não existe quando milhões de pessoas não têm acesso à educação. Uma vez que os instrumentos legislativos existem para superar barreiras de acesso, como o trabalho infantil, o casamento infantil e a gravidez na adolescência, os governos devem ter uma abordagem dupla que canalize financiamento geral para promover um ambiente de aprendizagem inclusiva para todos os alunos e direcionado para recuperar os mais atrasados o mais rapidamente possível", refere o documento.

Além disso, a Unesco recomenda que os recursos e materiais sejam mais bem geridos e também que os pais e comunidades sejam consultados antes de serem desenvolvidas políticas de inclusão na educação.

A organização defende ainda ser necessário estabelecer uma cooperação entre os diferentes ministérios, setores e níveis de governo, mas também deixar espaço para atores não-governamentais questionarem e preencherem lacunas, desde que "trabalhem em direção ao mesmo objetivo".

As políticas de inclusão na educação também devem ser universais, considera a Unesco nas recomendações que avança no relatório hoje divulgado.

É preciso que "todas as crianças aprendam com base nos mesmos critérios flexíveis, relevantes e acessíveis", o que também implica "preparar, capacitar e motivar o pessoal educacional".

"Todos os professores devem estar preparados para ensinar todos os alunos. Métodos inclusivos não devem ser tratados como um tópico especializado, mas como um aspeto central da formação de professores", sublinha a organização da ONU, propondo a criação de fóruns e plataformas nacionais, regionais e globais que promovam a partilha de conhecimento e a troca de experiências entre professores.

Por fim, a Unesco recomenda que sejam compilados todos os dados sobre inclusão "com cuidado e respeito, evitando estigmatizar e rotular", a fim de "entender a magnitude das desvantagens daqueles que são marginalizados".

A covid-19 "deu ao mundo uma verdadeira oportunidade de repensar os nossos sistemas educativos", afirmou o diretor do relatório, Manos Antoninis.

"A insuficiência de dados significa que não vemos uma grande parte do panorama. Não é de admirar que as desigualdades subitamente expostas durante a crise da covid-19 nos tenham surpreendido", concluiu.


Fonte: Noticias ao minuto
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #199 em: 24/06/2020, 12:45 »
Pandemia agrava desigualdades na educação, alerta Unesco

23/06/2020

 06h43 Paris, 23 Jun 2020 (AFP) -

A pandemia do novo coronavírus, que já tinha causado problemas sem precedentes em sistemas escolares, afeta ainda mais o acesso à educação de estudantes pobres, jovens e alunos portadores de deficiência, adverte a Unesco em um relatório divulgado nesta terça-feira (23). Em um informe avassalador, a Unesco afirmou que 260 milhões de crianças não tiveram acesso à educação em 2018, embora as disparidades tenham aumentado com a pandemia do novo coronavírus. As crianças das comunidades mais pobres, assim como as meninas, as portadoras de deficiência, os imigrantes e as minorias étnic... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2020/06/23/pandemia-agrava-desigualdades-na-educacao-alerta-unesco.htm?cmpid=copiaecola


Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2020/06/23/pandemia-agrava-desigualdades-na-educacao-alerta-unesco.htm
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #200 em: 24/06/2020, 12:49 »
Covid-19: Diabéticos e hipertensos voltam a poder justificar faltas

Os diabéticos e hipertensos sem condições para desempenharem funções em teletrabalho vão ter direito a justificar as faltas ao serviço ao abrigo de um regime especial, na sequência de uma alteração hoje aprovada na Comissão de Saúde.

Covid-19: Diabéticos e hipertensos voltam a poder justificar faltas

https://media-manager.noticiasaominuto.com/1920/20563738.jpg
© Lusa

24/06/20 12:14 ‧ HÁ 32 MINS POR LUSA


Aproposta, que altera o decreto do Governo, foi apresentada em sede de especialidade pelo BE, PCP e PSD e aprovada com os votos a favor de todos os partidos, menos do PS.


No início do mês, a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) reiterou o apelo ao Governo para reconsiderar a exclusão destes doentes crónicos do regime de teletrabalho, lembrando o risco acrescido dos diabéticos face à covid-19, uma doença respiratória infecciosa.

O apelo foi feito dois dias antes da apreciação parlamentar requerida por PSD, PCP e BE do decreto-lei que prevê o regime de teletrabalho para imunodeprimidos e doentes crónicos, incluindo diabéticos, mas posteriormente retificado com a exclusão destes doentes e dos hipertensos da medida.

O decreto-lei de 01 de maio que alterou as medidas excecionais e temporárias por causa da pandemia previa que os diabéticos e os hipertensos, tal como outros doentes crónicos ou pessoas imunodeprimidas, pudessem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, "desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação da atividade".

Quatro dias depois, em 05 de maio, foi publicada uma retificação ao diploma do Governo, que exclui diabéticos e hipertensos do regime excecional de proteção que possibilitava a estes e outros doentes crónicos o exercício da atividade em teletrabalho ou, na sua impossibilidade, a justificação da falta ao trabalho mediante declaração médica a atestar "a condição de saúde do trabalhador que justifica a sua especial proteção".


Em Portugal, morreram 1.540 pessoas das 39.737 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.


Notícias ao Minuto
 

Online Pantufas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #201 em: 24/06/2020, 14:44 »

Coronavírus SARS-CoV-2: quantas horas pode sobreviver no ar, papel ou plástico?
N.N./AFP
24 jun 2020 07:00


 
O novo coronavírus é transmitido por via respiratória e por contacto físico com superfícies infetadas.

Assim, é possível ser-se contagiado quando uma pessoa contaminada tussa, espirre, fale ou respire perto de nós.
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Um indivíduo que não apresenta sintomas, que seja assintomático, também pode transmitir a doença.

Fora do corpo humano, as experiências científicas mostraram que o vírus SARS-CoV-2, responsável pela doença COVID-19, pode sobreviver em superfícies durante horas ou mesmo dias.
O vírus sobrevive quantas horas sem hospedeiro? Veja o vídeo:

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 190 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 708 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram pelo menos 820 pessoas das 22.353 confirmadas como infetadas, e há 1.201 casos recuperados, de acordo com o último balanço da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram, entretanto, a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria, Espanha ou Alemanha, a aliviar algumas das medidas.


Sapo
 

Online Pantufas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #202 em: 27/06/2020, 11:38 »
Três agentes da PSP agredidos em Loures enquanto dispersavam grupo
Três agentes da PSP foram agredidos na sexta-feira à noite quando dispersavam um grupo de pessoas em Loures, durante uma ação de fiscalização a um estabelecimento, situação que resultou em dois detidos, adiantou à Lusa fonte policial.


Três agentes da PSP agredidos em Loures enquanto dispersavam grupo
© iStock

Notícias ao Minuto
27/06/20 06:50 ‧ HÁ 4 HORAS POR LUSA

PAÍS VIOLÊNCIA

"Os elementos policiais deslocaram-se ao local para fazer dispersar a multidão e fazer a fiscalização a um estabelecimento quando foram injuriados, ameaçados e agredidos", explicou fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Cometlis).

A situação ocorreu durante uma ação de fiscalização no Prior Velho, no concelho de Loures, distrito de Lisboa, disse ainda.

A mesma fonte acrescentou que após a deslocação de um carro patrulha foi necessário chamar reforço policial, devido ao aglomerado de pessoas na via pública, junto ao estabelecimento.

"Os elementos foram rodeados e foi necessário intervir de uma forma mais firme", sublinhou.

Duas das pessoas naquele grupo acabaram detidas após as agressões terem ocorrido, acrescentou a mesma fonte.

Das agressões resultaram três polícias feridos "sem gravidade" e que foram assistidos pelos bombeiros no local, assim como os dois detidos.

O Cometlis explicou que durante a deslocação para a esquadra os dois detidos pediram tratamento hospitalar, tendo sido encaminhados para o Hospital de São José.

"Um deles acabou por se sentir maldisposto durante a deslocação para a esquadra. O outro, que ficou com algumas escoriações, também decidiu ir ao hospital receber tratamento", onde se encontravam pelas 00:30, adiantou a PSP.


Noticias ao minuto
 

Offline Claram

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #203 em: 28/06/2020, 10:52 »
Saiba as exceções nas deslocações para as 19 freguesias confinadas da Grande Lisboa
Tiago Varzim
27 Junho 2020

Foi publicada a resolução do Conselho de Ministros onde estão definidas todas as exceções previstas para a movimentação dos cidadãos das 19 freguesias confinadas da Grande Lisboa.


Mora numa das 19 freguesias da região de Lisboa e Vale do Tejo que continuará em estado de calamidade e está com dúvidas sobre que deslocações pode fazer? Quando revelou estas novas medidas, o primeiro-ministro disse que havia exceções e estas foram publicadas em Diário da República, numa resolução do Conselho de Ministros, na madrugada deste sábado.

País a várias velocidades: alerta, contingência e calamidade

Em causa estão os residentes das seguintes freguesias: Alfragide, Águas Livres, Falagueira-Venda Nova, Encosta do Sol, Venteira, Mina de Água, do concelho da Amadora; União das Freguesias de Pontinha e Famões, União das Freguesias de Póvoa de Santo Adrião e Olival de Basto, União das Freguesias de Ramada e Caneças e Odivelas, do concelho de Odivelas; União das Freguesias de Agualva e Mira-Sintra, Algueirão-Mem Martins, União das Freguesias do Cacém e São Marcos, União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão, União das Freguesias de Queluz e Belas e Rio de Mouro, do concelho de Sintra; União das Freguesias de Camarate, Unhos e Apelação, União das Freguesias de Sacavém e Prior Velho, do concelho de Loures; e Santa Clara, do concelho de Lisboa.


 Ler Mais   https://eco.sapo.pt/2020/06/27/saiba-as-excecoes-nas-19-freguesias-confinadas-da-grande-lisboa/
 

Offline Oribii

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #204 em: 08/07/2020, 14:38 »
Deficiência. “Temos de testar mais para evitar surtos”
07 jul, 2020 - 16:58 • Ângela Roque

Instituições precisam de “apoio concreto” para testar utentes e funcionários e evitar situações como as que têm acontecido nos lares de idosos, alerta o diretor técnico do Instituto da Imaculada, que apoia crianças e jovens deficientes profundos. Em entrevista à Renascença Pedro Rodrigues diz que o Estado não olha devidamente para estas situações, mas que as autarquias podem e deve ajudar mais.

Utente do Instituto da Imaculada, uma ordem religiosa que cuida de pessoas com deficiência. Foto: Facebook IM

Quando o Instituto da Imaculada abriu portas, em 1933, em Lisboa, destinava-se apenas a crianças e jovens surdos, mas com a escola inclusiva a dar resposta a estas casos, em 2002 alargou o apoio. “Só trabalhamos com deficiência profunda, paralisia cerebral, quem tem défice cognitivo com outras problemáticas associadas, sendo as mais comuns o autismo, numa situação não verbal e com dificuldade de adaptação a um contexto de sala de aula normal, e situações de multideficiência”, explica à Renascença o diretor técnico, Pedro Rodrigues.

Sob a orientação das Irmãs Franciscanas da Imaculada, esta Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) tem atualmente três grandes valências, a educação especial (primeiro ciclo e pré-escolar) é frequentada por 30 a 33 crianças, no máximo, encaminhadas preferencialmente pelo Ministério da Educação. O Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) tem 37 utentes e lista de espera, e é tutelado pela Segurança Social, tal como o Lar de apoio, que acolhe crianças e jovens dos 6 aos 18 anos, de segunda a sexta-feira. Aqui, a lotação é de 22 utentes, mas esse número irá ser reduzido, por causa da pandemia. “Estamos a preparar a reabertura e parte das medidas de prevenção implicam uma redução da lotação, para aumentar as distâncias de segurança e implementar os procedimentos de segurança”, explica Pedro Rodrigues.

No CAO vão tentar manter o número de utentes, mas com alterações. “Vamos abrir mais um espaço, seguindo as recomendações da Segurança Social, e distribuir um grupo por duas salas. Portanto, mantemos os 37, mas em vez de termos quatro salas a funcionar, vamos ter cinco”, o que implica mais pessoal para além dos 35 funcionários que atualmente têm. “Já fizemos mais duas contratações e renovámos uma terceira, portanto vamos ter mais pessoas para fazer esta rotação pelas salas”, diz Pedro Rodrigues, para quem a grande preocupação é a segurança dos utentes e dos trabalhadores, que vão continuar a receber formação, até durante as férias. “Isto está a ser muito exigente para os nossos funcionários, que estão a dar o melhor de si, mas a maioria vai estar em formação na primeira semana de agosto, exatamente para prepararmos a reabertura em setembro”.


Desde que reabriram, em maio, apenas para um terço dos utentes, que seguem todos os procedimentos de segurança. “Estamos a fazer controlo de temperaturas à entrada, utilização de luvas, máscaras e de batas, ou seja, a roupa só é utilizada aqui dentro”. Até agora houve um único caso positivo. “Foi detetado antes de reabrirmos, quando fizemos o despiste a todos os alunos e utentes, surgiu um utente positivo, que já não retornou”, revela Pedro Rodrigues, que não esconde a preocupação. “Um dos nossos grandes receios, e de instituições como a nossa, é o risco do surto, de entrar um caso positivo que não consigamos detetar, e de repente passa a vários casos. Aí, instituições como a nossa não têm alternativa senão fechar, pelo menos durante algum tempo, para interromper as cadeias de transmissão”.


Testar é urgente
Pedro Rodrigues diz que as instituições que acolhem deficientes têm de ser apoiadas para testar utentes e funcionários, se se quiser evitar surtos como os que têm acontecido em lares de idosos. “Nós, Instituto da Imaculada, estamos a fazer o possível para fazer a nossa própria campanha de testes preventivos, mas não estamos a receber as garantias de financiamento para poder manter isso durante muito tempo”. Diz que as autarquias podem e devem ajudar mais “porque têm mais recursos humanos”, e deixa o apelo: “Nós, que estamos no terreno, ao longo deste próximo ano vamos precisar de apoio concreto, e eu gostava que esse apoio chegasse antes de apareceram os casos positivos, porque quando começarem a aparecer já pode ser tarde para algumas pessoas. Se conseguíssemos antecipar íamos conseguir poupar vidas”.

Pedro Rodrigues reconhece que o Estado “está a fazer o que pode”, mas é preciso agilizar procedimentos e decisões. “Quando entramos em contacto com a Direção-Geral de Saúde, com o Ministério da Educação ou com a Segurança Social, percebemos que a estrutura e a capacidade de acompanhamento dos técnicos que têm é muito reduzida”.

“O Estado manteve alguma linha de financiamento, mas houve e continua a existir dificuldades em articular e perceber, em tempo útil, as necessidades que nós, instituições, temos”. E dá como exemplo a preparação do próximo ano letivo. “Só para ter uma ideia, nós fazemos encomendas de dois mil e três mil euros de EPIS (Equipamentos de Proteção Individual), e essa verba ainda não está assegurada, portanto, estamos a fazer aqui um esforço e uma ginástica. No nosso caso recebemos algum apoio financeiro da Junta de Freguesia da Estrela, que é a instituição pública que mais nos tem apoiado nesta fase, mas sinto que a Câmara Municipal, a Segurança Social, a Direção-Geral de Saúde e o Ministério da Educação deviam fazer mais”.


“Poucas famílias conseguiram manter terapias e houve perda de capacidades”
O Instituto da Imaculada teve de encerrar a 16 de março e só reabriu parcialmente a 25 de maio, um intervalo de tempo que se revelou demasiado longo. “Há famílias que têm muita dificuldade em lidar 24 sobre 24 horas com uma criança, um jovem ou um adulto completamente dependente, e muitas começaram a entrar em crise. Se adicionarmos a isso o facto de algumas terem carências sociais, pode ficar mesmo muito complicado. Até mesmo a questão da alimentação. Tivemos meninos a voltar, não vou dizer subnutridos, mas em piores condições do que quando foram, mas neste momento já começam a recuperar em termos de peso e higiene”, conta o responsável pela instituição.

Pedro Rodrigues explica que enquanto estiveram encerrados não deixaram de apoiar as famílias à distância, mas perceberam que não era eficaz. “Já ativámos um serviço de apoio domiciliário, mas temos algumas limitações em termos de recursos humanos”. Também aqui tem valido a ajuda da Junta de Freguesia da Estrela, que assegurou apoio alimentar a cerca de 20 famílias que ali têm os filhos, e permitiu as visitas a casa. “Em maio começámos a fazer algumas visitas domiciliárias a famílias que têm crianças com multideficiência e que têm de fazer adaptações de posturas, fazer a higiene. Então, os nossos técnicos vão lá e definem um protocolo de procedimentos, como dar banho, como vestir, como fazer higiene da melhor forma possível”.

O objetivo é que as crianças não percam o que já tinham ganho com as terapias que recebem habitualmente no Instituto, mas não tem dúvidas em afirmar que nesta fase “muito poucas famílias conseguiram manter um regime de apoios e terapias em que existia ganho, e a maioria vai ter perdas de capacidades”.


Aulas à distância? “Estas crianças precisam de apoio presencial”

Pedro Rodrigues lamenta que a realidade dos deficientes e das instituições que os apoiam sejam muitas vezes ignoradas pelo Estado, e dá como exemplo a solução das aulas à distância, que não servem para alunos com deficiência profunda, como são os que o Instituto da Imaculada acolhe, e que não podem ser esquecidos. “Estas crianças e jovens têm que ser colocados no mapa. Quando as pessoas fazem uma lei a nível nacional pensam nos alunos que têm características mais comuns, mas pensar num apoio remoto para uma pessoa que tem paralisia cerebral, que não é autónoma a comer, na higiene, nem para ir casa de banho, às vezes estamos a dar é mais trabalho à própria família, que para além de estar a assegurar esses cuidados ainda tem de estar ali a criar a sessão do Zoom e a tentar ver as atividades”.

“Temos de ter muito cuidado ao criar esta lógica de apoio remoto, perceber se somos, de facto, uma mais valia. As crianças com necessidades educativas especiais precisam de apoio presencial”, sublinha.

O próprio uso de máscara, como medida preventiva, pode ser um problema. “Há uma recomendação para que todas as crianças com mais de 6 anos usem máscara. Nos 65 utentes que prevemos apoiar na reabertura, se calhar só 20 é que conseguem usar máscara. Há ataques epiléticos, crianças têm problemas respiratórios associados, é uma população com risco acrescido, e precisaríamos de apoio técnico e de algum tempo para refletir sobre as adaptações para estas situações. É isso que estamos a tentar fazer, mas sentimos que a nível do Ministério da Educação e da Segurança Social, as próprias estruturas estão muito sobrecarregadas, e ainda não se conseguiu chegar a estes casos mais específicos”, lamenta.


Fonte:RR
 

Online Pantufas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #205 em: 09/07/2020, 16:11 »
Deficiência. “Temos de testar mais para evitar surtos”

07 jul, 2020 - 16:58 • Ângela Roque

Instituições precisam de “apoio concreto” para testar utentes e funcionários e evitar situações como as que têm acontecido nos lares de idosos, alerta o diretor técnico do Instituto da Imaculada, que apoia crianças e jovens deficientes profundos. Em entrevista à Renascença Pedro Rodrigues diz que o Estado não olha devidamente para estas situações, mas que as autarquias podem e deve ajudar mais.

Utente do Instituto da Imaculada, uma ordem religiosa que cuida de pessoas com deficiência. Foto: Facebook IM

Quando o Instituto da Imaculada abriu portas, em 1933, em Lisboa, destinava-se apenas a crianças e jovens surdos, mas com a escola inclusiva a dar resposta a estas casos, em 2002 alargou o apoio. “Só trabalhamos com deficiência profunda, paralisia cerebral, quem tem défice cognitivo com outras problemáticas associadas, sendo as mais comuns o autismo, numa situação não verbal e com dificuldade de adaptação a um contexto de sala de aula normal, e situações de multideficiência”, explica à Renascença o diretor técnico, Pedro Rodrigues.

Sob a orientação das Irmãs Franciscanas da Imaculada, esta Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) tem atualmente três grandes valências, a educação especial (primeiro ciclo e pré-escolar) é frequentada por 30 a 33 crianças, no máximo, encaminhadas preferencialmente pelo Ministério da Educação. O Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) tem 37 utentes e lista de espera, e é tutelado pela Segurança Social, tal como o Lar de apoio, que acolhe crianças e jovens dos 6 aos 18 anos, de segunda a sexta-feira. Aqui, a lotação é de 22 utentes, mas esse número irá ser reduzido, por causa da pandemia. “Estamos a preparar a reabertura e parte das medidas de prevenção implicam uma redução da lotação, para aumentar as distâncias de segurança e implementar os procedimentos de segurança”, explica Pedro Rodrigues.

No CAO vão tentar manter o número de utentes, mas com alterações. “Vamos abrir mais um espaço, seguindo as recomendações da Segurança Social, e distribuir um grupo por duas salas. Portanto, mantemos os 37, mas em vez de termos quatro salas a funcionar, vamos ter cinco”, o que implica mais pessoal para além dos 35 funcionários que atualmente têm. “Já fizemos mais duas contratações e renovámos uma terceira, portanto vamos ter mais pessoas para fazer esta rotação pelas salas”, diz Pedro Rodrigues, para quem a grande preocupação é a segurança dos utentes e dos trabalhadores, que vão continuar a receber formação, até durante as férias. “Isto está a ser muito exigente para os nossos funcionários, que estão a dar o melhor de si, mas a maioria vai estar em formação na primeira semana de agosto, exatamente para prepararmos a reabertura em setembro”.


Desde que reabriram, em maio, apenas para um terço dos utentes, que seguem todos os procedimentos de segurança. “Estamos a fazer controlo de temperaturas à entrada, utilização de luvas, máscaras e de batas, ou seja, a roupa só é utilizada aqui dentro”. Até agora houve um único caso positivo. “Foi detetado antes de reabrirmos, quando fizemos o despiste a todos os alunos e utentes, surgiu um utente positivo, que já não retornou”, revela Pedro Rodrigues, que não esconde a preocupação. “Um dos nossos grandes receios, e de instituições como a nossa, é o risco do surto, de entrar um caso positivo que não consigamos detetar, e de repente passa a vários casos. Aí, instituições como a nossa não têm alternativa senão fechar, pelo menos durante algum tempo, para interromper as cadeias de transmissão”.


Testar é urgente
Pedro Rodrigues diz que as instituições que acolhem deficientes têm de ser apoiadas para testar utentes e funcionários, se se quiser evitar surtos como os que têm acontecido em lares de idosos. “Nós, Instituto da Imaculada, estamos a fazer o possível para fazer a nossa própria campanha de testes preventivos, mas não estamos a receber as garantias de financiamento para poder manter isso durante muito tempo”. Diz que as autarquias podem e devem ajudar mais “porque têm mais recursos humanos”, e deixa o apelo: “Nós, que estamos no terreno, ao longo deste próximo ano vamos precisar de apoio concreto, e eu gostava que esse apoio chegasse antes de apareceram os casos positivos, porque quando começarem a aparecer já pode ser tarde para algumas pessoas. Se conseguíssemos antecipar íamos conseguir poupar vidas”.

Pedro Rodrigues reconhece que o Estado “está a fazer o que pode”, mas é preciso agilizar procedimentos e decisões. “Quando entramos em contacto com a Direção-Geral de Saúde, com o Ministério da Educação ou com a Segurança Social, percebemos que a estrutura e a capacidade de acompanhamento dos técnicos que têm é muito reduzida”.

“O Estado manteve alguma linha de financiamento, mas houve e continua a existir dificuldades em articular e perceber, em tempo útil, as necessidades que nós, instituições, temos”. E dá como exemplo a preparação do próximo ano letivo. “Só para ter uma ideia, nós fazemos encomendas de dois mil e três mil euros de EPIS (Equipamentos de Proteção Individual), e essa verba ainda não está assegurada, portanto, estamos a fazer aqui um esforço e uma ginástica. No nosso caso recebemos algum apoio financeiro da Junta de Freguesia da Estrela, que é a instituição pública que mais nos tem apoiado nesta fase, mas sinto que a Câmara Municipal, a Segurança Social, a Direção-Geral de Saúde e o Ministério da Educação deviam fazer mais”.


“Poucas famílias conseguiram manter terapias e houve perda de capacidades”
O Instituto da Imaculada teve de encerrar a 16 de março e só reabriu parcialmente a 25 de maio, um intervalo de tempo que se revelou demasiado longo. “Há famílias que têm muita dificuldade em lidar 24 sobre 24 horas com uma criança, um jovem ou um adulto completamente dependente, e muitas começaram a entrar em crise. Se adicionarmos a isso o facto de algumas terem carências sociais, pode ficar mesmo muito complicado. Até mesmo a questão da alimentação. Tivemos meninos a voltar, não vou dizer subnutridos, mas em piores condições do que quando foram, mas neste momento já começam a recuperar em termos de peso e higiene”, conta o responsável pela instituição.

Pedro Rodrigues explica que enquanto estiveram encerrados não deixaram de apoiar as famílias à distância, mas perceberam que não era eficaz. “Já ativámos um serviço de apoio domiciliário, mas temos algumas limitações em termos de recursos humanos”. Também aqui tem valido a ajuda da Junta de Freguesia da Estrela, que assegurou apoio alimentar a cerca de 20 famílias que ali têm os filhos, e permitiu as visitas a casa. “Em maio começámos a fazer algumas visitas domiciliárias a famílias que têm crianças com multideficiência e que têm de fazer adaptações de posturas, fazer a higiene. Então, os nossos técnicos vão lá e definem um protocolo de procedimentos, como dar banho, como vestir, como fazer higiene da melhor forma possível”.

O objetivo é que as crianças não percam o que já tinham ganho com as terapias que recebem habitualmente no Instituto, mas não tem dúvidas em afirmar que nesta fase “muito poucas famílias conseguiram manter um regime de apoios e terapias em que existia ganho, e a maioria vai ter perdas de capacidades”.


Aulas à distância? “Estas crianças precisam de apoio presencial”
Pedro Rodrigues lamenta que a realidade dos deficientes e das instituições que os apoiam sejam muitas vezes ignoradas pelo Estado, e dá como exemplo a solução das aulas à distância, que não servem para alunos com deficiência profunda, como são os que o Instituto da Imaculada acolhe, e que não podem ser esquecidos. “Estas crianças e jovens têm que ser colocados no mapa. Quando as pessoas fazem uma lei a nível nacional pensam nos alunos que têm características mais comuns, mas pensar num apoio remoto para uma pessoa que tem paralisia cerebral, que não é autónoma a comer, na higiene, nem para ir casa de banho, às vezes estamos a dar é mais trabalho à própria família, que para além de estar a assegurar esses cuidados ainda tem de estar ali a criar a sessão do Zoom e a tentar ver as atividades”.

“Temos de ter muito cuidado ao criar esta lógica de apoio remoto, perceber se somos, de facto, uma mais valia. As crianças com necessidades educativas especiais precisam de apoio presencial”, sublinha.

O próprio uso de máscara, como medida preventiva, pode ser um problema. “Há uma recomendação para que todas as crianças com mais de 6 anos usem máscara. Nos 65 utentes que prevemos apoiar na reabertura, se calhar só 20 é que conseguem usar máscara. Há ataques epiléticos, crianças têm problemas respiratórios associados, é uma população com risco acrescido, e precisaríamos de apoio técnico e de algum tempo para refletir sobre as adaptações para estas situações. É isso que estamos a tentar fazer, mas sentimos que a nível do Ministério da Educação e da Segurança Social, as próprias estruturas estão muito sobrecarregadas, e ainda não se conseguiu chegar a estes casos mais específicos”, lamenta.


Fonte: RR
 

 



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