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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 60996 vezes)

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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #210 em: 17/08/2020, 10:13 »
COVID-19: Apesar de “inconsistências” nas bases de dados, a “informação oficial” deve sobrepor-se
N.N./Lusa
17 ago 2020 08:45



COVID-19: Investigadores surpreendidos com peso da idade no risco de morte

O investigador Jorge Bravo, que encontrou “inconsistências” em bases de dados internacionais sobre a COVID-19, reforça a importância da “informação oficial e validada” se “sobrepor à outra informação que vai circulando”, pedindo mais rigor.
COVID-19: Apesar de “inconsistências” nas bases de dados, a “informação oficial” deve sobrepor-se
AFP
O estudo conduzido por Jorge Bravo e Afshin Ashofteh, publicado na revista Statistical Journal, mostra “imprecisões significativas” quando compara as bases de dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Centro Europeu para o Controlo e Prevenção de Doenças e do Centro Chinês para o Controlo e Prevenção de Doenças, como noticiou no domingo o jornal Público.

A análise foi feita “desde o início da pandemia, até meados de abril”, e os investigadores pretendem “fazer um acompanhamento de seguimento do estudo inicial”, adiantou Jorge Bravo à Lusa, acrescentando acreditar que as instituições em causa “leiam estes resultados e vão tentando aprender com o que está a acontecer”.


Continue a lêr: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-apesar-de-inconsistencias-a-informacao-oficial-deve-sobrepor-se

 
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Offline rodrigosapo

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #211 em: 23/08/2020, 17:43 »
Máscaras transparentes: avanço para pessoas com deficiência auditiva
Diferentemente da máscara clássica, o modelo transparente permite ver as expressões faciais e a leitura labial


Mascára inclusiva: compreensão para quem lê lábios (David Arrode/AFP)

As máscaras transparentes, além de protegerem da covid-19, facilitam a comunicação para os surdos que lêem os lábios, mas os preços ainda são altos. Diferentemente da máscara clássica, o modelo transparente permite ver as expressões faciais e a leitura labial.


Seu uso está ganhando espaço pouco a pouco. Exemplo disso são os tutoriais disponibilizados no YouTube para fabricá-las, o treinador de futebol americano, Nic Seban, que leva a sua para o campo, a ministra francesa encarregada das pessoas com deficiência que a exibiu na Assembleia Nacional e uma intérprete de linguaguem de sinais do hospital de Portsmouth (Reino Unido) que a divulgou no Twitter.

“A leitura labial é para mim uma vantagem. Imagine (ou não) que com as máscaras é complicadíssimo”, declara à AFP Vivien Laplane, um francês surdo de nascimento e autor do blog “Appendre à écouter” (“Aprender a escutar”).


Um casal de surdos indonésios, costureiros em Makasar, na ilha de Célebes, fabrica e comercializa desde abril máscaras transparentes sem as quais “é impossível para um surdo que lê os lábios compreender o que os outros dizem”, explica Faizah Badaruddin que, com seu marido, produz duas dúzias por dia.

Dessa maneira falicitam a comunicação e não apenas para os surdos ou pessoas com problemas auditivos, que são 70 milhões segundo a Federação Mundial dos Surdos.

A Federação Francesa de Fonoaudiólogos explica que com as máscaras clássicas, “os pacientes são privados da fonte principal da mensagem oral: a boca e as mímicas faciais”.

Para evitar problemas, os governos concedem homologações ou fazem pedidos.

Em Quebec, a Associação de Pessoas com Deficiência Auditiva (APDA) encomendou 100.000 máscaras laváveis com janelas transparentes. “As vendas são feitas muito rapidamente”, afirma sua diretora, Marie-Hélène Tremblay.

– Máscaras para todos –
Anissa Mekrabech, uma francesa de 31 anos com surdez, fundou a empresa ASA Initia e se uniu a uma importante associação francesa para pessoas com deficiência com o objetivo de desenvolver e comercializar a “máscara inclusiva”.

Com 20.000 pedidos até o momento, este modelo foi o primeiro a ser homologado na França, que logo foi acompanhado pela “máscara sorriso”, da empresa Odiora. Segundo o governo francês, em breve outras duas serão homologadas.

Por parte das associações, Stéphane Lenoir, coordenador do Coletivo Handicap na França, considera os modelos transparentes um avanço, mas “persiste a questão da generalização e do custo”.

“É preciso democratizar o uso da máscara transparente”, pede Marie-Hélène Tremblay em Quebec.

 Fonte: https://exame.com/mundo/mascaras-transparentes-avanco-para-pessoas-com-deficiencia-auditiva/
 

Offline Pantufas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #212 em: 07/09/2020, 14:51 »
Estudo prevê 20 mil casos diários em dezembro em Portugal

Por ZAP -7 Setembro, 2020


Um estudo da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, analisa três cenários para a pandemia em Portugal.

7 Setembro, 2020
Estudo prevê 20 mil casos diários em dezembro em Portugal
Ventura não cumpre distanciamento social nos jantares do Chega. “É difícil cumprir tudo à risca”
Morreram 20 utentes em lar de luxo no Porto. Dois estariam recuperados e outros dois deram negativo à covid-19
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Segundo um estudo do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, Portugal poderá ter quase 20 mil novos casos diários de covid-19 em dezembro. A projeção, avançada pelo Observador, aponta também para um número acumulado de óbitos entre os 4 mil e os 11 mil em janeiro.

A universidade norte-americana traçou três cenários, sendo que o primeiro, o da “projeção atual”, prevê que tudo continua na mesma, mas com um confinamento de seis semanas em dezembro, altura em que os novos casos diários serão de quase 20 mil. Nessa altura, o número de mortes expectável é de 8.113, contra os 1.840 atuais.

Um outro cenário, desta vez mais otimista, pressupõe que 95% da população passe a usar máscara já nos próximos dias e que, depois de um alívio das restrições, seja decretado um novo confinamento de seis semanas quando (ou se) o número de mortes diárias atingir o rácio de 8 por cada milhão de habitantes.


O diário destaca que, neste cenário, Portugal pode chegar aos 80 mil casos de covid-19 em janeiro do próximo ano. Os investigadores prevêem ainda um total de 4.016 mortes por covid-19 até 1 de janeiro.

Na última projeção, a mais pessimista e onde as restrições são aliviadas, o número de óbitos estimado sobe para 11.253 e os casos para 80 mil em janeiro.


(2/11)@IHME_UW A Universidade de Washington publicou esta semana o 1º instrumento de projeção dos impactos da COVID-19 por país em função das políticas implementadas.O cenário para Portugal é preocupante e exige mudanças urgentes nas medidas implementadas https://t.co/Uowf28PYfC

— Ricardo B. Leite (@RBaptistaLeite) September 5, 2020

As projeções foram calculadas através de um modelo híbrido, que assenta em dados recolhidos em tempo real, cruzados com elementos estatísticos e modelos de transmissão de doenças.

Ricardo Baptista Leite, médico, deputado social-democrata e porta-voz do partido para as questões relacionadas com a área da Saúde, partilhou estes cenários no Twitter e mostrou-se expectante relativamente às “recomendações dos especialistas” para o inverno que se aproxima. Recorde-se que, esta segunda-feira, se realiza no Porto mais uma reunião que volta a juntar Governo, especialistas e políticos.

O deputado social-democrata partilhou as previsões, considerando-as “muito preocupantes”.


Fonte: https://zap.aeiou.pt/estudo-preve-20-mil-casos-dezembro-345066?fbclid=IwAR36uMHhnZ-2czUsN4pAOUYdDPBS_e_AeihwElPIBDTHRpKt9QinZIw7uJM
 

Offline Sininho

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #213 em: 12/09/2020, 13:19 »
Pandemia é tempo de reinventar o ensino? Modelos de educação mais flexíveis sairão a ganhar


Luiza Cortesão diz ser do tempo "em que se discutia se era prejudicial ou se era bom haver retroprojetores nas salas de aula". Hoje "ninguém prepara uma aula sem selecionar imagens, mas as imagens podem ser usadas para domesticar alunos e para mostrar que o professor tem razão, ou para suscitar uma discussão interessante e formativa com os alunos". Todas as técnicas podem ser bem ou mal aplicadas, lembra a investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativas.

As tecnologias que possibilitaram o ensino à distância determinaram, muitas vezes, que os alunos se pudessem independentizar, aprender a trabalhar e a pesquisar sozinhos, mas nem todos o puderam fazer com a mesma facilidade. "A forma como se levou a cabo o trabalho nos últimos meses foi a possível, mas teve graves consequências, sobretudo no sentido de acentuar as desigualdades sociais e económicas", esclarece a professora catedrática jubilada da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.

"É muito diferente a situação de uma criança cuja família tem computador e cujos pais podem dar apoio do contexto de outra que não tem equipamento informático ou que vive num lugar onde a rede não chega."

"Flexibilidade" é crucial

Pasi Sahlberg, autor finlandês que se dedica a estudar sistemas de ensino e a analisar e reformar políticas de educação em todo o mundo, é taxativo: "Flexibilidade e criatividade são os fatores críticos de sucesso nos sistemas educacionais. Por exemplo, os modelos de ensino que são pensados para que haja padrões de aprendizagem anuais e testes padronizados para medir como esses padrões são alcançados pelos alunos tiveram muito mais dificuldade para se ajustar à nova situação. Em países como a Finlândia, onde não existem tais padrões ou testes fixos, as escolas têm tido muito mais espaço para descobrir soluções." E Luiza Cortesão corrobora: "A palavra flexibilidade é crucial. Tudo o que seja flexibilizar a forma de trabalhar tem um aspeto positivo."

A investigadora salienta que as escolas capazes de serem flexíveis, por exemplo, na "gestão do currículo consoante o tipo de alunos que têm", poderão sair a ganhar na forma como lidam com a pandemia. Há, portanto, aspetos a mudar no ensino. "É muito importante atender à diversidade cultural da sala de aula", fundamenta Luiza Cortesão, que não rejeita a possibilidade de um modelo híbrido com adoção de aulas presenciais e à distância.

No entanto, a professora emérita lamenta que a pandemia tenha atacado "severamente a coisa mais fascinante, mais interessante, da profissão de professor, que é a relação".

"Algum dia o sistema de ensino estará preparado para que não haja relação entre professores e alunos? Oxalá que não esteja."

Carlos Fiolhais quer voltar à escola

"A pandemia mostrou que pode haver processos de substituição rápida, através de tecnologias, que não deixam de ser muito pobres comparado com aquilo que deve ser a escola. A escola exige proximidade, exige encontro, por uma razão muito simples: a escola é uma experiência humana. Não há escolas sem professores e alunos, que têm de estar uns com os outros, e não apenas virtualmente."

O professor de Física da Universidade de Coimbra Carlos Fiolhais quer voltar às aulas presenciais, ao ato da "socialização" para o "crescimento conjunto", até porque, sublinha, "a escola é o meio que a sociedade inventou para se prolongar".

O período de confinamento, com um ensino concretizado através de meios remotos, só veio acentuar a desigualdade: "A partir do momento em que existe tecnologia, que custa dinheiro, existe desigualdade no acesso. Estar fora da escola, estar em casa, pode significar estar na pobreza, pode significar não ter acesso à internet." Aliás, há estudos que demonstram que, "a partir do momento em que os alunos foram confinados, os resultados passaram a ser melhores para aqueles que vinham de meios sociais favorecidos e piores para os que tinham menos possibilidades financeiras".

Outro relatório, da OCDE, dá conta de que "só o facto de os alunos terem estado fechados durante três meses faz cair em 1,5% o PIB dos países nas próximas décadas", e o desafio é agora descobrir como compensar as perdas, que não se esgotam nas cifras da economia. "Só se tem seis, dez ou 15 anos uma vez, e, se se passar muito tempo sem o correspondente desenvolvimento mental, é um prejuízo para as crianças, que vão ser a nossa sociedade", argumenta o investigador, com uma referência ao abandono da componente experimental. Perde-se também, com a educação remota, "coisas que se aprendem pelo exemplo, que vão muito além do conhecimento". A ética é "transmitida em pequenos gestos do dia-a-dia", não deixa de lembrar Carlos Fiolhais.

O contacto não será, por isso, preterido no ensino, depois de a pandemia deixar de se fazer sentir. "Os professores são transmissores de herança, são os que trazem o melhor do passado para construir o melhor futuro", frisa Carlos Fiolhais. Contudo, o investigador não nega que a tecnologia possa servir de interface quando os alunos são já mais independentes: "Em particular na formação académica universitária, a tecnologia pode desempenhar um papel importante, porque é flexível, pode chegar a mais gente e mais longe."

A tecnologia tem de acompanhar... e aproximar

"A pandemia foi perturbadora e obrigou-nos a reavaliar as estratégias de ensino." Em declarações à TSF, Richard G. Baraniuk diz ver surgir três tendências significativas: "O ensino digital veio para ficar, mas as nossas capacidades têm de ser treinadas no sentido do envolvimento do aluno, da atuação do professor e da garantia de integridade académica. É mais importante do que nunca a criação de modelos abertos para fornecer acesso a todos, em todos os lugares."

No entanto, ressalva o professor de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade Rice, fundador e diretor das iniciativas de educação aberta OpenStax e Connexions, "a aprendizagem digital não substitui as interações presenciais com professores bem treinados". Para Richard G. Baraniuk, os professores são "uma parte importante da educação, e agora é necessário treiná-los, não apenas em pedagogia presencial, como também em pedagogia de aprendizagem digital".

Os alunos não aprendem se não estiverem realmente envolvidos, defende o orador da TED Talk "O Nascimento da Revolução da Aprendizagem em Código Aberto". Por isso, a pandemia é também "uma grande oportunidade" para os que criam tecnologia, garante o professor canadiano, já que os dispositivos "devem apoiar cada aluno com instrução personalizada, ensinando-lhes o conteúdo certo no momento certo, e devem ser criados painéis que podem ajudar os professores a saber em que fase de aprendizagem está cada aluno, para que possam fornecer as correções de forma diferenciada".

Douglas N. Harris, antigo conselheiro da política de educação da Casa Branca, durante a administração Obama, acredita que há "vantagens no típico modelo de ensino, já que cria relações mais fortes entre estudantes, professores e funcionários, e não faz sentido abdicar desse sistema". O diretor da Education Research Alliance for New Orleans, uma organização dedicada à investigação sobre o ensino após o furacão Katrina, não nega, no entanto, que a tecnologia possa melhorar a educação, à medida que "famílias e educadores se veem forçados a experimentar novas abordagens para complementar as aulas presenciais".

"Não podemos pensar em sistemas de ensino para acontecimentos raros como pandemias, temos de os construir para os tempos de normalidade." Douglas N. Harris aplica o conhecimento adquirido durante o estudo do impacto que o furacão Katrina teve na educação. Os alunos podem praticar em casa com recurso à tecnologia, e os professores "devem utilizar o tempo tão valioso de contacto com os estudantes para lhes explicar questões complexas individualmente e aproveitar para dar incentivo". Quanto à rigidez do modelo de ensino de grande parte dos países ocidentais, Douglas N. Harris assegura: "É mais uma questão de como os líderes comunicam do que de como os sistemas são configurados pelas pessoas."

Fonte: TSF por indicação de Livresco
Queira o bem, plante o bem e o resto vem...
 

Online Raposa

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #214 em: 21/09/2020, 20:42 »
Covid-19. Estas são as regras de segurança a não esquecer na escola

DGS recorda as quatro principais regras sanitárias para evitar o contágio.

DGS recorda as quatro principais regras sanitárias para evitar o contágio.© iStock DGS recorda as quatro principais regras sanitárias para evitar o contágio.
Desde março que as autoridades de saúde (e não só) repetem, vezes sem conta, as regras de segurança para evitar um contágio de Covid-19. Apesar disso, muitos cidadãos continuam a não cumprir as principais medidas sanitárias.

Por isso, nunca é demais repetir, principalmente, para quem voltou, a semana passada, à escola e às aulas presenciais.

Assim sendo, tal como relembra a DGS na página de Facebook oficial, para evitar surtos nos estabelecimentos de ensino (tal como no trabalho e em qualquer outro local) devemos:

Manter o distanciamento físico;
Não partilhar objetos, nem comida;
Evitar tocar em superfícies;
Lavar as mãos e usar sempre e corretamente a máscara;


Leia Também: AO MINUTO: Lar em Valença com 15 casos; Reino Unido deve subir alerta

 Notícias Ao Minuto


 

Online Raposa

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #215 em: Hoje às 17:04 »
Baixou o preço do teste à COVID-19 em Portugal
Nuno de Noronha
25 set 2020 15:40

Baixou o preço do teste à COVID-19 em Portugal


O Ministério da Saúde baixou para 65 euros o preço dos testes de diagnóstico do novo coronavírus que provoca a doença covid-19 pago pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) às entidades convencionadas da área de análises clínicas.

Em comunicado, o ministério informa que a atualização do preço dos testes, de 87,95 euros para 65 euros, entra em vigor no sábado, "no mesmo dia que é renovado por mais um mês o regime excecional aprovado em março no âmbito das convenções estabelecidas".


Segundo o ministério, o preço de 87,95 euros definido em março "refletia as condições internacionais adversas do mercado, designadamente a escassez de reagentes verificada a nível mundial e os consequentes preços".

"O cenário é hoje diferente, verificando-se uma estabilização dos preços de mercado dos produtos utilizados", nomeadamente dos reagentes, frisa o ministério, justificando assim a descia do preço dos testes a pagar pelo SNS às entidades convencionadas.

A atualização do preço dos testes tinha sido anunciada pela ministra da Saúde, Marta Temido, na conferência de imprensa de hoje para atualização de informação relativa à infeção pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

A ministra disse que o novo preço definido "está em linha com a evolução dos preços" dos testes a nível europeu e "resulta da informação técnica elaborada por várias entidades do Ministério da Saúde e também da redução de custos que se tem verificado, em particular no que se refere à componente analítica".


O novo preço também "está em linha" com duas preocupações do Ministério da Saúde, nomeadamente com os custos de contexto dos prestadores convencionados face à sua capilaridade e "sobretudo com a estabilidade do serviço prestado à comunidade".

Para a definição do novo preço, foram ouvidas as associações do setor, a Associação Nacional de Laboratórios e a Associação Portuguesa de Analistas Clínicos, refere o ministério, frisando que "continua a reconhecer o importante contributo deste setor de atividade no combate à pandemia".

De acordo com os dados ainda provisórios da Administração Central do Sistema de Saúde, o valor global faturado pelas entidades convencionadas em testes de covid-19 "ascende a 32,2 milhões de euros até agosto", um valor que "não inclui os testes adquiridos pelo Estado, através de outras áreas setoriais", informa o ministério.

Segundo dados divulgados hoje na conferência de imprensa por Marta Temido, desde o início deste mês e até hoje, foram feitos em média 18.238 testes de despiste de covid-19 por dia em Portugal e o dia 16 deste mês foi, até agora, o dia em que se fizeram mais testes, num total de 23.453.

Do total de testes, cerca de 48% foram realizados em laboratório públicos, 41% em laboratórios privados e pouco mais de 11% em laboratórios de instituições de ensino superior.


A pandemia de COVID-19 já provocou pelo menos 984.068 mortos e cerca de 32,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


Fonte: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/preco-do-teste-a-covid-19-baixa
 

 



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