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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293476 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1005 em: 16/12/2022, 10:43 »
 
DGS passa a enviar relatório sobre infeções respiratórias e não apenas relativo à covid-19. Mortalidade está "acima do esperado"

MadreMedia
16 dez 2022 08:53



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A informação foi confirmada pela Direção-Geral da Saúde (DGS) esta sexta-feira. O primeiro relatório já foi divulgado.

"A Direção-Geral da Saúde (DGS) inicia hoje a publicação de um novo relatório semanal que incide sobre a evolução das infeções respiratórias agudas e os potenciais efeitos do frio na saúde da população. A vigilância e monitorização da resposta sazonal em saúde e a avaliação do risco apoiarão a gestão e a comunicação do risco neste âmbito", foi referido em comunicado enviado às redações.

Assim, "a publicação será às quintas-feiras, deixando de ser publicado o relatório semanal de monitorização da situação epidemiológica da covid-19 e o Relatório de Situação".

De acordo com a DGS, "a incidência das infeções respiratórias (gripe, covid-19 ou infeção por vírus sincicial respiratório), a evolução da cobertura vacinal contra a gripe cuidados de saúde primários, episódios de urgência e de internamentos, ocupação das unidades de cuidados intensivos, contacto com o SNS 24 e INEM) integram os indicadores analisados no relatório".

Os dados apresentados no primeiro relatório dizem respeito à semana entre 5 e 11 de dezembro. A DGS recorda que "a semana em análise incluiu menos um dia útil, pelo que a informação deve ser interpretada em conformidade, não tendo apenas em consideração as variações de números absolutos semanais"

O que diz o primeiro relatório?

 Temperatura:

   - Ligeira subida da temperatura do ar, acima do esperado para esta época do ano.

Vacinas contra a covid-19 e gripe:

   - Cobertura vacinal elevada, que "tem conferido uma proteção crescente da população mais vulnerável". Valores estão próximos dos recomendados pelo ECDC e OMS para população com 65 anos ou mais;

   - Foram administradas 182 383 doses de vacinas contra a covid-19, 26 055 doses por dia (menos 15% em relação à semana anterior);

   -  Foram administradas 32 284 de vacinas contra a gripe, 4 612 doses por dia (menos 32% em relação à semana anterior).

 Gripe:

    Atividade epidémica da gripe de baixa a moderada intensidade, com tendência crescente, com predomínio do subtipo A(H3), associado a maior gravidade nas populações mais vulneráveis.

 Covid-19:

   - Tendência decrescente na notificação de casos de infeção por SARS-CoV-2;

    - A variante de SARS-CoV-2 Omicron BA.5 manteve-se dominante, com aumento da prevalência da sub-linhagem BQ.1.

 Infeções respiratórias:

   - Mais consultas por infeções respiratórias nos Cuidados de Saúde Primários do Serviço Nacional de Saúde face à semana anterior;

   -  Entre os principais vírus respiratórios em circulação esta época, a maioria correspondeu ao vírus da gripe (38%) e outros vírus respiratórios (28%), como rinovírus e vírus sincicial respiratório.

 SNS24 e INEM:

   -  Registados mais atendimentos triados pelo SNS24 (33 620) e mais chamadas para o INEM (29 875)  face à semana anterior.

Urgências:

   -  Ligeira diminuição da proporção de episódios de urgência hospitalar por síndrome gripal. Contudo, "este valor poderá ser revisto face a possíveis constrangimentos no reporte eletrónico, decorrente das intempéries ocorridas esta semana";

   -  Mais episódios de crianças e jovens adultos, mas os valores são inferiores aos de épocas anteriores em todos os grupos etários;

   - Tendência crescente de casos com destino a internamento.

 Internamentos:

   - Menos camas ocupadas em Unidade de Cuidados Intensivos com covid-19 e com gripe;

   - Internamentos por Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em menores de 2 anos de idade continuam elevados, apesar de haver diminuição de casos.

 Mortalidade:

  -  Mortalidade por todas as causas "acima do esperado para a época do ano, nas regiões Norte e Lisboa e Vale do Tejo, e no grupo etário com 85 ou mais anos, coincidindo com o aumento da incidência das infeções respiratórias observado nas últimas semanas";

  - A mortalidade por covid-19 com tendência crescente, abaixo do limiar recomendado pelo ECDC.

 Medidas de proteção individual:

  -   A DGS recomenda como medidas a "etiqueta respiratória, lavagem e/ou desinfeção frequente das mãos, limpeza e desinfeção de equipamentos e de superfícies, arejamento e ventilação de espaços, proteção em contextos de risco de exposição a vírus respiratórios (como espaços com aglomerados de pessoas, sobretudo sem ventilação adequada) através do distanciamento e utilização de máscaras".







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/dgs-substitui-relatorio-exclusivamente-sobre-covid-19-por-informacao-relativa-a-infecoes-respiratorias
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1006 em: 19/12/2022, 18:46 »
 
COVID-19 matou menos 28% em Espanha até junho mas ainda é maior causa de óbitos

N.N./Lusa
19 dez 2022 15:21



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

A covid-19 fez 20.915 mortes em Espanha no primeiro semestre do ano, menos 28% do que no mesmo período de 2021, mas continua a ser principal causa de morte no país, segundo dados oficiais publicados hoje.

O número total de mortes em Espanha no primeiro semestre de 2022 foi 235.248, mais 4.690 (ou mais 2%) comparando com os mesmos meses do ano passado, revelou o Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE), que disse serem ainda dados provisórios.

A covid-19 continuou a ser no primeiro semestre do ano a causa de morte mais frequente em Espanha, como já aconteceu em 2020 e 2021, segundo os mesmos dados oficiais.

A par dos números provisórios das mortes em Espanha segundo a causa do falecimento, o INE espanhol publicou também hoje os dados definitivos relativos a 2021.

No ano passado, morreram 39.444 pessoas em Espanha por causa do vírus da covid-19, menos 34,6% do que em 2020, o primeiro ano da pandemia.

O número total de mortes no país em 2021 foi 450.744, menos 43.032 (ou menos 8,7%) do que em 2020.

Comparando com 2019, o último ano sem pandemia, morreram em 2021 mais 32.041 pessoas, o que se traduz num aumento de 7,7%.

Em 2021, a covid-19 foi a causa de morte mais frequente em Espanha, com uma taxa de 83,3 falecimentos por cada 100.000 habitantes.

A segunda causa de morte mais frequente foi a doença isquémica do coração (doença cardíaca), que provocou 28.852 falecimentos, e a terceira foram as doenças vasculares cerebrais (24.858).







Fonte: lifestyle.sapo.pt                             Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-matou-menos-28-em-espanha-ate-junho-mas-ainda-e-maior-causa-de-obitos
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1007 em: 20/12/2022, 22:44 »
 
Centros de vacinação contra a covid-19 de Lisboa vão encerrar até 2023

20 de dezembro 2022 às 21:56


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

Pessoas que se tornem elegíveis para vacinação na semana em que os centros vão estar com as portas fechadas, serão reagendadas em janeiro.

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) anunciou, esta terça-feira, que os centros de vacinação contra a Covid-19 da Comunidade Hindu de Portugal, situados na freguesia do Lumiar, e dos Serviços Sociais da CML, no Areeiro, vão encerrar entre os dias 23 de dezembro e 1 de janeiro de 2023.

Por outro lado, o centro de vacinação da Ajuda irá encerrar definitivamente a 22 de dezembro, “sendo a reavaliação das necessidades da cidade de Lisboa feita em janeiro”.

Aquela autarquia, através de uma publicação no facebook, informa que “já foram chamadas para a vacinação todas as pessoas elegíveis na campanha outono/inverno”.

As pessoas que se tornem elegíveis para vacinação na semana em que os centros vão estar com as portas fechadas, serão reagendadas em janeiro.







Fonte: sol.sapo.pt                          Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788218/centros-de-vacinacao-contra-a-covid-19-de-lisboa-vao-encerrar-ate-2023
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1008 em: 22/12/2022, 00:07 »
 
Chefe da OMS diz estar 'muito preocupado' com a situação da Covid na China

MadreMedia / AFP
21 dez 2022 16:01



EPA/SALVATORE DI NOLFI Lusa

Tedros Ghebreyesus quer que Pequim informe a Organização Mundial de Saúde sobre o número de infeções por Covid-19 na China, disse em conferência de imprensa realizada esta quarta-feira.

O chefe da Organização Mundial de Saúde disse estar "muito preocupado" sobre uma onda sem precedentes de casos de Covid na China, instando Pequim a fornecer informações detalhadas sobre a gravidade da situação.

"A OMS está seriamente preocupada com a evolução da situação na China (...). Com o objetivo de proceder a uma avaliação completa dos riscos, a OMS necessita de informações mais pormenorizadas sobre a gravidade da doença e os números de admissões hospitalares e de unidades de cuidados intensivos", declarou o secretário-geral da agência da ONU, Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa conferência de imprensa.

Ghebreyesus pediu maior transparência nos procedimentos, sublinhando que todas as hipóteses sobre a origem do novo coronavírus na China "estão em cima da mesa".

Os especialistas da OMS que viajaram para a China nos últimos anos consideraram quatro hipóteses para a origem do SARS-CoV-2: a passagem do vírus do animal para o homem através de espécies intermediárias (a mais provável segundo indicaram), transmissão direta de uma única espécie, contaminação pela cadeia alimentar ou acidente laboratorial.

Entretanto, em Pequim, o diretor de doenças infecciosas do Hospital nº 1 da Universidade de Pequim, Wang Guiqiang, citado pela agência noticiosa Associated Press (AP), admitiu que a China está a contabilizar apenas as mortes por pneumonia ou insuficiência respiratória no número oficial de mortes por covid-19.

Por essa razão, disse o médico, trata-se de uma "definição restrita" que limita o número de mortes relatadas, à medida que o surto do novo coronavírus aumenta após o abrandamento dos casos provocado pelas restrições impostas até recentemente pelas autoridades chinesas.

"As mortes que ocorrem em pacientes com doenças pré-existentes não são contabilizadas como mortes por covid-19", sublinhou Wang Guiquiang.

A China sempre foi conservadora na forma como contabiliza o número de casos de diferentes doenças, seja por gripe seja por covid-19.

Na maioria dos países, incluindo os Estados Unidos, as diretrizes estipulam que qualquer morte em que o novo coronavírus se possa constituir como um fator seja contabilizada como uma morte relacionada com a covid-19.

Os comentários de Wang Guiquiang, proferidos na terça-feira, acabam por esclarecer publicamente, em parte, o que o país tem feito durante a pandemia.

Hoje, a China não registou novas mortes por covid-19 e subtraiu até uma morte do número total, reduzindo-o para 5.241, de acordo com a contagem diária divulgada pela Comissão Nacional de Saúde, que não ofereceu mais explicações.

O esclarecimento de como a China regista oficialmente as mortes por covid-19 ocorre quando os casos disparam em todo o país depois do fim das restrições impostas no âmbito da política "covid zero".

No entanto, a contagem geral permanece como uma dúvida, pois a China parou de exigir testes diários de PCR (ou testes moleculares) e muitas pessoas estão a efetuar os testes de diagnóstico em casa.

Curiosamente, muitas pessoas adoeceram em cidades como Pequim e Xangai, tendo esta última sido atingida por um surto provocado pela variante Ómicron, considerada mais transmissível.

Várias pessoas disseram à AP que alguns dos seus familiares idosos que apresentaram um teste positivo à covid-19 morreram e não foram contabilizados no número oficial de mortos da cidade, o mesmo sucedendo a pacientes com doenças parecidas.

Em maio passado, a OMS estimou que quase 15 milhões de pessoas morreram com doenças associadas à covid-19 ou devido a sistemas de saúde sobrecarregados nos primeiros dois anos da pandemia.

Este valor é muito mais elevado do que o número oficial de mortos, mais de 6,6 milhões, desde o início da pandemia, em 2020.

(notícia atualizada às 18h42)

*com Lusa






Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/chefe-da-oms-muito-preocupado-com-a-situacao-da-covid-na-china
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1009 em: 22/12/2022, 09:48 »
 
Covid-19: quatro pequenos gestos que importa relembrar e que podem prevenir o contágio durante as refeições do Natal

Por MultiNews   em 07:15, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As celebrações do Natal vão acontecer, uma vez mais, sob o signo da Covid-19 e, apesar a experiência vivida nas últimas épocas natalícias, importa recordar alguns pequenos passos para prevenir a contaminação durante as reuniões familiares.

Autotestes e testes antigénicos antes do encontro

Aos que se reúnem na véspera de Natal, é aconselhado a realização de um autoteste no mesmo dia ou um teste antigénico na véspera ou no dia do evento, de forma a detetar potenciais casos não identificados. As autoridades de saúde recomendam a compra de testes de despiste. Acrescentando, é aconselhável limitar os contactos nos dias que antecedem o reencontro com os seus entes queridos.

Vacinação

Naturalmente, as autoridades de saúde recomendam a vacinação antes do reencontro no Natal, especialmente com a dose de reforço. Uma pessoa com o esquema de vacinação completo tem menos probabilidade de ser contagiada e transmitir o vírus, mas especialmente de se tornar um caso grave se estiver infetado.

Ventile e use uma máscara

Durante a refeição, recomenda-se a ventilação pelo menos 10 minutos por cada hora, embora o ideal seja ventilar permanentemente, se for possível. Outra medida, embora de difícil aplicação durante a refeição, é o uso de máscara. Procure separar ainda mais os convivas à mesa, por exemplo.

Porções individuais para a refeição

As medidas dos último anos também podem valer para 2022: é preciso “privilegiar os petiscos individuais”, explicou o infetologista Christophe Rapp em 2020. Assim, sublinhou a necessidade de um “trabalho de preparação, de temperar os pratos, de pré-cortar e de favorecer as porções individuais para evitar o contacto”. Por exemplo, “o pão deve ser pré-cortado na cozinha”.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/uncategorized/covid-19-quatro-pequenos-gestos-que-importa-relembrar-e-que-podem-prevenir-o-contagio-durante-as-refeicoes-do-natal/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1010 em: 22/12/2022, 09:50 »
 
"Casa aberta" para vacinação de pessoas com 50 ou mais anos

MadreMedia / Lusa
22 dez 2022 06:07



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

As pessoas com 50 ou mais anos podem, a partir de hoje, tomar a dose de reforço da vacina contra a covid-19 na modalidade de “casa aberta”.

Com a “casa aberta” para maiores de 50 anos, desceu-se a faixa etária, “para que mais utentes possam deslocar-se aos locais de vacinação sem ser necessário marcação”, segundo um comunicado dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).

A modalidade continua também disponível para grupos profissionais prioritários (com recurso a senhas digitais) e para a vacinação e reforço de pessoas entre os 18 e 59 anos e vacinação primária acima dos 12 anos.

O reforço da vacina da covid-19 define como grupos prioritários pessoas com 60 ou mais anos; grávidas com idade igual ou superior a 18 anos e doenças definidas pela norma publicada pela Direção-Geral da Saúde; pessoas com 12 ou mais anos com patologias de risco, estudantes em estágio clínico, bombeiros envolvidos no transporte de doentes e profissionais de Estabelecimentos Prisionais.

Dados dos SPMS indicam que, até ao momento, mais de 2,9 milhões de pessoas já foram vacinadas contra a covid-19 e mais de 2 milhões contra a gripe.

“A campanha de vacinação outono-inverno tem como objetivo vacinar, até ao final do ano, três milhões de pessoas elegíveis e por isso reforça-se a importância da adesão à vacinação, em particular dos mais vulneráveis, para ficarem mais protegidos para os próximos meses”, acrescenta o organismo.







Fonte: 24.sapo.pt                                Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/casa-aberta-para-vacinacao-de-pessoas-com-50-ou-mais-anos
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1011 em: 22/12/2022, 10:11 »
 
Covid-19 ou gripe? Há autotestes duplos à venda, mas a procura pelas farmácias é "residual"

Alexandra Antunes -  Texto
MadreMedia
22 dez 2022 09:21



Fonte de imagem: MadreMedia

Já existem testes em Portugal que permitem diagnosticar se o paciente tem Covid-19 ou gripe. Além dos disponíveis para uso profissional, há autotestes duplos — mas a procura não é significativa. Distribuidores apontam a não obrigatoriedade de testagem da população como principal motivo.

Tosse, espirros, dores de cabeça, febre. Os sintomas são conhecidos de todos, mas agora paira uma dúvida no ar: será gripe ou Covid-19? A diferença está no vírus e já é possível fazer um teste que permita o diagnóstico — tal e qual como aqueles que invadiram os dias nos últimos tempos, com zaragatoa e cassete.

Neste momento, há dois tipos de testes registados em Portugal: os de uso profissional — que podem ser feitos em ambiente hospitalar e também em farmácias — e os autotestes, que podem ser feitos em casa.

Ao SAPO24, o Infarmed especifica que "os dispositivos para diagnóstico in vitro são registados pelos operadores económicos (distribuidores, mandatários e fabricantes), de acordo com o enquadramento legal aplicável a nível europeu". Ou seja, "se o seu fabricante os destina a uma utilização profissional, serão avaliados e registados como tal, o mesmo acontecendo com os dispositivos destinados ao autodiagnóstico".

"Assim, é o fabricante do dispositivo que determina a sua finalidade, isto é, a uso profissional ou a uso por leigos. Note-se que este enquadramento será igual para todos os Estados-Membros", adianta.

Os autotestes duplos

O Infarmed referiu, em outubro, que "foram identificados os registos de dispositivos destinados ao autodiagnóstico (datados de outubro deste ano) por parte de distribuidores portugueses, de duas referências de produto dos fabricantes Hangzhou AllTest Biotech Co., Ltd. (Ref. ISIN-525H) e Jiangsu Medomics Medical Technology Co.,Ltd. (Ref. 1041-14-01)", sendo este último o mais utilizado neste momento, segundo os distribuidores.

Contactada pelo SAPO24, a empresa distribuidora Medicanorte, que faz a cobertura "desde o Porto até Valença", frisa que "este teste está a substituir o autoteste normal à Covid-19".

"O outro já está mais parado e este está a ter mais movimento nesta altura, mas começámos [a distribuir] no início de novembro", adianta a mesma fonte.

Todavia, "não é muita coisa". "Em novembro vendemos 300 e neste momento já vai em 1200, mas não tem nada a ver com o que se viveu o ano passado", explica.

Também a Farma+, que faz a distribuição em todo o território continental e nas ilhas, refere que tem havido uma "procura residual" por parte das farmácias.

"Temos algumas vendas, mas acabam por não ter uma grande expressão. Na verdade, nunca teve uma grande expressão se compararmos com o que aconteceu há alguns meses, em que havia muita procura deste tipo de rastreios", adianta fonte da empresa.

Contudo, neste momento, vende-se "mais testes Covid+influenza do que só Covid", mesmo que sejam "um bocadinho mais caros, mas pelo menos as pessoas têm a perceção de qual a patologia".

Por sua vez, "os testes profissionais quase deixaram de ser procurados pelas farmácias, também porque deixaram de ser comparticipados".

Em novembro, quando o SAPO24 contactou outro dos distribuidores destes autotestes, a empresa Nimervima, foi referido que a distribuição a nível nacional ainda não tinha acontecido.

"Na verdade, aqui em Portugal não se tem distribuído material, não tem havido procura. Nenhuma farmácia está a vender este teste por falta de obrigatoriedade [de testagem] nas medidas atuais", explica.

Contudo, em Espanha é diferente, já que "algumas cidades ainda têm obrigatoriedade de as pessoas serem testadas para certas atividades", pelo que o país "acaba por ter mais vendas", embora também sem grande expressão.

Os testes de uso profissional

"De acordo com a informação de registo de Dispositivos Médicos no Infarmed, que poderá ser consultada através da plataforma infoDM, este tipo de testes já se encontra disponível (comercializado) em Portugal, existindo vários dispositivos médicos para diagnóstico in vitro destinados à deteção de antigénios de vários vírus para além do SARS-CoV-2, como o vírus sincicial respiratório (VSR), influenza A e influenza B", confirma o Infarmed ao SAPO24.

"A título de exemplo, chamamos a atenção para a lista de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional disponíveis em Portugal, que inclui também testes que permitem e deteção de outros vírus para além do SARS-CoV-2, com a utilização de amostras nasofaríngeas e nasais", acrescenta.

O Infarmed lembra ainda que "para os dispositivos médicos para diagnóstico in vitro não é necessária a autorização para efeitos de colocação no mercado pelas Autoridade Competente, desde que ostentem a marcação CE como indicação de conformidade com os requisitos legais aplicáveis".

Desta forma, "a declaração da sua conformidade é responsabilidade do fabricante, tendo por base uma avaliação da conformidade", mas "é obrigatório o registo no Infarmed".








Fonte: 24.sapo.pt                              Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-ou-gripe-ha-autotestes-duplos-a-venda-mas-a-procura-pelas-farmacias-e-residual
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1012 em: 25/12/2022, 18:51 »
 
Covid-19: Cientistas temem nova mutação do vírus na China

MadreMedia / Lusa
25 dez 2022 17:03



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os cientistas não sabem, mas temem que possa estar a ocorrer na China uma nova mutação do coronavírus, à semelhança do que sucedeu com a variante Omicron, noticia hoje a agência AP.

Pode ser uma combinação de variantes ou algo completamente diferente, dizem os peritos citados pela agência de notícias norte-americana.

“A China tem uma população muito grande e a imunidade é limitada. E isso parece ser a causa pela qual poderemos assistir a uma explosão de uma nova variante”, disse Stuart Campbell Ray, especialista em doenças infecciosas da Universidade Johns Hopkins.

Cada nova infeção oferece a possibilidade de mutação ao coronavírus e o vírus está a espalhar-se rapidamente na China.

O país de 1,4 mil milhões de habitantes e abandonou a política “zero covid”. Embora as taxas reportadas de vacinação sejam elevadas, os níveis de reforço são mais baixos, especialmente entre as pessoas mais velhas.

As vacinas nacionais provaram ser menos eficazes contra infeções graves do que as versões ocidentais de RNA mensageiro. Muitas foram administradas há mais de um ano, o que significa que a imunidade diminuiu.

O resultado é um terreno fértil para o vírus mudar.

“Quando temos grandes vagas de infeção, são normalmente seguidas por novas variantes”, afirmou Ray.

Há três anos, a versão original do coronavírus propagou-se da China para o resto do mundo e foi provavelmente substituída pela variante Delta, depois a Omicron e descendentes, que continuam a flagelar o mundo hoje.

Shan-Lu Liu, que estuda viroses na Universidade Estadual de Ohio, declarou que foram detetadas na China muitas das variantes de Omicron existentes, incluindo a BF.7, que é extremamente hábil a contornar a imunidade e crê-se que está a liderar o atual surto.

Os peritos consideram que uma população parcialmente imune como a da China coloca uma pressão particular na mutação do vírus.

Ray comparou o vírus a um boxeur que aprende a evitar as técnicas do adversário e se adapta para as contornar.

Uma grande incerteza é quando uma nova variante causará mais doenças graves. Especialistas dizem que não há qualquer razão inerente para o vírus se tornar mais brando com o tempo.

“Grande parte do abrandamento que vivemos nos últimos 12 meses em muitas partes do mundo deveu-se a uma imunidade acumulada por via da vacinação ou da infeção, não por o vírus ter mudado” em gravidade, defendeu Ray.

Na China, a maioria das pessoas nunca foi exposta ao coronavírus. As vacinas da China dependem de uma tecnologia mais antiga que produz menos anticorpos do que as vacinas de RNA mensageiro.

Perante estas realidades, Gagandeep Kang, que estuda vírus na Christian Medical College, em Vellore, Índia, referiu que permanece uma incógnita, se o vírus vai seguir o mesmo padrão de evolução na China do que no resto do mundo depois da aplicação das vacinas.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde manifestou preocupação com os relatos de doença grave na China.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-cientistas-temem-nova-mutacao-do-virus-na-china
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1013 em: 28/12/2022, 19:16 »
 
Na China, médicos contaminados atuam na linha de frente do combate à COVID-19

N.N./AFP
28 dez 2022 14:44



Noel Celis / AFP

Na China, em hospitais saturados pela pior onda de COVID-19 que o país já viveu, médicos infetados trabalham sem tréguas no tratamento de pacientes idosos.

Três anos após a deteção dos primeiros casos de coronavírus em Wuhan (centro), o país enfrenta uma explosão de contágios, desde o fim súbito da maioria das restrições de saúde no início de dezembro.

As autoridades já admitiram que a extensão da epidemia atualmente é "impossível" de determinar: os testes não são mais obrigatórios e os dados fragmentados. Em pouco tempo, o sistema de saúde viu-se sobrecarregado, as farmácias ficaram sem medicamentos contra a febre, enquanto os crematórios enfrentam um grande fluxo de corpos.

No hospital Nankai de Tianjin (norte), cidade portuária localizada a 140 quilómetros de Pequim, a AFP contabilizou 20 idosos deitados em macas no serviço de emergência.

A maioria recebe medicação intravenosa, outros apresentam grande dificuldade respiratória, enquanto alguns parecem meio ou totalmente inconscientes. "Todos têm COVID-19", disse um médico à AFP, enquanto um colega lamentava a falta de leitos disponíveis.

O serviço de emergência está mais congestionado do que o habitual "por causa da epidemia", ressalta outro médico. Depois de testar positivo para o coronavírus, ele tinha de continuar a trabalhar, como "quase todos".

Apesar de uma onda de contaminação em escala sem precedentes, as autoridades de saúde chinesas acabaram com a publicação diária dos números da COVID-19.

Com o fim dos testes generalizados e a decisão das autoridades de alterar a definição de morte por coronavírus, as estatísticas parecem estar totalmente desfasadas da realidade.

Num departamento específico para pacientes com febre, médicos esforçam-se para supervisionar quase 30 pacientes por vez, a maioria idosos. Na sua cama de hospital, uma senhora idosa geme. "Tente não mexer-se muito", sussurra um homem.

Veja a galeria de fotos clicando no link oficial da noticia em baixo:

Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

"Quatro horas de espera"

Num hospital próximo, a AFP observou uma pessoa morta a ser retirada do ambulatório. Mais de 25 pessoas, também de idade avançada, estavam deitadas em leitos improvisados nos corredores estreitos do pronto-socorro.

Entre elas, pacientes em soro ou inertes. Mas também pessoas a tremer de frio, apesar dos seus gorros de lã e cobertores grossos.

Alguns tentar conter um ataque de tosse dentro das suas máscaras. Cilindros de oxigénio azuis são visíveis ao longo dos corredores.

Os enfermeiros movimentam os pacientes em macas ou cadeiras de rodas, tentando não esbarrar noutros pacientes.

Na sala de reanimação, os médicos estão ocupados ao redor de um paciente idoso, ligado a máquinas que medem os seus sinais de vida.

Seguranças garantem do lado de fora que a espera por uma consulta ocorra em paz.

Um funcionário do hospital confirmou à AFP que a maioria dos pacientes internados no pronto-socorro desenvolveu complicações relacionadas à COVID-19.

Num canto, um homem passa um chumaço de algodão embebido em água nos lábios ressecados de uma senhora idosa. Deitada numa maca, ela respira com dificuldade.

No meio do incessante balé de ambulâncias, um idoso, que diz estar com COVID-19, apresenta-se à entrada do hospital. "Há uma espera de quatro horas para consultar um médico", responde um funcionário. À sua frente, já aguardam "300 pessoas", aponta.

As cenas estão longe de serem casos isolados. A AFP testemunhou situações semelhantes em Xangai, a capital económica, assim como em Chongqing, uma grande cidade-metrópole no sudoeste da China, onde o fluxo de pacientes também está a sobrecarregar o sistema de saúde.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                          Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/na-china-medicos-contaminados-atuam-na-linha-de-frente-do-combate-a-covid-19
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« Responder #1014 em: 29/12/2022, 19:09 »
 
COVID-19: UE avalia aumento dos casos na China em reunião de altos responsáveis

Por MultiNews Com Lusa em 14:36, 29 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A União Europeia está a avaliar o aumento dos casos de covid-19 na China, com altos responsáveis da saúde em conversações hoje para coordenar visões diferentes sobre como responder após o levantamento das restrições naquele país.

A Comissão Europeia afirmou hoje que a variante BF.7 Omicron predominante na China já estava ativa na Europa e que a sua ameaça não aumentou significativamente.

“No entanto, permanecemos vigilantes e estaremos prontos para usar o travão de emergência se necessário”, referiu a Comissão em comunicado.

Os altos responsáveis da saúde da União Europeia realizaram conversações hoje para tentarem coordenar pontos de vista muito diferentes sobre como responder à decisão da China de levantar as fortes restrições para evitar contágios com o coronavírus que causa a covid-19 no meio de uma onda de infeções naquele país.

“O Comité de Segurança da Saúde da UE está a discutir a situação do COVID-19 na China e possíveis medidas a tomar de forma coordenada”, disse este órgão presidido pela Comissão no Twitter.

Este Comité é composto por altos responsáveis dos ministérios da saúde de todo o bloco comunitário e presidido pela Comissão, tendo-se reunido frequentemente no auge da pandemia de covid-19 na Europa para coordenar políticas.

Qualquer decisão é apenas consultiva, mas o objetivo é que os Estados-membros concordem com uma linha comum e a apliquem em todo o bloco, uma medida que neste momento Itália defende.

A escalada do surto na China e as dúvidas sobre os dados oficiais de infeções e mortes levaram já países, incluindo os Estados Unidos, a Índia, o Japão e a Malásia, a imporem novas regras aos visitantes que chegam daquele país.

Na UE, apenas a Itália o fez, enquanto outros disseram que não viam necessidade de seguir o exemplo ou estavam à espera de uma posição comum entre os 27 Estados-membros.

O vice-primeiro-ministro e ministro dos Transportes de Itália, Matteo Salvini, disse numa publicação no Twitter, na quarta-feira, que “a Itália não pode ser o único país a realizar controlos anti-covid nos aeroportos para quem chega da China”.

“Pedi que fossem aplicados controlos e possíveis limitações em toda a Europa”, anunciou, depois de Itália ter decidido que todos os viajantes que chegam aos seus aeroportos internacionais têm de realizar um teste à covid-19. No aeroporto de Malpensa, em Milão, mais de 50 por cento das pessoas rastreadas à chegada, nos últimos dias, deram positivo para o vírus.

Hoje, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, aumentou a pressão sobre a UE para aderir à abordagem da Itália, dizendo que exigir testes covid a todos os passageiros vindos da China “só é eficaz se for feito a nível europeu”, até porque muitos chegam a Itália em voos de ligação através de outros países europeus.

Brigitte Autran, chefe do comité francês de avaliação de riscos para a saúde, tem uma posição diferente e afirmou que “do ponto de vista científico, não há nenhuma razão nesta fase para voltar os controlos nas fronteiras”, em declarações a uma rádio francesa e citada pelo Euractiv.

Autran, que aconselha o governo de Paris sobre os riscos epidemiológicos, disse que isto pode mudar a qualquer momento, mas que por enquanto a situação está sob controlo e que não há sinais de novas variantes de COVID preocupantes na China.

A Alemanha avançou na quarta-feira que não via necessidade de impor novas restrições a viajantes, e a Áustria sublinhou os benefícios económicos das perspetivas de um regresso dos turistas chineses à Europa.

Na Grã-Bretanha, um porta-voz do governo declarou hoje que não havia planos para reintroduzir os testes à covid-19 para quem entra no país.

Portugal não prevê o reforço das medidas de controlo e mitigação da pandemia, de acordo com uma resposta escrita a questões da agência Lusa a propósito do aumento das infeções por SARS-CoV-2 na China.

O Ministério da Saúde assegurou que as autoridades portuguesas estão a acompanhar a situação epidemiológica “em articulação com os parceiros europeus e organismos internacionais, nomeadamente no âmbito da atividade do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças”.








Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-ue-avalia-aumento-dos-casos-na-china-em-reuniao-de-altos-responsaveis/
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« Responder #1015 em: 29/12/2022, 19:10 »
 
Covid-19: UE decide não exigir para já testes a passageiros vindos da China

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 16:01, 29 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A União Europeia absteve-se esta quinta-feira de seguir, para já, a decisão de Itália de exigir testes à Covid-19 aos viajantes provenientes da China que chegam aos seus aeroportos, mas prometeu manter-se vigilante e pronta a agir em conjunto.

Após uma reunião hoje, as autoridades de saúde do bloco dos 27 membros disseram, em comunicado, que é preciso “agir em conjunto e continuar as discussões”, face ao aumento galopante de infeções na China.
Considerando a relutância de vários países e peritos europeus, o Comité de Segurança de Saúde dos 27 assegurou que vai continuar as conversações sobre a procura de uma abordagem comum às regras de viagem, mas sem agir para já, como pedia a Itália.

“Permanecemos vigilantes e estaremos prontos para usar o travão de emergência se necessário”, disse a Comissão Europeia, que preside ao Comité.

A variante BF.7 da omicron, a predominante na China, já circulava na Europa e a sua ameaça não cresceu significativamente, sustentou a Comissão, que reuniu os altos responsáveis da saúde dos 27 que integram o Comité.

Embora os peritos em vírus na UE tenham minimizado o perigo imediato, a Itália tornou obrigatórios os testes ao coronavírus para quem chega da China aos seus aeroportos. Mais de 50% das pessoas rastreadas à chegada ao aeroporto de Malpensa, em Milão, nos últimos dias, deram positivo para o vírus.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, aumentou a pressão sobre a UE para aderir à abordagem do seu governo, dizendo que a Itália testar todos os passageiros da China “só é eficaz se [tal] for feito a nível europeu”, notando que muitos chegam em voos de ligação através de outros países europeus.

A Alemanha considera que “não há indícios de que se tenha desenvolvido uma variante mais perigosa neste surto na China”, disse o porta-voz do Ministério da Saúde, Sebastian Guelde.

Após restrições rigorosas de viagem no auge da pandemia, a UE regressou este outono a um sistema pré-pandemia de viagens livres, mas os países membros concordaram que um “travão de emergência” pode, se necessário, ser ativado num curto espaço de tempo para enfrentar um desafio inesperado.

“A nível científico, não há nenhuma razão nesta fase para voltar a impor controlos fronteiriços específicos”, disse hoje à Rádio Classique a professora Brigitte Autran, especialista em vacinas do Ministério da Saúde de França.

Portugal não prevê o reforço das medidas de controlo e mitigação da pandemia, de acordo com uma resposta escrita a questões da agência Lusa, na quarta-feira, a propósito do aumento das infeções por SARS-CoV-2 na China.

O Ministério da Saúde assegurou que as autoridades portuguesas estão a acompanhar a situação epidemiológica “em articulação com os parceiros europeus e organismos internacionais, nomeadamente no âmbito da atividade do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças”.

Os Estados Unidos anunciaram na quarta-feira novos requisitos de testes Covid-19 para todos os viajantes da China, juntando-se a alguns países asiáticos que impuseram restrições devido a um aumento de infeções.

O Japão exigirá um teste Covid-19 negativo à chegada aos viajantes da China, a Malásia anunciou novas medidas de rastreio e vigilância e Índia, Coreia do Sul e Taiwan estão também a exigir testes para visitantes vindos da China.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-ue-decide-nao-exigir-para-ja-testes-a-passageiros-vindos-da-china/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1016 em: 29/12/2022, 19:14 »
 
Desinformação sobre a COVID-19 continua a circular e os médicos estão preocupados

29 DEZ 2022


Fonte de imagem: pplware.sapo.pt

A desinformação foi uma das batalhas que a pandemia provocada pela COVID-19 forçou. Embora surjam com conteúdo diferente, a verdade é que as informações imprecisas continuam a circular e, três anos depois, mencionam os efeitos a longo prazo na saúde daqueles que deram, dão, e podem vir a dar casa ao vírus.

Os médicos mostram-se preocupados com a quantidade de informação imprecisa e conspiratória que ainda circula nas redes sociais.

A COVID-19 despertou o mundo e deixou toda a gente alerta. A jornada foi longe e, por vezes, a desinformação imperou e levou a melhor dos cidadãos que, por se tratar de um vírus e de uma realidade diferente, iam acreditando em informação imprecisa, falsa e prejudicial.

Ora, três anos depois, muita informação correu no rio que é a Internet e, mesmo depois dos avisos que foram sendo feitos aquando da pandemia, a pedir aos utilizadores que não confiassem em tudo o que liam, há novas narrativas a preocupar os profissionais de saúde.

Efeitos da COVID-19 a longo prazo são desconhecidos e desencadeiam desinformação

Embora já esteja entre nós há algum tempo, o vírus ainda é novo e os seus efeitos, a longo prazo, naqueles que o alojaram não são totalmente conhecidos. Esse desconhecimento abre a porta a teorias, suposições e conspirações.

De acordo com o Tech Times, os investigadores que se dedicam ao estudo da desinformação revelam que “a investida contínua nas redes sociais dificultou que os conselhos fidedignos prevalecessem”. Estes estudiosos demonstraram uma preocupação maior relativamente ao Twitter, uma vez que a empresa reduziu, recentemente, a monitorização dos conteúdos nocivos ou falsos na plataforma. Além disso, deixou de aplicar a política relativa à desinformação sobre a COVID-19.


Fonte de imagem: pplware.sapo.pt

Aliás, de acordo com o The New York Times, investigadores australianos detetaram, entre os dias 1 de novembro e 5 de dezembro, mais de 500.000 tweets “conspiratórios e enganosos” sobre a COVID-19, tendo essas publicações reunido mais de 1,6 milhões de gostos.

Apesar das tentativas levadas a cabo pelas empresas das redes sociais para restringir a desinformação relativa à COVID-19, a verdade é que muitas falharam e isso preocupa, ainda hoje, os profissionais de saúde.







Fonte: pplware.sapo.pt                           Link: https://pplware.sapo.pt/redes_sociais/desinformacao-sobre-a-covid-19-continua-a-circular-e-os-medicos-estao-preocupados/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1017 em: 30/12/2022, 13:24 »
 
Covid-19: Bruxelas recomenda vigilância de novas variantes devido a aumento na China

Por MultiNews Com Lusa em 12:58, 30 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Comissão Europeia reconheceu hoje o aumento “alarmante” de casos de covid-19 na China e recomendou medidas de vigilância aos Estados-membros, como a sequenciação de amostras.

Numa carta enviada aos ministros da saúde dos 27 países da União Europeia e citada pela Europa Press, a Comissária Europeia da Saúde, Stella Kyriakides, diz que Bruxelas está “atenta aos desenvolvimentos”, assume que é necessário estarem preparados, embora, por enquanto, não existam medidas comuns.

Como iniciativas imediatas, insta os Estados-membros a aumentarem os padrões de vigilância, propondo a sequenciação de amostras para detetar novas variantes ou a análise de águas residuais, como as dos aeroportos.

A carta de Stella Kyriakides surge um dia depois de o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC, na sigla em inglês) ter considerado injustificada a testagem obrigatória da covid-19 na União Europeia para os viajantes oriundos da China, onde as infeções aumentaram significativamente.

O ECDC sustentou em comunicado que os países da União Europeia “têm níveis de imunização e vacinação relativamente elevados” e que as variantes do coronavírus SARS-CoV-2 “em circulação na China já circulam na União Europeia”.

Para o ECDC, “as infeções potenciais” que poderiam ser importadas são “bastante pequenas” face ao número de casos que circulam diariamente, sendo que os sistemas de saúde “são hoje capazes de gerir” a doença.

Por seu lado, a Comissária Europeia da Saúde admite que os dados da China são “bastante escassos” e que o nível de vacinação na China é baixo, o que já levou vários países a tomarem medidas.

Dentro da UE, desde quarta-feira que a Itália tornou obrigatória a testagem à covid-19 para quem chega da China aos seus aeroportos e hoje o Governo espanhol anunciou o estabelecimento de “controlos nos aeroportos” para os viajantes oriundos da China.

Em resposta na quarta-feira à Lusa, o Ministério da Saúde disse que Portugal não prevê o reforço das medidas de controlo e mitigação da pandemia. No entanto, assegurou que as autoridades portuguesas estão a acompanhar a situação epidemiológica na China “em articulação com os parceiros europeus e organismos internacionais”.

Após restrições rigorosas de viagem no auge da pandemia, a União Europeia regressou este outono a um sistema pré-pandemia de viagens livres, mas os países-membros concordaram que um “travão de emergência” pode, se necessário, ser ativado num curto período de tempo para enfrentar um desafio inesperado.

A covid-19 é uma doença respiratória infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado há três anos na China e que se disseminou rapidamente pelo mundo, tendo assumido várias variantes e subvariantes, umas mais contagiosas do que outras.

A doença é uma emergência de saúde pública internacional desde 30 de janeiro de 2020 e uma pandemia desde 11 de março de 2020.







Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-bruxelas-recomenda-vigilancia-de-novas-variantes-devido-a-aumento-na-china/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1018 em: 31/12/2022, 16:11 »
 
Covid-19: França e Reino Unido impõem testes a passageiros provenientes da China

MadreMedia / Lusa
31 dez 2022 13:40



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os Governo de França e Reino Unido anunciaram hoje a imposição de testes à covid-19 a passageiros provenientes da China continental, a partir de 05 de janeiro, juntando-se a Itália, Espanha, Japão, Israel ou Estados Unidos.

O Ministério da Saúde britânico, em comunicado divulgado, confirmou que vai exigir aos passageiros provenientes da China, a partir de 05 de janeiro, para poderem entrar em Inglaterra, um resultado negativo ao teste à covid-19, realizado antes da partida do país asiático.

No documento, o Governo britânico refere que, para já, a exigência aplica-se apenas a viajantes que cheguem da China em voos diretos para aeroportos ingleses. Embora atualmente não existam serviços diretos daquele país para a Escócia, País de Gales ou Irlanda do Norte, o executivo britânico está a trabalhar com os governos no sentido de alargar as medidas a todo o Reino Unido.

Também esta manhã, o Governo Francês publicou um decreto especificando as datas de entrada em vigor das medidas anunciadas na noite de sexta-feira pelo executivo, para viajantes da China com embarque a partir de 05 de janeiro.

Estas medidas, em vigor até 31 de janeiro, preveem ainda a realização de testes PCR aleatórios à chegada a França a partir de domingo e a obrigatoriedade do uso de máscara para os passageiros com mais de seis anos a bordo dos voos com partida da China.

De acordo com o decreto, a partir de 05 de janeiro, viajantes maiores de 11 anos vindos da China por via aérea têm de apresentar teste negativo na saída, menos de 48 horas antes do embarque.

“Estes viajantes têm ainda de se comprometer a realizar um teste de rastreio aleatório à chegada a território nacional e a isolar-se em caso de resultado positivo”, lê-se no texto.

A introdução de maior controle nos voos do gigante asiático ocorre depois que Pequim confirmar uma reabertura das fronteiras em 08 de janeiro, pela primeira vez desde março de 2020.

O Presidente chinês, Xi Jinping, em declarações hoje, garantiu que “a luz da esperança está diante” dos chineses, enquanto o seu país enfrenta uma explosão de casos de covid-19 após o levantamento das restrições de saúde.

“A prevenção e o controle da epidemia entraram numa nova fase. Ainda estamos num momento difícil”, mas “a luz da esperança está à nossa frente”, afirmou Xi Jinping, num discurso para o Ano Novo, transmitido pelas televisões do país.

Em Portugal, o ministro da Saúde anunciou na sexta-feira, à agência Lusa, estar a preparar a adoção, nos aeroportos, de medidas de controlo dos passageiros oriundos da China, que serão implementadas se e quando se revelarem necessárias, recusando “alarmismos” face ao recente aumento de infeções na população chinesa.

Segundo o ministro, o Governo está a acompanhar a evolução da covid-19 na China, que “constitui um motivo de preocupação”, mantendo um “diálogo estreito com os outros países europeus, designadamente no quadro da União Europeia e com os organismos sanitários internacionais”.

No mesmo dia, a Comissão Europeia reconheceu o aumento “alarmante” de casos de covid-19 na China e recomendou medidas de vigilância aos Estados-membros.

Numa carta enviada aos ministros da saúde dos 27 países da União Europeia e citada pela Europa Press, a Comissária Europeia da Saúde, Stella Kyriakides, diz que Bruxelas está “atenta aos desenvolvimentos”, assume que é necessário estarem preparados, embora, por enquanto, não existam medidas comuns.

Também a Direção-Geral da Saúde, no seu relatório semanal sobre os vírus respiratórios, reconhece que o aumento do número de casos diários de infeção por SARS-CoV-2 na China nos últimos dias é uma situação que “deve ser acompanhada de perto nas próximas semanas”.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-franca-e-reino-unido-impoem-testes-a-passageiros-provenientes-da-china
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1019 em: 31/12/2022, 16:14 »
 
Presidente chinês fala numa "luz de esperança" apesar do agravamento da covid-19

MadreMedia / Lusa
31 dez 2022 15:21



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Presidente da China, Xi Jinping, falou hoje numa "luz da esperança" para o país, reconhecendo que estão a atravessar um "momento difícil" com novos casos de covid-19 após o levantamento das restrições sanitárias.

Três anos após o aparecimento dos primeiros casos do coronavírus em Wuhan, no centro do país, a China decidiu terminar a sua política radical de “covid zero” a 07 de dezembro, sem qualquer aviso prévio.

Em menos de um mês, os hospitais chineses ficaram sobrelotados, os crematórios estão a transbordar e nas farmácias começam a faltar medicamentos para a febre, relata a agência de notícias francesa France Press (AFP).

“A prevenção e o controlo da epidemia entrou numa nova fase. Ainda estamos num momento difícil”, mas “a luz da esperança está à frente”, disse Xi Jinping num discurso televisivo de Ano Novo citado pela AFP.

Esta é a segunda vez esta semana que o Presidente chinês comenta a epidemia, tendo defendido na segunda-feira que as medidas aplicadas têm como objetivo “proteger efetivamente a vida do povo”.

Segundo as últimas estatísticas oficiais divulgadas hoje, há mais de 7.000 novos casos positivos e uma morte ligada à covid, numa população de 1,4 mil milhões de habitantes.

A AAF escreve hoje que “estes números são largamente subavaliados e parecem estar totalmente desfasados da realidade no terreno”.

As autoridades decidiram que dentro de uma semana, a 08 de janeiro, terminam as quarentenas obrigatórias a quem chega à China e que o povo chinês pode voltar a viajar para o estrangeiro.

No entanto, vários países — tais como a França, Itália, Estados Unidos ou Japão — já anunciaram que serão exigidos testes negativos aos passageiros vindos da China.

Para o chefe da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, as medidas de precaução que estão a ser tomadas por vários países são “compreensíveis” tendo em conta a falta de informação fornecida por Pequim.

Já Pequim defende que as estatísticas que tem divulgado desde o início da epidemia têm sido sempre transparentes.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/presidente-chines-fala-numa-luz-de-esperanca-apesar-do-agravamento-da-covid-19
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