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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 232575 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1050 em: 09/07/2024, 22:55 »
 
Variantes FLiRT da Covid-19: o que são e podem ser mais contagiosas?

Por Francisco Laranjeira 18:56, 9 Jul 2024



As chamadas variantes ‘FLiRT’ do coronavírus SARS-CoV-2 que causam a Covid-19 têm sido as formas dominantes do vírus que circulam globalmente este ano, alertou esta terça-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O ‘FLiRT’ é um acrónimo para as localizações das mutações que as variantes partilham na proteína spike do vírus. Uma delas, chamada KP.3, tornou-se a variante com maior circulação nos Estados Unidos no último mês, de acordo com os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.

Aqui está o que precisa de saber sobre ‘FLiRT’:

Como é estas variantes são diferentes das anteriores?

As variantes ‘FLiRT’, que também incluem a linhagem “parental” JN.1 de KP.3, têm três mutações principais na sua proteína spike que podem ajudá-las a escapar dos anticorpos, indicou a Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

AS variantes do FLiRT são mais contagiosas ou provavelmente causam doenças mais graves?

Aaron Glatt, chefe de doenças infecciosas do Hospital Mount Sinai South Nassau em Oceanside (Nova Iorque) e porta-voz da Sociedade de Doenças Infecciosas da América, salientou em maio último que não havia evidências de um aumento nas doenças ou hospitalizações, com base nos dados que rastreia e experimenta com os seus próprios pacientes.

“Houve algumas mudanças significativas nas variantes, mas acho que nos últimos tempos não tem sido tão importante, provavelmente por causa da imunidade que muitas, muitas pessoas já têm” de doenças anteriores e vacinação, frisou, citado pela agência ‘Reuters’.

Os dados do CDC sugerem que as hospitalizações relacionadas com a Covid-19 aumentaram ligeiramente desde abril e o número de pacientes nos serviços de urgência que testaram positivo aumentou desde maio, em linha com as tendências de há um ano.

As vacinas atuais funcionam contra estas variantes?

As vacinas atuais ainda devem trazer algum benefício contra as novas variantes, disse Glatt. Desde 2022, os reguladores de saúde pedem aos fabricantes de vacinas que desenvolvam novas versões das vacinas contra a Covid-19 para melhor atingir as variantes em circulação.

De acordo com o regulador europeu, os fabricantes de vacinas deveriam ter como alvo a variante JN.1. Os reguladores americanos solicitaram que as vacinas tivessem como alvo variantes da linhagem JN.1, mas disseram que a variante preferida seria a cepa KP.2, que era dominante em junho.






Fonte: executivedigest.sapo.pt                       Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/variantes-flirt-da-covid-19-o-que-sao-e-podem-ser-mais-contagiosas/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1051 em: 10/07/2024, 09:56 »
 
“Estou com Covid-19. E agora?” O que fazer perante um teste positivo

Sara Beatriz Monteiro
9 Jul 2024 - 02:09




Começou a sentir tosse, febre e dores musculares, decidiu fazer um teste à Covid-19 e o resultado foi positivo, mas já não se lembra quais as normas em vigor, não sabe se deve ficar isolado ou tem dúvidas sobre se deve usar máscara ou ir ao hospital?

Numa altura em que o número de casos de Covid-19 apresenta uma “tendência crescente”, o Viral questionou a Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre o que se deve fazer perante um teste positivo à Covid-19. As respostas moram neste artigo.

O que fazer perante um teste positivo à Covid-19?

Em declarações ao Viral, a DGS esclarece que, “atualmente, o modelo de resposta à Covid-19 está focado na prevenção e tratamento da doença, conforme mencionado na norma em vigor”.

Assim sendo, em caso de teste positivo à Covid-19, é fundamental “que nos primeiros 5 dias de sintomas se mantenha o distanciamento físico e utilize máscara na presença de outras pessoas”.

Nesses primeiros dias, a DGS considera também crucial que “se minimizem as deslocações e a frequência de espaços com aglomerados de pessoas” – como, por exemplo, convívios sociais -, “com vista a evitar o contágio de pessoas mais vulneráveis e que podem ter sintomas mais graves”.

Além disso, durante pelo menos 10 dias desde o início dos sintomas, deve também apostar-se nas seguintes medidas:

  - Higienização das mãos, “através da sua lavagem frequente com água e sabão, durante pelo menos 20 segundos, e/ou da utilização de desinfetante com pelo menos 60% de álcool”;
   - Uso de máscara, “certificando-se que cobre o nariz, boca e queixo, alternativamente, respirador FFP1 sem válvula, sempre que estiver em contacto com outras pessoas ou em espaços de utilização partilhada”.

Na resposta enviada ao Viral, a DGS lembra ainda que, “considerando que a maioria das pessoas apresenta sintomas ligeiros, sem evolução para doença grave, recomenda-se descanso e ingestão de água para se manter hidratado(a), podendo utilizar medicação como paracetamol (caso não tenha indicação clínica contrária) para ajudar a reduzir os sintomas”.

Ainda assim, assinala, “em caso de agravamento de sintomas, deverá contactar o SNS 24 (808 24 24 24) ou o seu médico assistente” e, em caso de emergência, deverá “ligar para o 112”.

Devo ficar a trabalhar de casa?

Apesar de não haver um período de isolamento obrigatório após um teste positivo, a DGS adianta que, “nas situações em que a pessoa com Covid-19 tenha condições para manter o exercício da sua atividade laboral e voluntariamente deseje manter a sua atividade, em concordância com a entidade patronal e dentro do enquadramento legal, recomenda-se sempre que possível a adoção de teletrabalho durante os primeiros 5 dias de sintomas ou diagnóstico de Covid-19”.

O objetivo desta recomendação é “assegurar o cumprimento do distanciamento mínimo e partilha de espaços fechados com outras pessoas”.

Quanto às idas à escola, a DGS explica que “não existem neste momento recomendações específicas para as escolas, pelo que se devem observar estas recomendações gerais”.

Quando devo ir ao hospital ou ao centro da saúde?

As pessoas sem fatores de risco e sem sintomas graves devem “manter a vigilância dos sintomas e as precauções básicas de prevenção e controlo de Covid-19”, e, em caso de dúvida, “devem entrar em contacto com o SNS24, que as reencaminhará para os cuidados adequados à sua situação clínica”. Em caso de emergência, devem “ligar para o 112”.

Ainda assim, indica a DGS, há “alguns sinais, sintomas e condições que devem levar as pessoas ao Serviço de Urgência Hospitalar, preferencialmente após contacto com SNS24”.

São eles: “falta de ar, dificuldade respiratória, febre que não melhora com antipiréticos, temperatura corporal baixa, hipotensão, alterações do estado de consciência, cor azulada, expetoração com sangue, diminuição do débito urinário, dor torácica permanente, vómitos frequentes, pessoas com imunossupressão grave ou que façam oxigenoterapia de longa duração”.

Noutro plano, há outros sinais, sintomas e condições “que devem levar as pessoas aos Cuidados de Saúde Primários (centros de saúde)”, preferencialmente após contacto com SNS 24, nomeadamente “febre ou tosse persistente ou com expetoração em pessoas com doenças crónicas, de idade igual ou superior a 60 anos, de idade igual ou inferior a 3 meses e grávidas”.

Alguns exemplos de doenças crónicas citados pela DGS são: “doença pulmonar crónica; insuficiência cardíaca; cardiopatias congénitas; insuficiência renal crónica; cirrose hepática; diabetes mellitus; obesidade com IMC igual ou superior a 35 kg/m²; Síndrome de Down; doença falciforme e doença neurológica ou cerebrovascular associada a disfagia neurológica”.

Convivo com alguém com Covid-19. O que devo fazer?

Apesar de a norma em vigor se referir à abordagem de pessoas com suspeita ou confirmação de Covid-19, “não contendo medidas específicas dirigidas aos que convivem com a pessoa infetada”, a DGS esclarece que “as medidas gerais a serem adotadas de forma a minimizar os riscos de transmissão de Covid-19 e de outras doenças respiratórias agudas são semelhantes”.

Essas medidas passam, por exemplo, por “evitar permanecer em ambientes fechados e manter distanciamento físico de pessoas com sintomas respiratórios agudos (exemplos destes sintomas: febre, tosse, falta de ar, corrimento nasal, dores de garganta, dores musculares, cansaço)” e por “lavar e/ou desinfetar correta e frequentemente as mãos”.

É também recomendado “arejar e ventilar os espaços interiores” e “limpar e desinfetar os equipamentos e superfícies”.

As pessoas sem sintomas respiratórios podem também “reduzir o risco de ficarem infetados através da utilização de máscaras, sobretudo nas situações em que convivem com pessoas doentes ou em alturas de elevada transmissão de doenças respiratórias na sua comunidade e em ajuntamentos de pessoas”.

Se conviver com alguém infetado, é também importante estar atento “ao aparecimento de sintomas respiratórios sugestivos de COVID-19”. Caso estes sintomas surjam, poderá “realizar um autoteste e, se positivo, seguir as medidas básicas de prevenção e controlo de infeção, e contactar o SNS 24” se necessitar de aconselhamento adicional.






Fonte: viral.sapo.pt                       Link: https://viral.sapo.pt/artigos/covid-19-teste-positivo-o-que-fazer/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1052 em: 15/07/2024, 13:47 »
 
Covid-19: Já são 400 novos casos e 11 mortos todos os dias. Especialista pede que se avalie “necessidades e desvantagens” de ir a eventos com muitas pessoas

Por Pedro Zagacho Goncalves  13:07, 15 Jul 2024



Os mais recentes dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a Covid-19 em Portugal apontam que, desde 1 de junho, contaram-se 13 532 casos confirmados e 400 óbitos, indiciando um aumento da circulação do vírus. Gustavo Tato Borges, presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública (ANMSP) relata à Executive Digest que já estaremos a caminhar para um pico de infeções deste verão, e apela a que a população, especialmente a mais vulnerável, avalie se deve ou não evitar determinados eventos de massa com grandes aglomerados de pessoas.

Segundo o relatório da DGS, desde 1 de julho contabilizam-se 4394 casos de Covid-19 e 124 mortes, ou seja uma média diária de 399 novos casos reportados todos os dias e 11 mortos. Contas feitas, num mês e meio a Covid-19 foi responsável pela morte de 400 pessoas.

“Aquilo que nós estamos agora a ver e temos vindo a observar nas ultimas semanas é um conjunto de várias coisas: por um lado temos as variantes Kp.1, Kp.2 e Kp.3 a dar entrada no nosso País e a tornarem-se dominantes, associado depois a um conjunto imenso de eventos, desde concertos e festivais de música, acompanhamento de jogos do Euro em espaços fechados, com muita gente, festas populares, etc”, explica Tato Borges em entrevista, apontando as possíveis causas para este aumento de casos.

Estes eventos “movimentaram muita gente ao longo do País e fizeram com que houvesse muito ‘intercâmbio’, muita troca e disseminação da doença”.

“Associado a isso não podemos esquecer que estamos há mais de 6 meses sem uma renovação vacinal, o que faz com que a baixa cobertura vacinal, que já de si que não foi a ideal na anterior campanha, neste momento esteja com uma diminuição considerável dos anticorpos que protegem a população vulnerável, pelo que há uma situação ‘interessante’ para um aumento do número de casos detetados, e acima de tudo um aumento da mortalidade”, lamenta o presidente da ANMSP.

Sobre se já passámos o pico ou estamos a vivê-lo agora, Tato Borges admite que é “difícil de dizer se já o passamos ou estamos perto dele”, mas que o aumento de número de casos indicia que estamos de facto numa fase de pico da doença, recordando que os números da DGS indicam apenas os casos reportados, pelo que a realidade atual será de milhares de casos diários.

“E caso ainda não termos chegado ao pico, teremos de continuar a ter cuidados e, mesmo depois de passarmos o pico, e até isto se tornar outra vez uma situação de doença não detetável, é importante manter cuidados. Já percebemos que o coronavírus e o SARS-Cov-2 não tem uma variação sazonal, e por isso é um vírus que vai acompanhar-nos os ano todo. E se não tivermos cuidados, vamos voltar a ter picos regularmente”, alerta o especialista.

Assim, Tato Borges recomenda, a nível individual, “o uso de máscara, a desinfeção das mãos e superfícies, manter distanciamento físico, especialmente quando estamos com sintomas ou se somos pessoas vulneráveis”. “Sabemos que estamos numa altura em que há um crescendo do aumento de casos, então aí diria que faz todo o sentido manter isto, tem de ser um hábito, tem de ser normal”, continua.

Por outro lado, o médico considera absolutamente necessário
“o o reforçar da vacinação” de forma a chegar à próxima época vacinal e termos “uma adesão enorme”. “Não obtivemos este ano e precisamos de ter mais pessoas vacinadas, com a vacina atualizada, que é essa a expectativa”.

Tato Borges deixa ainda um apelo a grupos vulneráveis ou a quem tenha contactos com estes: “É necessário de facto ir avaliando o risco e a necessidade, ou a vantagem e desvantagem, ou a mais-valia, de poder estar em determinado evento de massa ou não. Se eu de facto sou uma pessoa vulnerável, ou estou em contacto com pessoas vulneráveis, e tenho um evento de massa que consigo evitar, então se calhar mais vale não ir, perante o risco de circulação do vírus”, aconselha.

“Quando estivermos numa situação mais regular, já poderemos fazer uma vida mais tranquila”, manifesta Tato Borges, explicando que é imperativo que “cuidados, avaliação, respeito pela doença e pelas pessoas que podem sofrer por eu lhes transmitir a doença, seja algo que deve estar bem marcado na nossa cabeça” nos próximos tempos.





Fonte: executivedigest.sapo.pt                     Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/covid-19-ja-sao-400-novos-casos-e-11-mortos-todos-os-dias-especialista-pede-que-se-avalie-necessidades-e-desvantagens-de-ir-a-eventos-com-muitas-pessoas/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
 

 



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