iacess

ergometrica

Ortopedia Moderna

Anuncie Aqui

mobilitec
Stannah Mobilidade S.A

Autopedico

Invacare

Anuncie Aqui

TotalMobility
myservice

Tecnomobile

Anuncie Aqui

Multihortos

Drive Mobility

Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 61044 vezes)

0 Membros e 5 Visitantes estão a ver este tópico.

Offline AREZ

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #135 em: 20/04/2020, 21:04 »
Covid-19 Consultório: há algum apoio a quem tem de prestar auxílio a deficientes e idosos?


https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/covid-19-consultorio-ha-algum-apoio-a-quem-tem-de-prestar-auxilio-a-deficientes-e-idosos/5e7b96ad0cf2f02ca42e6629

Direitos : TVI24
AREZ
 
Os seguintes membros Gostam desta publicação: migel

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #136 em: 21/04/2020, 12:05 »
MEDICAMENTOS PARA A COVID-19. UM GUIA SOBRE OS TRÊS PRINCIPAIS CANDIDATOS



Margarida Alpuim

21 abr 2020
Há três principais medicamentos candidatos para tratar a Covid-19. À partida a sua aprovação será mais rápida do que a das vacinas, mas o seu papel no combate à doença também é muito mais limitado. Que medicamentos são estes? Que esperanças podemos depositar neles? Por que motivo não podem ser vistos como a solução para a pandemia? Este é um guia para entender o que faz destes os medicamentos mais promissores e quando poderemos esperar que cheguem ao mercado.
Medicamentos para a Covid-19. Um guia sobre os três principais candidatos
JEFF PACHOUD / AFP


Os esforços dos laboratórios farmacêuticos o nível mundial foram redirecionados nos últimos meses para encontrar um medicamento (e uma vacina) para tratar a doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).

Uma resposta poderá chegar ainda em 2020, antes de fazer um ano desde o anúncio do primeiro caso, a 31 de dezembro de 2019, na China. Em menos de quatro meses, o vírus que provoca problemas respiratórios graves pôs a maior parte do mundo em suspenso, com as populações fechadas em casa para evitar a propagação. No total, já se contabilizam mais de 2,3 milhões de casos de infecção, quase 165 mil mortos e cerca de 525 mil pessoas consideradas curadas. Em Portugal, à data de publicação deste artigo, há mais de 20 mil casos confirmados, mais de 700 vítimas mortais e acima de 600 casos de recuperação.

Fomos conhecer os medicamentos mais promissores: quando foram criados e para que fins, porque são considerados promissores, em que ponto estão as investigações e quais são os próximos passos.

Para encontrar as respostas às nossas questões, falámos com vários especialistas e instituições, incluindo a Gilead, empresa norte-americana responsável por aquele que é considerado por alguns como o medicamento mais promissor. O Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento em Portugal) disponibilizou-se para ajudar no esclarecimento de dúvidas, mas acabou por não responder atempadamente às nossas questões.

Este guia está organizado em torno dos seguintes tópicos:

1. Qual é o lugar dos medicamentos no panorama geral de combate à pandemia?
2. Quais os passos necessários para que os medicamentos cheguem até aos doentes?
3. Uma esperança com “alerta amarelo”
4. Afinal, o que é um vírus e como funcionam os medicamentos antivirais?
5. Os três principais candidatos: porquê estes?
6. Remdesivir. No topo dos “mais promissores” mas o único que ainda não foi aprovado
7. Cloroquina e hidroxicloroquina. Os que têm gerado mais controvérsia
8. Ritonavir e lopinavir. Combinação de fármacos para o VIH

1. Qual é o lugar dos medicamentos no panorama geral de combate à pandemia?
O combate à pandemia implica conseguir conter a propagação do vírus e tratar das pessoas infetadas. Isto faz-se a vários níveis e em diferentes momentos. Os medicamentos entram nesta escala. Vamos lá por exclusão de partes.

Numa primeira fase, surgem as medidas de isolamento social e a realização dos testes de diagnóstico. No longo prazo, espera-se a chegada de uma vacina, que permita levarmos uma vida livre de confinamento e sem risco para a saúde pública.

Enquanto isso, no médio prazo, importa ir tratando as pessoas que ficam doentes.

Destas, sabe-se, até ao momento, que a maioria das pessoas, cerca de 80%, apenas tem sintomas ligeiros. Essas são tratadas com paracetamol, “caso tenham febre”, não havendo “indicação para fazer mais nada neste momento”, explica Ricardo Mexia, presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública.

O grupo remanescente, que representa 20% do total, é constituído por pessoas que têm quadros clínicos mais complicados, precisando de ser internadas. “Os casos mais severos precisam de estar em Unidades de Cuidados Intensivos e uma parte deles, infelizmente, acaba por morrer”, continua o epidemiologista.

É aqui que entram os medicamentos que estão a ser testados: são uma possível resposta para as pessoas que estão hospitalizadas com sintomas mais severos da doença. Estes “protocolos terapêuticos são exclusivamente hospitalares”, esclarece o médico.

Ou seja, não estamos a falar de medicamentos que possam ser receitados pelo médico e comprados na farmácia para toma em casa visando o tratamento da Covid-19. Os possíveis medicamentos em investigação são, pelo menos para já, para utilização em contexto hospitalar.


2. Quais os passos necessários para que os medicamentos cheguem até aos doentes?
Desde que é identificada uma necessidade até que um medicamento chegue ao doente, estas são, de forma resumida, as etapas percorridas:

- Investigação pré-clínica para o desenvolvimento de um medicamento que se aplique à doença em causa;

- Três ou quatro fases de ensaios clínicos, para testar a eficácia e a segurança do fármaco, e que acontecem com um número cada vez maior de pessoas;

- Aprovação pelas entidades reguladoras;

- Produção e distribuição (venda ou doação) do medicamento por parte das empresas farmacêuticas que o desenvolveram.

Os passos são semelhantes aos necessários para a criação de uma vacina (saiba mais aqui sobre a corrida às vacinas para a Covid-19).

A grande diferença entre os medicamentos e as vacinas, em relação ao tempo necessário até chegarem à população no caso da Covid-19, é que a vacina precisa de ser feita de origem e os medicamentos que estão a ser testados já existiam para outras doenças.

Ou seja, o seu desenvolvimento, a aprovação e principalmente a produção serão muito mais céleres. No fundo, simplificando o que é bastante complexo, é “só” preciso confirmar que os medicamentos são eficazes para esta doença.


3. Uma esperança com “alerta amarelo”
Antes de mais, os especialistas alertam: os medicamentos não são a solução para a pandemia. Os medicamentos servem essencialmente para tratar as pessoas já infetadas — e o que se pretende é evitar que as pessoas cheguem a ficar doentes. Por outro lado, é arriscado depositar nestes fármacos a esperança da cura porque os antivirais têm “uma taxa de sucesso variável consoante o paciente”, lembra David Cristina, biólogo de formação que nos ajudou a entender algumas questões mais técnicas sobre os fármacos (o cientista é também diretor de investimento em Portugal do grupo chinês Fosun; o grupo não se encontra envolvido no desenvolvimento de medicamentos para a Covid-19 em Portugal). Além disso, estes medicamentos muitas vezes têm efeitos secundários consideráveis e podem mesmo levar à morte.

Dito isto, os medicamentos não deixam de ser um campo de grande investimento nesta fase, por parte quer dos laboratórios da indústria farmacêutica, quer dos governos e organizações mundiais. Há vários motivos para isso.

A maioria são medicamentos que já existem — foram desenvolvidos para outras doenças — e, por isso, poderão ser postos a circular mais rápido, assim que se prove a sua segurança e eficácia para a Covid-19.

Um outro motivo de aposta nos medicamentos é o facto de poderem salvar a vida das pessoas em que a doença se manifesta de forma mais severa.

Além disso, contribuem para que os doentes estejam menos tempo em tratamento, logo para que as camas dos hospitais fiquem vagas mais rápido e possam receber novos doentes.


4. Afinal, o que é um vírus e como funcionam os medicamentos antivirais?
Os vírus são microrganismos compostos por um núcleo com o material genético que pode ser de dois tipos: RNA (ácido ribonucleico) ou DNA (ácido desoxirribonucleico). Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA.

Alguns vírus, como é o caso do novo coronavírus (SARS-CoV-2), estão envolvidos num “envelope lipídico, que pode facilitar a entrada do vírus na célula hospedeira”, explica a Apifarma (Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica) em declarações ao SAPO24. É aqui que ganha sentido a tão repetida importância da lavagem das mãos: o sabão destrói esta camada de gordura, matando o vírus.

Como é que o vírus entra nas nossas células? Através das proteínas que tem na camada externa. Depois de entrar, as células humanas seguem as instruções do vírus para replicar o RNA viral - o vírus não tem capacidade para se replicar sozinho.

Assim, “os medicamentos antivirais podem atuar através de diferentes mecanismos”, esclarece a Apifarma: pela “prevenção da entrada do vírus; pela inibição de ligação do vírus à superfície celular; pelo bloqueio da replicação RNA/DNA na célula; pela inibição da saída/libertação do vírus da célula”; entre outros.

Um “antivírico ideal” deverá ter capacidade para “penetrar na célula”; “possuir largo espetro”, ou seja, ser eficaz contra vários vírus; “possuir potência suficiente para a inibição completa da replicação vírica”; “não conduzir ao desenvolvimento de resistências”; “exibir toxicidade mínima para a célula hospedeira”; “não interferir com os mecanismos normais de defesa celular”; “não suprimir o processo normal de desenvolvimento de imunidade activa do hospedeiro”, explica a Apifarma.

Isto seria a solução ideal para um anti-viral, algo que dificulte a vida ao vírus dentro do corpo humano, que reforce as nossas defesas, sem ter qualquer contraindicação. É isto que os laboratórios farmacêuticos procuram, sendo que na prática o mais provável será sempre terem de fazer algum tipo de compromisso entre vantagens e potenciais contraindicações, cabendo aos médicos, depois de todo o processo de investigação e aprovação concluído, a decisão final face ao contexto de cada paciente.


5. Os três principais candidatos: porquê estes?
Dezenas de medicamentos estão em estudo para a Covid-19 em todo o mundo. A Agência Europeia do Medicamento, por exemplo, tem interagido com várias empresas responsáveis pelo desenvolvimento de cerca de 40 opções terapêuticas, diz a Apifarma.

No entanto, há três que se destacam: o remdesivir, um antiviral criado para combater o ébola; a cloroquina e a hidroxicloroquina, medicamentos usados contra a malária; e a dupla ritonavir/lopinavir, usada para o VIH.


Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/medicamentos-para-a-covid-19-um-guia-sobre-os-tres-principais-candidatos
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #137 em: 21/04/2020, 22:39 »


Facebook Cavi Lisboa
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #138 em: 23/04/2020, 12:25 »
Covid-19: PSD exige recursos para garantir educação inclusiva à distância

O PSD questionou hoje o ministro da Educação os apoios que estão a ser prestados ao ensino à distância para alunos com necessidades específicas, alegando que não há telescola para a educação inclusiva, o que "vem acentuar fragilidades".
Covid-19: PSD exige recursos para garantir educação inclusiva à distância


© Global Imagens

Notícias ao Minuto
17:50 - 20/04/20 POR LUSA

POLÍTICA COVID-19

Numa pergunta hoje entregue no parlamento, a bancada do PSD considerou que "todos os recursos da escola devem orientar-se para uma ação comum que garanta o direito de todos os alunos à educação" e frisou que a telescola "não responde à concretização da tão almejada educação inclusiva".

"De facto, não há "#EstudoEmCasa para a Educação Inclusiva, o que vem acentuar as fragilidades", aditou o PSD, lembrando que a telescola atual "não prevê nem aulas de Língua Gestual Portuguesa, nem abrange a especificidade de grupos de alunos integrados nos centros de apoio à aprendizagem".

Assim, o PSD pretende saber quais os recursos solicitados pelos diretores das escolas que estão a ser garantidos pelo ministério, quantos alunos estão atualmente abrangidos por medidas de suporte à aprendizagem e que suporte está a ser dado aos pais e cuidadores no âmbito da saúde mental e ao bem-estar das crianças e jovens.

A bancada social democrata quer ainda saber que "articulação está a ser feita entre as diferentes áreas governamentais" para assegurar que as escolas e as equipas multidisciplinares de apoio à educação inclusiva consigam responder às necessidades específicas de todos os alunos.

Por fim, o PSD questiona o ministério sobre se as aulas de Língua Gestual Portuguesa serão contempladas na programação da nova telescola, "de forma a garantir apropriação dos conteúdos pelos alunos surdos, assim como para o acompanhamento dos pais e das mães com surdez".

O programa #EstudoEmCasa é um conjunto suplementar de recursos educativos destinados a alunos até ao ensino básico, criado pelo Ministério da Educação, e que hoje começou a ser transmitido diariamente na RTP Memória.

Desde 16 de março que todos os estabelecimentos de ensino estão encerrados, por decisão do Governo para tentar controlar a disseminação do novo coronavírus, que já infetou cerca de 20 mil pessoas em Portugal.

Mais de dois milhões de crianças e jovens, desde creches ao ensino superior, ficaram em casa e a maioria tem aulas à distância através de plataformas `online´ ou trocas de `emails´ com os seus professores.

No entanto, há quem não tenha Internet ou equipamentos para poder acompanhar as aulas. O problema é mais dramático entre os alunos até aos 15 anos.

Portugal regista 735 mortos associados à covid-19 em 20.863 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

O Governo decretou o estado de emergência a 19 de março, que já foi prorrogado duas vezes, estando previsto agora o seu fim a 02 de maio. O diploma prevê a possibilidade de uma "abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais".

Noticias ao minuto
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #139 em: 25/04/2020, 16:21 »
Mortes por covid-19 e por outras doenças. DGS admite aumento da mortalidade em março e abril, mas garante que “números estão a baixar”

22.04.2020 às 14h58


ANTÓNIO COTRIM

Na conferência de imprensa desta quarta-feira falou-se sobre o aumento da mortalidade em Portugal, devido à covid-19 mas também a outras doenças, e foi anunciada a criação de uma plataforma de atendimento por videochamada para cidadãos surdos, em que haverá intérpretes de língua gestual a servir de “intermediários entre esses cidadãos e os profissionais de saúde”. Há “mais de um milhão” de testes em stock, garante o Governo

Entre 1 de janeiro e 21 de abril morreram mais 439 pessoas em relação à média dos últimos cinco anos, parte deles infetados com covid-19, parte devido a outras doenças. A informação foi avançada em conferência de imprensa por Graça Freitas, diretora-geral da Saúde.

Tanto em janeiro como em fevereiro houve menos mortes a comparar com a média dos cinco anos anteriores (menos 689 e menos 580, respetivamente). Segundo Graça Freitas, isso deveu-se “ao inverno bastante ameno e a uma baixa época gripal”.

No entanto, estes números subiram em março, tendo-se registado mais 542 mortes, e ainda mais nos dias que já passaram em abril: mais 1.166 mortes. Na procura de causas para este crescimento, uma das hipóteses é que haja mais óbitos por covid-19 a escapar à estatística.

Entre 24 de março e 4 de abril houve, de facto, um pico, “com mais mortalidade que o habitual”, justificado não só pela covid-19 mas também por outras doenças. Os “números estão agora a baixar, aproximando-se dos valores normais”, afirmou Graça Freitas, esclarecendo que estes aumentos e estes picos “deram-se sobretudo à conta da mortalidade de pessoas com 85 ou mais anos”.

GOVERNO CRIA PLATAFORMA DE ATENDIMENTO POR VIDEOCHAMADA PARA CIDADÃOS SURDOS
Durante a conferência de imprensa, foi anunciada a criação de uma plataforma de atendimento por videochamada para cidadãos surdos. Segundo o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, a linha “vai dispor de seis intérpretes de língua gestual”, sendo garantido um atendimento “durante 24 horas por dia, sete dias por semana”.

Esses intérpretes “vão servir de intermediários entre o cidadão surdo e o profissional de saúde”. “Recorrendo a determinado equipamento, entram em contacto com um dos enfermeiros do SNS24 e servirão de mediadores”, explicou por sua vez Luís Goes, presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

Quanto a testes, são “mais de um milhão” os que a reserva nacional tem stock, afirmou o secretário de Estado da Saúde. Desde 1 de março, acrescentou, "foram processadas mais de 288 mil amostras para diagnóstico de covid-19". "Na semana de 13 a 19 de abril foram processadas, em média, 11.800 amostras por dia". Trabalho esse que está a ser feito por "56 laboratórios" no total: 30 públicos, 13 privados e "outros 13 referentes a outras entidades, como a academia e o Exército".

LINHA SNS24 ATENDE “CERCA DE OITO MIL CHAMADAS POR DIA”
A taxa de letalidade é, neste momento, de 3,6% e, na população acima dos 70 anos, é de 13%, esclareceu o mesmo governante: 86% dos casos encontram-se em domicílio e 5,2% em internamento, 0,9% dos quais em unidades de cuidados intensivos.

A linha SNS24 foi também tema da conferência de imprensa desta quarta-feira, tendo António Lacerda Sales esclarecido que são recebidas “cerca de oito mil chamadas por dia”. “Há uma tendência de estabilização de acordo com a fase epidemiológica em que nos encontramos.” Quanto ao tempo de espera, “é inferior a um minuto”, garantiu, sendo essa linha “um exemplo paradigmático da adaptação da resposta do SNS à pandemia”. “É um serviço que se tem reinventando e continua diariamente a aumentar e a melhorar a sua capacidade.”

Questionado sobre o que vai acontecer aos profissionais de saúde recém-contratados depois da pandemia, respondeu: “A única coisa que posso dizer é que os contratos destes mais 1.800 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros, assistentes operacionais e técnicos, são a termo certo, por quatro meses, havendo a possibilidade de ser prorrogados por igual período de tempo”.

Outro dos assuntos abordados foi a situação dos refugiados que viviam numa pensão em Arroios, em Lisboa, estando grande parte deles infetados com covid-19. “Encontram-se bem de saúde e com sintomas ligeiros”, garantiu Graças Freitas, esclarecendo que, das 185 pessoas que deveriam estar naquela pensão, "estariam 175", estando as restantes "a ser localizadas". "Não fugiram, apenas se mudaram para outras instituições também com refugiados". Portugal, fez questão de reforçar a diretora-geral da Saúde, "é um país de acolhimento".


Fonte: Expresso
 

Offline Oribii

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #140 em: 26/04/2020, 16:18 »
Covid-19. Subiu risco de um infetado contaminar outras pessoas

A média de infetados por cada doente subiu de 0,95% para 1,04% no país, em função do tempo, o que levou a ministra da Saúde a apelar hoje a uma maior adaptação dos cidadãos a viver com a pandemia.


Covid-19. Subiu risco de um infetado contaminar outras pessoas
© Global Imagens

Notícias ao Minuto
26/04/20 14:35 ‧ HÁ 1 HORA POR LUSA

PAÍS COVID-19

"Olhando para o período de 16 a 20 de abril, este risco de transmissão ao longo do tempo subiu um bocadinho", disse Marta Temido em conferência de imprensa, dando conta que da última vez em que abordou o assunto esse risco era de 0,95%.


Na ocasião, o risco de um infetado contaminar várias pessoas "não era muito divergente nas várias regiões de saúde, enquanto agora é de 0,99 na região Norte, 1 no Centro e 1,2 em Lisboa e Vale do Tejo", especificou.

"Uma vez mais apelo para que nesta semana, que vai ser a nona depois do início do surto, tenhamos paciência, disciplina e capacidade de nos adaptarmos àquilo que é viver com a infeção", alertou a ministra.

O indicador (designado por "RT") é referente ao número médio de casos secundários de contaminação por cada pessoa infetada e é calculado à medida que a pandemia avança no tempo.

Estando a média em 1,04% significa que uma pessoa infetada contagia uma outra.

A governante sublinhou que "a doença não está ultrapassada, mantém-se a necessidade do cumprimento escrupuloso das medidas de saúde pública", destacando o distanciamento social, a etiqueta respiratória, a higienização e o uso de máscara em espaços fechados e com número significativo de pessoas.

Marta Temido declarou que "não haverá um regresso à normalidade" tal como se conhecia e é necessário "aprender a viver com a doença até que a vacina ou tratamento eficaz sejam identificados".

As autoridades de saúde estimam que o pico das infeções terá ocorrido entre 23 e 25 de março, assim como a sua incidência.

Na conferência de imprensa, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, explicou que, ao longo das várias fases da pandemia, vai haver um "abrandamento" dos vários indicadores, mas não "uma recuperação para zero".

A fase de recuperação vai ser atingida quando existiram "níveis mais baixos", "não sabemos o tempo que vai demorar", prevendo a possibilidade de terem "novas ondas" de infeção e uma vigilância rigorosa até surgir uma vacina.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 200 mil mortos e infetou mais de 2,9 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Perto de 800 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 903 pessoas das 23.864 confirmadas como infetadas, e há 1.329 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.


Noticias ao minuto
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #141 em: 27/04/2020, 18:42 »
Chás "milagrosos" não curam Covid-19

Do chá distribuído de porta em porta em Madagáscar ao ervanário congolês que aconselha a beber urina, as "curas milagrosas" para a Covid-19 continuam a multiplicar-se em África. OMS avisa: não há evidências científicas.

   


Imagine este cenário: está em casa, ouve bater à porta e quando abre encontra um soldado que lhe oferece um chá de ervas contra a Covid-19. Pode parecer estranho, mas é o que tem estado a acontecer por estes dias em Madagáscar, depois de o próprio Presidente Andry Rajoelina ter elogiado uma bebida desenvolvida pelo Instituto Malgaxe de Investigação Aplicada (IMRA) a partir de artemísia, uma planta com eficácia comprovada contra a malária.

"Foram realizados testes. Duas pessoas estão agora curadas por este tratamento", afirmou Andry Rajoelina no início desta semana. O chefe de Estado foi ainda mais longe: "Este chá de ervas dá resultados em sete dias [...]. Podemos mudar a história do mundo inteiro".

Na terça-feira (21.04), foi a vez de os soldados defenderem a bebida na televisão nacional, desta vez atribuindo-lhe capacidades de prevenção. "Não há cura direta para o coronavírus", explicou o coronel Willy Ratovondrainy, médico do Exército. No entanto, insistiu, "a única solução, até agora, é reforçar a imunidade. E este remédio tradicional reforça a imunidade".

Soldados malgaxes fardados vão de porta em porta nas ruas da capital, Antananarivo, distribuir o chá aos habitantes. Mas a eficácia deste chá de ervas contra a Covid-19, provocada pelo novo coronavírus, não foi, porém, objeto de qualquer estudo científico publicado.

Supostas curas podem matar

Marcel Razanamparany, da Academia de Medicina de Madagáscar, confirma que o "medicamento" ainda tem de ser avaliado a nível científico e mostra-se preocupado com os potenciais efeitos secundários negativos que o chá que está a ser distribuído pelo Exército pode ter nas pessoas que o ingerem, particularmente em crianças.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem vindo a sublinhar que "não existem provas de que os medicamentos atuais possam prevenir ou curar a doença", embora reconheça que "os remédios tradicionais [...] podem aliviar os sintomas da Covid-19". Mas a organização alerta contra o uso de terapias caseiras não testadas.

A medicina tradicional é altamente respeitada em África. Muitos curandeiros, no entanto, estão a aproveitar a pandemia para venderem "banha da cobra". Em Nampula, no norte de Moçambique, onde a atividade dos médicos tradicionais está suspensa no âmbito do estado de emergência, a Associação dos Médicos Tradicionais prometeu mesmo tomar medidas contra todos os associados que se envolvam no suposto tratamento da Covid-19.

E a lista destes "supostos tratamentos" é extensa no continente: na República Democrática do Congo (RDC), um médico tradicional propõe uma "cura garantida" num anúncio numa rádio local: "Inalar os vapores de uma mistura de manga e casca de árvore, folhas de papaia e uma planta secreta". Nos Camarões, um naturopata sugere um remédio semelhante - só mudam os ingredientes da infusão - alho ou gengibre com extrato de menta, fervidos em água, bastarão para combater o vírus. Já um auto-intitulado ervanário congolês sugere beber a própria urina - sem qualquer base científica que comprove os alegados benefícios.

Entretanto, já há registo de vítimas mortais de falsas curas tradicionais para a Covid-19 propaladas no continente. Na semana passada, a Rádio Okapi, da ONU, noticiou a morte de três crianças na RDC depois de a mãe ter administrado aos filhos uma planta medicinal que se acredita ser capaz de prevenir a contaminação.


Autoridades de Madagáscar encorajaram alunos a beber o chá 'Covid-Organics' antes das aulas começarem

Ciência vs. Fé

Em Madagáscar, país muito pobre do Oceano Índico, a população, que toma regularmente remédios fitoterápicos (a partir de derivados vegetais), acolheu de braços abertos a inesperada e gratuita distribuição do chá de ervas 'Covid-Organics'. "Desde que vimos o Presidente Rajoelina bebê-lo na televisão, estamos ansiosos por o levar", disse Jean-Louis Rakotonandrasana, 58 anos, motorista de carro, depois de ter recebido sete sacos de chá de ervas.

"Uma saqueta para quatro litros de água, a ser tomada em dois copos por dia para um adulto e um copo para as crianças. É proibido para as mulheres grávidas", instruem os soldados. Com a distribuição deste remédio tradicional, as autoridades malgaxes pretendem "proteger a população através da sensibilização contra o vírus e do reforço do seu sistema imunitário", numa altura em que o país regista 121 casos de Covid-19.

O Centro norte-americano de Controlo e Prevenção de Doenças tem estado a pedir vigilância para as alegadas curas tradicionais: "Não há qualquer evidência científica de que qualquer destes remédios alternativos possa prevenir ou curar a doença da Covid-19. Na verdade, alguns deles podem não ser seguros para consumo".

Ainda assim, enquanto a comunidade médica internacional continua em busca de um tratamento e vacina eficazes, a procura continua em alta, numa combinação de desespero e fé na medicina tradicional. Segundo a Organização Mundial de Saúde, há "vários ensaios clínicos em curso" tanto de medicamentos ocidentais como tradicionais. E curandeiros em vários países africanos exigem ser tidos em conta pelas autoridades de saúde na procura de uma solução, uma vez que a medicina convenvional ainda não foi capaz de o fazer.

Nos Camarões, o diretor de controlo de doenças do Ministério da Saúde, Georges Etoundi Mballa, garante que a porta não está fechada à participação da medicina tradicional: "Estamos abertos. Nada está excluído. Todos aqueles que consigam providenciar uma resposta científica, incluindo médicos tradicionais, são bem-vindos". Na África do Sul, o porta-voz do Ministério da Saúde diz que o departamento recebe cerca de 10 chamadas por dia de pessoas que alegam ter a cura para a Covid-19. O Governo reconhece o papel dos curandeiros, diz Pop Maja: "Respeitamos o seu papel [...] mas para já não há cura, sabemos que não há cura para o coronavírus".




Fonte: https://www.dw.com/pt-002/ch%C3%A1s-milagrosos-n%C3%A3o-curam-covid-19/a-53236026
 

Offline pantanal

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #142 em: 03/05/2020, 12:20 »
Idoso de 83 anos recebe alta depois de diagnóstico de Covid-19 e é homenageado em hospital


Antônio Cândido dos Santos estava internado desde o dia 6 de abril em um hospital de Campo Limpo Paulista (SP). Ele recebeu aplausos da equipe da unidade.
Por TV TEM

30/04/2020 08h56  Atualizado há 2 dias

Idoso de 83 anos recebe alta de hospital e ganha homenagem de médicos e enfermeiros em Campo Limpo Paulista (SP) — Foto: Divulgação/Hospital das ClínicasIdoso de 83 anos recebe alta de hospital e ganha homenagem de médicos e enfermeiros em Campo Limpo Paulista (SP) — Foto: Divulgação/Hospital das Clínicas
Idoso de 83 anos recebe alta de hospital e ganha homenagem de médicos e enfermeiros em Campo Limpo Paulista (SP) — Foto: Divulgação/Hospital das Clínicas


Um idoso de 83 anos recebeu alta depois de se curar da Covid-19 e recebeu uma homenagem da equipe médica do Hospital das Clínicas, em Campo Limpo Paulista (SP).

Antônio Cândido dos Santos estava internado desde o dia 6 de abril. De acordo com a equipe do HC, ele foi internado primeiramente no Hospital São Vicente, em Jundiaí (SP), e depois foi encaminhado para a unidade de Campo Limpo Paulista.

Um vídeo mostra o momento em que Antônio sai do hospital em uma cadeira de rodas e usando máscara. No caminho, ele se depara com um corredor de pessoas, que o aplaudem (veja abaixo).

Fonte: https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2020/04/30/idoso-de-83-anos-recebe-alta-depois-de-diagnostico-de-covid-19-e-e-homenageado-em-hospital.ghtml
 

Offline AREZ

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #143 em: 05/05/2020, 22:25 »
(..) Fico doido com estas decisões.

Os hipertensos e diabéticos ficam excluídos do regime excecional de proteção laboral para imunodeprimidos e doentes crónicos no âmbito da pandemia de Covid-19, informou esta terça-feira o Conselho de Ministros, numa retificação publicada em Diário da República.

A declaração de retificação n.º 18-C/2020 veio corrigir o Decreto-Lei n.º 20/2020 que definiu em 01 de maio o novo enquadramento para a fase de desconfinamento, após três períodos de estado de emergência.

Inicialmente integrados nos grupos de risco acrescido face ao novo coronavírus, os doentes hipertensos e diabéticos já não poderão agora justificar faltas ao trabalho na situação de calamidade atualmente em vigor.

    "Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade", pode ler-se na declaração de retificação.

Agora, só doentes cardiovasculares, portadores de doença respiratória crónica, doentes oncológicos e portadores de insuficiência renal podem faltar ao trabalho com a apresentação de uma declaração médica que ateste a condição de saúde do trabalhador e que justifica a sua especial proteção no âmbito da pandemia.

Portugal contabiliza 1.074 mortos associados à covid-19 em 25.702 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Das pessoas infetadas, 818 estão hospitalizadas, das quais 134 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados passou de 1.712 para 1743.

Portugal entrou no domingo em situação de calamidade, depois de três períodos consecutivos de estado de emergência, iniciados em 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.


https://sicnoticias.pt/especiais/coronavirus/2020-05-05-Hipertensos-e-diabeticos-excluidos-do-regime-excecional-de-protecao?fbclid=IwAR2_eTQ_TDoFbv7gfaQUgSY08rCJgqfMNP-b4yI8hK1y8AjuC8VCMFWOfPc


**Direitos : Sic**
« Última modificação: 05/05/2020, 22:27 por AREZ »
AREZ
 
Os seguintes membros Gostam desta publicação: Raposa

Online Raposa

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #144 em: 06/05/2020, 09:56 »
(..) Fico doido com estas decisões.

Os hipertensos e diabéticos ficam excluídos do regime excecional de proteção laboral para imunodeprimidos e doentes crónicos no âmbito da pandemia de Covid-19, informou esta terça-feira o Conselho de Ministros, numa retificação publicada em Diário da República.

A declaração de retificação n.º 18-C/2020 veio corrigir o Decreto-Lei n.º 20/2020 que definiu em 01 de maio o novo enquadramento para a fase de desconfinamento, após três períodos de estado de emergência.

Inicialmente integrados nos grupos de risco acrescido face ao novo coronavírus, os doentes hipertensos e diabéticos já não poderão agora justificar faltas ao trabalho na situação de calamidade atualmente em vigor.

    "Os imunodeprimidos e os portadores de doença crónica que, de acordo com as orientações da autoridade de saúde, devam ser considerados de risco, designadamente os doentes cardiovasculares, os portadores de doença respiratória crónica, os doentes oncológicos e os portadores de insuficiência renal, podem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, desde que não possam desempenhar a sua atividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação de atividade", pode ler-se na declaração de retificação.

Agora, só doentes cardiovasculares, portadores de doença respiratória crónica, doentes oncológicos e portadores de insuficiência renal podem faltar ao trabalho com a apresentação de uma declaração médica que ateste a condição de saúde do trabalhador e que justifica a sua especial proteção no âmbito da pandemia.

Portugal contabiliza 1.074 mortos associados à covid-19 em 25.702 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Das pessoas infetadas, 818 estão hospitalizadas, das quais 134 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados passou de 1.712 para 1743.

Portugal entrou no domingo em situação de calamidade, depois de três períodos consecutivos de estado de emergência, iniciados em 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.


https://sicnoticias.pt/especiais/coronavirus/2020-05-05-Hipertensos-e-diabeticos-excluidos-do-regime-excecional-de-protecao?fbclid=IwAR2_eTQ_TDoFbv7gfaQUgSY08rCJgqfMNP-b4yI8hK1y8AjuC8VCMFWOfPc


**Direitos : Sic**
[/quote


.. e os deficientes sempre excluídos  :$ 
 

Offline rodrigosapo

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #145 em: 06/05/2020, 10:52 »
Máscaras para todos nas escolas; Mais 244 mortes em Espanha

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a Covid-19 em Portugal e no Mundo.
AO MINUTO: Máscaras para todos nas escolas; Mais 244 mortes em Espanha
© Global Imagens

Notícias ao Minuto
06/05/20 08:05 ‧ HÁ 2 HORAS POR CATARINA CORREIA ROCHA

MUNDO COVID-19


OMinistro da Educação garantiu que a tutela "será responsável" pelo apetrechamento das máscaras necessárias para distribuir por alunos e funcionários das escolas que vão reabrir dentro de duas semanas. Os alunos do 11.º e 12.º ano deverão voltar a ter aulas presenciais a partir de 18 de maio e a entrada nos estabelecimentos de ensino só será permitida a quem tenha máscara, para conter a disseminação do novo coronavírus.


O regresso às aulas em época de pandemia obriga a novas regras, como a divisão das turmas por várias salas de aula ou a forma de aceder aos espaços, e essas orientações "vão chegar ainda hoje [terça-feira] às escolas", revelou Tiago Brandão Rodrigues. Conheça-as aqui.

Por outro lado, relativamente a negócios de milhões sem contrato na Saúde, a tutela fez saber que vai divulgar um relatório com os "procedimentos elaborados por ajuste direto" para combater a pandemia, com as respetivas razões que justificaram "a impossibilidade" de recorrer a "outro tipo de procedimento".

Já a Comissão Europeia prevê para Portugal, em 2020, uma recessão de 6,8% e que a taxa de desemprego suba para os 9,7% devido ao impacto da pandemia da Covid-19. Bruxelas previu ainda, esta quarta-feira, que o défice das contas públicas nacionais atinja os 6,5% do PIB em 2020, com a dívida pública a atingir os 131,6% do PIB.

De acordo com os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS), Portugal contava, esta terça-feira, com 25.702 casos confirmados e 1.074 vítimas mortais desde o início do surto. Foram mais 11 mortos e mais 178 infetados em relação ao dia anterior. De sublinhar que foi também registada a primeira vítima mortal na faixa etária dos 20/29 anos.

Em termos globais, a pandemia fez mais de 254 mil mortos e infetou quase 3,6 milhões de pessoas. Mais de 1,1 milhões de doentes foram considerados curados pelas autoridades de saúde.
 

Offline rodrigosapo

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #146 em: 06/05/2020, 11:07 »
Devemos deixar os sapatos no exterior? E lavar a roupa ao chegar a casa?

Com a propagação do novo coronavírus à qual temos assistido nos últimos meses, já todos estamos a par da importância de manter o devido distanciamento social, usar uma máscara protetora na rua e de lavar frequente e minuciosamente as mãos de modo a diminuir o risco de infeção. Contudo, como devemos lidar com os sapatos e a roupa que utilizamos?
Devemos deixar os sapatos no exterior? E lavar a roupa ao chegar a casa?


© Shutterstock

06/05/20 09:00 ‧ HÁ 2 HORAS POR LILIANA LOPES MONTEIRO 

Felizmente, e conforme reporta um artigo publicado no site especializado Medical Daily, não existem provas científicas sustentadas de que o SARS-CoV-2, causador da doença da Covid-19, sobreviva no vestuário, o que significa que a probabilidade de contrair o vírus a partir da roupa é extremamente reduzida.


Como tal, não é necessário que mude imediatamente de roupa assim que chega a casa, sobretudo se praticou o tão recomendado distanciamento social.

Leia Também: Distanciamento social poderá ser necessário até 2022, defende estudo

Contudo, se trabalha numa unidade de saúde, tal como num hospital ou clínica, onde estejam internados pacientes com Covid-19, então a agência governamental norte-americana Centro de Controlo e de Prevenção de Doenças (CDC) recomenda que mude de vestuário e que o lave assim que entra em casa. Mas, alerta para que não sacuda a roupa, isto porque há uma possibilidade - ainda que reduzida - do vírus permanecer na atmosfera.

Devo deixar os meus sapatos no exterior?

Um novo estudo realizado pelo CDC revelou que o novo coronavírus pode sobreviver na sola dos sapatos. Todavia, ainda não se sabe se essas gotículas são infecciosas.

Ainda assim, os investigadores creem que desde que não toque na área infetada e depois toque no rosto o risco de infeção é ínfimo.



Fonte:
Notícias ao Minuto
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #147 em: 06/05/2020, 16:41 »

Já foram identificadas 150 mutações do coronavírus, Governo prevê sequenciação de 450 genomas até sexta-feira

Atualidade · 6 mai 2020 13:02
Já foram identificadas 150 mutações do coronavírus, Governo prevê sequenciação de 450 genomas até sexta-feira

Um aluno por secretária e sem intervalos no exterior. As orientações do Governo para o regresso às escolas
"Quero dizer a todos os pais, alunos, professores, auxiliares, a toda a comunidade escolar e educativa do nosso país que este regresso às aulas está a ser ponderado para garantir a segurança de todos”. A garantia foi dada pela diretora-geral da saúde, Graça Freitas, esta quarta-feira, 6 de maio.


TIAGO PETINGA/POOL/LUSA
Questionada pelo SAPO24 durante a conferência de imprensa de balanço da situação epidemiológica em Portugal sobre os receios de pais e encarregados de educação relativamente ao regresso às aulas presenciais para alunos do 11.º e 12.º ano, Graça Freitas lembrou que "não há risco zero em nada", mas garantiu que "este regresso às aulas está a ser ponderado para garantir a segurança de todos”.

Assim, desde que sejam cumpridas as regras de higiene e segurança, "devemos voltar às aulas com toda a confiança", disse.

“Não há risco zero em nada, na nossa vida social, na nossa vida de relação e laboral. O que nós estamos a fazer é um conjunto de regras para minimizar o risco e essas regras são dependentes de várias coisas”.

Em primeiro lugar, a diretora-geral da saúde destacou a avaliação das "condições em que estas aulas vão ser retomadas: condições do edificado, dos equipamentos, da organização das aulas, do tipo de contacto que vai haver ou não entre os alunos, dos espaços. Há aqui uma série de medidas que têm a ver com a organização do espaço-escola, dos equipamentos, com limpeza e desinfeção das superfícies"

Em segundo lugar, destacou, estão questões comportamentais: "Um jovem tanto pode ter um comportamento seguro fora do ambiente escolar, como ter um comportamento seguro dentro da escola. O que vamos recomendar é que o regresso às aulas seja de forma ordeira e respeitando regras".


Continue a lêr aqui: https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=ZTk0JxCTzseuXRXOfJf9PthlfKyjbxg33ZE5m86it1gVumVpommaWSxOdPzHgK+jBu6cEsnJwJorkK8lv60HYALhoB+bq/TFbMM9DLqI+IC9kYM=
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #148 em: 06/05/2020, 18:09 »
Alunos da China "estão a regressar a Portugal e não há rastreio"

O Conselheiro das Comunidade Portuguesas em Macau apelou hoje a Portugal para que rastreie a população chinesa, inclusive de Macau, à chegada ao território nacional, para se detetar o novo coronavírus, que já matou 563 pessoas na China.
Alunos da China "estão a regressar a Portugal e não há rastreio"


© Reuters

09:02 - 06/02/20 POR LUSA

"Ainda recentemente recebi [uma] informação de professora de uma universidade que centenas de alunos [chineses e de Macau] estão a regressar a Portugal. As informações que nós temos é que essas pessoas chegam a Portugal e vão imediatamente para os locais onde vivem e para as universidades, e [de que] não há qualquer tipo de rastreio", salientou José Pereira Coutinho em declarações à Lusa.

Aquele que é também o único deputado português na Assembleia Legislativa (AL) de Macau afirmou que, "a ser assim, é um perigo" já que se tratam de pessoas oriundas de zonas de risco em termos de propagação do vírus, que já infetou mais de 28 mil indivíduos e, por isso "podem ser portadoras do coronavírus".

"Faço aqui um alerta às autoridades portuguesas para que façam o rastreio ainda no aeroporto para despistar aqueles que estejam saudáveis e os outros que seja necessário estarem em quarentena", acrescentou.

O conselheiro defendeu ainda que, "de uma maneira geral, todos aqueles que vêm da China devem estar sujeitos a quarentena".

O primeiro caso de infeção do novo coronavírus em Macau já teve alta médica, disse hoje à Lusa fonte dos Serviços de Saúde do território.

A turista chinesa, de 52 anos, que tinha entrado no território em 19 de janeiro, encontrava-se internada no Centro Hospitalar Conde de São Januário desde 21 de janeiro.

Com esta decisão, Macau passa de dez para nove casos confirmados.

O Governo de Macau enviou milhares de funcionários públicos para casa, onde continuam a trabalhar, mas à distância, outra das soluções para combater os perigos do surto que começou numa cidade do centro da China, Wuhan, capital da província de Hubei.

Macau fechou os casinos e anunciou o encerramento de espaços culturais e desportivos, bem como de todo o tipo de negócios, o que praticamente está a paralisar a economia.


Fonte: Notícias ao Minuto
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #149 em: 06/05/2020, 18:31 »
Covid-19: ONU pede aos Governos para não esquecerem deficientes nas respostas à pandemia

António Guterres lembrou que, em tempos normais, estas pessoas já têm dificuldades no acesso à educação, a cuidados de saúde e ao trabalho

2020-05-06 08:29   / RL
António Guterres
O secretário-geral da ONU pediu esta segunda-feira aos governos que tenham em conta mil milhões de pessoas com deficiência nas diferentes respostas à pandemia de Covid-19.

Em tempos normais, estas pessoas já têm dificuldades no acesso à educação, a cuidados de saúde e ao trabalho, lembrou António Guterres, num comunicado publicado ao mesmo tempo que um estudo da ONU sobre este grupo populacional.


"A pandemia reforça as desigualdades, ao colocar novas ameaças", salientou o português, destacando a vulnerabilidade dos deficientes perante a covid-19.


Peço aos governos que coloquem os deficientes no centro da resposta à Covid-19 e da reconstrução económica, que sejam consultados e também beneficiários dos esforços desenvolvidos para combater a doença", acrescentou António Guterres.

Para o chefe da ONU, é necessário "garantir direitos iguais para os deficientes para que possam ter acesso aos cuidados e às medidas tomadas para salvar vidas durante a pandemia".

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias France-Presse (AFP), a pandemia de covid-19 já provocou mais de 256 mil mortos e infetou quase 3,6 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um 1,1 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.


Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.


TVI24
 
Os seguintes membros Gostam desta publicação: AREZ

 



Anuncie Connosco Anuncie Connosco Stannah Mobilidade S.A Anuncie Connosco Anuncie Connosco


  •   Política de Privacidade   •   Regras   •   Fale Connosco   •  
       
Voltar ao topo